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Hábitos-saudáveis

Os hábitos saudáveis fazem parte do seu dia a dia? Tudo bem, a pergunta é um pouco ampla, mas o objetivo aqui, mais do que obter respostas, é gerar reflexão.

Nunca se falou tanto sobre ser saudável, melhorar a alimentação e praticar exercícios físicos regularmente. Por outro lado, a rotina também nunca esteve tão intensa.  Entre um extremo e outro, pode ser difícil encontrar o tão sonhado equilíbrio.

O segredo parece estar em ampliar o conceito sobre o que é ou não saudável para cada um de nós e rever prioridades. Quer saber como fazer isso? Continue lendo e confira!

O que são hábitos saudáveis?

Hábitos saudáveis são todos aqueles que promovem a saúde e o bem-estar do indivíduo. Mais do que isso, ajudam a equilibrar o corpo e a mente. Eles oferecem mais disposição para enfrentarmos as tarefas de cada dia, e geram a sensação de dever cumprido.

Ainda assim, muitas vezes são trocados por horas extras no trabalho, tempo gasto no trânsito e discussões pouco produtivas. Se você parar para refletir por um minuto, certamente vai se identificar com pelo menos uma das situações.

Principais benefícios dos hábitos saudáveis

Cultivar hábitos saudáveis é sobre se importar consigo mesmo e valorizar aquilo que lhe faz bem. Os benefícios alcançados são inúmeros:

  • Redução do estresse e da ansiedade;
  • aumento da sensação de bem-estar e da qualidade de vida;
  • incremento na criatividade;
  • realização de tarefas com muito mais disposição;
  • aumento do foco nos próprios objetivos;
  • melhora da capacidade cognitiva;
  • valorização do tempo disponível.

9 hábitos saudáveis para adotar hoje

Quando alguém fala sobre hábitos saudáveis, o mais comum é pensarmos a respeito da importância de uma alimentação equilibrada e da prática de exercícios. Mas ainda que essas sejam atividades essenciais, que tal ir um pouco além?

A seguir, preparamos uma lista com outras formas de garantir uma vida mais saudável em diferentes sentidos.

1. Leia mais

Além de estimular a cognição, a leitura é uma forma de conhecer diferentes culturas, viajar para mundos que sequer existem e aumentar o seu vocabulário. É ainda uma chance de relaxar e apenas curtir o momento. Então, que tal abandonar o celular por algumas horas e escolher o próximo livro que você vai ler?

2. Crie desafios para si

Sair da zona de conforto e buscar novos desafios é uma forma de manter a motivação e desenvolver habilidades. Por isso, permita-se sair do óbvio e dê espaço para que as oportunidades sejam abraçadas.

3. Aprenda um novo idioma

Assim como a leitura, aprender um novo idioma também é uma chance de estimular a mente. Isso sem falar das vantagens para a sua carreira e das portas que se abrem no exterior.

Se você não tem paciência para as aulas tradicionais das escolas de idiomas, busque estudar em casa e reforce o seu hábito de leitura com livros escritos na língua que está aprendendo.

4. Tenha um sono regulado

Não subestime o poder de uma boa noite de sono para revigorar as energias e possibilitar que você ofereça o melhor de si a cada dia.

É até possível aguentar uma rotina com apenas quatro horas dormidas a cada dia, mas será que esse hábito está fazendo bem para o seu corpo e para a sua mente? Às vezes, rever prioridades é uma necessidade.

5. Pratique a meditação

Que tal reservar um tempo do seu dia para meditar? A prática, além de aumentar a sua capacidade de concentração, vai permitir ainda que você olhe um pouco mais para si e pratique o autoconhecimento.

6. Alongue o seu corpo durante o dia

Mesmo diante da rotina intensa, separe alguns minutos para alongar o corpo. Com os movimentos, é possível evitar lesões e aquelas dores características de quem passa muito tempo sentado na mesma posição.

7. Cerque-se de pessoas que você ama

Hábitos saudáveis também têm a ver com construir relações positivas, que incentivem você a crescer e sirvam de apoio para os momentos mais difíceis. Por isso, valorize aquelas pessoas que sempre estiveram disponíveis e que fazem o dia ficar melhor quando estão por perto.

8. Dedique um tempo só para você

Entre trabalho, família e amigos, às vezes o tempo parece insuficiente, não é mesmo? Ainda assim, não deixe de separar um momento só para cuidar de você. O que isso significa? Depende de eleger quais são as suas prioridades e o que oferece bem-estar quando ninguém mais está ao redor.

9. Mantenha o controle financeiro

Não importa qual é a sua renda, certamente você já passou por momentos de estresse por assuntos relacionados ao dinheiro. Independentemente do motivo responsável pela preocupação, uma certeza você pode ter: manter um controle financeiro bem planejado é a melhor forma de evitar surpresas desagradáveis.

Além disso, o planejamento das finanças facilita a realização dos seus sonhos, justamente porque desenvolve estratégias para que eles sejam alcançados. A criação de um plano de previdência privada para quem deseja construir desde já uma aposentadoria mais tranquila é um exemplo.

E, por falar no assunto, você sabe quais são as vantagens da modalidade e como garantir as menores taxas? Aqui no blog da Sua Previdência Privada, você encontra os conteúdos mais atualizados sobre o assunto. Fique sempre de olho!

Caixa Previdência no Imposto de Renda

Vai declarara Caixa Previdência no Imposto de Renda ou está começando a entender como funciona a tributação nesse investimento?

Então, é preciso conhecer melhor esse tipo de aplicação para não cometer erros ao escolher o fundo e, depois, ao preencher as informações no formulário do IR.

Para facilitar sua vida, criamos este pequeno guia que trata do Imposto de Renda na Caixa Previdência. Ao longo das próximas linhas, vamos tirar suas dúvidas sobre as tabelas progressiva e regressiva, as modalidades PGBL e VGBL e os detalhes da entrega da declaração.

Imposto de Renda na Caixa Previdência: tabela regressiva x progressiva

Para entender como funciona o Imposto de Renda na Caixa Previdência, é necessário analisar as duas tabelas de tributação, a regressiva e a progressiva. Confira qual delas é mais indicada para o seu caso:

Tabela regressiva

Na tabela regressiva, a alíquota diminui conforme o período da aplicação. Assim, quanto maior for o tempo do investimento, menor será o valor pago no resgate.

A tabela do Imposto de Renda é fixada nas seguintes alíquotas:

  • Até 2 anos: 35%
  • De 2 a 4 anos: 30%
  • De 4 a 6 anos: 25%
  • De 6 a 8 anos: 20%
  • De 8 a 10 anos: 15%
  • Acima de 10 anos: 10%.

Assim, para o curto prazo, o regime não vale a pena devido às altas alíquotas. O ideal, então, é chegar na alíquota de 10% no longo prazo  — a menor alíquota cobrada em investimentos tributáveis no Brasil.

Tabela progressiva

A tabela progressiva é proporcional à renda. Com ela, o investidor é tributado em 15% na fonte, e a tributação será ajustada de acordo com a tabela de IR, que vai de 0 a 27,5%, no momento da entrega da declaração.

Os valores da tabela são os seguintes:

  • Até 1.903,98: isento
  • De 1.903,99 até 2.826,65: 7,5%
  • De 2.826,66 até 3.751,05: 15%
  • De 3.751,06 até 4.664,68: 22,5%
  • Acima de 4.664,68: 27,5%.

Sendo assim, a tabela progressiva é indicada para quem investe em previdência no curto prazo ou para quem vai se aposentar com uma renda isenta de IR.

Imposto de Renda na Caixa Previdência: PGBL x VGBL

Na hora de planejar o Imposto de Renda na Caixa Previdência, outro critério essencial é a modalidade, PGBL ou VGBL. A seguir, descubra as características de cada uma:

PGBL

O Plano Gerador de Benefício Livre permite fazer restituição de até 12% da renda bruta tributável no Imposto de Renda. Mas a alíquota (definida conforme o regime de tributação) incide sobre o valor total do investimento, ou seja, capital investido mais rendimento.

Por isso, o PGBL é indicado para quem faz declaração de IR com o formulário completo e tem renda suficiente para absorver o desconto. Além disso, a restituição só é permitida para quem contribui com a previdência social.

VGBL

O Vida Gerador de Benefício Livre é um plano que não permite restituição de IR. Apesar disso, a alíquota (também definida conforme o regime de tributação) incide apenas sobre os rendimentos do período.

Trata-se do plano ideal para quem utiliza o formulário simplificado ao declarar IR.           

Como declarar a Caixa Previdência no Imposto de Renda

Para declarar Caixa Previdência no Imposto de Renda, você precisa seguir o passo a passo específico para o plano escolhido (PGBL ou VGBL), uma vez que eles têm características diferentes. Confira na sequência:

Declaração no PGBL

Para declarar previdência no plano PGBL, as contribuições devem ser informadas na ficha “Pagamentos Efetuados”. Selecione o código 36, referente ao PGBL.

Informe CNPJ da instituição financeira, número de conta e informações da apólice. No PGBL, o saldo acumulado não precisa ser informado.

Você poderá fazer o abatimento do imposto em até 12% da renda bruta tributável. O próprio programa de declaração da Receita Federal calcula o limite.

Em relação aos resgates e benefícios recebidos, é preciso informar conforme o regime de tributação. Se você usa o modelo progressivo, selecione a ficha “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoas Jurídicas”. Se usa o modelo regressivo, selecione a ficha “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva”, sob o código 06, “Rendimentos de aplicações financeiras”.

No PGBL, é necessário informar contribuições e rendimentos.

Declaração no VGBL

A declaração de previdência no VGBL deve ser feita na ficha “Bens e Direitos”, sob o código 97.

Em seguida, informe o CNPJ da instituição financeira, número da conta e informações da apólice.

Ao fazer a declaração em 2020, informe o saldo referente a 31/12/2018 e o saldo em 31/12/2019. Esses dados podem ser consultados no informe de rendimentos fornecido pelo banco.

Se você realizou resgates no período ou está na fase de recebimento do benefício, selecione a ficha “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoas Jurídicas” para modelo progressivo e a ficha “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva” para regressivo.

Aí, é preciso dar baixa na ficha “Bens e Direitos”. No VGBL, não é preciso declarar contribuições, e sim rendimentos e saldo.

E então, compreendeu como declarar Caixa Previdência no Imposto de Renda? Se você gostou das dicas, confira outros artigos sobre o assunto em nosso site.

Quer saber se Caixa Previdência vale a pena para investir na sua aposentadoria? A resposta vai depender dos seus objetivos com a previdência privada, expectativas de retorno e disposição para fazer um investimento de longo prazo.

De modo geral, os fundos previdenciários valem a pena quando apresentam um bom desempenho, composição da carteira diversificada, taxas competitivas e formas de recebimento atrativas. Neste artigo, você vai conhecer os principais critérios para decidir se Caixa Previdência vale a pena e entender como investir nos fundos oferecidos.

Siga a leitura e veja se esse é o melhor investimento para o seu futuro. 

Como descobrir se os fundos da Caixa Previdência valem a pena

Para descobrir se Caixa Previdência vale a pena, basta aplicar os critérios de análise mais importantes para fundos de previdência privada. 

Veja como fazer essa avaliação em detalhes. 

Comece definindo seus objetivos

O primeiro passo para entender se Caixa Previdência vale a pena é determinar seus objetivos com a previdência privada. No caso, é importante definir quanto você pode investir por mês, por quanto tempo e se quer receber uma renda no futuro ou apenas juntar dinheiro e construir patrimônio. 

A Caixa Previdência oferece planos a partir de R$ 35,00 de contribuição mensal e R$ 1.000,00 de contribuição única (anual), com opções para resgate total do patrimônio no final da aplicação ou recebimento de algumas modalidades de renda. 

Avalie as modalidades e opções de tributação

Toda seguradora deve oferecer as duas modalidades de previdência privada (VGBL e PGBL) e opções de tributação (regressiva e progressiva). Na Caixa Previdência não é diferente, pois a empresa detalha as características dos tipos de previdência e tributação e indica a alternativa mais vantajosa para seus clientes.

Analise as taxas cobradas

As taxas cobradas na previdência privada podem comprometer o retorno do investimento — daí a importância de analisar os custos com atenção. Na Caixa Previdência, não há taxa de entrada (porcentagem sobre aportes), mas é cobrada uma taxa de saída proporcional para aplicações resgatadas em menos de três anos, seguindo as regras abaixo:

  • Até um ano: taxa de saída de 5% para aplicações até R$ 1 mil e 1,5% para aplicações acima de R$ 1 mil
  • De um a dois anos: taxa de saída de 3% para aplicações até R$ 1 mil e 1% para aplicações acima de R$ 1 mil
  • De dois a três anos: taxa de saída de 1,5% para aplicações até R$ 1 mil e 0,5% para aplicações acima de R$ 1 mil
  • A partir de três anos: taxa de saída isenta.

Além disso, as taxas de administração dos fundos variam entre 0,3% e 3%, dependendo da complexidade do fundo e qualidade da gestão. 

Considere as vantagens oferecidas

A Caixa Previdência também oferece algumas vantagens exclusivas na contratação dos planos, tais como:

  • Benefícios para mulheres: gravidez premiada no valor de R$ 50 mil em caso de gestação múltipla natural e direito à consulta anual gratuita com ginecologista credenciado
  • Assistência gratuita para crianças e adolescentes: assistência Kids (até seis anos) para segurança do lar, assistência bike (sete a 16 anos) e assistência de orientação universitária (a partir de 17 anos) para planos infantis. 
  • Cuidado extra: opção de cobertura à parte que garante indenização extra em caso de falecimento do titular do plano.

Tipos de fundos de previdência na Caixa 

Outro ponto importante para decidir se Caixa Previdência vale a pena é a composição dos fundos oferecidos, que deve atender a todos os perfis de investidores. Confira os produtos disponíveis:

  • Fundos de renda fixa: compostos por no mínimo 90% de recursos em títulos públicos federais, para investidores conservadores
  • Fundos de crédito privado: compostos por até 80% de recursos em títulos privados de baixo risco de crédito, para investidores moderados
  • Fundos de índice de preços: compostos por ativos atrelados a índices de preços, para investidores moderados a arrojados
  • Fundos multimercado com renda variável: compostos por até 15% de ativos de renda variável, para investidores mais arrojados. 

Como investir nos fundos de previdência da Caixa

Se você concluiu que Caixa Previdência vale a pena, a contratação do fundo é bastante simples

Siga os passos abaixo para começar a investir. 

1. Escolha como prefere contratar o plano

A Caixa Previdência oferece três caminhos para contratar seu plano de previdência privada:

  • Pessoalmente, nas agências da Caixa
  • Na opção “Comprar Online” do site, que direciona o produto mais adequado a partir dos seus objetivos e perfil de investidor
  • Pelo chat da seguradora disponível no site.

Há ainda a opção de fazer a portabilidade sem custo ou desconto de IR, caso você já tenha um plano e queira migrar para a Caixa. 

2. Escolha o melhor tipo e regime de tributação

Como vimos, a Caixa Previdência oferece planos do tipo PGBL e VGBL, além dos modelos de tributação regressivo e progressivo. Para saber qual vale mais a pena, revise os conceitos e use também o simulador de benefícios fiscais da Caixa. 

3. Selecione o fundo mais adequado para seu perfil

Por fim, você só precisa selecionar o fundo mais adequado, analisando seu perfil de investidor (conservador, moderado ou arrojado), desempenho dos fundos e seus objetivos com a previdência privada. O resto do processo é simples: envio de documentos, assinatura do contrato e aporte inicial (com opção de fazer tudo online). E então, decidiu se a Caixa Previdência vale a pena? Para ter certeza sobre o investimento, acompanhe nossos conteúdos e compare os fundos com outras opções do mercado.

Fundos-de-pensão

Vítimas de uma rede de corrupção, os fundos de pensão passam por reestruturação na legislação que assegura o setor e, após anos seguidos de déficits, conseguiram ter crescimento além das metas em 2019.

Os casos de corrupção são uma das causas principais de negativações dos fundos, por isso nós, da Onze Investimentos, vamos explicar em que consistem os fundos de pensão e como eles foram impactados pelos principais casos de fraude.

O que são fundos de pensão?

Os Fundos de Pensão são um tipo de Regime de Previdência Complementar (RPC) que oferecem um complemento de renda em casos de aposentadoria, invalidez ou morte. É um segmento fechado e operado pelas Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPCs).

Dessa forma, eles são uma opção de aposentadoria complementar oferecida pelas empresas. Nesse tipo de investimento, são feitos planos coletivos de investimentos sem fins lucrativos. Isso significa que todo o lucro fica com o próprio fundo.

A administração e a gestão dos fundos de pensão são realizadas por empresas ou grupos empresariais, que são fundações de direito privado ou de sociedade civil. Eles diversificam o leque de investimentos entre ações, crédito imobiliário, renda fixa, entre outras modalidades de aplicações.

No Brasil, existem mais de 300 instituições nesse setor, administrando mais de 1,1 mil fundos de pensão, o que equivale a um valor de mais de R$ 926 bilhões em investimentos de acordo com a Abrapp (Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar).

Fundos de pensão: como funcionam?

Em empresas que oferecem a opção de um fundo de pensão para seus colaboradores, cada funcionário contribui com uma determinada quantia mensal, ao mesmo tempo que a empresa também faz uma contribuição para complementar e chegar ao valor final contabilizado para a aposentadoria.

Na maior parte dos casos, a empresa contribui com um valor igual ao aportado pelo funcionário. Mas essa quantia também pode ser diferente.

Quando o colaborador se aposenta, começa a receber mensalmente o retorno dos valores investidos. Entretanto, caso ele se desligue da empresa, tem o direito de resgatar uma parte do que investiu.

Alguns fundos estão há muito tempo no mercado, com operações grandes e ligados a instituições fortes. Exemplos são Previ, Petros, Funcef, Fundação Ceps, Valia e Fundo de Pensão Mongeral Aegon.

No entanto, como veremos a seguir, a rede de corrupção que tem afetado o setor nos últimos anos pode trazer prejuízos significativos.

Fundos de pensão: corrupção

Recentemente, os escândalos de corrupção envolvendo os principais fundos de pensão brasileiros têm diminuído a credibilidade desse tipo de investimento. Entre 2013 e 2018 os fundos passaram por um período com grande aumento de déficit e redução do superávit, o que impactou os rendimentos do setor.

De fato, quatro dos maiores fundos de pensão são estatais e já estiveram associados a escândalos de corrupção. Juntos, eles correspondem a 41% do valor investido em previdência complementar no Brasil, somando R$ 375,9 bilhões. São eles: Previ (Banco do Brasil), Petros (Petrobras), Funcef (Caixa Econômica Federal) e Postalis (Correios).

Os fundos de pensão vêm acumulando déficits nos últimos anos, o que faz com que percentuais sejam descontados dos participantes dos planos para cobrir o rombo. Esses valores são descontados tanto dos trabalhadores ativos como de pessoas que já se aposentaram.

Apesar de terem superado as metas para 2019, a situação dos fundos de pensão ainda é afetada pelos casos de corrupção. Esses esquemas de corrupção têm sido alvo de investigações do Parlamento (caso da CPI dos Fundos de Pensão) e da Polícia Federal (caso da Operação Greenfield).

CPI dos Fundos de Pensão

A CPI dos Fundos de Pensão ocorreu entre 2015 e 2016, e investigou a insuficiência do aumento dos ativos entre 2011 e 2015 nos fundos Postalis, Funcef, Petros e Previ.

Ao todo, foram investigados 15 casos com indícios de irregularidades, tais como aplicação incorreta de recursos, má gestão e fraude. O relatório final apresentado pela CPI pedia 353 indiciamentos de pessoas e instituições, que foram consideradas responsáveis por um prejuízo de R$ 6,6 bilhões no período.

No total, a CPI apurou um prejuízo de R$ 113,4 bilhões nos quatro fundos, com a desvalorização dos ativos.

Operação Greenfield

A Operação Greenfield foi conduzida pela Polícia Federal, com início em 2016, para investigar um desvio nos mesmos quatro fundos de pensão estatais. O desvio era estimado inicialmente em pelo menos R$ 8 bilhões.

Em outubro de 2019, foram denunciadas 26 pessoas investigadas por rombos na Funcef, na Petros e na Postalis. Os investigadores pediram a prisão dessas pessoas e o pagamento de R$ 3,1 bilhões.

Mais recentemente, em janeiro de 2020, 29 ex-gestores dos fundos de pensão foram denunciados pelo Ministério Público Federal por um rombo no valor de R$ 5,5 bilhões nos fundos de pensão Petros, Funcef, Previ e Valia. Eles podem responder por improbidade administrativa.

Má gestão: prejuízos e punições

A má gestão e a fraude levam a prejuízos difíceis de serem contabilizados, pois existe um efeito multiplicador. Isso porque o dinheiro desviado ou aplicado de forma indevida prejudica a eficiência das entidades e a qualidade dos seus serviços, tendo impacto sobre a sua reputação e credibilidade.

Assim, pode ocorrer a incapacidade dos fundos de pensão de cobrir o total estabelecido, com a realização de descontos nos benefícios para trabalhadores aposentados e de alteração nos valores cobrados nos aportes mensais de trabalhadores na ativa e das empresas patrocinadoras, que também contribuem mensalmente.

Nesse contexto, cresce a necessidade de que os responsáveis pelas irregularidades sejam punidos, e que essa punição inclua a devolução de valores devidos aos fundos de pensão. No modelo atual, trabalhadores e empresas patrocinadoras acabam tendo de arcar com os prejuízos.

Legislação

Em 2018, foi aprovado um substitutivo ao projeto que tramita na Câmara dos Deputados como PLP 268∕2016. Esse projeto de lei altera a Lei Complementar nº 108 de 2001, tratando da gestão de entidades fechadas de previdência complementar.

O principal elemento dessa proposta é a mudança nas regras de gestão dos fundos de pensão, buscando coibir as indicações políticas. A Anapar (Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão) enxerga a tramitação desse projeto de lei como um importante avanço para o setor.

A tramitação do projeto pode ser acompanhada aqui, no site da Câmara dos Deputados.

Gostou do artigo? Então acesse nosso site e confira outros conteúdos sobre o assunto.

amortizar financiamentos

Para muitos brasileiros, o sonho de comprar um imóvel vem acompanhado de juros e parcelas que serão liquidadas mensalmente por anos e anos. Nesses casos, portanto, amortizar financiamentos tem a função de amenizar, em algum grau, esse cenário.

Neste artigo você vai compreender como funciona a amortização oferecida pelas diversas instituições financeiras e como elas podem ser solicitadas pelo proprietário.

Além disso, vai saber, por exemplo, de que forma essa amortização vai incidir sobre o restante da dívida – e se essa redução será no tempo restante ou no valor das parcelas.

Amortizar financiamentos tem ainda um papel estratégico na gestão das finanças pessoais. E pode ser uma forma de controle dos seus gastos, com impactos tanto no curto quanto no longo prazo. Confira!

Como amortizar financiamentos?

Para entender de forma completa o processo de amortizar financiamentos, é interessante voltarmos um pouco no assunto, para compreender como são desenvolvidas essas tão populares opções de compra de bens no Brasil.

Quando há interesse no imóvel mas não há o capital total para liquidar o valor anunciado (ou, mesmo, se não é do interesse do comprador pagar à vista), existe a opção de efetuar essa compra com um órgão intermediário – que geralmente é um banco, mas podem ser outras instituições, como as próprias construtoras.

Ao financiar o imóvel, o vendedor recebe a quantia integral dessa instituição e o comprador, por sua vez, vai pagar mensalmente esse valor, dentro dos trâmites estipulados no complexo contrato firmado no início da aquisição.

Com o passar do tempo, quando essas parcelas já começam a fazer parte da rotina financeira do comprador, a possibilidade de amortizar o financiamento passa a ser uma opção viável.

Existem motivos diversos para a amortização: valores economizados ou recebidos, pagamento de 13º salário, bônus, enfim, isso depende das particularidades econômicas de cada indivíduo.

Quando isso acontece, basta entrar em contato com a instituição bancária e optar por reservar um valor desse dinheiro e destiná-lo à redução do que está financiado.

O contato com a instituição onde foi firmado o contrato do financiamento é o caminho para também conduzir a amortização. No entanto, no caso dos bancos, que costumam ser os órgãos de maior procura nesse assunto, é possível amortizar financiamento com poucos cliques no próprio aplicativo da rede bancária escolhida.

Qual é a melhor opção: no tempo ou na parcela?

Em linhas gerais, amortizar financiamento costuma ter dois caminhos centrais: reduzir o valor da parcela ou reduzir o montante que resta ser pago, o que vai interferir no tempo. Vamos explicar as duas opções.

Ao destinar seu dinheiro para as parcelas, é feito um cálculo que passará a render uma prestação de menor valor para o comprador. Esse é um caminho ideal para quem vive momentos de dificuldades para arcar com essa parcela.

Mas é importante saber que, nesse caso, o seu dinheiro investido também está sendo utilizado para pagar os juros embutidos no cálculo dessas mensalidades.

Para que seu investimento em amortizar o financiamento esteja direcionado ao valor devedor, sem essa incidência mensal dos juros, a melhor opção passa a ser reduzir no tempo. Nesse caso, o dinheiro economizado é direcionado ao saldo devedor, reduz esse montante e, consequentemente, o tempo de financiamento.

Trabalhadores com saldo no Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), por sua vez, devem saber que amortizar financiamento está entre as possibilidades de uso desses valores.

O uso do FGTS atende a exigências de tempo, delimitadas pela Caixa Econômica Federal (CEF), para cada opção: no caso de aquisição de imóvel, pode ser utilizado a cada três anos; para amortização, a cada dois anos; para pagamento de até 80% da parcela do financiamento (caso possua saldo para tal), a cada 12 meses.

Afinal, a amortização vale a pena?

Amortizar financiamento, grosso modo, significa reduzir uma dívida com um valor que você tenha disponível e que, à sua escolha, vai produzir parcelas menores ou um período mais curto para o pagamento.

Como já escrevemos por aqui, quando mal controladas, as dívidas podem gerar estresse na sua vida social e profissional.

Observando dessa forma, tudo indica que se trata de uma opção 100% positiva para a sua rotina de finanças, correto? Depende.

Como você já deve ter notado, em termos de economia, as decisões são muito variáveis e costumam passar por análises particulares para entender qual é o melhor caminho a seguir.

No caso de amortizar financiamento, o que alguns especialistas em finanças apontam é que, uma vez que você possua um valor em dinheiro para utilizar nessa operação, é importante que sejam avaliados, primeiramente, outros recursos para o investimento.

É necessário, também, avaliar o quanto essa atitude vai influenciar no seu planejamento financeiro futuro – assunto fundamental, que já discutimos neste artigo.

E, nesses casos, é importante que o valor da prestação mensal não seja um problema no equilíbrio das suas finanças. Nesse cenário, a indicação é que esse dinheiro seja investido em opções como os fundos de investimento de renda fixa disponíveis no mercado, considerados de baixo risco, que vão proporcionar um retorno melhor ao seu capital.

Se você ainda não é um investidor, pode ser o momento de mudar esse perfil e aproveitar a oportunidade para alterar o chamado Mindset Financeiro.

Gostou da dica? Sabia que, além da possibilidade descrita neste artigo, a previdência privada pode ser uma opção que se enquadre no planejamento da sua vida financeira? Acesse o nosso site agora mesmo, onde reunimos um material completo sobre o tema.

Quanto economizar do salário por mês?

29/04/2020 | Uncategorized | Nenhum comentário

economizar do salário por mês

Educação financeira: um assunto que rende muito, literalmente. Quanto economizar do salário? E como fazer isso? Se essas questões já passaram pela sua cabeça, e você quer elaborar um plano para colocar isso em prática, confira como fazer neste artigo.

Lições da educação financeira

Para os economistas, a técnica de quanto economizar do salário para poupar pode vir com vários percentuais. São os métodos 50/30/20, 50/15/35, 50/40/10 e assim por diante.

Esse números significam que você deve separar a sua renda em três categorias:

  • gastos fixos e essenciais, como aluguel e alimentação
  • lazer e gastos não essenciais, como viagens ou sair para jantar
  • poupar

Os percentuais podem variar de acordo com a linha de pensamento de cada economista, mas a principal lição aqui é fazer essa divisão da renda nestas três categorias.

O quanto você vai alocar para cada uma vai depender muito da sua realidade financeira, por isso, encontre uma que faça mais sentido para você!

O importante é que todo mês você consiga poupar algum valor fixo, e isso fica muito mais fácil quando há uma programação compatível com a sua renda mensal.

Lembrando que quem tem dívidas, em um primeiro momento, não deve poupar, mas sim preocupar-se em quitá-las primeiro.

Isso porque não faz sentido guardar dinheiro e pagar juros da dívida, porque, geralmente, a rentabilidade de qualquer aplicação financeira será bem menor do que os juros imputados na dívida.

Elabore um plano para você

Feito o planejamento financeiro, é importante destacar que a educação financeira vai muito além de definir o quanto economizar do salário. Ela envolve um conjunto de ações, como cortar gastos, rever prioridades e investir, algo que, com o passar do tempo, se tornará um hábito.

Antes de elaborar o seu planejamento financeiro, coloque todos os seus custos fixos no papel – ou em uma planilha no computador. É importante visualizar cada uma dessas despesas, assim você consegue obter um panorama da sua situação e sabe para onde seu dinheiro está indo (e consegue enxergar boas oportunidades para economizar).

Agora é hora de fazer o planejamento financeiro para saber o quanto economizar do salário. Isso significa antecipar e desenvolver estratégias para atingir metas, além de ir fazendo ajustes neste plano ao longo do tempo. Para isso, listamos quatro estratégias para começar a fazer o seu plano. Confira:

  • Tenha clareza da situação atual em que se encontram as suas finanças: quanto ganho e quanto gasto?
  • Conhecendo as suas despesas, crie um teto de gastos para cada uma delas, mantendo o fluxo de dinheiro em partes essenciais e cortando gastos desnecessários.
  • Crie metas a curto (até 1 ano), médio (1 a 5 anos) e longo prazo (mais de 5 anos). As metas mais rápidas, se atingidas, dão aquele incentivo para permanecer nas mais longas.  
  • Faça um plano de investimentos, estabelecendo percentuais da sua renda líquida para serem investidos em diferentes aplicações, como para a reserva de emergência, previdência e outros, que vão de acordo com o perfil de investidor de cada um (ações, renda fixa ou fundo imobiliário, por exemplo).

Quer saber mais como planejar o seu futuro financeiro? Clique aqui.

Poupar para quê?

Muitos são os benefícios para aqueles que conseguem fazer um bom planejamento financeiro, e, por consequência, poupar ao longo da vida.

Além de melhorar os hábitos de consumo, evitando comprar coisas desnecessárias, o controle financeiro traz segurança para a família, evitando dívidas que minam a qualidade de vida, além de trazer estabilidade e segurança para uma aposentadoria tranquila.

Para quem está começando agora o seu planejamento financeiro e quer saber o quanto economizar do salário, essa atitude deve ser gradual, sem um impacto brusco na vida familiar. Assim, é menos provável que você abandone o plano logo no começo.

Reserva para emergências

Sendo assim, nesse primeiro momento, o que você deve ter em mente é formar uma reserva de segurança para emergências. O ideal seria economizar 10% dos gastos que você já tem para a reserva de segurança. Mas, se não for possível, comece destinando 10% do seu salário líquido para tal.

A reserva de segurança é importante para aqueles momentos de aperto, caso aconteça algum imprevisto, como um carro quebrado, que precisará ser consertado, ou uma doença na família, que terá custos extras, evitando desta forma que você contraia dívidas.

Portanto, formar a reserva de segurança deve ser a sua prioridade. E essa meta é de médio prazo.

Se você poupar 10% de seu salário, em dois anos e meio você terá acumulado três meses de salário, mais a rentabilidade. O ideal é que a reserva de emergência corresponda a cerca de seis meses a um ano de despesas essenciais de uma pessoa.

Como o objetivo da reserva de emergência é ter um recurso que esteja disponível a qualquer momento em caso de necessidade inesperada, aposte em aplicações seguras e com liquidez.

Reserva para a aposentadoria

Tão importante quanto a reserva de segurança é a reserva de aposentadoria.

Ela acontece quando você conquista a sua independência financeira, ou seja, quando as suas reservas são o suficiente para manter a qualidade de vida que você tem hoje. Por isso, tenha em mente que esta é uma meta a longo prazo.

Mais importante do que o quanto você vai poupar para esta reserva é a disciplina de investir sempre, mesmo que seja pouco.

Um bom destino para esse dinheiro são os planos de previdência privada. Confira aqui as principais dúvidas sobre seus investimentos para a aposentadoria.

Reserva para sonhos e objetivos

Em paralelo à reserva para a aposentadoria,  o quanto economizar do salário para esta categoria vai depender do que você tem em mente para objetivos específicos. Pode ser uma viagem, o casamento dos sonhos ou a abertura de um negócio.

Sendo assim, o valor é definido de acordo com o prazo de realização do sonho e o quanto você vai precisar para realizar este sonho.

O ideal é que você poupe para as três reservas simultaneamente, mas, se não for a sua realidade financeira neste momento, comece pela reserva de emergência, e depois passe para as demais.

Dicas de como poupar

Disciplina e compromisso são palavras que acompanharão você nesta jornada. Mas temos dicas objetivas que o ajudarão a colocar em prática o seu planejamento financeiro de quanto economizar do salário:

  1. Anote seus gastos: assim, você consegue ver exatamente para onde seu dinheiro está indo, e pode cortar despesas desnecessárias.
  1. Faça uma lista antes de ir ao mercado: essa é outra medida para evitar comprar coisas de que não precisa, além de evitar acúmulo de alimentos na despensa, que algumas vezes podem até estragar.
  1. Pague todas as contas assim que receber o salário, além de separar o que será poupado logo no começo, para evitar que você gaste com outras coisas, e planeje suas despesas para caberem no resto do salário.
  1. Use o cartão de crédito com cuidado: esse meio de pagamento pode dar a falsa sensação de renda extra, e gastar o que não se tem pode ser muito perigoso. Afinal, você terá que quitar essa dívida uma hora, e, se for paga em atraso, virá com juros altos, que podem virar uma bola de neve.
  1. Abra uma conta à parte para guardar o dinheiro. Assim, esse recurso não se mistura com os seus compromissos mensais, e você não corre o risco de acabar gastando o que seria a economia do salário daquele mês.
  1. Gastou mais do que deveria em um mês? Tente compensar no outro, apertando os gastos. E o mais importante: não existe fórmula mágica que faça o dinheiro render mais, mas sim hábitos essenciais que podem ser adotados.

Afinal, quanto economizar do salário por mês?

Como dissemos acima, tudo vai depender da sua realidade financeira.

Portanto, escolha porcentagens reais para destinar à sua poupança. Antes de tudo, pense que você vai começar a economizar, e depois de um tempo é que vai destinar um valor para cada coisa.

Poupar e investir, como vimos, são práticas que levam um certo tempo para que se colham os frutos.

Pode ser difícil pensar a um prazo tão longo, mas quanto antes você começar a se planejar e a economizar, melhor.

Confira aqui na Sua Previdência Privada todas as informações necessárias para escolher o melhor plano de previdência para a sua realidade!

Como sacar previdência privada

Você sabe como sacar previdência privada, considerando que essa é uma modalidade de investimento sujeita a diferentes variáveis?

Tabela regressiva, progressiva, VGBL, PGBL, com seguro, sem seguro. Não faltam alternativas, todas elas com seus prós e contras, dependendo do objetivo em questão.

Por isso, o melhor a fazer é se informar para garantir que, na fase de usufruto, todos os projetos definidos antes de contratar um plano possam ser realizados.

Nunca é demais relembrar que, com a reforma do sistema previdenciário público, os valores das aposentadorias pagas pelo governo tendem a ser cada vez menores. O ideal é se antecipar para garantir um futuro mais tranquilo.

Por isso, não deixe de ler este artigo até o final e saiba como sacar sua previdência privada e escolher o melhor plano para você.

Como sacar previdência privada em cada plano

O saque da previdência privada pode acontecer em dois momentos: antes ou depois do período de acumulação contratado.

Se ele for antecipado, o resgate não será de 100% do valor aplicado, embora possam incidir juros e correção. Ou seja, a previdência privada é um investimento de longo prazo, normalmente, com o objetivo de complementar a renda na aposentadoria.

Nesse sentido, é preciso considerar que existem dois tipos de plano, o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) e o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL).

Vamos ver, então, como sacar previdência privada em ambas as modalidades.

Como sacar o valor total

Seja qual for o tipo de plano, o aspecto mais importante a ter em conta caso a opção seja pelo saque total é a tributação. Isso porque planos de previdência privada podem ser tributados por duas tabelas: a progressiva e a regressiva

Na primeira, as alíquotas vão aumentando conforme os aportes realizados. O fator que conta, nesse caso, é o quanto se tem depositado. Já na regressiva, o parâmetro deixa de ser o valor, passando a contar o tempo.

Seja qual for a tabela, fique atento à alíquota de imposto no momento do saque total já que, somada à taxa de carregamento, ela pode tirar uma fatia menor ou maior dos rendimentos.

Como sacar a renda mensal temporária

O mesmo princípio se aplica se a opção for realizar saques mensais por um período de tempo determinado. A cada saque incidem impostos que, como tal, reduzem o valor a ser retirado.

Nesse caso, tal como na retirada total, vale o regime Primeiro a Entrar, Primeiro a Sair (PEPS), pelo qual os pagamentos feitos tomam como base os rendimentos mais antigos. Faz sentido, já que, quanto mais tempo o dinheiro permanece aplicado, mais ele rende.

Outro ponto importante é que, ao optar pela renda mensal, existe a possibilidade de ter os benefícios tributados à alíquota mínima de 10%. É o que acontece quando se contribui por, pelo menos, dez anos.

Essa é, a propósito, uma das maiores vantagens da previdência privada sobre outros tipos de aplicação financeira.

Como sacar a renda mensal vitalícia

No caso da renda vitalícia, o plano é contratado com o objetivo de garantir um rendimento mensal enquanto o titular estiver vivo. De qualquer forma, esse tipo de saque permite algumas variações, como:

  • Renda vitalícia reversível a cônjuge ou menores
  • Renda vitalícia reversível ao beneficiário indicado
  • Renda vitalícia com prazo mínimo garantido.

Perceba que, para que o saldo restante em caso de morte seja repassado para dependentes, é preciso optar por um plano em que essa transferência seja prevista. Caso contrário, o montante acumulado que não tiver sido pago fica para a instituição que administra o fundo.

Custos ao sacar previdência privada

A grande vantagem de um plano de previdência privada está nas alíquotas mais baixas de imposto e da possibilidade de abatimento de até 12% no IRPF, no caso do PGBL.

Mas, para que essa vantagem seja de fato aproveitada, é preciso analisar com cuidado o tipo de plano e de que forma o resgate será feito.

Na hora de sacar o plano, existem dois custos que precisam ser calculados: impostos e as taxas de carregamento/administração.

Os impostos, como vimos, são cobrados no momento do saque, em alíquotas que variam dependendo da tabela escolhida, do tempo de aplicação ou do valor investido.

Já a taxa de carregamento é cobrada quando o titular movimenta os fundos em seu plano. Em alguns bancos, não há essa cobrança.

Fique atento, já que, em alguns casos, só a taxa de carregamento pode consumir 10% do valor total. Sendo assim, se você vier a sacar R$ 100 mil, terá que deixar para o banco R$ 10 mil, fora os impostos.

Entenda o IR no resgate

Os bons investidores que sabem como sacar previdência privada entendem melhor do que qualquer um que o imposto é o maior “vilão” a ser evitado na hora de um saque. Por isso, a melhor maneira de se evitar uma mordida maior é antecipar o quanto você terá que pagar de imposto no momento do resgate.

Para isso, não deixe de utilizar as tabelas para saber com antecedência quanto de imposto incidirá nesse momento. Lembre-se de que a menor alíquota possível é de 10%.

Então, este artigo tirou suas dúvidas? Esse é o objetivo do blog Sua Previdência Privada: ser um espaço informativo sobre tudo que diz respeito a esse investimento.

Acreditamos que a aposentadoria complementar ofereça um atalho para um futuro melhor e nos dedicamos a avaliar os diferentes planos do mercado e destacar os melhores.

Quer saber mais? Acesse nosso blog e, se desejar, entre em contato com a nossa equipe!

Plano averbado

O plano averbado é uma das muitas formas que as empresas, não necessariamente as grandes, têm para atrair e reter talentos. Ele pode compor o pacote de benefícios oferecido e, assim, aumentar o comprometimento de seus colaboradores com a empresa por períodos mais longos.

Afinal, trata-se de um plano de previdência e, como tal, é para toda a vida. Mas não é só por isso que esse tipo de plano é atrativo para quem o subscreve.

Embora também sejam planos de previdência privados, eles apresentam características que os tornam realmente interessantes, desde que seja possível sua contratação.

Se você está lendo este conteúdo, é porque tem interesse em um futuro melhor, certo? Nesse caso, você está no lugar certo para saber mais sobre o plano de previdência averbado e entender melhor como funciona.

Vamos em frente?

O que é plano averbado de previdência privada?

A previdência, no Brasil, pode ser dividida entre a pública, cuja entidade principal é o INSS, e a privada, na qual os planos são administrados por empresas ou entidades. É nessa categoria que entram os planos averbados, que consistem nos planos de previdência criados e geridos por empresas em parceria com operadoras de seguros.

A propósito, vale destacar que a previdência é um misto de investimento com seguro de vida. Por isso, o órgão que controla o setor privado é a Superintendência de Seguros Privados, a SUSEP.

Portanto, plano averbado é todo aquele que é disponibilizado para públicos restritos, compostos geralmente por funcionários de empresas. Eles se diferenciam dos planos instituídos, criados e administrados não por empresas, mas por entidades de classe como sindicatos e associações.

Tipos de plano averbado

Seja qual for o plano de previdência privada, existem basicamente duas modalidades pelas quais ele pode ser contratado. A diferença elementar entre elas é a destinação tendo como referência a declaração do imposto de renda.

Também se diferenciam, como todo plano privado, em relação às taxas de administração e de carregamento, que sempre mudam de uma operadora para outra.

De qualquer forma, em planos averbados são oferecidas vantagens que os tornam mais atrativos que planos abertos. Não se pode deixar de ressaltar também que eles são oferecidos por Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC).

Dito isso, vamos conhecer suas duas modalidades principais.

PGBL

O plano de previdência do tipo Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) é o mais indicado para pessoas que fazem a declaração do IR completa. Nele, o imposto é cobrado sobre o valor total resgatado, seja ele em saque único ou em parcelas mensais.

No plano averbado do tipo PGBL, é possível deduzir o valor das contribuições para a previdência na declaração de imposto de renda. O limite é de 12% da soma das contribuições sobre o valor total tributável.

Essa é uma condição exclusiva desse tipo de investimento e que você não vai encontrar em nenhuma outra modalidade de aplicação financeira.

VGBL

A alternativa ao plano PGBL é o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL). Ele pode até não parecer tão vantajoso, já que não permite a dedução no IR tal como no PGBL. Assim sendo, ele é indicado para quem faz a declaração simplificada do imposto de renda.

No entanto, o VGBL tem uma vantagem bastante considerável: o imposto cobrado no momento do saque incide apenas sobre os rendimentos e não sobre o total acumulado.

Nesse caso, considere o tipo de tributação escolhida, que deve seguir a tabela progressiva ou regressiva. Na primeira, as alíquotas de imposto aumentam conforme a conta vai ficando mais “gorda”.

Já na tabela regressiva, elas diminuem com o tempo, podendo chegar ao percentual mínimo de 10% depois de 10 anos de acumulação.

Como fazer um plano averbado para os funcionários

Quem está à frente de um negócio sabe melhor do que ninguém os altos custos associados à rotatividade, ou turnover, como também é conhecida. Uma saída para reduzir os prejuízos associados a isso é oferecer benefícios que torne a empresa atraente aos olhos dos bons profissionais.

É nesse aspecto que um plano averbado pode ser uma ótima forma de atrair e reter os melhores talentos. Com ele, seus colaboradores criam um vínculo duradouro com a sua empresa, estimulados pelas vantagens que só um plano fechado de previdência pode oferecer.

Para constituir um plano, é preciso contar com a parceria de uma operadora de seguros privados credenciada pela SUSEP.

Como escolher um plano averbado

A escolha de uma operadora deve ser feita baseada em uma cotação ampla no mercado.

Mais ou menos como as operadoras de planos de saúde empresariais, cada uma delas trabalha com taxas, critérios e condições distintas. Por isso, não deixe de avaliar criteriosamente o que cada uma delas pode oferecer.

Outra coisa que você precisa é se manter sempre bem informado sobre assuntos relacionados à previdência privada. Afinal, é o seu futuro e de seus colaboradores que está em jogo.

Por isso, o blog Sua Previdência Privada é a fonte de informação segura e que faz diferença na hora de tomar decisões. Nós acreditamos que a aposentadoria complementar é um atalho para um futuro melhor, funcionando bem como investimento.

Por isso, a gente se dedica a avaliar os diferentes planos do mercado e destacar os melhores para você.

Quer saber mais? Acesse nosso blog e, se desejar, entre em contato com a nossa equipe!

Come-cotas

Não sabe o que é come-cotas? Esse termo geralmente aparece quando o assunto são fundos de investimentos.

E você precisa ficar atento a elas, porque exercem um impacto relevante na rentabilidade das aplicações financeiras.

Em poucas palavras, o come-cotas é uma antecipação da cobrança de Imposto de Renda em aplicações em determinados fundos de investimento.

Mas será que você precisa se preocupar com ele se for investir em previdência privada? Afinal, como é a tributação nessa modalidade?

Se você está cheio de dúvidas, não se preocupe: explicaremos o que é come-cotas, se existe na previdência privada e como é a tributação.

O que é come-cotas

Come-cotas é uma antecipação do recolhimento do Imposto de Renda que incide sobre diferentes tipos de fundos de investimentos. É o caso dos multimercados, cambiais e de renda fixa, por exemplo.

A cobrança é realizada no último dia de maio e no último dia de novembro.

A alíquota varia de 15% a 20% e incide somente sobre os rendimentos do período, e não sobre o valor total aplicado no fundo.

Essa cobrança obedece a uma tributação regressiva: quanto maior é o prazo do investimento, menor é o valor cobrado ao investidor.

Na prática, a cobrança de IR consiste em uma diminuição do número de cotas do investidor, que equivale ao valor da alíquota  — é daí que surge o nome come-cotas.

Por isso, é importante avaliar o seu extrato duas vezes por ano para ter controle sobre a cobrança (e o quanto você pagou) referente ao come-cotas.

Para a rentabilidade, o impacto é negativo.

É que, com a antecipação do imposto, as cotas do investidor são reduzidas.

Então, no longo prazo, o rendimento é menor justamente porque há menos cotas se valorizando no fundo de investimento.

Existe come-cotas na previdência privada?

Se você tem interesse em investir em previdência privada, temos uma notícia boa: não existe come-cotas na modalidade.

Mas isso não significa que você fica livre do imposto.

O que muda é que o recolhimento do IR não é feito de maneira antecipada para esse tipo de aplicação. Ele é feito posteriormente, conforme você verá a seguir.

Isso significa uma vantagem para o investidor de longo prazo, já que aquele valor que seria deduzido periodicamente com o come-cotas continua rendendo até que você faça o resgate.

Come-cotas x tributação na previdência privada

Agora você já sabe que a tributação na previdência privada não funciona a partir do come-cotas.

A diferença está no fato de que, na previdência, a alíquota de IR incide no momento do resgate do investimento  — e não de forma antecipada. Ou seja: o investidor paga o imposto quando retira o seu investimento do fundo.

A tributação na previdência privada ocorre a partir de dois modelos: regressivo ou progressivo.

Para entender melhor como os regimes funcionam na prática, fique atento aos tópicos na sequência.

Modelo regressivo

No modelo regressivo, a alíquota do Imposto de Renda diminui conforme o tempo da aplicação no fundo.

Quanto mais tempo você deixa o dinheiro rendendo, menos vai pagar de imposto:

  • Até 2 anos: 35%
  • De 2 a 4 anos: 30%
  • De 4 a 6 anos: 25%
  • De 6 a 8 anos: 20%
  • De 8 a 10 anos: 15%
  • Acima de 10 anos: 10%.

O modelo regressivo é ideal para investimentos de longo prazo, principalmente a partir de 10 anos para aproveitar a alíquota de 10%  — a menor entre todos os investimentos no Brasil.

Modelo progressivo

No modelo progressivo, a alíquota é de 15% sobre o valor resgatado, com incidência do Imposto de Renda na fonte.

E, quando o investidor resgata a aplicação, paga alíquota de acordo com a tabela de IR, que vai de 0 a 27,5%, sobre o valor recebido.

PGBL e VGBL não têm come-cotas

Além dos dois modelos de tributação, é importante ter em mente que existem dois planos de previdência:

  • PGBL: Plano Gerador de Benefícios Livres
  • VGBL: Vida Gerador de Benefícios Livres.

Em ambos os casos, não há come-cotas nem antecipação do Imposto de Renda.

No PGBL, é possível restituir IR, mas o imposto cobrado no resgate incide sobre o valor total depositado. A dedução é limitada a 12% do rendimento bruto tributável.

Portanto, é o plano ideal para quem faz declaração de IR completa ou possui renda suficiente para absorver o desconto na declaração.

Já o VGBL não permite restituir IR. Mas, nesse caso, o imposto só incide sobre os rendimentos, que são a diferença entre o valor recebido e o valor aplicado.

O VGBL é recomendado para pessoas que fazem declaração de IR simplificada ou que não declaram.

Em ambos os planos, a cobrança de alíquota do imposto segue o regime de tributação escolhido pelo contribuinte.

E então, compreendeu o que é come-cotas e as diferenças entre ele e a tributação na previdência privada? Esse conhecimento é essencial na hora de planejar os seus investimentos e garantir a máxima rentabilidade das aplicações.

Para ampliar ainda mais a sua compreensão sobre esse universo, siga acompanhando outros conteúdos informativos do nosso site.

Previdência privada ou criptomoedas?

09/04/2020 | Uncategorized | Nenhum comentário

A população brasileira está vivendo cada vez mais. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), a expectativa de vida entre os brasileiros é de 76,3 anos.

O aumento do envelhecimento mostra que a busca por uma renda complementar de aposentadoria deve ser prioridade para garantir uma vida mais tranquila.

Modelos de investimento para garantir uma renda complementar à previdência social não faltam. Entre as opções estão a previdência privada e as criptomoedas, como o bitcoin. Qualquer uma das modalidades é válida, porém é necessário avaliar qual é a melhor opção para o seu perfil. 

Pensando nisso, reunimos detalhes sobre as duas opções de investimento para que você possa escolher entre previdência privada e criptomoedas.

O que é previdência privada?

De maneira resumida, a previdência privada é uma forma de poupar dinheiro para complementar a aposentadoria oficial. Para aderir à previdência privada, é necessário escolher entre duas opções de planos existentes: plano aberto e plano fechado.

O plano aberto segue as regras da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e pode ser adquirido por qualquer pessoa.

Já o plano fechado ou fundos de pensão atendem as demandas de empresas ou entidades financeiras interessadas em amparar funcionários ou associados. Neste caso, o órgão fiscalizador é a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc).

Independentemente da escolha, a finalidade é a mesma: garantir uma vida financeira mais tranquila e uma aposentadoria condizente com o padrão de vida do investidor. 

O que são criptomoedas?

As criptomoedas são moedas digitais, ou seja, não existem fisicamente. Uma das principais ideias para o surgimento das criptomoedas é permitir pagamentos e transferências diretamente de uma pessoa para outra, sem necessidade de intermediários, como bancos ou autoridades monetárias.

Com o passar do tempo, as criptomoedas passaram a ser uma opção importante para realizar investimentos complementares à previdência social. Neste cenário, uma das escolhas mais confiáveis é o bitcoin – moeda digital com melhor valor de mercado.

Existem duas possibilidades para investir em bitcoin como forma de complementar a previdência social: aplicar em bitcoins como parte da carteira de aposentadoria ou usar a moeda digital para a criação de uma reserva de emergência. Essa reserva financeira traz mais tranquilidade contra imprevistos e concede uma valorização do dinheiro aplicado.

Principais diferenças entre previdência privada e criptomoedas

A escolha entre previdência privada e criptomoedas vai depender do perfil de quem busca a renda complementar. No entanto, em um quesito elas são semelhantes: ambas são indicadas para investimento a longo prazo.

Previdência privada

No caso dos planos de previdência privada, é preciso entender que as taxas, custos e rendimento variam conforme o plano escolhido.

Existe o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL), que consegue reduzir até 12% da renda tributável ao ano da base de cálculo do Imposto de Renda (IR). E a segunda opção é o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), mais indicado para pessoas isentas ou que fazem declaração simplificada do IR.

Os dois planos têm taxa de administração, cobrada anualmente sobre o valor total do patrimônio aplicado. Também é arrecadada a taxa de carregamento, usada para cobrir custos de administração e corretagem.

No momento de resgatar os recursos, seja para sacar em sua totalidade ou de maneira parcelada, o investidor paga uma tributação. Ao contratar o plano, é possível optar entre a tabela progressiva e a tabela regressiva.

Na tabela progressiva, as alíquotas são definidas com base na renda total, incluindo outras fontes de aposentadoria ou ganhos relacionados ao aluguel de imóveis. Já a tabela regressiva busca estimular a manutenção das aplicações a longo prazo. Nessa opção, a tributação diminui de acordo com o tempo em que o investimento for mantido.

Criptomoedas

O bitcoin não rende juros ou qualquer tipo de dividendos. Se você tiver 1 bitcoin hoje, ele será 1 bitcoin daqui a dez anos. O que faz com que a criptomoeda tenha um bom rendimento são as alterações que ela sofre de acordo com a oferta e a demanda.

Dessa maneira, é interessante estar ciente de que o bitcoin não tem rendimento garantido. As valorizações e desvalorizações da moeda virtual são repentinas, o que pode ser um empecilho para investidores. No primeiro semestre de 2019 o bitcoin rendeu praticamente 200%, mas nada impede que esse número caia drasticamente daqui a um tempo.

A volatilidade faz com que o investimento seja mais arriscado. No entanto, se for feito com prudência pode ser uma boa aplicação a longo prazo.

Vale lembrar que a única taxa cobrada em transações de bitcoins é a chamada taxa de rede – valor pago aos “mineradores” da moeda pela transição dos bitcoins de uma carteira para outra. Não existe um valor fixo para a cobrança; a incidência corresponde à rapidez com que a operação será concluída.

Quatro critérios para escolher previdência privada ou criptomoedas

Como você já deve ter percebido, as duas modalidades são distintas. Ao escolher entre um plano de previdência privada e criptomoedas, é necessário levar em consideração alguns critérios, como:

–  Tipo de investimento e o risco que ele oferece

–  Se o rendimento está de acordo com as suas necessidades futuras

–  Quais as melhores taxas

– Quanto você está disposto a investir

Vantagens de ter previdência privada e investimentos em criptomoedas

Não é obrigatório ter que escolher entre previdência privada e criptomoedas. É possível investir nas duas opções ao mesmo tempo. Como já vimos, a previdência privada pode ser uma renda complementar mais segura e assertiva.

No entanto, nada impede que seja feita uma aplicação em criptomoedas ao mesmo tempo. Apesar da volatilidade das moedas digitais, é possível investir uma pequena parcela das suas economias em bitcoins para garantir uma aposentadoria ainda mais tranquila e segura.

Dúvidas sobre previdência? Acesse www.suaprevidencia.com.br e fique bem informado.