Previdência empresarial: saiba como funciona e se vale a pena

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A previdência empresarial é um investimento complementar à previdência social. Trata-se de uma renda mais oferecido pelas empresas para que os trabalhadores possam viver uma aposentadoria mais confortável. Existem dois tipos de previdência complementar: o chamado RPC aberto, comumente conhecido como previdência privada, e o RPC fechado, também conhecido como fundos de pensão. Vamos neste texto detalhar como funciona a previdência privada em regime aberto.

Saiba mais sobre fundos de pensão!

O que é previdência empresarial

Como já explicado acima, a previdência empresarial é um tipo de plano de previdência complementar, operado por EAPCs – Entidades Abertas de Previdência Complementar. É uma previdência privada como as oferecidas por bancos, por exemplo, mas contratada por uma empresa para beneficiar seus funcionários. 

A diferença desse tipo de previdência empresarial coletiva para os fundos de pensão é que os fundos são operados por EFPCs – Entidades Fechadas de Previdência Complementar -, com um regulamento próprio para cada empresa. O Funcef, por exemplo, é um fundo destinado aos trabalhadores da Caixa Econômica Federal, assim como o Petros é idealizado para os trabalhadores da Petrobras.

Como funciona a previdência empresarial

Na previdência empresarial, uma determinada organização contrata um plano de previdência, geralmente por meio de uma corretora de seguros, pelo qual o trabalhador paga uma parcela mensal, descontada em folha, e a empresa outra. O benefício pode ser trabalhado de várias formas, com contribuição fixa da empresa ou porcentagens maiores ou menores, dependendo do cargo do profissional. 

O prazo para resgate dos rendimentos irá depender do contrato que o trabalhador tem com a empresa, sendo geralmente de 7 a 10 anos a partir do início dos aportes, em caso de demissão pela empresa ou saída da companhia por decisão do colaborador. Também pode se escolher, após essa saída, migrar para um plano de previdência privada individual, sem prejuízo ao valor já investido.

No início do contrato, o colaborador também poderá escolher entre dois tipos de planos, o VGBL e o PGBL, sendo que:

No VGBL – Vida Gerador de Benefícios Livres -, o Imposto de Renda incide apenas sobre os rendimentos, na hora do resgate.

Já no PGBL – Plano Gerador de Benefícios Livres -, a base de cálculo do IR ao fim do contrato será sobre o total do dinheiro, ou seja, investimentos mais rendimentos. No entanto, nesse plano, o contribuinte tem a possibilidade de abater todas as contribuições para a previdência no Imposto de Renda para Pessoa Física anual. 

Vale a pena aderir à previdência empresarial?

Possuir uma previdência complementar é sempre muito interessante, principalmente se sua empresa está disposta a ajudá-lo nas contribuições. É importante, no entanto, estar a par das taxas cobradas e dos rendimentos oferecidos, já que nesse caso, você terá opções fechadas de investimento, ao contrário de uma previdência privada individual, na qual você pode escolher onde aplicar.

Sendo um modelo mais fechado uma desvantagem da previdência empresarial, leia bem o contrato e se informe antes de assiná-lo. Outro ponto negativo, e isso vale para qualquer plano de previdência, é a baixa liquidez. Ou seja, você precisa esperar a aposentadoria para retirar os rendimentos. Por isso, previdência é sempre um objetivo em longo prazo. No mais, quanto mais garantido você estiver para o futuro, melhor.

Dúvidas sobre previdência privada? Acesse www.suaprevidencia.com.br e fique bem informado!

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