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O autoconhecimento financeiro é um exercício muito importante para quem busca tranquilidade. Conhecer a si mesmo é a chave para uma vida equilibrada e feliz.

Para os brasileiros, esse entendimento é, na verdade, uma necessidade urgente. De acordo com a pesquisa Segmentação em Inclusão Financeira, da FGV, apenas 17% das pessoas que têm conta bancária conseguem poupar.

Essa taxa tão baixa pode ter relação com a falta de conhecimento a respeito das próprias finanças. Acompanhe os próximos tópicos para saber como vencer esse problema e ter mais controle sobre seu dinheiro.

Autoconhecimento financeiro: o que é?

Conhecer a si mesmo é muito mais do que um aforismo filosófico. Não há mais dúvidas de que esse é o caminho para uma vida de mais tranquilidade e realizações.

Viver é, de certa forma, estar em permanente aprendizado no sentido de superar as limitações e desafios internos. E o autoconhecimento financeiro é um dos mais importantes a se adquirir.

Ele está relacionado ao dinheiro, embora tenha uma ligação direta com o conhecimento de si mesmo de uma forma geral. Seja como for, ele é fundamental, porque permite desenvolver uma visão mais ampla sobre finanças e prosperidade.

Por que desenvolver o autoconhecimento nas finanças?

Você sabe de cabeça quanto paga de juros pelo seu cartão de crédito todo mês? Ou saberia quanto aquela graninha na poupança rendeu no último ano? Se a sua resposta foi “não” para alguma das duas perguntas, você deveria avançar em relação ao conhecimento que tem da sua vida financeira.

Afinal, quem acompanha de perto tudo o que faz com o dinheiro desenvolve um olhar mais amplo sobre o seu custo de vida e o retorno dos seus investimentos. Dessa forma, torna-se capaz de antecipar soluções antes mesmo dos problemas surgirem.

Em outras palavras: quem tem o autoconhecimento financeiro aguçado, dificilmente é pego de surpresa.

Benefícios do autoconhecimento financeiro

A parcela da população que não conhece ou não tem intimidade com suas próprias finanças acaba se expondo a problemas financeiros que poderiam ser evitados.

O endividamento, por exemplo, só vai atingir aqueles que não têm nenhum controle sobre o que fazem com o dinheiro que ganham. Aliás, dívidas podem até surgir, mas quando se conhece a fundo todos os gastos e fontes de renda, geri-las deixa de ser algo angustiante.

Por isso, o autoconhecimento financeiro traz consigo uma série de benefícios:

  • Possibilita o controle das finanças
  • Evita o endividamento e a inadimplência
  • Traz segurança financeira para o futuro
  • Permite fazer mais com menos dinheiro
  • É a porta de entrada para o planejamento financeiro

Busque o autoconhecimento financeiro em 4 passos

Se tem uma coisa que todos gostariam é de ganhar mais dinheiro, certo? No entanto, isso nem sempre é possível, pelo menos não de forma imediata ou sem investir antes.

Assim sendo, o melhor mesmo é maximizar o poder de compra do que já se ganha. Comece, então, colocando em prática estas 4 dicas para alcançar o autoconhecimento financeiro e tenha resultados melhores.

1. Habitue-se a registrar seus ganhos e gastos

Um grave defeito das pessoas que vivem em aperto com suas finanças é não ter nenhum registro do seu orçamento.

Acredite, esse é um comportamento extremamente perigoso, porque cedo ou tarde o levará para o endividamento e, assim, para as listas de proteção ao crédito. O conhecimento só se forma quando conta com registros e fontes de informação. É preciso ver para crer!

Como saber de onde vem e para onde vai seu dinheiro sem um lançamento periódico de suas movimentações? Por isso, crie o hábito de registrar seus ganhos e seus gastos em uma planilha, aplicativo de finanças ou mesmo em um caderno de controle.

2. Use sempre a calculadora

A calculadora é uma ferramenta indispensável para quem quer desenvolver o autoconhecimento financeiro. Felizmente, hoje qualquer aparelho celular tem uma calculadora básica entre seus aplicativos. Sendo assim, procure fazer uso desse instrumento gratuito e tão facilmente disponível.

Pode até parecer chato no começo, mas, com o tempo e a prática, você e a calculadora serão parceiros para toda a vida.

3. Leia sobre finanças

Essa dica tem a ver com o que você está fazendo agora mesmo. Por isso acreditamos que, em breve, você terá autoconhecimento suficiente para tomar as melhores decisões a respeito das suas finanças.

Além dos textos do blog Sua Previdência Privada, não deixe de ler livros que tratem do tema finanças.

Aí vai uma pequena lista de sugestões:

4. Busque a opinião de especialistas ou pessoas mais experientes

Quando se trata de finanças, a experiência de quem já tem o controle da situação pode render valiosos insights. Então, não deixe passar nenhuma oportunidade de aprender com pessoas que tenham notório saber sobre o assunto.

Com autoconhecimento financeiro, você verá que muito mais portas se abrirão em sua vida. É isso que desejamos para você desde já.

Não deixe, ainda, de acompanhar os conteúdos do blog Sua Previdência Privada para ficar cada vez mais bem informado. Quanto mais você souber, melhores decisões financeiras vai tomar e mais prosperidade vai ter. Conte com a gente!

Resgate do Itaú Previdência

O resgate do Itaú Previdência deve ser planejado com cuidado para evitar prejuízos. Como em qualquer plano de previdência privada, é preciso deixar o dinheiro aplicado pelo máximo de tempo possível para aproveitar os benefícios fiscais — e um saque antes da hora pode ter altos custos.

Por isso, antes de retirar dinheiro da sua previdência privada, é preciso considerar todos os custos, impactos na rentabilidadee condições da seguradora. Nos próximos tópicos, você vai entender como planejar o resgate do Itaú Previdência e se vale a pena resgatar esse tipo de investimento.

Leia até o fim antes de confirmar a operação.

Dicas para o resgate do Itaú Previdência

Fazer um resgate do Itaú Previdência é uma decisão complexa, que deve ser tomada após considerar todos os custos, impactos no patrimônio e condições de retirada antes do prazo.

Veja algumas dicas para planejar essa operação.

Planeje o resgate com antecedência

Se você pretende fazer um resgate do Itaú Previdência, é melhor se planejar com bastante antecedência. Isso porque a retirada de qualquer quantia da previdência privada antes do prazo envolve riscos, já que se trata de um investimento de longo prazo.

Por isso, você terá que analisar com calma quanto precisa sacar, quanto terá que pagar de Imposto de Renda e outros custos, qual será o impacto na rentabilidade do seu patrimônio para o futuro, entre outras questões que exigem cuidado.

O ideal é programar o resgate somente para a fase de usufruto, quando você terá a opção de contratar uma renda ou realizar o resgate total para administrar seu patrimônio.

Escolha o plano certo para seus objetivos de resgate

Outro ponto importante na previdência privada é escolher um tipo de plano ou regime de tributação mais vantajoso para seus objetivos de resgate.

O ideal é manter o dinheiro no fundo o máximo de tempo possível para aproveitar os benefícios fiscais, mas também é possível se planejar para pagar menos imposto nos resgates.

Por exemplo, se você optar pela tabela regressiva, pagará apenas 10% de Imposto de Renda sobre os resgates após completar 10 anos de investimento (as alíquotas diminuem em função do tempo de aplicação).

Agora, se você planeja resgatar valores mais baixos, que ficam na faixa isenta do IR, a tabela progressiva pode valer a pena.

Fique atento à tributação no VGBL e PGBL

Ainda sobre custos do resgate do Itaú Previdência, é preciso ficar atento às diferenças de tributação nos planos VGBL e PGBL. No VGBL, o IR é descontado somente sobre os rendimentos, e não sobre o total aplicado no fundo.

Já no PGBL, o Imposto de Renda incide sobre o valor total aplicado (capital investido + rentabilidade). Em contrapartida, esse tipo de plano permite o abatimento de até 12% das contribuições na declaração anual do IR.

Logo, dependendo do seu tipo de plano, o resgate pode sair caro para o bolso.

Antes de fazer o resgate do Itaú Previdência

É melhor pensar duas vezes antes de fazer o resgate do Itaú Previdência, pois os custos podem ser mais altos do que em outros investimentos.

Não confirme a operação antes de ler estas dicas:

Avalie o impacto no seu patrimônio

Como vimos, o resgate do Itaú Previdência pode ter um impacto significativo no seu patrimônio e perspectivas de rendimento em longo prazo. Por isso, antes de confirmar a operação, calcule todos os custos, verifique o desempenho do seu plano e decida se vale a pena retirar dinheiro agora — e, possivelmente, ter prejuízo — para receber menos lá na frente.

Veja se não há investimentos mais líquidos para resgatar

O resgate do Itaú Previdência deve ser seu último recurso em caso de imprevistos financeiros, pois é um dos tipos de investimentos menos recomendados para retirada antes do prazo.

Antes de tomar essa decisão, verifique se não há investimentos com maior liquidez aos quais você possa recorrer, como um título do Tesouro Direto, CDB ou LCI/LCA (geralmente, usados para a reserva de emergência).

Confira as taxas e condições do resgate

Por fim, é fundamental conferir quais taxas podem ser cobradas no resgate do Itaú Previdência, assim como prazos de carência que precisam ser cumpridos antes do saque.

Como fazer o resgate do Itaú Previdência

O processo de resgate do Itaú Previdência é muito simples, uma vez que você tenha decidido fazê-lo, mesmo com todas as ressalvas.

Veja quais canais utilizar.

Pelo site Itaú (para correntistas)

Os correntistas do Itaú podem fazer o resgate a qualquer momento pelo site do banco. Basta fazer login com agência, conta e senha eletrônica, e navegar até a opção Previdência> Resgates> Cancelamentos e Solicitação de resgate.

Pelo site Itaú com senha (não correntistas)

Para não correntistas que possuem senha eletrônica (planos empresariais), basta acessar o site do Itaú, clicar em Opções de acesso e em seguida Mais acessos> Previdência> Não correntista. Depois, o caminho é: Outros produtos> Previdência> Resgatar e cancelar> Solicitar resgate.

Pelo site Itaú sem senha (clientes em geral sem senha)

Por fim, os clientes não correntistas e correntistas sem senha eletrônica deverão fazer o download do formulário de Solicitação de Resgate em Planos de Previdência Itaú.

O documento deverá ser impresso, preenchido, digitalizado e enviado para: resgateprevidencia@itau-unibanco.com.br junto à foto do RG ou CPF e um comprovante de endereço atualizado.

Entendeu como fazer o resgate do Itaú Previdência e quais cuidados tomar? Agora, avalie se é realmente necessário retirar dinheiro do seu plano de previdência. Para saber mais sobre o assunto, acesse os demais conteúdos do nosso blog.

O que são os benefícios previdenciários?

28/05/2020 | Previdência | Nenhum comentário

Todos os segurados pela previdência social podem ter acesso aos benefícios previdenciários. Após as mudanças na reforma da previdência, é ainda mais importante que você entenda quais são esses benefícios e quando acioná-los em caso de necessidade.

Vamos entender o que são os benefícios previdenciários, quais são eles e quem tem direito nos próximos tópicos.

O que são os benefícios previdenciários?

Os benefícios previdenciários são todos os seguros oferecidos para os contribuintes do INSS.

Cada benefício previdenciário só pode ser acessado de acordo com requisitos que darão direito à concessão ou não de cada benefício específico.

Esses benefícios previdenciários são organizados e distribuídos pela Previdência Social, através do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Dentre os benefícios previdenciários, existem os programáveis e os não programáveis.

Benefícios previdenciários programáveis

Os benefícios previdenciários programáveis são aqueles em que é possível saber quando o beneficiário começará a receber.

O exemplo mais conhecido de benefício programável é a aposentadoria, em que o trabalhador consegue ter uma boa noção de quanto tempo falta para cumprir os pré-requisitos e acessar o benefício.

Benefícios previdenciários não programáveis

Já os benefícios previdenciários não programáveis são acionados em situações menos esperadas como, por exemplo, em caso de doença ou invalidez.

Tanto os benefícios previdenciários programáveis quanto os não programáveis são importantes mecanismos na seguridade social como um todo.

Quem tem direito aos benefícios previdenciários?

Para ter direito aos benefícios previdenciários é necessário ser considerado segurado da Previdência Social.

Os segurados são todos os contribuintes do INSS, podendo ser trabalhadores do regime CLT, autônomos ou facultativos, além de seus dependentes.

No caso dos trabalhadores CLT, a contribuição ao INSS é obrigatória, descontada diretamente na folha de pagamento. Já os trabalhadores autônomos e os facultativos precisam contribuir por conta própria para serem considerados segurados.

Quais são os benefícios previdenciários?

Saber quais são os benefícios previdenciários e quais os pré-requisitos para a solicitação é essencial para acioná-los quando necessário.

Além disso, é importante estar atento à sua data de filiação, pois a reforma da previdência de 2019 trouxe mudanças significativas e regras para quem era segurado antes dela.

Para o segurado

Confira os benefícios relacionados ao segurado:

Aposentadoria por idade ou tempo de contribuição

A aposentadoria por idade ou tempo de contribuição é o benefício mais comum para quem é segurado da Previdência Social. Os requisitos para esse benefício podem variar de acordo com o gênero da pessoa segurada, e também se a atividade foi exercida em ambiente urbano ou rural.

Aposentadoria especial

A aposentadoria especial permite que o segurado se aposente com um tempo menor de serviço do que o exigido pela aposentadoria comum. Isso acontece porque esse benefício é voltado para os segurados que estão expostos a agentes nocivos para a saúde ou integridade física.

Aposentadoria por invalidez

A aposentadoria por invalidez pode ser acionada pelo segurado que fica impedido de continuar a exercer uma profissão para garantir sua subsistência.

Salário-maternidade

O salário-maternidade, também conhecido como licença maternidade, pode ser acionado em casos de nascimento, adoção, guarda judicial e outros casos específicos. Esse benefício visa garantir a proximidade da mãe com a criança nas primeiras semanas de contato.

Auxílio-doença

O benefício de auxílio-doença pode ser acionado a partir de indicação médica, e é pago caso o trabalhador precise se afastar por mais de 15 dias consecutivos do trabalho. Para quem trabalha no regime CLT, a empresa é a responsável por pagar os primeiros 15 dias e o INSS paga do 16º dia em diante.

Auxílio-acidente

O auxílio-acidente é pago quando um trabalhador sofre acidente ou é acometido de alguma doença ocupacional, e fica com sequelas permanentes por conta disso.

Salário-família

Outro benefício previdenciário é o salário-família, disponível para os segurados de baixa renda, com filhos de até 14 anos de idade ou inválidos. Assim, os trabalhadores ganham um auxílio para o sustento dos seus dependentes.

Para os dependentes

Agora, entenda os benefícios para dependentes:

Pensão por morte

A pensão por morte é um dos benefícios previdenciários voltados para os dependentes do segurado. Ele é acionado caso o segurado venha a falecer, e pode ser pago para o cônjuge, companheiro, filhos ou enteados menores de 21 anos.

Auxílio-reclusão

Caso o segurado seja recolhido à prisão em regime fechado, os dependentes do segurado podem acessar o benefício de auxílio-reclusão.

Previdência privada também tem benefícios?

Uma dúvida que surge na comparação entre a Previdência Social e a Previdência Privada é em relação aos benefícios previdenciários.

Os benefícios previdenciários são exclusivos para os segurados da Previdência Social, desde que cumpram os requisitos para poderem acioná-los.

Na previdência privada é possível incluir coberturas securitárias que, em alguns casos, podem ter similaridades com os benefícios da previdência social. Como exemplo, é possível contratar uma cobertura por morte ou por invalidez.

Porém, esse tipo de cobertura não é regra para todas as providências. Por isso, é importante estar atento se a sua previdência privada possui esse tipo de cobertura e quais são as regras caso precise usá-la.

motivação

Propor políticas de motivação bem estruturadas faz toda a diferença nos resultados de uma equipe e dos negócios em geral. Vários estudos e pesquisas na área apontam que a produtividade está diretamente ligada ao quanto um colaborador se sente motivado.

Nesse sentido, vale destacar um estudo recente publicado na Harvard Business Review. De acordo com o documento, o home office proposto pelas empresas faz com que os empregados se sintam menos motivados.

Por isso, pensar em estratégias de motivação de equipes requer constantemente a atenção dos líderes de uma empresa. Vamos ver o que pode ser feito nesse sentido?

Políticas de motivação: o que são?

A motivação pode ser compreendida como o impulso mais ou menos constante que temos para realizar algo. Assim, se estamos motivados, tendemos a nos concentrar mais no que fazemos e, dessa forma, os resultados são melhores.

É por isso que tantas empresas investem tempo e recursos para entender o que faz com que seus colaboradores foquem mais no trabalho. Elas sabem que profissionais desmotivados não se empenham e, consequentemente, não geram tanto valor.

Em geral, a forma como as empresas buscam incentivar é definida pelas chamadas políticas de motivação. Mas para que elas servem exatamente?

Para que servem as políticas de motivação?

As políticas de motivação servem para orientar as pessoas em uma empresa sobre os resultados que elas terão ao performarem bem em suas funções. Seria como se a empresa dissesse: “Dê o seu melhor e, em troca, darei isso aqui a você”.

No entanto, a motivação não depende apenas do contexto externo, ou seja, do que a empresa oferece. Cada pessoa é motivada por coisas diferentes, por isso as organizações que realmente pretendem incentivar seus colaboradores precisam encontrar uma situação de equilíbrio.

3 políticas de motivação para sua empresa

Esse equilíbrio, por sua vez, consiste em definir políticas que atendam aos anseios da maioria. Elas precisam, ainda, ter mecanismos preventivos para evitar que a desmotivação surja e se instale.

Por isso, uma empresa que pretende manter colaboradores motivados pode utilizar algumas estratégias, como listamos a seguir.

1. Lazer e bem-estar

Embora não seja uma necessidade básica, o lazer é fundamental porque é uma espécie de parâmetro de qualidade de vida. As empresas de ponta sabem disso e desenvolvem políticas voltadas para estimular ambientes de trabalho que sejam produtivos e lúdicos ao mesmo tempo.

Nesse sentido, vale investir em salas de jogos e de descanso, para que os funcionários possam se distrair e relaxar nos momentos de folga.

2. Bônus e benefícios

A 28ª Pesquisa Anual de Benefícios Corporativos, feita pela Mercer Marsh, traz dados que revelam a evolução das empresas no âmbito da gestão de benefícios. Afinal, embora o salário seja muito importante, são os benefícios que acabam por atrair e reter os melhores profissionais.

Atentas a isso, de acordo com a pesquisa, as empresas têm aumentado os programas de coparticipação nos resultados, com 66% delas desenvolvendo políticas nesse sentido.

3. Previdência privada corporativa

Outra política que tem contribuído para aumentar a motivação e o envolvimento do colaborador com a empresa é oferecer planos de previdência privada. Segundo a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), isso já é feito por 26% das empresas brasileiras.

Ou seja, um quarto dos empregadores já percebeu que investir na previdência dos seus trabalhadores é um fator para atrair e, acima de tudo, mantê-los motivados com o trabalho.

Como implantar políticas de motivação: passo a passo

Por outro lado, o que fazer quando a empresa ainda não sabe por onde começar? Nesse caso, um bom início pode ser por meio dos passos abaixo.

1. Conheça a opinião dos funcionários

Ninguém se sente motivado quando a empresa oferece benefícios considerados de pouca utilidade ou insuficientes. Por isso, o primeiro passo é conhecer as pessoas que serão alvo das políticas de motivação.

2. Faça pesquisas

Além das conversas informais, uma boa forma de saber o que os colaboradores pensam é solicitar que participem de pesquisas de opinião, especialmente nas empresas de maior porte. Afinal, quanto mais dados houver sobre seus gostos e preferências, mais alinhada será a política com o que as pessoas almejam.

3. Crie um plano de carreira

Não se pode esperar equipes motivadas quando elas não sabem quais são os próximos passos da carreira e o que precisam fazer para alcançá-los. Para reduzir a insegurança nesse aspecto, vale apostar em um plano de carreira bem estruturado e claro.

4. Estabeleça regras

Quanto mais claras forem as regras para ter acesso aos benefícios oferecidos, maior será o engajamento. Vale também estipular níveis de acesso a essas vantagens conforme o tempo de casa, a idade, entre outros fatores.

5. Comunique-se

Por fim, mas não menos importante, políticas de motivação só se mostram efetivas quando a empresa está em permanente comunicação com seus colaboradores.

Assim, procure investir em endomarketing e comunicação corporativa. Uma boa ideia é utilizar meios digitais, como redes sociais, e-mail marketing e apps de comunicação.

Ficou claro como começar a implementar uma política que mantenha seus profissionais sempre engajados e produtivos?

Uma dica extra é contar com parceiros especializados: conheça a Sua Previdência Privada e saiba como podemos ajudar você! E se quiser ficar por dentro de outros conteúdos para otimizar o seu negócio e impulsionar a sua carreira, continue navegando no nosso blog!

A proposta de crescer junto com a empresa é uma dessas relações em que todos saem ganhando. E não é difícil entender o porquê.

A organização consegue atingir seus resultados com eficiência e qualidade, além de conquistar um desenvolvimento sustentável e contínuo. Enquanto isso, o colaborador constrói uma carreira de destaque, ganhando protagonismo e notoriedade em sua área.

É claro que, falando desse jeito, parece um cenário utópico. No entanto, é perfeitamente possível de ser alcançado, desde que os objetivos estejam alinhados.

Siga acompanhando o texto para saber tudo a respeito!

É possível crescer junto com a empresa?

A ideia de crescer junto com a empresa, na condição de colaborador, não é exatamente nova. Está muito ligada ao conceito de intraempreendedorismo. Já ouviu falar a respeito?

Para quem não conhece, tem a ver com a capacidade de o funcionário apresentar soluções dentro da própria organização, sem que para isso precise abrir o seu próprio negócio.

Assim, ele promove desenvolvimento na companhia em que está e, consequentemente, ganha espaço e novas oportunidades na corporação.

O que isso significa?

Muitas vezes, o que acontece é que o profissional é um dos grandes responsáveis pelo sucesso de uma empresa. Mas, por um motivo ou outro, acaba perdendo o vínculo com a companhia e opta por seguir por outros caminhos.

Quando há um crescimento em conjunto, o colaborador faz carreira dentro da organização e acaba desfrutando do desenvolvimento contínuo para evoluir também.

Por que crescer junto com a empresa?

Crescer junto com a empresa pode ser uma meta comum a qualquer trabalhador. Também merece ser uma estratégia avaliada com carinho pelas organizações. É algo extremamente positivo, pois é estabelecida uma relação ganha-ganha entre o funcionário e a organização. Entenda melhor abaixo.

Bom para a empresa e para o colaborador

A empresa se beneficia, pois ganha um colaborador altamente identificado com a cultura organizacional e que de fato veste a camisa da companhia. Além disso, todo esse engajamento se reflete em resultados positivos. Um profissional motivado e bem-adaptado ao ambiente de trabalho tende a produzir mais e melhor.

Do outro lado está o funcionário, que também só vê vantagens nessa situação. Ele se sente valorizado, reconhecido e amparado por uma organização que apostou no seu potencial e acredita no seu desempenho e habilidades.

Assim, o colaborador vai construir naturalmente uma carreira dentro da empresa. Aos poucos, ele ascenderá na hierarquia, assumirá novas responsabilidades e, consequentemente, terá um aumento salarial. Ou seja, vai crescer junto com a empresa.

Como o funcionário pode crescer junto com a empresa?

Se parte da sua realização profissional é crescer junto com a empresa na qual atua, separamos 5 dicas que podem ser úteis para alcançar esse objetivo. Confira!

1. Vista a camisa da empresa

Buscar uma empresa na qual você concorde com a missão, a visão e os valores, além de se adaptar rapidamente à cultura organizacional, é o primeiro passo.

Quando veste a camisa da organização, você sente muito mais prazer em cumprir suas funções, pois o trabalho deixa de ser mera obrigação e passa a ser encarado com satisfação.

2. Aproveite as oportunidades

Sempre que surgir uma oportunidade, um projeto novo, um curso de capacitação, a chance de uma promoção ou algo assim, aproveite.

Mostre para os gestores que você está genuinamente engajado com a empresa e que está determinado a oferecer o seu melhor para que a organização alcance os resultados pretendidos.

3. Tome a frente em decisões

É importante também se fazer notar e mostrar que você tem iniciativa. Mas cuidado para não parecer que está forçando a barra, chamando atenção de qualquer forma.

Procure estudar as principais demandas da empresa e apresente soluções criativas quando as oportunidades aparecerem. Reuniões de brainstorming, avaliações de clima organizacional e resposta a feedbacks são ocasiões em que suas ideias podem ser ouvidas com mais facilidade.

4. Supere a inércia

Por vezes, acabamos entrando na perigosa zona de conforto. Um estado de inércia em que tudo está aparentemente tranquilo, quando na verdade nos sentimos acomodados.

Essa situação é uma das principais inimigas do crescimento profissional em conjunto com a empresa. Nela, acabamos relaxando, perdendo o foco e, não raro, agindo de forma automática, sem perceber os vícios e os erros que estamos cometendo.

Nesse caso, a empresa perde e o funcionário também, pois não vislumbra qualquer possibilidade de crescimento. Para fugir da estagnação, a saída é sempre buscar novos conhecimentos, desenvolver mais habilidades, ler, estudar, dialogar e se especializar.

5. Receba a contrapartida

Durante todo o artigo, falamos da importância da atuação em conjunto para que empresa e colaborador possam crescer em sintonia. Para isso, é preciso estabelecer relações de ganha-ganha, em que haja benefícios para ambos os lados.

É o caso do investimento em planos corporativos de previdência privada. Ao oferecer esse tipo de vantagem ao profissional, a organização demonstra que está preocupada com o futuro do funcionário. Este, por sua vez, se sente valorizado e reconhecido pela companhia e passa a se empenhar cada vez mais.

Ao contrário do que muitos podem pensar, a previdência privada é uma aplicação simples, embora altamente rentável. Para saber mais sobre a modalidade, acesse a Sua Previdência Privada, tire suas dúvidas e tenha acesso a um suporte especializado.

Em nosso blog, você conta com conteúdos exclusivos que vão oferecer a segurança necessária para tomar a decisão correta e começar agora mesmo a planejar a sua aposentadoria.

Crescer-juntos

Em um relacionamento, nada melhor do que crescer juntos. A propósito, não é esse um sonho comum a todo casal?

Talvez nem sequer percebam, mas vocês certamente já evoluíram em ao menos um aspecto em conjunto. E esse é também um dos grandes desafios de caminhar na vida a dois.

Neste artigo, trazemos algumas reflexões sobre o assunto e ainda dicas de como chegar lá. Continue lendo e confira!

O que significa crescer juntos?

Crescer juntos é o desafio em que o casal se lança quando decide iniciar um relacionamento. É sobre partilhar momentos, ouvir o parceiro, viver experiências e ter uma vida melhor a dois a cada dia.

Vocês crescem juntos quando conversam com maturidade sobre um assunto importante e também quando se colocam no lugar um do outro e entendem sobre o que estão falando.

Não é preciso sequer morar no mesmo imóvel ou pensar em ter filhos para chegar lá – ainda que esse seja um caminho possível.

Por que crescer juntos?

Quando os dois se propõem a crescer juntos, um dá força para que o outro possa ir mais longe. Afinal, não se trata de competição, mas de colaboração.

Além disso, fica muito mais fácil traçar objetivos em comum e trilhar o caminho necessário para que eles sejam atingidos.

A cumplicidade é um dos aspectos que mais se fortalecem quando existe essa cooperação mútua. Isso sem falar na oportunidade de conhecer melhor o outro e entender o que move verdadeiramente as suas ações.

Onde é possível crescer juntos?

Se você já está em um relacionamento há algum tempo, faça um exercício. Compare a pessoa que você era na época em que tudo começou e quem é agora.

Ao fazer essa análise, certamente vai perceber que ocorreram mudanças tanto na forma de pensar quanto na de agir. E isso é mais do que normal, significa que aquela convivência permitiu que você crescesse como ser humano.

Mas a verdade é que o crescimento ocorre em conjunto e em diferentes áreas da vida. Quer um exemplo?

Os hábitos financeiros costumam estar entre os que mais mudam, especialmente diante da decisão de morar juntos. Vocês passam a dividir gastos, a pensar na economia necessária para realizar uma viagem e até fazem planos de um futuro mais distante.

Um também pode dar apoio para o outro na carreira, incentivando a realização de um novo curso ou mesmo entendendo a ausência nos dias em que o expediente se estendeu até mais tarde.

Os hábitos do dia a dia também podem evoluir para melhor, a exemplo dos exercícios físicos realizados a dois ou do preparo de refeições caseiras e mais saudáveis.

Como crescer juntos em casal?

Quer mais dicas de como crescer juntos? Veja alguns hábitos que podem ser facilmente incorporados à rotina do casal. Acompanhe:

Conversem mais

Conhecer as preferências do outro, ouvir as suas histórias e saber como foi o dia são alguns exemplos de assuntos que podem ajudar o casal a se conhecer melhor e a se desenvolver em conjunto.

Afinal, construir uma relação também é sobre aprender a admirar o outro e ter nele uma fonte de inspiração. Mas, para que isso aconteça, vocês precisam estar alinhados e realmente se conhecerem. Pode parecer algo básico – e realmente é quando existe diálogo.

Respeitem as diferenças

É bastante comum nos apaixonarmos por pessoas que tenham tudo a ver com quem somos e com aquilo em que acreditamos. Não por acaso, muitos melhores amigos acabam se transformando em casais.

Ainda assim, sempre existem diferenças e elas precisam ser respeitadas. Talvez o seu parceiro não goste dos mesmos restaurantes que você ou prefira ficar em casa enquanto você está sempre pronto para sair.

No entanto, crescer juntos também exige compreender o espaço do outro e aceitar que vão existir divergências das mais variadas – e que isso é parte de estar em um relacionamento.

Incentivem os sonhos um do outro

Sejam sempre um para o outro aquela pessoa que está na plateia incentivando cada desafio e vibrando com as conquistas. Afinal, já existe gente de sobra para desacreditar e achar que não vai ser possível.

Isso não significa, é claro, deixar de falar quando você acha que o parceiro pode estar seguindo o caminho errado – manter espaço para o diálogo é importante. No entanto, é preciso ter sensibilidade para entender o momento e, também, a forma de se posicionar.

Planejem o futuro juntos

Se vocês têm planos em comum, por que não permitir que eles sejam traçados em conjunto? Planejar o futuro também é crescer ao lado de quem você ama.

Um exemplo é a contratação de um plano de previdência privada. Cada um pode iniciar o seu ou vocês podem unir esforços e manter um como titular e o outro como beneficiário. Isso vai incentivar a economia mensal de um valor que vai render e se transformar na garantia de um amanhã muito mais tranquilo.

Quer saber mais sobre como a modalidade funciona e quais são as vantagens? Fique sempre de olho nas atualizações aqui do blog da Sua Previdência Privada, especialista em ajudar você a investir o seu dinheiro!

Todo sócio de empresa deve se informar e saber como declarar capital social no Imposto de Renda. Você sabe? Se tem dúvidas, não se preocupe, pois este artigo vai ajudar.

Em 2020, o processo continua basicamente o mesmo do ano passado, com alguns campos novos e a mudança do prazo, que foi estendido até 30 de junho. Avance na leitura do texto e veja como fazer o processo sem erros!

Tem como declarar capital social no Imposto de Renda?

Embora seja um montante passível de tributação, o capital social não é declarado na forma em que é registrado no contrato social, mas sim com posteriores alterações nele.

Vamos ver como funciona, então?

Quando declarar capital social no IR?

Uma das situações passíveis de serem declaradas é o chamado aporte de capital integralizado. Nesse caso, ele deve ser declarado conforme as informações a serem prestadas na ficha “Bens e Direitos”, que conheceremos com detalhes mais adiante.

Para isso, você deve considerar como declarável todo tipo de aporte feito no capital original da empresa.  Além disso, não deixe também de informar o total de lucros e dividendos recebidos no exercício no campo 05 da ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”.

Como declarar o capital social no IR?

Antes de avançarmos no passo a passo sobre como declarar capital social no Imposto de Renda, cabe ressaltar as novidades para a declaração do IRPF em 2020. A mais significativa delas você já viu, que é o aumento do prazo máximo de entrega, em virtude dos transtornos causados pelo coronavírus.

Vale também destacar que, neste ano, há campos novos para preenchimento. Além disso, foi ampliado o prazo para obter o débito automático no caso de imposto a pagar.

Outra novidade bem-vinda é a restituição, que será paga com mais agilidade, com o primeiro lote já sendo liberado a partir de 29 de maio.

Por outro lado, uma novidade não muito atrativa é a retirada da dedução do gasto com INSS de empregado doméstico. Ou seja, se você tem uma ou mais secretárias/secretários do lar, não terá mais direito a abater do IR os valores pagos a título de previdência social.

Até 2019, todos que tinham pelo menos um empregado com carteira assinada podiam abater do imposto até R$ 1.200,32 da contribuição previdenciária recolhida durante o ano.

Também foram inseridos novos campos na ficha “Bens e Direitos” sobre conta-corrente e poupança. Agora, o contribuinte tem um campo extra para preencher somente com o nome do banco, mais os números da agência e conta.

Cabe ressaltar que os dados inseridos aí, serão utilizados na ficha “Cálculo do imposto” para indicar a conta de depósito da restituição, se o contribuinte fizer jus a ela. Também serão usados em caso de débito automático das parcelas, quando o contribuinte registrar o pagamento por essa modalidade.

Feito o registro, vamos ver, então, como declarar capital social no Imposto de Renda.

1. Declare que é sócio

Primeiramente, você deve declarar que pertence a uma sociedade empresarial, por meio da ficha “Bens e Direitos”. Nela, escolha o código do bem (32 para cotas de capital ou 31 para ações). Em seguida, acesse “Discriminação”, informando o CNPJ e nome da empresa em que é sócio, além das cotas ou ações atuais.

2. Declare os recursos recebidos

Como sócio, você deve receber um pró-labore que, por sua vez, precisa ser declarado na ficha “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica”.  Preencha os dados nos campos correspondentes e lembre-se de que sobre o pró-labore não há tributação incidente sobre 13º salário.

Caso tenha recebido dividendos, eles só entram na declaração se a empresa tiver registrado lucro no exercício anterior. Eles devem ser declarados no item 05.

Valores recebidos a título de mútuo também entram na declaração. Para esse tipo de recebimento, você deve inserir o código 13, informando em “Discriminação” nome, CNPJ da empresa e valor recebido.

3. Declare valores transferidos para a empresa

Por fim, se você emprestou dinheiro para sua empresa, deverá declarar também na ficha “Bens e Direitos”. A diferença, nesse caso, é que você deverá escolher o código “99 – Outros bens e direitos”.

Em “Discriminação”, repita o processo dos outros tipos de declaração, informando os dados da empresa e os valores que foram emprestados. Não se esqueça, ainda, de informar o valor em aberto no ano anterior e no atual.

Outras regras para sócio declarar Imposto de Renda

Existem situações e regras especiais às quais o sócio precisa ter atenção. Nesse caso, se você informar dependentes, deverá obrigatoriamente repassar o número do CPF de todos eles.

Desde 2018, bens como veículos e imóveis devem ser declarados em campos obrigatórios. Se você tem esse tipo de patrimônio em seu nome, fique atento e não deixe de declará-los.

Por fim, profissionais liberais, como médicos, advogados, dentistas, fonoaudiólogos, psicólogos, terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas, devem também informar o CPF dos seus clientes.

Como você viu, todo cuidado é pouco na hora de saber como declarar capital social no Imposto de Renda. Mas com a ajuda do blog Sua Previdência Privada a tarefa fica mais fácil, não é? Aproveite e compartilhe este conteúdo em suas redes sociais!

Você pode até estranhar a expressão fidelidade financeira, mas saiba que é um elemento essencial para quem deseja construir um relacionamento duradouro e baseado em características como parceria e confiança.

Entre os segredos de uma vida a dois com harmonia e sonhos que viram realidade, está a capacidade de ser leal um com o outro até no momento de gastar dinheiro.

A propósito, você costuma falar sobre finanças em casa? Neste artigo, vamos trazer informações a respeito da importância do assunto e como ele pode colaborar com a vida a dois.

Acompanhe!

Fidelidade financeira: o que é?

A fidelidade financeira nada mais é do que a capacidade de um casal compartilhar as informações sobre as finanças, traçar metas conjuntas e garantir que as decisões sejam discutidas por ambos.

Basicamente, ela prevê a existência de uma relação de confiança e sinceridade quando o assunto é o orçamento, em que as definições prévias são respeitadas pelos dois e qualquer mudança só ocorre após uma boa conversa.

Assim como a fidelidade conjugal, a fidelidade financeira é essencial para que o casamento dê certo e para que exista lealdade nas ações de parte a parte.

O que significa ser fiel nas finanças?

Ser fiel nas finanças é ter sinceridade para compartilhar a sua realidade financeira, incluindo rendimentos e dívidas existentes.

Além disso, é estar comprometido com as metas traçadas pelo casal e buscar estratégias para alcançá-las.

É, ainda, manter o diálogo sempre aberto para abordar mudanças nos planos ou mesmo para acrescentar novas prioridades. Não é sobre excluir os seus sonhos individuais, mas garantir que eles não peguem o outro de surpresa.

Quando acontece a traição financeira?

Esconder um aumento recebido, fazer um empréstimo sem nem ao menos falar com o outro e gastar individualmente o dinheiro separado para planos do casal são situações que podem ser entendidas como traição financeira.

Mais do que a ação em si, o principal aspecto da falta de fidelidade financeira é a ausência de transparência. É aquela confiança que se perde ao agir “pelas costas” do parceiro, tomando uma atitude que gere surpresa ou decepção.

Por que perseguir a fidelidade financeira?

Uma pesquisa realizada na Universidade do Kansas e divulgada pelo Daily Mail mostra que o principal motivo de divórcio entre os 4.500 casais acompanhados foram os conflitos relacionados ao dinheiro.

E a tendência continua a mesma, inclusive no Brasil, como mostram os dados de um estudo realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Segundo a pesquisa, quatro em cada dez entrevistados (39%) casados ou em união estável afirmaram que brigam com o parceiro por motivos financeiros. Entre eles, os principais são:

  • Discordar sobre os gastos da casa (41%)
  • Não ter uma reserva para imprevistos (32%)
  • Não desejar pagar pelos gastos do parceiro (19%)

Ou seja, não conversar sobre o dinheiro ou ser infiel nas questões financeiras impacta, e muito, um relacionamento. É o tipo de situação que pode começar com pequenas picuinhas e evoluir para o completo esgotamento que, não raro, leva à separação.

3 dicas para alcançar a fidelidade financeira

Quer evitar que o dinheiro se transforme em motivo de brigas constantes? Então, confira algumas dicas para fazer da fidelidade financeira uma realidade no seu relacionamento.

1. Não encarem o dinheiro como um tabu

O primeiro passo para construir uma relação baseada na fidelidade financeira é conversar sobre o assunto. Mesmo que vocês decidam manter contas separadas no banco e tenham seus próprios objetivos, permitir que o outro saiba como anda o orçamento é demonstrar confiança.

Além disso, sempre vão existir gastos em comum e é importante que haja espaço para conversar sobre isso sem insinuações ou ironias. As últimas compras incomodaram? Você acha que o padrão de vida está além da renda mensal? Avalie o melhor momento e tenha uma conversa franca e madura.

2. Definam metas em comum

Quando o assunto estiver estabelecido, é hora de falar sobre os objetivos do casal que envolvem as finanças e sobre os aspectos práticos do dia a dia.

Cada um paga uma parte das contas? E na hora de sair para jantar, de onde sai o dinheiro? Organizar os detalhes evita deixar margem para conflitos. Mais do que isso, precisa existir espaço para que vocês sonhem juntos. Um carro novo, aquela viagem de um mês que passa por diversos países ou mesmo a tão desejada casa na praia.

Tudo isso só é possível a partir do esforço mútuo, o que significa definir quanto deve ser economizado a cada mês, como esse dinheiro vai ser investido e quais são as exceções aceitáveis.

3. Pensem no futuro juntos

Quer dar uma prova de que o objetivo é compartilhar a vida inteira com muito companheirismo? Vale pensar na criação de um plano de previdência privada em que um pode ser o titular e o outro o beneficiário.

Com a rentabilidade e a segurança oferecidas, vocês contam com a certeza de uma aposentadoria mais tranquila e com espaço para realizações.

Para saber mais sobre as vantagens da modalidade e os cuidados na hora de investir, siga acompanhando os conteúdos especializados do blog da Sua Previdência Privada!

Você não precisa ter uma conta bancária robusta para começar a adotar hábitos milionários. Afinal, o grande segredo para uma vida financeira mais saudável não está no volume dos seus rendimentos mas, sim, na maneira como você os administra.

Por isso, nunca é tarde para desenvolver costumes semelhantes a quem tem muito dinheiro. Eles podem servir de inspiração a você, mesmo que as realidades sejam um pouco diferentes.

Pronto para se deixar influenciar por práticas comuns a pessoas ricas? Neste artigo, separamos nove delas para você. Siga acompanhando!

O que são hábitos milionários?

Hábitos milionários são costumes adotados por pessoas com muito dinheiro. Essas práticas comuns ajudam a preservar a saúde financeira e a qualidade de vida, independentemente da situação econômica em questão.

Ou seja, mesmo quem possui um patrimônio muito menor do que esses donos das maiores fortunas do mundo podem se inspirar em tais medidas e ter sucesso na administração do seu orçamento.

Nove hábitos milionários para você adotar hoje mesmo

Pronto para se inspirar e adotar hábitos milionários? Então, preste atenção nas nove dicas que preparamos para você começar agora mesmo. Acompanhe!

1. Economizar

Para escrever o livro The Next Millionaire Next Door, Sarah Stanley Fallaw conversou com 600 milionários norte-americanos. Sabe o que ela descobriu que quase todos eles têm em comum? O hábito de economizar.

A maior parte dos entrevistados relatou que costuma gastar menos do que podem. Então, você já sabe por onde começar, não é mesmo?

2. Cortar gastos com moradia

Nesse mesmo levantamento para o seu livro, Fallaw também constatou que, embora pudessem morar em gigantescas mansões isoladas dos grandes centros, boa parte dos milionários prefere residir em endereços nos quais  têm plenas condições de bancar.

Se algumas das pessoas mais ricas do mundo abrem mão de determinados luxos para investir no que realmente vale a pena, por que não seguir o mesmo exemplo?

3. Realizar investimentos

Você pode estar pensando que, com muito dinheiro na conta, é muito mais fácil realizar investimentos, e essa lógica não está totalmente errada. No entanto, existem diferentes tipos de aplicações financeiras, voltados para perfis de investidor distintos.

A modalidade escolhida não precisa ser, necessariamente, a mesma que a dos milionários. O objetivo aqui é destacar a importância de alocar seu capital em algo rentável, que aumente a sua geração de receita.

4. Dedicar-se ao desenvolvimento pessoal

Pessoas com muito dinheiro também se preocupam com o seu crescimento pessoal. Por isso, investem boa parte do seu tempo em atividades que promovam o desenvolvimento de habilidades importantes, tanto técnicas quanto comportamentais.

Podemos citar aqui a leitura de livros, o aumento do networking, a prática de atividades físicas e exercícios mentais e a capacitação em competências específicas.

5. Acreditar nos seus sonhos

Quantas vezes você não abriu mão de um objetivo por achar que ele era muito difícil de ser alcançado? Pois é, imaginamos que a maioria das pessoas passa por isso em algum momento da vida, exceto os milionários.

Esse talvez seja o hábito que mais os define: a capacidade de acreditar nos seus sonhos, independentemente de qualquer coisa. Não que eles não tenham medos – os mais ricos também os têm, pois são humanos. No entanto, eles sabem enfrentá-los como ninguém.

6. Ser adepto aos feedbacks

Os milionários entendem que a maneira mais eficaz de evolução é por meio do recebimento de feedbacks. Segundo um trecho do livro Rich Habits, de Thomas C. Corley, pessoas com muito dinheiro não têm medo das críticas e as utilizam para se tornarem melhores.

Além disso, elas se valem dessas mensagens para buscar novos horizontes e se reinventar profissionalmente. Faz sentido para você?

7. Agir pela sua própria cabeça

O ser humano, na sua essência, é influenciável. Basta alguns reviews positivos de determinado produto para comprarmos sem pensar duas vezes, mesmo que ele não seja necessário.

Os milionários, no entanto, lutam contra esses instintos e fogem do comportamento de manada. Para atingir o sucesso, então, você precisa agir pela sua própria cabeça,

8. Refletir mais

Esse hábito ao encontro do anterior. Para evitar as decisões por impulso, os milionários refletem muito mais que as outras pessoas antes de fazer escolhas.

Gerenciar o seu próprio tempo, reservando boa parte do dia para pensar sobre as suas prioridades, pode ser um começo interessante.

9. Planejar o futuro

O último dos hábitos milionários tem a ver com reflexão. Não pense que só porque uma pessoa está com a vida ganha, que ela não tem preocupações com o seu futuro.

Muito pelo contrário. Prezar pela saúde financeira é um hábito bastante valorizado pelos mais ricos e, mesmo eles, planejam a sua aposentadoria para manter seus elevados padrões de vida após encerrarem as atividades profissionais.

Se você deseja seguir mais esse costume de pessoas que têm muito dinheiro, não pense duas vezes e comece agora mesmo a investir em um plano de previdência privada.

Na Sua Previdência Privada, você conta com todo o suporte que necessita e pode tirar todas as suas dúvidas sobre essa modalidade de investimento. Confira nossos conteúdos exclusivos, não deixe para depois o planejamento da sua aposentadoria e assegure um futuro melhor para você e sua família.

Dieta-financeira

Já experimentou uma dieta financeira? Se você é do tipo que não perde a oportunidade de conhecer um restaurante novo ou de pedir um delivery, pode estar na hora de apelar para essa estratégia.

Não entendeu do que se trata, mas acha que uma economia na alimentação cairia bem? Então, siga na leitura deste artigo e conheça o que esse conceito representa e como ele pode ser aplicado na sua rotina.

O que é dieta financeira?

O conceito de dieta financeira alia a necessidade de uma alimentação equilibrada com a importância de manter o controle dos gastos relacionados à comida.

Não significa passar vontade ou se privar de experiências que são importantes para você, como desfrutar de um jantar em família naquele restaurante em que todos se reúnem desde sempre.

O ponto central, aqui, é aprender a fazer escolhas mais inteligentes, que não sejam baseadas apenas em um impulso ou decisões mal pensadas.

Como uma dieta financeira funciona?

Para entender esse conceito, pense em uma dieta alimentar. No entanto, no lugar de ficar de olho apenas nas calorias, você também vai precisar considerar outros números, como os do seu orçamento.

Todo o funcionamento depende de entender o quanto você gasta com alimentação, com qual frequência, em quais lugares e por quais motivos. O objetivo é ter acesso a um panorama completo, que permita enxergar aqueles hábitos da rotina que você repete de maneira automática e sequer percebe.

Com os dados em mãos, é possível traçar as estratégias da dieta financeira e definir parâmetros de acompanhamento. Mas não se preocupe, logo vamos falar sobre um passo a passo que pode ser adaptado para a sua realidade.

Benefícios da dieta financeira

Quando você opta por realizar uma dieta financeira, passa a observar o seu consumo de alimentos com mais cuidado, o que permite avaliar excessos e, sobretudo, analisar a qualidade da alimentação. Então, logo de cara, a sua saúde agradece.

A tendência é que você passe a valorizar mais as refeições preparadas em casa e elimine a culpa gerada por ter comido um prato que era muito maior do que a sua fome.

Como se cuidar da saúde não fosse o bastante, há ainda mais razões para você começar uma dieta financeira hoje mesmo. Falando mais especificamente do bolso, é inegável que o maior benefício é a economia. Afinal, muitas vezes, sequer temos noção de quanto a alimentação representa nos nossos gastos.

Ao conhecer os números, você ganha uma oportunidade de mudar hábitos e aproveitar melhor o seu dinheiro.

Sabe aquela viagem que você sempre quis fazer ou a reforma completa do apartamento que nunca sai do papel? A realização de projetos pode ficar muito mais perto do que você imagina quando a dieta financeira é integrada à rotina de modo permanente.

Como fazer uma dieta financeira?

Convencido de que uma dieta financeira é a solução para melhorar a sua saúde e ainda equilibrar os gastos? Confira um passo a passo de como levar essa estratégia para o seu dia a dia, com saúde no corpo, na mente e no bolso!

Conheça os números

Como já comentamos, não dá para pensar em economizar sem antes saber qual é a situação real. O primeiro passo, portanto, é analisar as contas dos últimos meses – você pode considerar, por exemplo, um trimestre ou um semestre – e entender o que elas mostram.

Para cada mês, some todos os gastos relacionados à alimentação. Isso inclui: o supermercado, o restaurante, a padaria, o delivery e qualquer outro. Depois, avalie o quanto esses valores representam da sua renda total.

Também identifique quais das áreas acima concentram as maiores despesas no conjunto. Isso vai ajudar nos próximos passos.

Defina metas de economia

Com os números em mãos, é hora de definir metas de economia, que também podem ser aliadas a objetivos como emagrecimento, aumentar a massa magra, ter uma alimentação mais saudável ou qualquer outro que faça sentido para você e a sua realidade.

Decida, por exemplo, que você só pode pedir comida por delivery duas vezes por mês. Outra meta possível é reduzir em 35% os seus gastos mensais com alimentação.

O essencial aqui é pensar em objetivos que realmente possam ser cumpridos e que representem uma mudança importante no modo como você define a sua alimentação.

Mude hábitos nocivos

Para ajudar no cumprimento das metas, também é fundamental identificar hábitos que levam você a gastar mais do que deveria, como não saber cozinhar ou se esquecer de ir ao supermercado e acabar gastando mais em restaurantes.

Pergunte para você mesmo se existe alguma forma de transformar essas atitudes e tente assumir uma postura diferente.

Invista o dinheiro economizado

Mais uma dica para incentivar a sua economia: tenha um propósito definido e invista o seu dinheiro com base nele.

Se você deseja ampliar o seu patrimônio em longo prazo e se preocupa em garantir um futuro mais tranquilo para a sua família, uma boa alternativa pode ser iniciar um plano de previdência privada.

Com uma pesquisa sobre as melhores taxas, é possível aliar segurança e rentabilidade na hora de investir o seu dinheiro.

Quer saber mais sobre a modalidade e as suas vantagens? Aqui no blog da Sua Previdência Privada você tem acesso aos conteúdos mais atualizados sobre o assunto, escritos de forma descomplicada e direta!