Previdência privada é renda fixa ou variável?

Home / Previdência privada é renda fixa ou variável?

Saber se a previdência privada é renda fixa ou variável é importante para entender se aquele plano é adequado ao seu perfil de investidor.

A realidade é que ambas as modalidades existem no mercado atualmente, com fatores de risco e segurança que conversam com todos os tipos de aplicações atuais.

A previdência privada é renda fixa ou variável? São ambas.

Basicamente, a previdência privada pode ser de ambos os tipos, pois depende do perfil de investidor. Isso porque existem diversos tipos e categorias de investimento, com riscos e rendimentos variados, através de fundos que podem ser ativos de renda fixa, renda variável, ou ainda a combinação dos dois.

Logo, a categorização depende da maneira na qual o investidor deseja aplicar o seu dinheiro.

Os planos de previdência privada é uma opção complementar as contribuições regulares ao INSS. Neste caso, a intenção de quem investe é não apenas ter mais um canal para garantir os rendimentos financeiros, como a liberdade de escolher como fazê-lo. 

Voltando aos aspectos práticos de quem deseja investir no futuro, existe um fator crucial para o seu entendimento. Nas aplicações de renda fixa, o rendimento é conhecido no momento da aplicação. Nas rendas variáveis, por sua vez, os ganhos são relativos às flutuações do mercado. 

Em suma, a previdência privada é renda fixa ou variável, ou ainda ambos. Os tipos de previdência privada, e os benefícios que oferecem, estão atrelados a uma das categorias.

Como funcionam os ativos de renda fixa?

Os ativos de renda fixa ficaram muito conhecidos na última década, com o estímulo a modalidades de investimento além da poupança tradicional. Aliás, a própria poupança pode ser considerada um investimento desse tipo, embora o seu rendimento seja corriqueiramente abaixo da inflação.

De maneira simplificada, um investidor que opte por ativos de renda fixa já sabe quanto seus investimentos vão render no futuro através das taxas de rentabilidade. Esses valores, bem como as taxas de administração, são apresentados antes do momento da aplicação.

Dentro da previdência privada por renda fixa, ainda existem outros dois tipos de remuneração. Na renda pré-fixada, o aplicador sabe exatamente os valores da taxa de rentabilidade, que não sofrerá com as mudanças do mercado ao longo dos anos, nem das próprias taxas.

Nas rendas pós-fixadas, você saberá o valor final do rendimento após o vencimento do título. As taxas, embora fixas, acompanham as flutuações do mercado através de indicadores como o SELIC e o CDI. 

A partir desses dados, é possível considerar qual o tipo de aplicação é mais adequado para suas necessidades. Uma dica importante: para garantir rendimentos melhores, considere um investimento de, no mínimo, 10 anos, para aproveitar o melhor das taxas.

Quais são os principais tipos de investimentos em renda variável?

Uma previdência privada com renda variável não é muito diferente das compras de ações. O fator essencial é que você, enquanto investidor, não o faz diretamente. Eles são feitos por meio de aportes coletivos, enviados a uma empresa responsável por empregar esses valores em segmentos específicos. 

Existem diversos ativos de renda variável, além das conhecidas ações na Bolsa. Entre eles, destacam-se os seguintes.

  • Fundos Imobiliários (FIIs): são fundos negociados diretamente na Bolsa de Valores, comprados através de cotas. Sua aplicação é como mencionado acima, em que um grupo de cotistas faz um aporte através de uma seguradora, que emprega valores em fundos imobiliários negociados diretamente na Bolsa. FIIs se tornaram uma alternativa simples e acessível para quem deseja investir diretamente na bolsa.
  • Câmbio: é o tipo de renda variável com maior flutuação no mercado. Aqui, o investimento está na valorização ou detrimento de moedas, com uma série de fatores que podem influenciar nas aplicações. Além disso, mais do que investir em moedas estrangeiras, é estar atento a valorização da moeda nacional, pois ela também pode passar por flutuações que influenciam toda a economia. O momento atual do Real em comparação ao Dólar é um bom exemplo.
  • ETF (Exchanged Traded Fund): segue o mesmo princípio de outras rendas variáveis, porém com índices majoritariamente estabelecidos pela Bolsa de Valores. No Brasil, esse aspecto é gerenciado pela B3, a bolsa de São Paulo. Basicamente, o investimento dos cotistas vai para uma cesta de ativos, em que os rendimentos são estabelecidos pelos índices. O investimento não torna-se menos arriscado, porém é possível acompanhar os índices com maior exatidão.

Qual o melhor tipo de previdência privada para você?

A escolha de uma previdência privada de renda fixa ou de renda variável depende muito dos interesses do investidor. Parta do princípio que um investimento do tipo pode levar no mínimo uma década de investimentos, baseando-se em detalhes inicialmente desconhecidos, como o momento econômico do país, a existência ou não da seguradora contratada, ou mesmo suas próprias condições de saúde e necessidades.

Quando enfatizamos o perfil de investidor, está diretamente relacionado aos riscos que pretende correr, os valores que deseja alcançar, e o tempo necessário para tal. Todo investidor busca uma aposentadoria estável e duradoura, portanto considerar cada detalhe faz a diferença no longo prazo.

Para saber mais detalhes sobre os tipos de previdência privada, temos um artigo específico para elas. Se deseja aplicar com mais segurança, oferecemos uma consultoria de qualidade, para fazer com que o seu dinheiro trabalhe para você da forma mais eficiente. Entre em contato.

About Author

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *