O perigo das compras por impulso: saiba como evitar

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As compras por impulso ocorrem na vida de uma parcela considerável de brasileiros e podem ter consequências negativas para a saúde das finanças, tanto pessoais quanto empresariais.

Nesse sentido, quem simplesmente sai adquirindo novos produtos sem uma mínima análise prévia pode estar colocando em risco valores que seriam direcionados a outros segmentos de sua rotina financeira.

Neste artigo você vai entender como este é um problema presente na vida de muitas pessoas, indo além do campo econômico, pois carrega também componentes da psicologia que podem interferir nesse cenário.

Em outra ocasião, já trouxemos aqui os riscos dos problemas financeiros no estresse da vida cotidiana.

Além disso, trazemos também um guia rápido com boas práticas que devem ser seguidas antes de realizar compras por impulso que, futuramente, poderão gerar dores de cabeça para você, sua família e seus negócios.

Por que as pessoas fazem compras por impulso?

As compras por impulso são fenômenos que se manifestam nas mais variadas famílias, de diversas classes sociais, faixas etárias e nos mais diversificados momentos.

Quando acontecem, costumam estar relacionadas à felicidade. Na verdade, isso não quer dizer que quem compra impulsivamente é feliz – mas geralmente o faz em busca do preenchimento de sua vida com essa sensação.

Aliás, você já fez essa reflexão, se dinheiro traz felicidade?

Alguns estudos indicam que, de fato, a busca por um novo produto – seja numa loja de shopping, numa concessionária de veículos ou num e-commerce –, mesmo que não represente algo que você precisa no momento, pode ter relação com o que está sentindo.

Angústia, tristeza, depressão ou ansiedade podem funcionar como uma espécie de incentivo para as compras por impulso.

Por isso, além das questões de finanças, que são o tema central deste blog, é importante que esse tipo de ocorrência com você ou sua família também tenha uma atenção psicológica, com a busca por profissionais do gênero, terapeutas etc.

Quais são as consequências negativas de comprar sem pensar?

Não são poucas as consequências negativas das compras por impulso. Trata-se de uma atitude feita sem a reflexão necessária para aquele momento e que, geralmente, traz consequências negativas com o passar dos dias.

Um ponto que costuma ser afetado ao adquirir bens sem pensar é a falta de economia. Uma verba que poderia ser utilizada para ser poupada ou, então, investida em produtos financeiros, que garantiriam reservas e rentabilidade, passa a ser gasta com rapidez.

Essas quebras na rotina passam a interromper metas e sonhos da família. Além de dificultar a prosperidade, pois parece que nunca há dinheiro suficiente para dar o próximo passo nos seus objetivos.

A questão do endividamento também é grave. Cartões de crédito com faturas elevadas e até empréstimos passam a fazer parte do rol de desfechos que as compras por impulso podem ocasionar.

Por fim, há uma questão bastante prática, que muitas vezes não é citada nesses cenários. Quem compra sem pensar ou pesquisar costuma pagar mais caro. Quando a aquisição é feita por impulso, é pouco comum que o cliente estude outras possibilidades ou aguarde uma promoção. O que vale é o agora.

Medidas para evitar compras por impulso

Existem algumas dicas que podem ser colocadas em prática para evitar as aquisições desnecessárias. Em geral, essas técnicas passam por um caminho comum que é o da paciência, da análise e do passo a passo para as compras por impulso.

A primeira dessas medidas está ligada justamente a questões emocionais. Na medida do possível, evite fazer compras ou mesmo pesquisar produtos em momentos em que está com as emoções alteradas.

Por exemplo, num momento de grande felicidade, um determinado produto poderá fazer todo o sentido, mesmo que não seja necessário. Por outro lado, na tristeza, a compra não pode ser encarada como refúgio.

Outro ponto fundamental nessa jornada é o do autoquestionamento: eu realmente estou precisando desse produto?

Algumas vezes, apenas por não fazer essa pergunta, levamos para casa uma série de compras que poderiam simplesmente esperar ou ser substituídas por outros recursos já existentes.

No entanto, é preciso dizer que toda essa discussão sobre as compras por impulso não representa um total distanciamento do consumo. Não significa que você nunca mais vai poder comprar nada.

Uma orientação sensata é a de reservar um valor mensal ou bimestral, por exemplo, para que seja destinado às compras. Ou seja, o prazer pelas compras pode continuar a existir, porém em um ambiente de maior segurança.

As compras fazem parte de um lado da balança que é fundamental no equilíbrio das contas da casa – está na parte daquilo que sai da renda mensal de um lar.

Sendo assim, é muito importante saber identificar e controlar as compras por impulso. É uma chance de manter as contas em dia e, também, uma possibilidade a mais de poder planejar o seu futuro e ter uma reserva de emergência.

Gostou deste artigo? Continue a acompanhar o site Sua Previdência Privada para ter acesso a mais insights sobre esses assuntos.

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