Como sacar previdência privada: regras para resgate do saldo

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Como sacar previdência privada

Você sabe como sacar previdência privada, considerando que essa é uma modalidade de investimento sujeita a diferentes variáveis?

Tabela regressiva, progressiva, VGBL, PGBL, com seguro, sem seguro. Não faltam alternativas, todas elas com seus prós e contras, dependendo do objetivo em questão.

Por isso, o melhor a fazer é se informar para garantir que, na fase de usufruto, todos os projetos definidos antes de contratar um plano possam ser realizados.

Nunca é demais relembrar que, com a reforma do sistema previdenciário público, os valores das aposentadorias pagas pelo governo tendem a ser cada vez menores. O ideal é se antecipar para garantir um futuro mais tranquilo.

Por isso, não deixe de ler este artigo até o final e saiba como sacar sua previdência privada e escolher o melhor plano para você.

Como sacar previdência privada em cada plano

O saque da previdência privada pode acontecer em dois momentos: antes ou depois do período de acumulação contratado.

Se ele for antecipado, o resgate não será de 100% do valor aplicado, embora possam incidir juros e correção. Ou seja, a previdência privada é um investimento de longo prazo, normalmente, com o objetivo de complementar a renda na aposentadoria.

Nesse sentido, é preciso considerar que existem dois tipos de plano, o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) e o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL).

Vamos ver, então, como sacar previdência privada em ambas as modalidades.

Como sacar o valor total

Seja qual for o tipo de plano, o aspecto mais importante a ter em conta caso a opção seja pelo saque total é a tributação. Isso porque planos de previdência privada podem ser tributados por duas tabelas: a progressiva e a regressiva

Na primeira, as alíquotas vão aumentando conforme os aportes realizados. O fator que conta, nesse caso, é o quanto se tem depositado. Já na regressiva, o parâmetro deixa de ser o valor, passando a contar o tempo.

Seja qual for a tabela, fique atento à alíquota de imposto no momento do saque total já que, somada à taxa de carregamento, ela pode tirar uma fatia menor ou maior dos rendimentos.

Como sacar a renda mensal temporária

O mesmo princípio se aplica se a opção for realizar saques mensais por um período de tempo determinado. A cada saque incidem impostos que, como tal, reduzem o valor a ser retirado.

Nesse caso, tal como na retirada total, vale o regime Primeiro a Entrar, Primeiro a Sair (PEPS), pelo qual os pagamentos feitos tomam como base os rendimentos mais antigos. Faz sentido, já que, quanto mais tempo o dinheiro permanece aplicado, mais ele rende.

Outro ponto importante é que, ao optar pela renda mensal, existe a possibilidade de ter os benefícios tributados à alíquota mínima de 10%. É o que acontece quando se contribui por, pelo menos, dez anos.

Essa é, a propósito, uma das maiores vantagens da previdência privada sobre outros tipos de aplicação financeira.

Como sacar a renda mensal vitalícia

No caso da renda vitalícia, o plano é contratado com o objetivo de garantir um rendimento mensal enquanto o titular estiver vivo. De qualquer forma, esse tipo de saque permite algumas variações, como:

  • Renda vitalícia reversível a cônjuge ou menores
  • Renda vitalícia reversível ao beneficiário indicado
  • Renda vitalícia com prazo mínimo garantido.

Perceba que, para que o saldo restante em caso de morte seja repassado para dependentes, é preciso optar por um plano em que essa transferência seja prevista. Caso contrário, o montante acumulado que não tiver sido pago fica para a instituição que administra o fundo.

Custos ao sacar previdência privada

A grande vantagem de um plano de previdência privada está nas alíquotas mais baixas de imposto e da possibilidade de abatimento de até 12% no IRPF, no caso do PGBL.

Mas, para que essa vantagem seja de fato aproveitada, é preciso analisar com cuidado o tipo de plano e de que forma o resgate será feito.

Na hora de sacar o plano, existem dois custos que precisam ser calculados: impostos e as taxas de carregamento/administração.

Os impostos, como vimos, são cobrados no momento do saque, em alíquotas que variam dependendo da tabela escolhida, do tempo de aplicação ou do valor investido.

Já a taxa de carregamento é cobrada quando o titular movimenta os fundos em seu plano. Em alguns bancos, não há essa cobrança.

Fique atento, já que, em alguns casos, só a taxa de carregamento pode consumir 10% do valor total. Sendo assim, se você vier a sacar R$ 100 mil, terá que deixar para o banco R$ 10 mil, fora os impostos.

Entenda o IR no resgate

Os bons investidores que sabem como sacar previdência privada entendem melhor do que qualquer um que o imposto é o maior “vilão” a ser evitado na hora de um saque. Por isso, a melhor maneira de se evitar uma mordida maior é antecipar o quanto você terá que pagar de imposto no momento do resgate.

Para isso, não deixe de utilizar as tabelas para saber com antecedência quanto de imposto incidirá nesse momento. Lembre-se de que a menor alíquota possível é de 10%.

Então, este artigo tirou suas dúvidas? Esse é o objetivo do blog Sua Previdência Privada: ser um espaço informativo sobre tudo que diz respeito a esse investimento.

Acreditamos que a aposentadoria complementar ofereça um atalho para um futuro melhor e nos dedicamos a avaliar os diferentes planos do mercado e destacar os melhores.

Quer saber mais? Acesse nosso blog e, se desejar, entre em contato com a nossa equipe!

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