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Metas-pessoais

No trabalho, você certamente tem objetivos específicos a cumprir, mas já parou para pensar nas suas metas pessoais?

Não estamos falando apenas de saber elencar um ou outro sonho para o futuro, mas de criar uma lista bem pensada e estratégica de propósitos que vão determinar o seu caminho e as suas ações.

Neste artigo, reunimos dicas que vão ajudar você a traçar e sistematizar metas, além de entender melhor como garantir que elas sejam alcançadas. Acompanhe!

O que são metas pessoais?

Meta é uma definição que sintetiza e molda os nossos sonhos, pois permite sair do abstrato e pensar nas ações necessárias para concretizar desde os objetivos mais simples até os mais complexos. Sem ela, não há direção e foco.

Embora o mais comum seja focar em metas profissionais, é importante ter em mente quais são as suas metas pessoais, aquelas que guiam a sua existência como indivíduo e que, de uma forma ou de outra, também podem refletir na sua carreira.

Exemplos de metas pessoais

Para entender melhor do que estamos falando, veja alguns exemplos de metas pessoais:

  • Guardar R$ 70 mil em um ano para fazer um intercâmbio
  • Reformar o apartamento em seis meses
  • Aprender um novo idioma neste ano
  • Ler 12 livros no próximo semestre

Perceba que todas elas trazem números e prazos definidos. Isso ajuda a organizar a estratégia que vai ser traçada para ter sucesso na realização da meta.

A importância de ter metas pessoais

As metas pessoais são o nosso incentivo diário para crescer. Elas nos estimulam a sair da zona de conforto e a desenvolver o próprio potencial.

Além disso, servem como guias para definirmos qual caminho seguir e de que maneira isso deve ser feito.

Ao mesmo tempo, permitem um acompanhamento constante e claro dos resultados, o que dá margem para revermos aspectos que já não fazem tanto sentido ou que deram errado.

Como definir metas pessoais em 3 passos?

Agora, da teoria à prática, que tal aprender como definir uma meta pessoal? Tudo começa a partir dos três passos descritos a seguir.

1. Conheça as suas prioridades

O primeiro passo é fazer um verdadeiro exercício de autoconhecimento e entender o que é importante para você e o que realmente você valoriza em diferentes âmbitos da vida pessoal.

Estar perto da sua família, por exemplo, é uma prioridade agora? Se esse for o caso, vai fazer pouco sentido você organizar um intercâmbio, por mais que tenha vontade de conhecer outras culturas.

2. Estabeleça áreas em que deseja investir

Com essa reflexão inicial, é hora de decidir quais são as áreas ou aspectos da sua vida que merecem atenção especial e que representam verdadeiros sonhos. Selecione ao menos três, mas não mais do que seis, para evitar que o foco acabe se perdendo.

3. Molde os seus sonhos

No passo final, é hora de pensar em detalhes e escrever quais são as suas metas. Quanto mais específicas, melhor.

Uma boa técnica pode ser recorrer a metodologias amplamente utilizadas no universo corporativo, a exemplo da Objectives and Key Results, mais conhecida apenas pela sigla OKR. O conceito é baseado na definição de grupos de objetivos e resultados-chave. Quer entender melhor?

Os objetivos são guiados pelo questionamento “aonde eu quero chegar?”. Já os resultados-chave ajudam a descobrir se você está chegando lá. Vamos a um exemplo:

  • Objetivo: ser fluente em francês
    • Resultado-chave #1: assistir a três filmes franceses por mês, sem legenda
    • Resultado-chave #2: fazer aula de francês duas vezes por semana
    • Resultado-chave #3: ler dois livros de literatura francesa no próximo trimestre
    • Resultado-chave #4: estudar a gramática da língua francesa durante cinco horas por semana

Dicas para realizar suas metas pessoais

Como vimos até aqui, quanto mais específicas forem as suas metas, mais fácil vai ser não perder o foco. Ainda assim, é possível tomar alguns cuidados adicionais para garantir os resultados esperados.

Mantenha as metas em um local visível

Quando a sua lista de metas estiver pronta, escreva uma por uma em um pedaço de papel e coloque em algum lugar visível – pode ser até mesmo no espelho. O importante é que elas sejam visualizadas com frequência e que você possa lembrar-se do caminho a ser seguido.

Seja realista

Conquistar o mundo pode até ser o seu sonho, mas também é um objetivo mais do que ousado. Quando você define metas fora da realidade, pode acabar frustrado com a dificuldade em chegar lá. Por isso, não deixe de se desafiar, mas seja realista.

Acompanhe o andamento

Metas ajudam na conquista dos nossos sonhos porque podem ser mensuradas. Então, não deixe de acompanhar os seus avanços e saiba identificar quando for preciso fazer ajustes na rota.

Mentalize os benefícios de alcançar a meta

Quando a meta parece distante demais, o primeiro impulso é desistir. No lugar de fazer isso, mentalize os motivos que levaram você a ter aquele objetivo de vida.

Economizar mensalmente e aplicar o seu dinheiro em um plano de previdência privada, por exemplo, pode parecer sem sentido agora. Mas imagine quando você estiver prestes a se aposentar e pronto para apenas colher os frutos de uma vida inteira de planejamento.

Lembre-se: é um investimento no seu futuro e também no da sua família.

Quer saber mais sobre a modalidade? Fique sempre de olho no blog da Sua Previdência Privada, que traz conteúdos descomplicados e completos para ajudar você a fazer a melhor escolha na hora de aplicar o seu dinheiro!

Planejar-viagem

Seja uma aventura mais curta ou de volta ao mundo, planejar viagem é sempre a maneira mais segura e econômica de fazer um passeio e conhecer ou revisitar um destino.

E não é difícil entender a razão: com planejamento, você consegue programar tudo com antecedência. Vai desde pesquisar as acomodações mais em conta e comprar passagens com preços promocionais até fazer um roteiro mais organizado e por aí vai.

Animado para viajar? Temos certeza que sim! Então, confira um checklist completo para a sua próxima viagem. Veja o que não pode ficar de fora ao planejar e arrume as malas!

Por que planejar viagem?

Não importa o destino escolhido, viajar é algo que envolve diversos custos que precisam ser colocados na ponta do lápis para organizar o orçamento e tornar essa experiência ainda mais agradável.

Além disso, dependendo do local a ser visitado, existem épocas do ano em que o passeio pode ser mais atrativo e a pessoa precise remanejar o seu período de férias, por exemplo.

Ou seja, planejar viagem é a decisão mais sábia que se pode tomar antes de arrumar suas malas e comprar as passagens. Você não tem esse hábito ainda? Então, não deixe de conferir os tópicos a seguir.

Benefícios do plano de viagem

Tudo o que é programado com antecedência é mais seguro e cômodo. Confira alguns benefícios que você usufrui ao planejar viagem:

  • Pesquisar por promoções de passagens
  • Precaver-se frente a eventuais imprevistos
  • Comparar preços de hospedagens e passeios turísticos
  • Procurar por informações turísticas sobre o destino com pessoas que já conhecem o lugar
  • Estudar sobre a cultura, a infraestrutura e a gastronomia local
  • Organizar o seu orçamento para a viagem
  • Traçar um roteiro lógico, que contemple todas as atrações que você deseja conferir
  • Conciliar sua agenda com um evento local

Como planejar viagem: passo a passo

Agora que você conhece os benefícios de um plano de viagem, o que acha de começar a preparar o seu próximo passeio? Separamos 7 dicas para arrumar suas malas com muito mais conforto e segurança. Acompanhe!

1. Defina um destino

Todo mundo tem o sonho de conhecer determinado local – até mais de um, não é verdade? Portanto, o primeiro passo que você deve tomar no seu plano de viagem é escolher o destino. Suas próximas decisões vão partir dessa opção, então esteja seguro dela.

2. Pesquise por referências

Ouvir o que têm a dizer turistas que já visitaram o destino em questão também é um passo importante. Dessa forma, você se certifica de que não vai deixar nenhum detalhe passar, esquecer alguma atração interessante ou pagar caro demais por um restaurante que nem é tão bom assim.

3. Estabeleça o tipo de experiência que deseja ter

Uma decisão fundamental que você precisa tomar é qual tipo de experiência pretende ter. Defina, por exemplo, se é essencial ficar em um hotel all inclusive, aproveitando tudo do bom e do melhor, ou se não há problema em ficar em uma acomodação mais modesta, uma vez que a prioridade é fazer mais passeios e conhecer a fundo a realidade local.

4. Procure por promoções de passagens

Mais uma vantagem de planejar uma viagem com antecedência é procurar por promoções de passagens com calma. Você pode ativar notificações que informam quando os preços estão mais em conta. Às vezes, são ofertas relâmpago, por isso é importante estar atento.

5. Marque suas férias

Este é o momento que todo mundo espera: avisar ao setor de RH da empresa quando vão ser as suas férias. Com a passagem comprada e uma prévia do orçamento necessário para realizar a viagem, a horatão desejada chegou.

6. Faça um seguro-viagem

Para não colocar o seu plano em risco, é fundamental fazer um seguro-viagem. Nunca se sabem os imprevistos que podem surgir, e uma das vantagens de planejar um passeio com antecedência é se prevenir contra qualquer eventualidade.

7. Organize seu orçamento

Com base em todas essas informações, você já tem os subsídios necessários para estabelecer um teto de gastos mensais e poupar o restante para a realização da viagem.

Ao estipular uma meta, a economia se torna muito mais prazerosa. Sempre que você sentir a tentação de fugir do plano, vai se lembrar do motivo da poupança e voltará suas atenções para o que é prioridade.

Quanto economizar em seu plano de viagem?

Planejar viagem, assim como qualquer outra meta que você tenha em curto, médio ou longo prazo, exige uma economia mensal.

O valor a ser poupado mensalmente vai depender de algumas questões, como o destino escolhido, a duração da viagem, o tipo de hospedagem, quanto tempo falta para o passeio e assim por diante.

Quando todas essas informações estiverem à disposição, você vai conseguir estipular um teto de gastos e guardar a quantia suficiente por mês para realizar esse sonho. É importante ressaltar que, quanto mais cedo você iniciar essa poupança, mais rápido vai concretizar o seu objetivo.

A mesma lógica vale para o desejo de uma aposentadoria tranquila e segura. Se você começar a investir hoje mesmo em um plano de previdência privada, uma aplicação altamente rentável e descomplicada, terá mais conforto no seu futuro quando decidir parar de trabalhar.

Acesse o site da Sua Previdência Privada, tire todas as suas dúvidas sobre esse modelo de investimento e tenha o suporte necessário para investir sem medo.

Quer mais informações? Confira nossos conteúdos exclusivos, não deixe para depois o planejamento da sua aposentadoria e assegure um futuro melhor para você e sua família.

Mindset-financeiro

Você já ouviu falar de mindset financeiro? Não é de hoje que a palavra “mindset” tem destaque no ambiente corporativo, em diferentes contextos. Só que agora ela também passou a ganhar força quando falamos de finanças pessoais.

Se você quer saber mais sobre o tema, conhecer a forma como pensa no dinheiro e a maneira como essa mentalidade afeta suas decisões, não deixe de acompanhar este artigo até o final.

A partir de agora, vamos explicar o que é mindset financeiro, como funciona e guia suas ações e quais são as estratégias para melhorar a gestão das finanças.

Siga acompanhando!

O que é mindset financeiro?

Mindset financeiro é uma forma de caracterizar como você lida com o seu dinheiro.

Em uma tradução livre do inglês, mindset que dizer mentalidade. Portanto, aplicado às suas finanças, o conceito seria algo como a sua atitude em relação ao seu orçamento.

Nesse sentido, vale fazer uma reflexão: quais são suas primeiras medidas quando o salário ou qualquer outra fonte de renda cai na sua conta? Ou ainda algo um pouco mais profundo que isso: o que você entende sobre finanças?

Qual é o seu mindset financeiro?

Segundo o livro Mindset: A nova psicologia do sucesso, da psicóloga Carol Dweck, o mindset financeiro pode ser dividido em dois tipos de mentalidade: o fixo e o em crescimento.

Os nomes já são autoexplicativos. O primeiro se refere àquele tipo de pessoa que acredita que as relações são imutáveis. Por exemplo, se alguém realiza compras por impulso ou está atolado em dívidas, não há nada que se possa fazer, pois essa é a sua essência e nada vai mudar.

Na outra ponta está a mentalidade em crescimento, que caracteriza aquele grupo de indivíduos que acreditam que a evolução é possível e que nada é necessariamente para sempre.

Seguindo o exemplo anterior, tanto as compras por impulso quanto o endividamento são frutos de hábitos nocivos, mas que podem ser trabalhados e corrigidos.

E então, em qual dessas duas opções se encaixa o seu mindset financeiro?

Como o mindset financeiro guia suas ações?

Nossas crenças, convicções e pontos de vista acabam guiando nossos posicionamentos em áreas distintas, e no contexto financeiro não é diferente.

Uma pessoa que consegue traçar metas financeiras em curto, médio ou longo prazo tem uma probabilidade maior de superar os desejos mais imediatos em prol de uma prioridade. Isso demonstra um tipo de mentalidade em relação ao dinheiro.

Por outro lado, quem só consegue pensar no agora, é incapaz de projetar objetivos e vê no consumismo uma fuga para a felicidade tem um mindset que guia as suas ações de outra maneira.

São formas diferentes de lidar e se relacionar com o dinheiro, em que ambas, cada uma ao seu modo, vão orientar suas tomadas de decisão e seus comportamentos.

4 dicas para mudar de mindset financeiro

A boa notícia é que, contrariando o mindset fixo, nenhuma mentalidade precisa ser imutável. Se você não está satisfeito com a sua maneira de lidar com o dinheiro ou percebe que a sua saúde financeira está prejudicada, arregace as mangas e mude essa realidade.

Quer saber como fazer isso? Separamos quatro dicas para começar agora a mudar o seu mindset financeiro e ser mais consciente nas suas ações. Confira!

1. Vá com calma

Você não vai conseguir mudar o seu mindset financeiro de uma hora para outra. Afinal, são anos e anos de cultivo de uma mentalidade diferente. Por isso, o ideal é começar aos poucos, mudando um posicionamento aqui e outro ali.

Com paciência e determinação, você vai conseguir transformar a sua perspectiva em relação ao dinheiro.

2. Desenvolva o autoconhecimento e a inteligência emocional

Outro passo importante para essa mudança é saber definir prioridades e aprender a controlar impulsos e crenças limitantes. Isso só é possível com o desenvolvimento de duas habilidades comportamentais: o autoconhecimento e a inteligência emocional.

3. Defina objetivos

Em posse dessas duas competências, você vai ter mais facilidade na hora de definir objetivos. Eles são fundamentais para a transformação do seu mindset financeiro.

Essas metas vão ajudar você a definir um propósito e, consequentemente, guiar suas decisões em relação à sua prioridade de gastos.

4. Pense no seu futuro

Como vimos, estabelecer objetivos é uma ótima maneira de mudar o seu mindset financeiro. Isso porque você passa a ter um estímulo maior, que vai tornar o ato de poupar mais prazeroso e interessante.

Para superar o imediatismo, procure pensar no seu futuro agora mesmo. Por exemplo, não deixe para refletir sobre a sua aposentadoria quando faltarem cinco anos para deixar de trabalhar.

Com um plano de previdência privada, esse planejamento pode ser muito mais tranquilo e seguro do que você imagina. Afinal, estamos falando de um investimento altamente rentável e sem qualquer tipo de complicação. Ainda assim, caso você tenha alguma dúvida e necessite de um suporte especializado, recorra à Sua Previdência Privada.

Em nosso blog, você tem acesso a conteúdos exclusivos e pode usufruir de todo o conhecimento de quem mais entende do assunto. Acesse agora mesmo, mude o seu mindset financeiro e garanta um amanhã mais confortável para você e sua família.

Vida-em-equilíbrio

Para muitos, a vida em equilíbrio até parece um sonho distante, ou mesmo uma utopia. No entanto, ela pode ser uma realidade, e o melhor: depende basicamente de você.

Não, não é conversa de autoajuda. Encontrar a harmonia entre as diferentes áreas da vida é um dos segredos para o sucesso.

Para saber mais sobre o assunto e encontrar o equilíbrio na sua vida, continue a leitura deste artigo, no qual vamos falar mais sobre o conceito, seus benefícios e trazer dicas para alcançar essa condição.

O que é vida em equilíbrio?

Ter uma vida em equilíbrio é prezar pela harmonia nos mais diferentes aspectos, inclusive na hora de tomar decisões e escolher critérios para tomá-las.

É o que o filósofo Aristóteles chamava de mediania, a busca pelo meio-termo. Não devemos focar nossa atenção exclusivamente nos aspectos profissionais nem nos determos mais nos problemas de ordem particular.

Da mesma forma, nossas ações não devem ser pautadas apenas pela racionalidade nem tampouco só pelas emoções. Essa lógica do equilíbrio vale para todos os segmentos da nossa existência e só tende a trazer benefícios para quem a pratica.

Por que viver em equilíbrio?

Pessoas extremistas oferecem um convívio complicado, pois geralmente não conseguem respeitar as opiniões divergentes. Além disso, quem foca muito em determinada área dificilmente vai conseguir sucesso naquilo que se propõe, porque um segmento está intimamente ligado ao outro.

É como um workaholic, obcecado pelo trabalho, que dá pouca atenção à família e aos amigos. Sua carreira pode até ter relativa realização, mas nunca vai ser completa, pois na hora de contar seus feitos e comemorar suas vitórias organizacionais, ele vai estar sozinho.

A falta de equilíbrio pode, inclusive, afetar a saúde. Quem não tem uma alimentação balanceada e ainda não costuma praticar exercícios físicos, por exemplo, corre o risco de ter problemas sérios, como doenças cardíacas, obesidade e diabetes, só para citar alguns.

O mesmo vale para a falta de harmonia nas finanças. Se uma pessoa gasta mais do que ganha, não causa surpresa que se torne um devedor em potencial. Ou seja, não importa a esfera envolvida, o meio-termo é sempre a melhor saída.

Benefícios da vida em equilíbrio

Para exemplificar o quão importante é uma vida em equilíbrio, listamos alguns benefícios de quem opta por um estilo mais harmonioso. Confira:

  • Maior qualidade de vida
  • Menor estresse financeiro
  • Escolhas mais acertadas e sem prejulgamentos
  • Relações pessoais e profissionais mais agradáveis
  • Harmonia entre diferentes esferas
  • Respeito a pontos de vista distintos

Como alcançar uma vida em equilíbrio?

Diante de tantas vantagens, escolher uma vida em equilíbrio parece a melhor decisão possível. Você concorda? Então, para alcançar a sua, acompanhe estas 5 dicas.

1. Pratique o autoconhecimento

O equilíbrio está muito ligado à nossa capacidade de desconstrução e de entender quais são nossas prioridades. Por isso, é fundamental ter momentos de solitude para praticar o autoconhecimento e saber, de fato, o que se passa em nosso interior. Assim, podemos evoluir e buscar ações e posicionamentos mais harmônicos.

2. Desenvolva a inteligência emocional

Um dos grandes inimigos do equilíbrio é, muitas vezes, o nosso temperamento. Deixamos nos levar pelo impulso, por sentimentos negativos e crenças limitantes na hora de tomar decisões.

Esse tipo de situação se atenua quando a pessoa tem uma inteligência emocional bem desenvolvida, pois ela consegue administrar melhor as suas emoções e, em consequência, adotar uma postura mais harmoniosa.

3. Foque nas soluções e não nos problemas

Quando estamos nervosos e desequilibrados, há a tendência de pensar exclusivamente nos problemas e nas situações ruins que nos rodeiam. É tudo uma questão de ponto de vista, na verdade.

Enquanto uns enxergam impedimentos, outros veem oportunidades e já estão pensando nas soluções às quais podem recorrer. Essa é uma maneira de tentar atrair um pouco de positividade para a sua vida e restaurar a harmonia. Faz sentido para você?

4. Aproxime-se de pessoas positivas

Por falar em positividade, é muito difícil conseguir manter o equilíbrio em nossa vida quando estamos rodeados de pessoas que não nos fazem bem. Por isso, evite manter relações com quem o coloca para baixo e procure construir uma rede de contatos que preza pela harmonia.

5. Não deixe para planejar a sua aposentadoria na última hora

Atingir o equilíbrio também tem a ver com a manutenção  do seu padrão de vida mesmo após decidir que chegou a hora de parar de trabalhar.

Portanto, para manter inclusive a harmonia e a saúde financeira, é recomendado planejar a sua aposentadoria desde cedo. Assim, o impacto no orçamento se dilui ao longo dos anos e, quando o momento chegar, será possível desfrutar de um futuro mais seguro e confortável.

Nesse sentido, vale a pena investir em um plano de previdência privada, uma aplicação altamente rentável e sem qualquer tipo de complicação. No portal Sua Previdência Privada, você tira todas as dúvidas e recebe um suporte especializado sobre o assunto.

Além disso, tem acesso a diversos conteúdos exclusivos, que vão ajudar você a tomar decisões mais acertadas na hora de alocar seus recursos e ter uma vida em equilíbrio.

Aluguel no Imposto de Renda: como declarar?

19/05/2020 | Previdência | Nenhum comentário

Engana-se quem pensa que é uma obrigação só de proprietários declarar aluguel no Imposto de Renda. Da mesma forma que os donos de imóveis precisam declarar esse tipo de bem (e rendimentos obtidos), os inquilinos são igualmente exigidos a fazer a declaração dessa despesa.

Claro que existem, para cada caso, diferenças e peculiaridades que devem ser observadas. E, para apresentá-las e orientar você nos primeiros passos antes de declarar seu IR, desenvolvemos este conteúdo.

Continue por aqui e veja como os aluguéis devem ser inseridos na declaração anual para quem obtém renda de aluguéis e também para quem os paga.

Aluguel no Imposto de Renda: quais são as regras?

Pelas regras tributárias em 2020, todo brasileiro que ganhou menos que R$ 2.379,97 mensais, ou R$ 28.559,70 no ano de 2019, está isento de pagar Imposto de Renda.

No entanto, isso não exime as pessoas nessa faixa de rendimentos de ter que declarar certas despesas, ainda que não sejam dedutíveis. É o caso dos aluguéis, que precisam ser declarados para fins de conferência, evitando que o contribuinte caia na malha fina e venha a pagar multa.

Em outras palavras: se alguém paga aluguel, significa que outra pessoa está recebendo rendimentos em cima desses valores que, por sua vez, devem ser declarados. Ao cruzar os dados, a Receita Federal do Brasil pode confirmar a procedência daquela renda.

Seja qual for o caso, a declaração deve ser feita normalmente no software IRPF. Porém, há algumas exceções que conheceremos mais à frente e que levam o contribuinte a fazer a declaração mensal.

Quem precisa declarar aluguel no Imposto de Renda?

Tal como aplicações financeiras, os rendimentos obtidos por meio de aluguéis são tributados por uma tabela progressiva. Logo, quanto maior for a renda mensal, mais imposto a pagar. Confira:

  • Isento: quem recebe rendimentos de até R$ 1.903,98
  • 7,5%: quem recebe entre R$ 1.903,99 e R$ 2.826,65, com parcela dedutível no valor de R$ 142,80
  • 15%: quem recebe entre R$ 2.826,66 e R$ 3.751,05, com parcela dedutível de R$ 354,80
  • 22,5%: quem recebe entre R$ 3.751,06 e R$ 4.664,68, com dedução de até R$ 636,13
  • 27,5%: todos que recebem acima de R$ 4.664,68, com direito a parcela dedutível de R$ 869,36.

Conhecida a tabela, vamos ver como declarar o aluguel no Imposto de Renda?

Como declarar aluguel no Imposto de Renda?

A tributação progressiva sobre a renda auferida de aluguéis visa justamente tributar de forma mais justa quem vive desses rendimentos. Por outro lado, isso gera a obrigação de que pessoas que moram em imóveis alugados, declarem as despesas que têm com seus respectivos aluguéis mensais.

Sendo assim, cada tipo de declaração deve ser feita conforme o caso. Veja os passos nos dois tópicos seguintes.

Proprietário

Quem recebe dinheiro a título de aluguel em valores acima de R$ 1.903,98 por mês está sujeito ao pagamento de imposto mensal. Esse imposto, por sua vez, é apurado por meio do Carnê Leão, disponível para download no site da RFB.

Uma vez preenchido, é preciso importar os dados para o programa gerador da declaração, na ficha “Rendimentos Tributáveis Recebidos de PF/Exterior”. Nela, selecione o ícone “Importar Dados do Carnê-Leão”.

Caso os rendimentos sejam abaixo de R$ 1.903,98, é prevista a isenção. Se você se enquadra nessa faixa, basta informar os aluguéis diretamente na declaração, a cada mês, na ficha “Rendimentos Tributáveis Recebidos de PF/Exterior”.

Mas atenção: aluguéis pagos por PJs devem ser declarados na ficha “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica”. No campo “Discriminação”, informe nome, CNPJ da empresa e os valores recebidos.

Finalmente, vale destacar que despesas com IPTU e taxa de condomínio são dedutíveis, assim como a taxa de corretagem cobrada pela imobiliária. Para isso, use a ficha “Pagamentos Efetuados” e o código “71 – Administrador de imóveis”. Informe o valor pago como corretagem, nome e CNPJ da empresa que faz a intermediação do contrato.

Inquilino              

Todo inquilino precisa declarar os valores que paga a título de aluguel. Para isso, no programa IRPF, o valor total deve ser informado na ficha “Pagamentos Efetuados”, no código “70 – Aluguéis de Imóveis”.

Nessa ficha, devem ser declarados apenas os valores pagos como aluguel, ficando de fora IPTU e a taxa condominial. Não deixe, ainda, de informar CPF e nome do locador.

Um detalhe a ser observado é que somente a pessoa que assina o contrato deverá declarar o aluguel no IR, ainda que divida o imóvel com terceiros. No entanto, se todos forem signatários, deve constar apenas a parte que lhe cabe na declaração.

Outro caso especial é o de pessoas que são proprietárias e usam o dinheiro recebido de aluguel para pagar a locação de outro imóvel. Nessa situação, cada uma dessas transações deve ser declarada em separado no IR.

O que acontece se não declarar aluguel no IR?

Caso o Fisco detecte alguma discrepância, como um rendimento de aluguel declarado sem a correspondente declaração dessa despesa por outra pessoa, pode questionar o contribuinte. Assim, corre-se o risco de cair na malha fina, que, por sua vez, o impede de receber restituições, e, em casos mais extremos, pode gerar multa.

Agora que você sabe como funciona a declaração de aluguel no Imposto de Renda, com certeza não vai ficar perdido na hora de arcar com as suas obrigações junto ao Fisco.

No blog Sua Previdência Privada é assim: você fica sempre por dentro de assuntos que afetam diretamente sua vida financeira.

A educação financeira nas empresas é um daqueles investimentos cujos resultados podem até não ser tão evidentes, mas fazem toda a diferença.

É o que diz uma pesquisa da Febraban, publicada no portal Valor Econômico. No estudo, constatou-se que as pessoas que integraram programas educativos na área de finanças reduziram em 40% suas contas em atraso.

Se tudo estiver caminhando bem, a empresa não teria por que interferir nas escolhas dos seus colaboradores, nem no pagamento das suas contas. Mas, em um país no qual a inadimplência é sempre alta, como no Brasil, dificilmente uma organização não terá empregados com algum tipo de dificuldade.

Sendo assim, gostaríamos de convidar você para conhecer os impactos dos contratempos financeiros nas rotinas das empresas e algumas soluções. Continue por aqui e veja como e por que ajudar seus profissionais com suas finanças!

O que é educação financeira nas empresas?

Não existe organização que aceite um novo membro sem antes tê-lo submetido a um mínimo de treinamento. Por analogia, a educação financeira nas empresas pode ser considerada como parte da formação indispensável a que todo empregado deve ter acesso.

No Brasil, prevalece a livre concorrência e a economia de mercado, ou seja, todos são livres para usar seu dinheiro da forma que bem entenderem.

Em contrapartida, falta ainda percorrer um longo caminho para que essa liberdade seja bem utilizada. Uma prova disso é o índice de poupança do brasileiro, estagnado desde 2013, segundo o IBGE.

Embora não seja a função primordial das empresas prover educação, é seu dever zelar pelo bem-estar e qualidade de vida dos seus empregados, certo? Nesse sentido, toda medida voltada para educá-los financeiramente será vista não como uma ingerência, mas como um investimento.

Afinal, o colaborador que tem suas contas em dia e sabe se planejar é necessariamente mais tranquilo e, em consequência, mais produtivo.

Importância da educação financeira nas empresas

De acordo com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), 46% dos brasileiros não exercem controle sobre suas finanças. Um percentual elevadíssimo, e de certa forma, preocupante.

Pessoas que não controlam o uso que fazem do dinheiro são muito mais propensas a se endividarem ou a não honrarem seus compromissos.

Então, considerando que são grandes as chances de que sua empresa tenha muitos colaboradores com problemas nessa área, fica a questão: ajudá-los ou deixá-los por conta própria? Se você concorda que é preciso fazer algo, vale mergulhar mais a fundo no universo da educação financeira nas empresas.

Benefícios da educação financeira nas empresas

Claro que deixar que cada um gerencie suas finanças, por pior que seja a situação, não tem nada de errado ou antiético. Contudo, quando não cuida dos seus empregados, a empresa cedo ou tarde sente os efeitos disso. Pessoas desmotivadas e pouco produtivas, absenteísmo e conflitos, passarão a ser mais frequentes.

Por outro lado, ao assumir a responsabilidade e “dar a mão” a quem precisa, há compensações que, em longo prazo, podem gerar resultados extremamente positivos. Veja quais são abaixo.

Para a empresa

Empregados educados financeiramente, além de terem menos problemas pessoais e financeiros, são mais organizados, metódicos e disciplinados. Dessa forma, oferecer educação financeira não deixa de ser também um investimento na qualificação da sua mão de obra.

Para os colaboradores

Pessoas com suas finanças equilibradas são sempre mais serenas, e por isso, conseguem gerir melhor as dificuldades enfrentadas na vida pessoal e no trabalho. No final, elas percebem um aumento na qualidade de vida que dificilmente conseguiriam se não tivessem conhecimento para controlar seus gastos e planejar seu futuro.

Como incentivar a educação financeira nas empresas

Há de se concordar que, como toda ação no sentido pedagógico, a educação financeira nas empresas também é para especialistas. De qualquer maneira, nada impede de tomar algumas medidas que por si só tendem a gerar bons resultados se forem continuadas.

Estimule a leitura

A melhor maneira de começar um trabalho visando educar para as finanças é por meio da leitura. Com a internet, o que não falta é material de qualidade sobre o assunto – os textos do blog Sua Previdência Privada, por exemplo.

Ou, se preferir, o bom e velho livro continua valendo. O mesmo se aplica a revistas, jornais e publicações cujo foco seja educativo. Indique para seus colaboradores e, se possível, estimule discussões sobre o conteúdo lido.

Promova eventos e workshops

Educar é, de certa forma, “botar a cara”. Sendo assim, procure promover eventos, de preferência com especialistas no assunto, nos quais o foco seja gestão das finanças pessoais. E se você tiver intimidade suficiente com o tema, nada o impede de assumir a frente no processo.

Crie dinâmicas de grupo e debates

Às vezes, a falta de educação para as finanças tem relação com a sensação de constrangimento. O empregado sente receio de abrir seus problemas e, com isso, acaba contribuindo para que eles se agravem, já que, assim, ele se priva de receber ajuda.

Então, com muito tato, procure incentivar dinâmicas de grupo em que eles sejam estimulados a contar sobre o que fazem para gerir suas finanças. Ou, também, converse em privacidade com cada um e tente encontrar soluções para possíveis problemas que venham a ter.

Nessa hora, a ajuda de um psicólogo pode representar um alívio, principalmente para aqueles com mais dificuldades em se expressar ou em buscar apoio.

Claro que essas medidas para promover a educação financeira nas empresas só surtem efeito se todos entenderem a sua importância. Por isso, não deixe de coletar sempre o feedback das pessoas e tente equilibrar as medidas educativas necessárias com o que elas esperam receber.

Gostou do artigo? Então acesse nosso site e confira outros conteúdos sobre o assunto.

Saldo-do-Itaú-Previdência

Consultar o saldo do Itaú Previdência é essencial para cuidar do investimento e planejar o resgate do dinheiro. Mas, antes de tomar qualquer decisão, é importante conferir se o saldo pode ser sacado e avaliar se é o momento certo para retirá-lo.Afinal, diversos fatores devem ser considerados, entre eles :objetivo financeiro, plano contratado, tributação e período de carência. O planejamento, contudo, não é difícil. Neste artigo, você aprende a o consultar o saldo do Itaú Previdência e  analisar o investimento antes de solicitar o resgate.

Como consultar o saldo do Itaú Previdência

A consulta ao saldo do Itaú Previdência pode ser feita online pelo computador ou aplicativo do banco.

Pelo computador, basta acessar o site e fazer login. Você terá que informar agência, conta e senha eletrônica. Ao clicar no menu Previdência, terá acesso às informações do seu investimento.

Outra opção é acessar a previdência pelo aplicativo do Itaú, disponível no Google Play e naApp Store. Nesse caso, você também precisa fazer o acesso com o login da conta para verificar o saldo.

Quando é possível resgatar o saldo do Itaú Previdência?

O resgate do saldo do Itaú Previdência pode ser feito a qualquer momento, desde que seja respeitado o período de carência.

O primeiro resgate do investimento tem carência de 60 dias ou 12 meses, variando conforme o plano contratado. Nesse caso, você deve consultar as regras do seu plano de previdência para verificar a carência  — e saber se já pode efetuar o resgate.

Depois da carência inicial, fique atento ao prazo mínimo entre um resgate e outro. Esse período deve ser de no mínimo 60 dias da data do crédito em conta.

Mas, independentemente da carência, vale lembrar da importância de analisar se esse é, de fato, o momento ideal para fazer o resgate. Como previdência privada é um investimento de longo prazo, não vale a pena resgatar o dinheiro no curto prazo e pagar taxas mais altas de IR (Imposto de Renda)

No entanto, se você tem uma  aplicação antiga e quer resgatar o dinheiro, basta acessar a conta no site do Itaú no computador e digitar “resgatar previdência” no campo de busca para fazer a solicitação ao banco.

Como planejar o resgate do saldo do Itaú Previdência

Planejar o resgate do saldo do Itaú Previdência é fundamental para garantir a máxima rentabilidade do investimento. Mas como fazer isso? Descubra, a seguir, todos os aspectos que devem permear a decisão do resgate:

1. Considere o pagamento do IR

O pagamento do IR tem impacto direto na rentabilidade da previdência e, consequentemente, no valor do resgate. Dois fatores entram em jogo nessa hora: o plano selecionado e o regime de tributação. Ao fazer o cálculo do resgate, portanto, considere esses itens.

Plano: PGBL ou VGBL

O primeiro fator a ser analisado é o plano que você contratou. No PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), é possível restituir o IR em até 12% da renda bruta tributável. No resgate, a alíquota de IR incide sobre o valor total (rendimento + capital), conforme o regime de tributação que você escolheu.

No plano VGBL, por sua vez,  não é possível obter r restituição de IR. A vantagem é que a alíquota incide apenas sobre os rendimentos, também de acordo com a tributação escolhida.

Tributação: regressiva ou progressiva

Em seguida, observe o regime de tributação escolhido para o plano. Se você utiliza a tabela regressiva, a alíquota diminui conforme o tempo de aplicação, seguindo a tabela a seguir:

  • Até 2 anos: 35%
  • De 2 a 4 anos: 30%
  • De 4 a 6 anos: 25%
  • De 6 a 8 anos: 20%
  • De 8 a 10 anos: 15%
  • Acima de 10 anos: 10%.

Já se você usa o regime progressivo, funciona assim: o investimento é tributado na fonte à alíquota de 15%. No resgate, esse desconto é ajustado conforme a tabela progressiva de IR, com alíquotas de 0 a 27,5%, que variam conforme a renda.

2. Lembre-se de que previdência é para o longo prazo

Conforme mencionamos, previdência privada mira no longo prazo. Então, é necessário avaliar se realmente é o momento adequado para o resgate, principalmente porque a alíquota no curto prazo é maior, no caso do modelo regressivo.

3. Escolha a modalidade de renda

Por fim, escolha a modalidade de renda ideal. Você pode resgatar o investimento de uma única vez ou optar pela renda mensal vitalícia ou por prazo determinado. Aqui, a escolha varia conforme o objetivo:ter uma renda extra na aposentadoria ou investir todo dinheiro para concretizar um sonho, por exemplo.

Gostou do artigo? Então acesse nosso site e confira outros conteúdos sobre o assunto.

Brasilprev

Será que a Brasilprev vale a pena como investimento de longo prazo? Para responder a essa pergunta, você precisa avaliar em detalhes os fundos de previdência privada do Banco do Brasil.

Mas, para isso, não basta olhar para o desempenho dos fundos: é preciso analisar aspectos como custos, condições de acumulação e recebimento, tributação, composição da carteira, entre outros critérios essenciais. Antes de contratar um plano de previdência privada, é importante estar familiarizado com esses conceitos.

Siga, então, os próximos tópicos deste artigo e descubra se a Brasilprev vale a pena para o seu futuro.

Como são os fundos de previdência da Brasilprev

Para saber se a Brasilprev vale a pena, é importante conhecer os fundos de previdência privada minuciosamente s. A seguradora do Banco do Brasil oferece diversas opções de planos individuais, infantis e empresariais, que atendem aos diferentes perfis de investidores (conservador, moderado e arrojado).

Como toda previdência privada, eles são fundos de investimento de longo prazo que permitem ao investidor fazer aportes regulares na fase de acumulação e receber o benefício no futuro , na etapa de usufruto. Dessa forma, possibilitam a formação de uma reserva financeira para que projetos de médio e longo prazo sejam concretizados, como a independência financeira e uma aposentadoria tranquila. A Brasilprev oferece planos do tipo VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) e PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), que podem ser contratados pelo regime de tributação progressivo ou regressivo. Além disso, oferece diferentesformas de recebimento do patrimônio acumulado, de acordo com os objetivos do investidor.

Como descobrir se a Brasilprev vale a pena

Avaliar características como taxas, composição de carteira e opções de renda dos fundos previdenciários são algumas maneiras  para entender se a Brasilprev vale a pena para você. Confira os principais critérios para  análise:

1. Taxas

As taxas são um critério essencial para determinar se a Brasilprev vale a pena, pois custos muito altos podem comprometer a rentabilidade da previdência privada. No site, a seguradora informa que não cobra taxa de carregamento, que é uma porcentagem descontada das movimentações realizadas no fundo (aportes e retiradas).

No regulamento dos fundos da Brasilprev, consta que “não há cobrança de taxas de custódia, de performance, de ingresso ou de saída”. Logo, a única tarifa  cobrada pela instituição é a taxa de administração, referente à gestão dos fundos de previdência privada. Em 2020, essa taxa varia entre 0,6% e 2% — intervalo compatível com a média do mercado.

2. Composição da carteira

O segundo critério a ser avaliado é a composição da carteira dos fundos da Brasilprev. Ouseja,  a combinação de ativos e estratégias de investimentos utilizadas em cada produto. A seguradora oferece três principais tipos de fundos:

  • Renda fixa: os fundos de renda fixa da Brasilprev são voltados aos investidores de perfil conservador, que preferem não correr riscos. São compostos por títulos públicos e privados com leve flutuação no curto prazo e alta segurança;
  • Ciclos de vida: são fundos previdenciários que se ajustam ao longo do tempo, começando com mais presença na renda variável e fortalecendo a renda fixa conforme se aproximam da data de saída (proteção do patrimônio na reta final);
  • Multimercado: são fundos para investidores mais arrojados que desejam retornos maiores e são mais tolerantes ao risco e à volatilidade, incluindo entre 20% e 49% de ativos de renda variável (câmbio e ações, por exemplo).

Assim, a Brasilprev garante opções diversificadas para todos os perfis de investidores e com diferentes graus de risco, retorno e volatilidade. Para entender o desempenho dos fundos, basta acessar a seção de Fundos e rentabilidade.

3. Tributação

Em relação à tributação, os fundos Brasilprev oferecem as duas opções padronizadas dos planos de previdência:

  • Tabela regressiva: é o regime em que as alíquotas do IR (Imposto de Renda) diminuem conforme o tempo da aplicação, começando em 35% para aplicações mantidas por, pelo menos, dois  anos,  chegando a 10% para as que têm acima de 10 anos;
  • Tabela progressiva: é o regime que tributa a previdência com base na tabela progressiva geral (a mesma aplicada aos salários e às aposentadorias), que começa em 7,5% e chega a 27,5% conforme o valor resgatado.

Lembrando que o modelo PGBL permite dedução de até 12% da base de cálculo na declaração do IR anual, mas incide o imposto sobre o valor total aplicado no plano. Já o VGBL não tem esse desconto, mas cobra o imposto apenas sobre rendimentos.

4. Formas de recebimento

Por fim, é preciso analisar as formas de recebimento da Brasilprev, que definem como você irá receber o benefício ao final do período de acumulação. As opções são:

  • Pagamento único: resgate do montante acumulado de uma só vez;
  • Renda por prazo certo: você escolhe por quantos anos quer receber uma renda mensal corrigida pela inflação;
  • Renda vitalícia: você garante uma renda mensal corrigida pela inflação para o resto da vida.

Vale a pena comparar Brasilprev com outros fundos?

Claro. Ao comparar o plano de previdência do BB com as opções do mercado , é possível escolher o mais vantajoso para os seus objetivos de vida — seja uma aposentadoria confortável ou um sonho de consumo futuro.

Para tomar a melhor decisão para construir seu patrimônio, acompanhe nosso conteúdo e entenda qual previdência privada se encaixa melhor no seu projeto de vida.

MBA no exterior: como realizar essa meta

19/05/2020 | Previdência | Nenhum comentário

MBA no exterior

Cursar um MBA no exterior pode representar um diferencial competitivo e tanto para a sua carreira. Na maioria das vezes, no entanto, a ideia acaba ficando de lado por ser considerada muito complicada.

Mas será mesmo que essa é a realidade? Neste artigo, reunimos dicas sobre o que é, como funciona, quanto custa e como fazer um curso como esse fora do Brasil.

Siga acompanhando!

MBA no exterior: o que é?

O Master of Business Administration, mais conhecido simplesmente pela sigla MBA, é um curso de pós-graduação que confere ao profissional o título de especialista. O seu principal diferencial é o foco em administração de negócios.

Além disso, vale um alerta: a estrutura de um MBA no exterior costuma ser um pouco diferente daquela encontrada no Brasil, como explicaremos a seguir.

Como funciona um MBA no exterior?

No Brasil, o modelo se popularizou ao longo da última década e, ainda que inspirado no sistema americano, costuma oferecer uma experiência menos completa.

No exterior, a carga de estudos é maior e as aulas envolvem mais tarefas e cases que simulam o dia a dia de uma empresa, o que permite uma experiência mais real do mercado.

Esse aspecto está diretamente relacionado à carga horária do curso. Na maioria dos países, o mais comum é uma duração de um a dois anos com aulas em tempo integral.

Outro aspecto que os alunos brasileiros podem estranhar é a seleção de candidatos. Aqui, o principal requisito é a formação em um curso de nível superior, mas não existe uma análise aprofundada do currículo.

Lá fora, os critérios para o recrutamento tendem a ser muito mais rígidos, o que permite a formação de turmas competitivas, com profissionais de alto calibre – um atrativo para a escolha.

Vantagens de fazer um MBA no exterior

Por ser tão rígido, o MBA no exterior também se torna um atrativo e tanto para quem deseja construir uma carreira repleta de oportunidades e um currículo que fala por si.

Uma das vantagens mais procuradas pelos candidatos é a possibilidade de ter uma rede de contatos qualificada, que inclui profissionais que são lideranças em suas áreas de atuação.

Um MBA no exterior é também uma oportunidade de conhecer uma cultura nova, sobretudo em termos profissionais, e de se tornar fluente em um novo idioma.

Quanto custa um MBA no exterior? Tem bolsa?

Além da seleção disputada, o preço pode assustar. Ainda que existam variações grandes de uma instituição para outra e do país escolhido, esteja preparado para valores entre 50 e 70 mil dólares por ano.

Felizmente, até instituições de ensino como a Universidade de Harvard oferecem opções diversas de bolsas de estudo. Caso deseje concorrer a uma delas, um dos principais fatores a considerar é o tempo disponível.

Quanto mais cedo você tomar a decisão, mais tempo vai ter para preparar a candidatura. No Graduate Management Admission Test (GMAT), um dos principais testes para a admissão, vai ser importante não mirar apenas na nota mínima.

Afinal, mais do que alcançar uma vaga, você busca ainda conseguir que ela venha acompanhada de uma bolsa.

4 dicas para fazer um MBA no exterior

A seguir, separamos 4 dicas para você se dar bem na seleção e conseguir uma vaga. Elas estão estruturadas de acordo com as principais etapas da aplicação para um MBA no exterior.

1. Mostre a sua performance acadêmica

Para avaliar esse aspecto, três itens principais são considerados:

  • Grade Point Average (GPA), uma escala americana para definir a sua nota global na graduação
  • GMAT, um teste baseado em domínio da língua inglesa e conceitos de matemática que simulam desafios vividos no mercado de trabalho
  • Test of English as a Foreign Language (TOEFL) ou International English Language Testing System (IELTS), que são testes de proficiência em um idioma

Para se dar bem nesses quesitos, é fundamental estudar muito e conhecer o formato das provas. No caso específico do GPA, é preciso saber quais são os critérios da universidade para a conversão da nota.

2. Foque na sua trajetória profissional

É hora de mostrar o seu currículo e preparar as cartas de recomendação e de motivação, itens de grande peso no processo seletivo.

Aqui, você deve destacar seu potencial de liderança, resultados alcançados, principais experiências, envolvimento em atividades extracurriculares e qualquer detalhe que ajude a reforçar a ideia de um profissional comprometido e disruptivo, capaz de pensar em soluções inovadoras.

3. Não se esqueça da trajetória pessoal

Muitos candidatos tendem a achar que a trajetória pessoal deve ficar em segundo plano e acabam se esquecendo de caprichar nas redações que fazem parte da aplicação. Na hora de escrever, mostre quem você é, incluindo hobbies, valores pessoais e habilidades específicas.

Demonstrar envolvimento com atividades de impacto social e interesses fora da curva padrão de estudos e trabalho pode contar muitos pontos. Não deixe de mencionar ainda suas experiências internacionais.

4. Pense sobre a sua visão de futuro

Outra etapa importante do processo é saber expressar qual é a sua visão de futuro e quem você almeja ser como líder. Inclusive, é possível que você seja questionado sobre figuras que inspiram as suas ações.

Por isso, durante a preparação, liste as suas ambições pessoais e, especialmente, profissionais em curto, médio e longo prazo. Aqui, também esteja preparado para compilar todas as ideias nas redações.

Fazer MBA no exterior é pensar no futuro

O processo pode até ser complexo e ter um investimento alto. Ainda assim, o importante é entender o MBA no exterior como uma chance de construir desde já o seu futuro profissional.

É o mesmo que pensar em uma aposentadoria mais tranquila: essa não vai ser uma opção mais tarde se você não se preparar desde agora.

A propósito, quer mais dicas sobre o assunto? Somos especialistas em conteúdos para ajudar você a fazer os melhores investimentos em previdência privada. Para saber mais sobre o assunto, que tal seguir navegando no blog?

Jogos para exercitar a memória

Os jogos para exercitar a memória são uma excelente forma de manter o cérebro ativo. Além disso, estudos comprovam que essas atividades lúdicas ajudam na capacidade humana de reter informações por mais tempo.

E se engana quem pensa que a perda de lembranças é algo específico da terceira idade. Se não trabalharmos desde cedo para coibir os esquecimentos, podemos atingir essa condição muito antes de a velhice chegar.

Mas fique tranquilo: neste artigo separamos 7 opções divertidas para você aperfeiçoar essa habilidade. Continue a leitura e confira.

O que são jogos para exercitar a memória?

Os jogos para exercitar a memória são brincadeiras que ajudam a retardar o processo de esquecimento, atuando em regiões do cérebro responsáveis pela retenção de lembranças.

Estamos falando especificamente do córtex cerebral e do hipocampo. O primeiro registra aquelas informações mais antigas, de décadas atrás, enquanto o segundo guarda dados mais recentes, de até um mês.

Como os jogos atuam para exercitar a memória?

Nosso cérebro tem funcionamento semelhante ao de um músculo – quanto mais ele receber estímulo, mais desenvolvido tende a ficar.

O mesmo vale para o sentido contrário. Se você não ativa áreas específicas do órgão principal do nosso sistema nervoso central, elas podem ficar atrofiadas.

Os jogos para exercitar a memória têm justamente o propósito de trabalhar as regiões do cérebro responsáveis por reter lembranças, fazendo com que essas regiões se expandam.

Jogos para a memória funcionam mesmo?

Muitos estudos têm buscado comprovar a relação entre atividades lúdicas e o incremento da memória – e os resultados são positivos.

Uma pesquisa feita pela Universidade da Califórnia comprovou que os jogos em terceira dimensão melhoram a retenção de informações em até 12%, justamente o percentual que se costuma perder entre as idades de 45 e 70 anos.

Segundo o levantamento, os índices foram alcançados com apenas 30 minutos diários de videogame durante duas semanas.

Jogos em 2D não apresentam nenhum tipo de aprimoramento. Segundo os cientistas, isso se deve ao fato de os games 3D serem mais complexos, possibilitarem mais opções de interação e, principalmente, exigirem mais informações para aprender.

7 apps e jogos para exercitar a memória

Pronto para explorar os jogos para exercitar a memória? Para começar agora mesmo, separamos 7 opções divertidas que podem ajudar nesse propósito. Confira!

1. Fit brains trainer

Desenvolvido por um neuropsicólogo norte-americano, o jogo conta com 60 modos diferentes para trabalhar não apenas a memória, mas também a concentração, o raciocínio lógico e a capacidade de resolver problemas.

2. NeuroNation

Segue mais ou menos a mesma linha do exemplo anterior, mas conta com menos modos. O jogo foi desenvolvido por neurocientistas de mais de dez universidades e tem como base estudos clínicos experimentais.

3. Mind games

É mais um jogo que tem como base a psicologia cognitiva e, portanto, resultados comprovadamente eficazes. O app disponibiliza 24 atividades para você ir desenvolvendo a sua memória.

4. Contre Jour

Nesse jogo divertido, você não controla o protagonista, Petit, mas sim o cenário em que ele está. O objetivo é fazer alterações no ambiente para que o personagem possa ir passando de fase e evoluindo na dificuldade dos desafios.

5. Eidetic

Busca exercitar a memória por meio do método de repetição espaçada, que consiste em ir aumentando gradativamente o tempo necessário para reter informações. De interface simples, o jogo também vai, aos poucos, divulgando frases e objetos mais complexos para serem lembrados.

6. Little things forever

É um jogo de objetos ocultos com diversos passatempos, nos quais o usuário precisa usar a memória para relembrar onde os itens estavam antes de ser encontrados para recolocá-los no lugar.

7. MatchUp

Ele muito se assemelha aos jogos de memória tradicionais, nos quais o jogador precisa encontrar os pares iguais. No entanto, o desafio aqui é combinar as figuras no menor número possível de tentativas.

Parece fácil, mas o nível de dificuldade vai aumentando e as nuances entre as cartas passam a ser cada vez mais discretas.

Por que exercitar a memória?

A prevenção é sempre o melhor caminho. Da mesma forma que você não precisa ter um problema cardíaco para começar a cuidar da sua saúde, ninguém deve esperar ter dificuldades com a memória para começar a exercitá-la.

Ou seja, a preocupação com a retenção de lembranças e informações deve começar muito antes de se chegar à terceira idade. A mesma lógica vale para outras situações da vida, como o cuidado com o seu futuro e com uma aposentadoria tranquila.

Por que esperar até a velhice para começar a planejar sua vida quando for parar de trabalhar? Invista agora mesmo em um plano de previdência privada e garanta um amanhã mais seguro e cômodo.

Para tirar todas as suas dúvidas sobre o tema, acesse a Sua Previdência Privada, um blog especializado em informações de qualidade a respeito dessa modalidade de investimento que assegura um futuro melhor para você e sua família.

Confira nossos conteúdos exclusivos e não deixe para depois o planejamento da sua aposentadoria.