Vida financeira saudável: passo a passo para chegar lá

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Você se considera uma pessoa com vida financeira saudável?

Para qualquer um, alcançar esse estado de tranquilidade no orçamento é fundamental, principalmente para viver com conforto ao longo dos anos.

Mas manter uma vida financeira saudável pode ser um desafio, principalmente se você ainda não dedica muito tempo para cuidar das suas contas e receitas.

Então, que tal mudar essa realidade? Neste artigo, explicamos o passo a passo para você otimizar as suas finanças e garantir um futuro livre de preocupações com dinheiro.

Diagnóstico para uma vida financeira saudável 

O primeiro passo para uma vida financeira saudável é o diagnóstico do seu orçamento pessoal. Ele é o ponto de partida para você avaliar o seu custo de vida, entender os seus hábitos financeiros e planejar melhorias. Mas como colocar esse diagnóstico em prática?

Nessa hora, uma planilha de controle financeiro é essencial. Nesse documento, preencha as seguintes informações: despesas (separando em custos fixos e variáveis), dívidas (se tiver) e renda mensal.

Quanto mais detalhada for a planilha, melhor para o diagnóstico. Aqui a ideia é ter uma visualização ampla da sua vida financeira e entender o seu custo de vida atual.

A partir desse balanço, fica mais fácil identificar os gargalos do orçamento e os hábitos que estão prejudicando a gestão do dinheiro.

Além disso, você deve analisar despesas que podem ser reduzidas  — ou, por que não, eliminadas. 

E, por fim, precisa criar estratégias para tornar a sua vida financeira saudável, criando medidas emergenciais (como o pagamento de dívidas, por exemplo) e a mudança de hábitos, se for necessário.

Sabe por que isso é importante? Porque manter uma vida financeira saudável é essencial para o longo prazo.

É o que explica o consultor financeiro Gustavo Cerbasi, em seu livro Como organizar sua vida financeira (Editora Sextante, 2015).

Segundo ele, não basta saber se o dinheiro que você ganha atualmente dá para pagar as contas do mês. É preciso ir além.

“Leve em consideração que sua existência será mais longa que sua carreira (ninguém quer trabalhar até o último dia de vida), e que a evolução da medicina pode fazê-lo viver mais tempo do que você imagina”, afirma o autor.

Vida financeira saudável combina com longo prazo 

Como acabamos de ver, pensar no longo prazo é fundamental para manter uma vida financeira saudável. Dessa forma, você garante um futuro com um orçamento capaz de sustentar o seu padrão de consumo e permitir que você se aposente no período desejado.

Mas como colocar esse desafio em prática? A dica essencial é alargar sua janela temporal ao planejar compras, investimentos e tomar decisões com seu dinheiro.

Por exemplo: vai fazer investimentos para que o seu dinheiro renda? Quer recorrer a um financiamento para comprar um imóvel?

Bem, ao tomar decisões como essas, você precisa mirar no futuro. O desafio é compreender como essas ações vão impactar o orçamento lá na frente. E, claro, o objetivo final deve ser construir patrimônio e segurança.

Nessa jornada, o primeiro movimento é criar um fundo de emergência equivalente a seis meses do seu custo de vida. É uma quantia na qual você só vai mexer em casos de imprevistos, como a necessidade de um tratamento médico de urgência, por exemplo.

Feito isso, é hora de efetivamente aumentar o patrimônio. A melhor forma de fazer isso é por meio de investimentos, que se valem, no longo prazo, da mágica dos juros compostos.

Trata-se de juros que incidem sobre juros, ou seja, um fator multiplicador que é calculado em uma base crescente. 

Vida financeira saudável com previdência privada 

Considerando tudo que vimos até aqui, é hora de pensar em previdência privada. Sim, esse é um dos melhores investimentos de longo prazo para manter uma vida financeira saudável no futuro.

Na modalidade, você faz aportes regulares para fundos de previdência para que o dinheiro fique rendendo por anos. Depois, ao se aposentar, você resgata o investimento, garantindo uma renda complementar àquela fornecida pela previdência social. 

Uma das principais vantagens é que, na previdência privada, você conta com a gestão de uma equipe profissional para alocar seus recursos em aplicações que rendem acima da inflação.

Em vez de decidir comprar o título A e vender o B, você delega esse tipo de decisão a um gestor, que vai cuidar do seu patrimônio e tratá-lo com carinho para que cresça, floresça e dê frutos para a sua aposentadoria.

Outro benefício é a tributação reduzida, no modelo regressivo, cuja alíquota do Imposto de Renda cai para 10% após 10 anos — a menor de todo o mercado financeiro.

Há ainda o benefício fiscal do abatimento de 12% do IR nas contribuições para o PGBL, um dos dois tipos de previdência privada aberta que podem ser acessados.

Com essas orientações em mente, que tal cuidar melhor da sua vida financeira a partir de agora? Se este conteúdo foi útil para você de alguma forma, compartilhe e curta.

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