Categoria: Previdência Privada

Home / Categoria: Previdência Privada

Todo contribuinte é obrigado a optar pela declaração completa ou simplificada a cada acerto de contas com o Leão. A questão, nesse caso, é descobrir qual é o modelo mais indicado, considerando a renda anual, as deduções a abater e os eventuais investimentos.

De fato, uma escolha equivocada pode representar prejuízos, considerando, por exemplo, os valores a pagar ou a restituir de Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF). 

Há, ainda, outras questões a serem ponderadas antes de clicar em “enviar” no software do IRPF. Elas serão levantadas a partir de agora, então, sinta-se convidado para prosseguir na leitura e ficar por dentro de um tema que interessa ao bolso de todo brasileiro.

A escolha entre declaração completa ou simplificada

Não é novidade que a carga tributária em nosso país é pesada e atinge em cheio tanto pessoas físicas quanto jurídicas. Se o contribuinte não se cuidar nem se planejar para pagar seus impostos, corre o risco de amargar perdas consideráveis.

Um desses cuidados envolve justamente a escolha entre declaração completa ou simplificada. Afinal, existem certos tipos de despesas que, pela sua natureza, não são passíveis de tributação, gerando créditos que podem ser restituídos depois.

É o caso, por exemplo, dos planos de previdência privada do tipo PGBL. O mesmo vale para a pensão alimentícia paga nos termos de uma ordem judicial. Tendo em vista esses detalhes, é fundamental fazer a declaração corretamente para garantir as deduções esperadas e devidas.

Diferenças entre declaração completa e simplificada

Se você está em dúvida entre fazer a declaração completa ou simplificada, a primeira questão a observar é se possui despesas a deduzir. Afinal, essa é a diferença principal entre elas.

Na declaração completa, você informa ao Fisco todos os gastos que teve com saúde e educação, entre outros, além de dados relativos aos seus dependentes. Já no modelo simplificado, praticamente se limita aos valores recebidos no ano-exercício anterior.

Como estamos falando de um imposto sobre a renda, quem ganha mais, paga mais. E para reduzir o montante a pagar, o contribuinte tenta comprovar que tem muitos gastos – são as despesas dedutíveis, que só podem ser informadas na declaração completa.

Declaração completa ou simplificada no IR: qual é a melhor?

Se você deseja uma resposta rápida entre declaração completa ou simplificada, é a seguinte: quem tem valores significativos em despesas a deduzir, costuma optar pela completa. Já quem não tem, pode escolher a simplificada.

As despesas sobre as quais falamos podem ser relacionadas, por exemplo, a gastos médicos, com educação ou previdência privada. Apresentar esses dispêndios é a forma que o contribuinte encontra para pagar menos imposto ou até ser restituído – isso quando comprova que teve retido na fonte mais do que deveria.

Se você tem dúvidas sobre qual é o modelo de declaração ideal, fique tranquilo. O programa da Receita Federal, automaticamente, informa qual é o mais vantajoso a partir das informações inseridas.

Mas se você quiser se antecipar e não inserir no sistema possíveis despesas dedutíveis, seja porque elas não são numerosas ou porque não tem dependentes, pode apostar na versão simplificada.

Como fazer a declaração completa no IR?

Embora pareça uma tarefa árdua, não é tão difícil assim fazer uma declaração completa. Tudo vai depender da composição da sua renda e de quantas despesas dedutíveis você tem para registrar. Ou seja, quanto mais rendimentos e gastos a serem registrados, mais extensa será a sua declaração.

Considere que, fora os planos de previdência privada PGBL, podem ser incluídas despesas como pensão alimentícia, com a condição de terem sido estipuladas em juízo.

Cabe ressaltar que despesas com dependentes, como plano de saúde e educação, podem ser incluídas. Nesse caso, vale não apenas para os filhos, como para os cônjuges, enteados ou os pais.

Também é preciso salientar que filhos de pais divorciados não devem ser declarados como dependentes por ambos. Isso significa que apenas a mãe, o pai ou tutor legal pode declará-lo nessa condição. Pais que pagam pensão determinada por juiz só podem declarar seus filhos como “alimentandos”.

Dessa forma, o filho precisa ser primeiramente cadastrado na ficha de dependentes com seu nome e CPF. Em seguida, os gastos com pensão alimentícia devem ser lançados na opção “Alimentandos”. 

Resumidamente, a declaração completa pode ser feita da seguinte forma:

  • Abra o software do IRPF
  • No menu à direita, declare seus rendimentos conforme a sua natureza (isentos, tributáveis, recebidos de pessoa jurídica ou de pessoa física no exterior)
  • Declare outros rendimentos conforme sua classificação, como doações efetuadas ou espólio
  • Se tiver dependentes, não deixe de cadastrá-los na opção à direita
  • Preenchidos todos os dados, o próprio software indicará qual é o modelo adequado.

Como fazer a declaração simplificada no IR?

Já a declaração simplificada, como o nome já diz, não precisa de muita coisa para ser feita.

Basicamente, o contribuinte só precisa lançar tudo aquilo que recebeu como salário e outros rendimentos no ano ao qual se refere a declaração. Feito isso, basta enviar e aguardar pelo recibo.

Como você viu neste conteúdo, as diferenças entre declaração completa ou simplificada dependem mais dos rendimentos do contribuinte. Quanto maior a renda, maiores serão as despesas e, assim, a declaração fica cada vez mais “recheada”.

Agora que você está por dentro, que tal compartilhar este material em suas redes sociais e ajudar a divulgar essa informação útil? E, para continuar se informando, leia outros conteúdos do blog Sua Previdência Privada.

Entra ano, sai ano, o contribuinte brasileiro se coloca diante de uma questão importante: optar pelas deduções legais ou desconto simplificado na hora de declarar o Imposto de Renda? 

Embora o software do IRPF esteja sendo aprimorado com o tempo e fique cada vez mais intuitivo, ainda é difícil dominar por completo algo que só se faz uma vez por ano. 

Outro fator capaz de complicar na hora de declarar é a própria situação financeira do declarante. De um ano para o outro, empregos podem ser trocados, heranças recebidas, investimentos realizados, despesas contraídas. Tudo isso influencia no momento de fazer o IR.

Dessa forma, queremos que você saiba o que deve ser considerado para que seja possível fazer a declaração mais adequada. Vamos entender como escolher entre deduções legais ou desconto simplificado?

Deduções legais ou desconto simplificado: por que escolher?

A declaração do Imposto de Renda se divide basicamente em duas categorias: simples ou completa.

Assim, deve optar pela opção completa quem tiver despesas dedutíveis, ou seja, aquelas que podem gerar restituição ou abatimento. É o caso dos titulares de planos de previdência ou de quem tem dependentes.

Quem tem valores consideráveis em despesas médicas e com educação, por exemplo, também pode apresentar a declaração completa para reduzir o valor a pagar em imposto ou mesmo obter a restituição.

Já a simples, basicamente, é indicada para pessoas que não tenham despesas a deduzir. Por isso, uma escolha equivocada pode representar um desfalque considerável. Ou, no mínimo, desperdiçar uma oportunidade de economia.

O que muda entre deduções legais e desconto simplificado?

O primeiro passo para saber qual é o modelo adequado é tomar como referência a última declaração. Se não houve mudança significativa na composição da sua renda anual nem surgiram novas despesas, o melhor é manter o que já está sendo feito.

Mas se houve alguma alteração em seus rendimentos, então, você precisará calcular a margem dedutível e optar pela declaração completa. A conta é bastante simples.

Considere que, no modelo simplificado, a RFB concede 20% de desconto ao calcular o imposto, desde que não ultrapasse o limite de R$ 16.754,34. 

Para saber se você se enquadra nesse teto, basta somar todas as suas despesas com saúde, educação e previdência privada. Se a conta for superior a R$ 16.754,34, então, o modelo completo tende a ser o mais indicado.

Deduções legais ou desconto simplificado no IR: qual é o melhor?

Fique tranquilo se matemática não é o seu forte. Todos os cálculos são feitos automaticamente no sistema da Receita Federal, que ainda informa ao final, qual modelo de declaração se mostra mais vantajoso para você: com deduções legais ou desconto simplificado.

De qualquer forma, o rol de despesas que podem ser computadas como dedutíveis é relativamente extenso – e você precisará inserir no programa todas elas para ter a resposta que procura.

Um bom exemplo disso são os investimentos em previdência privada.  Todos os titulares de um Fundo de Aposentadoria Programada Individual (FAPI) ou de um Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) podem abater o montante das contribuições.

Nesse caso, o desconto fica limitado a 12% do rendimento tributável recebido no ano anterior. Por exemplo, digamos que você deverá pagar imposto sobre R$ 8 mil. Então, o máximo que poderá abater do valor a ser pago é R$ 960,00.

Cabe salientar que planos da modalidade Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) não oferecem a possibilidade de abatimentos. Portanto, são indicados para quem usa o modelo simplificado de declaração.

Como declarar IR com deduções legais?

Um dos avanços mais festejados no software IRPF é a escolha automática pela declaração completa ou simples. Em contrapartida, ela traz uma má notícia: o fim da dedução no IR das contribuições feitas a título de pagamento de INSS de empregado doméstico.

Para fazer a declaração completa, você precisará ter em mãos, ou no seu computador, celular ou tablet, os comprovantes das despesas dedutíveis.

Além dos planos de previdência privada PGBL, é possível incluir gastos com pensão alimentícia (desde que determinada por juiz). Aliás, todas as despesas com dependentes podem ser incluídas. Isso vale não só para filhos, como para os pais, cônjuges e enteados.

Um cuidado a ser tomado é que filhos de pais separados não devem constar como dependentes nas duas declarações. Ou seja, apenas o pai ou a mãe pode declará-lo nessa condição. 

Quem não possui a guarda deve incluir o filho como “alimentando”. Para isso, ele deve ser cadastrado na ficha de dependentes e, na aba para declarar despesas dedutíveis, poderá inserir os gastos com pensão alimentícia. 

Não custa lembrar que esse tipo de despesa só pode ser declarada se a pensão tiver sido determinada em juízo.

Como declarar IR com desconto simplificado?

No caso de desconto simplificado, a declaração deve ser feita da seguinte forma:

  • Abra o software do IRPF
  • No menu à direita, declare seus rendimentos conforme a sua natureza (isentos, tributáveis, recebidos de pessoa jurídica ou de pessoa física no exterior)
  • Declare outros rendimentos conforme sua classificação. Por exemplo, doações efetuadas ou espólio
  • Se tiver dependentes, não deixe de cadastrá-los na opção à direita. O mesmo vale para o pagamento da pensão alimentícia, cuja declaração deve ser feita no item “Alimentandos”
  • Preenchidos todos os dados, o próprio software indicará qual é o modelo adequado

Ficaram claras as diferenças entre deduções legais ou desconto simplificado, certo? Quando se trata de declarar o IR fique sempre atento, já que dados inconsistentes ou falsos podem levar o contribuinte a ser multado. Não facilite!

Para ficar sempre bem informado sobre temas ligados a finanças, investimentos e, claro previdência, conte com o blog Sua Previdência Privada. Aqui, você é sempre o primeiro a saber!

Se você acompanha o noticiário político e econômico com alguma regularidade, pode já ter ouvido a expressão comportamento de manada. Como o título já indica, trata-se de um efeito perigoso, que gera grande imprevisibilidade. Na real todos saem prejudicados: tanto os que aderem a ele quanto os que ficam de fora, já que podem ser indiretamente afetados mesmo assim!

Então se você não quer ser apenas mais um na multidão, avance na leitura dos tópicos a seguir para saber como essa postura prejudica suas decisões, inclusive na esfera financeira.

Comportamento de manada: o que é?

O comportamento de manada se refere a uma ação coletiva, ainda que pouco racional. É como uma atitude que as pessoas adotam ao se espelharem nas outras, sem questionar a razão daquilo.

Embora bastante difundido e até citado em trabalhos acadêmicos, o termo não tem um autor definido. Há quem diga que se trata de uma teoria com base na psicologia.

De fato, se considerarmos os potenciais desencadeadores dessa forma de proceder, não é difícil traçar paralelos com fatores que condicionam certas atitudes humanas. Isso porque o comportamento de manada surge em momentos de grande incerteza coletiva.

Ele é muito comum, por exemplo, na Bolsa de Valores. Quando o valor de mercado de um ativo despenca ou aumenta, tende ou a arrastar consigo uma grande quantidade de investidores ou provocar uma fuga em massa.

Por que é um risco seguir a manada?

De certa forma, até existe uma lógica por trás desse modus operandi. O ser humano age muito em função do chamado “efeito espelho”. Isso significa que temos a tendência inata de copiar dos outros aquilo que julgamos ser bom. Essa é provavelmente a lógica que desencadeia o comportamento de manada.

No entanto, na maioria das vezes, ele está associado à pouca reflexão. Por isso, as pessoas passam a se comportar como bovinos assustados em um rebanho sem nem mesmo ter um motivo para tal.

Nesse sentido, seguir a manada pode ser, em vez de questão de sobrevivência, um problema generalizado sem qualquer justificativa plausível.

Impactos do comportamento de manada nas finanças

Toda decisão tomada sem reflexão é necessariamente perigosa. Esse é o principal problema do comportamento de manada, que pode se manifestar em diversas esferas.

Na política, ele pode levar um grande número de pessoas a votar sem qualquer conhecimento sobre um partido ou candidato. Já nas finanças, pode induzir ao excesso de gastos e diversos equívocos, todos com consequências graves para a saúde financeira.

Assim, o comportamento de manada pode se caracterizar das seguintes maneiras:

Repercussões nos investimentos

Quem age conforme a manada tende a decidir sempre porque viu alguém ou algum grupo fazer. É assim que pensam, por exemplo, pessoas que investem apenas porque ouviram colegas do trabalho dizerem que uma certa aplicação é rentável. 

Trata-se de um risco, principalmente quando o ativo em questão são ações e outras opções de rendimento variável.

Por isso, antes de investir, jamais o faça apenas por indicação ou porque ouviu falar. Procure sempre se informar bem antes de aplicar seu dinheiro.

Compras por impulso

Já sobre as compras por impulso, não tem muita novidade. Elas são um problema para quem não consegue disciplinar seus gastos e pode gerar estragos consideráveis nas finanças.

Portanto, a melhor forma de evitar esse mal é planejar minuciosamente quanto você pretende gastar mês a mês.

Falta de critérios ao investir e gastar

Se em um mês você investe em ações e, no outro, está procurando por opções de renda fixa, pode ser sinal de que faltam critérios na hora de aplicar seu dinheiro.

Esse é um dos “sintomas” mais claros de um comportamento de manada. Ou seja, vale mais o que a pessoa acha que os outros estão fazendo e menos uma análise ponderada e cuidadosa do seu próprio caso.

Como fugir do comportamento de manada?

Até aqui foi possível perceber que, embora prejudicial, o comportamento de manada é bastante compreensível. Felizmente é igualmente viável desenvolver estratégias para escapar dele. A seguir, destacamos três medidas nesse sentido:

Avalie sempre os prós e contras das decisões

Comportar-se tal como a manada é deixar de lado o senso crítico para agir apenas com base em um impulso. Um bando não pensa antes de agir. Ele simplesmente toma uma atitude e segue uma direção aleatória sem qualquer critério.

Por isso, antes de tomar decisões, procure sempre analisar as vantagens e desvantagens implicadas.

Nunca gaste sem planejar

Não há conta bancária que resista à falta de planejamento. Portanto, todo gasto deve ser previsto em um orçamento mensal, inclusive aqueles não tão fundamentais assim.

Dessa forma, você terá uma boa justificativa para não seguir uma manada quando ela “disparar”.

Procure sempre conhecer mais de uma opinião ou estudo

Por ser uma conduta irrefletida, o comportamento de manada tende a se basear, via de regra, em apenas uma opinião ou um lado da história. Esse é um erro grave, já que toda circunstância apresenta variáveis e condicionantes que podem causar impacto de diferentes maneiras.

Assim, antes de tomar partido em alguma questão ou decidir onde aplicar e gastar seu dinheiro, busque estudos e dados para validá-los.

Pronto! Com essas dicas, você evita o comportamento de manada e faz seu dinheiro render mais.Quer continuar se informando? Aqui no blog Sua Previdência Privada temos diversos conteúdos que vão ajudar você a tomar decisões melhores, principalmente a respeito de finanças.

A pedagogia econômica é essencial, mas infelizmente ainda muito negligenciada nos lares e instituições de ensino no Brasil. Fácil reconhecer a sua enorme importância: todas as pessoas, sem exceção, têm que lidar com dinheiro. E sem uma base educacional para isso, não se pode esperar uma boa relação com nossas carteiras e contas bancárias, concorda?

A solução está na educação. Está disposto a melhorar nesse sentido? Então, avance na leitura deste conteúdo para saber mais sobre o assunto, dominar a pedagogia econômica e colocar a mudança em prática na sua vida.

Pedagogia econômica: o que é?

Também conhecida como educação financeira, esse é o ramo da pedagogia voltado para o desenvolvimento de saberes e competências em relação às finanças pessoais.

Perceba que, nesse caso, a formação não é necessariamente profissional. Ou seja, o foco da pedagogia econômica é fornecer as ferramentas essenciais para tratar do uso do dinheiro no dia a dia e ao longo da vida.

Como planejar-se para passar um mês tranquilo com o próprio salário? O que fazer para guardar dinheiro regularmente? Essas e outras questões podem ser respondidas por meio da educação voltada para as finanças.

Como a pedagogia econômica funciona?

Para nos expressarmos bem, estudar português e redação é fundamental. O mesmo vale para desenvolver o raciocínio lógico, que depende do estudo de ciências exatas e de matemática.

Nessa linha, a pedagogia econômica se presta a servir de base para a formação de pessoas capazes de cuidar das suas finanças na vida adulta.

Os processos pedagógicos em geral têm como objetivo sistematizar o conhecimento, permitindo que um certo tipo de saber seja dominado. Por essa perspectiva, a pedagogia econômica funciona como um terreno de experimentação de práticas e bons hábitos para aplicação diária.

Você já parou para pensar, por exemplo, por que é tão difícil poupar dinheiro? Provavelmente, essa dificuldade tem muito a ver com a falta de ferramentas e de informação que tivemos sobre o assunto. É esse tipo de lacuna que a educação financeira pretende preencher.

Benefícios da pedagogia econômica

A educação é sempre a melhor reposta para os desafios que a vida impõe, incluindo a falta (ou até o excesso) de dinheiro.  Assim sendo, a pedagogia econômica é, sem dúvida, o melhor caminho para se ter uma relação mais saudável com o dinheiro.

Em uma análise rápida, podemos identificar os benefícios da sua aplicação:

  • Desenvolve o raciocínio para as finanças
  • Serve de base para criar bons hábitos a respeito do dinheiro
  • Amplia a visão sobre a importância de se poupar e investir
  • É a base para adotar o planejamento financeiro
  • Ajuda a evitar o endividamento e a inadimplência

Pedagogia econômica: 4 dicas para sua vida

Como falado, a pedagogia econômica não implica em fazer cursos demorados ou investir pesadamente em formação. Na verdade, o seu objetivo é formar pessoas que tenham o conhecimento necessário para dar a melhor destinação aos seus recursos, gerando valor e aumentando a qualidade de vida.

Dessa forma, sempre é tempo de começar uma nova fase com menos dívidas, preocupações financeiras e mais prosperidade. Para isso, um bom começo é aplicar as dicas dos próximos tópicos: 

1. Nunca gaste sem planejar

Certamente, a melhor prática que você pode adotar desde já é nunca gastar o seu dinheiro sem antes ter planejado. Isso não quer dizer que você não pode fazer o que quiser com o seu dinheiro. 

No entanto, é preciso ter em mente que o planejamento serve, justamente, para dar mais liberdade ao usar esse recurso – que, obviamente, não é ilimitado.

Lembra aquela frase que diz que “dinheiro não nasce em árvore”? Portanto, se você quer mesmo usar o seu salário da melhor forma, deve começar traçando o destino que ele terá.

2. Faça da calculadora uma amiga

Existem acessórios que nunca devemos abrir mão – e um deles é a calculadora. Afinal, para ter um orçamento equilibrado, é preciso saber exatamente como andam as finanças. Nesse sentido, essa ferramenta pode ser muito útil.

Faça um pequeno esforço de memória: quando foi a última vez que você pegou em uma para calcular um gasto ou atualizar suas contas? Se tem pouco tempo, parabéns, pois indica que está usando a calculadora na frequência ideal.

Mas, caso nem consiga lembrar quando foi, é bom que a partir de agora, evite esse erro e adote a calculadora como sua companheira inseparável. É muito fácil, está literalmente sempre a mão em seu celular!

3. Use bem o seu orçamento

Adotar a pedagogia econômica é, como já destacamos, dar um passo para ter mais liberdade com o dinheiro. Quem se informa sobre o assunto, com certeza, faz mais com menos.

Acredite: o que importa não é tanto quanto se ganha, mas sim o uso que é feito desse rendimento. Aplicando esse princípio, você se surpreenderá com o quanto pode fazer até mesmo com um salário mínimo.

4. Leia e informe-se

Como visto, educação é o principal ponto de partida para ter mais saúde financeira, o que contribui em diversos aspectos da vida. E informação para você começar a gerir melhor suas finanças é o que não falta na internet. 

Uma das fontes que você pode usar desde já para isso é o blog Sua Previdência Privada. Conte com a gente para ajudar na sua trajetória em direção a uma vida financeira mais produtiva e saudável.

O comprometimento organizacional pode ser compreendido como uma escala de valor pela qual um profissional está envolvido com a causa de seu empregador.

De acordo com os resultados de uma pesquisa da consultoria Enfoque Pesquisa de Marketing, é um aspecto em que o mercado de trabalho brasileiro precisa melhorar muito.

Ela constatou que somente 3 em cada 10 trabalhadores no Brasil são comprometidos com as companhias onde trabalham.

Talvez esse baixo índice se explique pelo fato do comprometimento ser algo que precisa de tempo para se consolidar. Demanda confiança mútua, boa vontade e muito profissionalismo, algo que não surge da noite para o dia.

Descubra como ele se manifesta e o que fazer para aumentar o envolvimento dos colaboradores com o seu local de trabalho e o compromisso com os resultados do negócio.

Comprometimento organizacional: o que é?

Na esfera pessoal, estar comprometido significa assumir responsabilidades e receber de volta o mesmo cuidado e atenção.

Já na condição de colaborador ou gestor, essa postura se revela quando você evidencia que vê na empresa não só seu ganha-pão, mas uma causa que vale a pena abraçar.

Lembre-se da expressão “vestir a camisa”, tão usada no meio empresarial para designar o empregado que faz mais do que apenas a sua obrigação. É mais ou menos por aí.

Afinal, um colaborador efetivamente compromissado é necessariamente mais ativo, tende a encontrar mais soluções e costuma apresentar resultados acima da média. Sendo assim, comprometer-se é muito mais do que estar motivado

Para que serve o comprometimento organizacional?

Aumentar o comprometimento organizacional, portanto, deveria ser a prioridade de toda empresa, independentemente do porte e do segmento em que atue. Considerando os índices que vimos na introdução, é preciso admitir que há muito o que melhorar nesse sentido.

Esse processo de melhora, por sua vez, deve ser desencadeado pelas lideranças das organizações.

Veja que isso não significa apenas oferecer pacotes de benefícios, plano de carreira e aumentos salariais. Uma empresa que espera empregados comprometidos pode e deve ir além do óbvio e trabalhar firme para trazer seus colaboradores para o seu lado.

Isso porque o comprometimento se manifesta justamente nos momentos difíceis. Logo, um trabalhador nessa condição é sempre muito mais produtivo, entregando mais valor.

Esse é o grande objetivo ao estimular o comprometimento organizacional: fazer com que as pessoas se sintam valorizadas e, assim, retribuam em igual medida.

Tipos de comprometimento organizacional

Sem pretender esgotar o assunto, vamos conhecer agora quais são as cinco formas conhecidas de se manifestar essa importante qualidade:

Normativo

Esse comprometimento é baseado em algum débito que o colaborador tenha com a empresa. Sendo assim, ele tende a permanecer enquanto sentir que precisa dar uma retribuição material.

Comportamental

Já o comprometimento comportamental se evidencia de maneira mais espontânea. Sem qualquer cobrança ou pressão, o trabalhador que age pautado desse modo procura dar o exemplo e o melhor de si em tudo que faz.

Instrumental

Por sua vez, o comprometimento instrumental é orientado pela recompensa na forma de salário e benefícios, como plano de saúde. É o caso do colaborador que fica na empresa em função do retorno financeiro.

Sociológico

Em uma escala mais baixa, a maneira sociológica de se comprometer é sempre ditada por relações de dominação. Isso acontece, por exemplo, nos casos em que o vínculo dos trabalhadores com a empresa só se justifica pelo medo do desemprego.

Afetivo

Em contrapartida, o tipo afetivo de comprometimento é considerado ideal, porque por ele, os colaboradores sentem de todo o coração que pertencem à empresa. Seria, então, o estágio mais elevado em uma escala de compromisso.

Promova o comprometimento organizacional em 4 passos

Na sequência, entenda de que forma você pode começar desde já a engajar mais seus colaboradores com a empresa e obter deles o máximo de envolvimento com seus resultados e metas.

1. Estimule a cultura do feedback

Já ouviu falar na expressão “rádio peão”? Brincadeiras à parte, ela é usada quando a comunicação em uma empresa acontece mais nos bastidores do que de maneira aberta. Embora seja um fenômeno, até certo ponto, normal, quando se torna uma prática, tende a minar as relações e arruinar lideranças de forma muito rápida.

Para evitar esse cenário e aumentar o comprometimento, o melhor a se fazer é dar e receber feedbacks constantes e, sempre que possível, em tempo real.

2. Valorize os bons profissionais (sem esquecer dos demais)

Comprometimento é reciprocidade. Por isso, busque sempre evidenciar que valoriza os bons profissionais e que está atento às suas necessidades em todos os sentidos.

Para aqueles que estão alheios ou apresentando rendimento abaixo do esperado, o melhor a se fazer é dar a mão e mostrar possibilidades. Punição ou demissão, só em casos extremos ou quando não restar mais alternativas.

3. Invista no crescimento das pessoas

Uma característica do comprometimento é que, com o tempo, ele tende a crescer. Por isso, não deixe de investir no aperfeiçoamento dos seus profissionais. O retorno que eles darão fará valer a pena.

4. Valorize a transparência

Na linha da cultura do feedback, procure transmitir para as pessoas sob sua liderança que valoriza a transparência e o diálogo. Afinal, não há comprometimento onde não existe a confiança e o respeito mútuo, que só nascem quando se tem canais de comunicação sempre abertos.

Ficamos por aqui, esperando que seus colaboradores desenvolvam cada vez mais o comprometimento organizacional. Aproveite e continue a sua visita pelo blog Sua Previdência Privada para ler outros conteúdos edificantes.

Durante a vida, é comum desenvolvermos hábitos ruins. Muitos deles surgem ao natural, sem que nos demos conta. Mas isso não os torna menos perigosos.

Caso nada de diferente seja feito, o caminho natural é que eles nos acompanhem para sempre. E, quando acabam se enraizando na rotina, mesmo sem querer, tornam-se prejudiciais.

Curioso para saber de quais comportamentos você deve se afastar, como evitar hábitos ruins e construir novas práticas mais saudáveis? Então siga a leitura!

O que são hábitos ruins?

Hábitos ruins são costumes que, de uma forma ou outra, acabam nos prejudicando. Essas práticas acontecem nas mais diversas áreas, e nos atrapalham também de maneiras distintas.

Elas podem ser o simples fato de colocar sal em excesso na comida, beber pouca água, não praticar uma atividade física, realizar compras por impulso, usar o cartão de crédito de forma descontrolada e por aí vai.

Como os hábitos ruins prejudicam você?

Os hábitos ruins podem prejudicar um indivíduo de diferentes maneiras. Alguns afetam diretamente a saúde, como uma alimentação rica em calorias e pobre em nutrientes, ou a partir da falta de exercícios físicos na rotina.

Outros também comprometem o bem-estar, mas de uma forma menos direta. A sua relação com o dinheiro, por exemplo, se for mal administrada, pode trazer problemas como o estresse financeiro, a ansiedade e o endividamento.

Além disso, essas práticas também podem afastá-lo das suas verdadeiras prioridades. Ao realizar uma compra por impulso, você deixa de investir o seu capital em algo que, de fato, importa e poderia acrescentar em algo.

Ou seja, de uma maneira ou de outra, os hábitos ruins são nocivos em maior ou menor grau para as nossas vidas.

6 hábitos ruins para eliminar da sua vida

Para desenvolver práticas mais saudáveis e conquistar os seus objetivos de vida, listamos 6 hábitos ruins que você precisa eliminar da sua rotina. Por que não começar agora? Acompanhe as dicas!

1. Descuido com a saúde

Por culpa da rotina agitada, entre outros motivos, acabamos deixando a nossa qualidade de vida em segundo plano.

A dieta balanceada dá lugar a pratos de preparo mais rápido e pouco saudáveis; o tempo ideal para o descanso é substituído por poucas horas de sono; e as atividades físicas são trocadas por outros passatempos, geralmente virtuais.

Não deixe que esses hábitos ruins façam parte da sua vida. Coloque o seu bem-estar como prioridade e comece a cortá-los aos poucos.

2. Deixar o dinheiro parado

O nosso capital, assim como qualquer outro ativo, precisa estar em movimento para render. Inclusive, para trabalhar a seu favor e fazer mais dinheiro.

Deixar valores parados em uma conta bancária, ainda que na poupança, só serve para a sua desvalorização. Por isso, procure aplicações que combinem com o seu perfil de investidor e aumente o seu patrimônio de forma inteligente.

3. A falta de uma reserva de emergência

Ter uma reserva de emergência é como contratar um seguro de qualquer natureza. Ninguém deseja acionar a proteção, mas é melhor ter o benefício para contar do que ser pego desprevenido.

A menos que você tenha uma bola de cristal, é impossível prever as eventualidades que podem aparecer no futuro. Por isso, é prudente contar com um fundo para eventuais incidentes, como relacionados à saúde ou à perda do emprego.

4. Mau uso do cartão de crédito

O cartão de crédito é uma excelente ferramenta de pagamento, mas precisa ser usado com sabedoria para não virar um problema. 

Acontece que muita gente vê nele uma fonte alternativa de renda, e acaba fazendo compras sem se planejar. E esse é um dos hábitos ruins mais perigosos. Afinal, quando vai ver, a fatura se tornou algo impagável.

Por isso, na hora de usar esse poderoso instrumento, o ideal é tomar algumas precauções, como:

  • Concentre todas as suas compras em um único cartão;
  • priorize as compras à vista e com desconto;
  • procure sempre pagar a totalidade da fatura;
  • evite o crédito rotativo.

5. Descontrole financeiro

Para manter a sua saúde financeira, é fundamental abrir mão de hábitos ruins, como o descontrole orçamentário. Uma maneira de evitar que isso aconteça é traçar objetivos de vida, que servirão como prioridades para você.

Assim, toda vez que você pensar em fazer uma compra desnecessária, vai se lembrar da sua meta e tende a desistir da aquisição sem sentido.

6. Falta de planejamento

Quando não temos um objetivo em longo prazo, um plano futuro que projete um amanhã mais tranquilo e seguro, ficamos à mercê do destino.

É o caso, por exemplo, do planejamento da aposentadoria. Se uma pessoa deixa para a última hora essa preocupação, ela dificilmente vai conseguir manter o padrão de vida quando decidir parar de trabalhar.

Portanto, se você está determinado a, de fato, desenvolver hábitos mais saudáveis, uma boa ideia é começar a investir em um plano de previdência privada, pensando na sua aposentadoria.

Estamos falando de uma aplicação altamente rentável e muito simples. Para saber mais sobre a modalidade, acesse a Sua Previdência Privada e tire todas as suas dúvidas. Além disso, aqui no blog, você conta com conteúdos exclusivos e um suporte especializado para cortar os hábitos ruins e ter uma vida financeira mais segura.

Caixa Previdência é um bom investimento ou é melhor escolher outra seguradora para investir em longo prazo? 

Se você tem essa dúvida, é porque está buscando o melhor plano de previdência privada para garantir uma aposentadoria tranquila, independência financeira e outros objetivos para o futuro. 

Para fazer essa escolha, você precisa analisar critérios como taxas cobradas, composição dos fundos, adequação ao seu perfil de investidor, entre outros aspectos. Na sequência, vamos ajudar você a decidir se Caixa Previdência é um bom investimento apresentando detalhes dos fundos e dicas para investir

Vá lendo e anotando para comparar as opções do mercado. 

Investimento na Caixa Previdência: quais são as opções? 

Para saber se Caixa Previdência é um bom investimento, é preciso analisar as diferentes opções de fundos previdenciários oferecidas pela seguradora. 

Confira as principais categorias.

Fundos de renda fixa

Os fundos de renda fixa da Caixa Previdência são indicados para investidores de perfil conservador, que não gostam de correr riscos e preferem receber um retorno menor do que encarar a volatilidade do mercado. São fundos compostos por no mínimo 90% de recursos em títulos públicos federais e o restante em títulos privados com baixo risco de crédito.

Nessa categoria, estão disponíveis os fundos CAIXA FIC PREV RF, com taxas de administração entre 0,30% e 3%. 

Fundos multimercado com renda variável

Os fundos multimercado com renda variável da Caixa Previdência são indicados para investidores mais arrojados, que conseguem lidar com a alta volatilidade e têm expectativas de retorno mais ambiciosas. As carteiras são compostas por até 15% de ativos de renda variável como ações e câmbio.

Atualmente, a seguradora oferece os fundos CAIXA FIC PREV MULTI, com taxas de administração entre 1,25% e 3%. Há ainda a opção dos fundos multimercado de estratégia livre CAIXA FIC PREV ESTRATÉGIA LIVRE, que cobram entre 0,60% e 0,80% de taxa. 

Fundos de crédito privado

Outra opção oferecida pela Caixa Previdência são os fundos de crédito privado, que aplicam até 80% dos recursos em títulos privados de baixo risco de crédito e o restante em títulos públicos federais. São indicados para investidores moderados, ou seja, que toleram um certo grau de risco para ter retornos melhores.

Na lista de fundos da Caixa, são identificados como CAIXA FIC PREV RF CRÉDITO PRIVADO, cobrando taxas de administração entre 0,60% e 2,50%

Fundos de índice de preços

Por fim, a Caixa Previdência também oferece fundos de índice de preços, recomendados para investidores de perfil moderado a arrojado — apesar de estarem na renda fixa, eles têm maior volatilidade por conta dos ativos atrelados à inflação. Esse tipo de fundo previdenciário é composto por ativos financeiros indexados a índices de preços como o IPCA e IMA-B. 

Para investir nesses fundos, basta escolher as opções CAIXA FIC PREV RF ÍNDICES DE PREÇOS, com taxas entre 0,80% e 2,50%

Investimento em fundo de previdência na Caixa: como planejar

Antes de decidir se Caixa Previdência é um bom investimento, é melhor conferir alguns critérios básicos para escolha da previdência privada. Veja nossas dicas para investir no futuro com inteligência. 

Escolha o tipo e tributação mais vantajosos

Para começar, a regra básica dos fundos de previdência privada é escolher entre os tipos VGBL e PGBL e depois selecionar a forma de tributação mais vantajosa (regressiva ou progressiva). Já falamos bastante sobre essas opções aqui no blog, e vale a pena seguir as dicas para pagar menos impostos e aproveitar ao máximo seu patrimônio capitalizado na previdência privada. 

Confira as taxas cobradas

Os custos também determinam se Caixa Previdência é um bom investimento. A própria seguradora indica que as aplicações durem no mínimo três anos para valer a pena, pois antes desse prazo é cobrada uma taxa de saída (porcentagem sobre retirada) nos seguintes valores:

  • Até um ano: taxa de saída de 5% para aplicações até R$ 1 mil e 1,5% para aplicações acima de R$ 1 mil
  • De um a dois anos: taxa de saída de 3% para aplicações até R$ 1 mil e 1% para aplicações acima de R$ 1 mil
  • De dois a três anos: taxa de saída de 1,5% para aplicações até R$ 1 mil e 0,5% para aplicações acima de R$ 1 mil
  • A partir de três anos: taxa de saída isenta

A taxa de entrada (porcentagem sobre aportes) não é cobrada, mas ainda é preciso colocar as taxas de administração de cada fundo na conta final. 

Verifique os tipos de recebimento disponíveis

Outra dica fundamental ao buscar um bom investimento na Caixa Previdência é verificar quais são as formas de recebimento dos recursos acumulados. A seguradora tem quatro opções:

  • Retirar todo o dinheiro de uma só vez
  • Receber renda vitalícia (paga pelo resto da vida)
  • Receber renda por prazo determinado (você determina um período entre um e 35 anos e pode transmitir a renda para beneficiários)
  • Receber renda temporária (você determina um período entre cinco e 35 anos, mas não há reversão para beneficiários em caso de falecimento).

Fundo de previdência na Caixa é um bom investimento?

Depois de conhecer os fundos e condições, você já pode decidir por conta própria se a Caixa Previdência é um bom investimento. 

Essa pode, de fato, ser uma boa opção para diferentes tipos de perfis de investidores. Há quem busque a solidez de um banco como a Caixa e há quem já tenha um relacionamento antigo com a instituição e confie nesse vínculo para o futuro.

De qualquer forma, a Caixa divulga o desempenho de todos os fundos no site e também disponibiliza uma ferramenta para comprar os planos online a partir de objetivos de renda e condições de aplicação. 

Sua tarefa será comparar os fundos da Caixa Previdência com outros fundos previdenciários do mercado, em busca do melhor retorno possível dentro do seu perfil de investidor e objetivos. 

Para ajudar na sua decisão, nosso site traz dicas, comparações, análises e muitas informações para quem busca um bom investimento na previdência privada, seja da Caixa ou de outras instituições.

Continue acompanhando e aproveite para compartilhar esse conteúdo com seus amigos e familiares que também se preocupam com o futuro financeiro e uma aposentadoria mais confortável.

Brasilprev

O saldo Brasilprev deve ser acompanhado de perto, pois estamos falando do seu patrimônio para o futuro. Cada aporte realizado na previdência privada é um passo que você dá em direção a uma aposentadoria tranquila, independência financeira e outros objetivos de longo prazo.

Além de consultar seu extrato e analisar seus rendimentos, é importante saber como resgatar dinheiro do plano e se vale a pena fazer isso antes do prazo. Para ajudar você a administrar sua previdência privada, preparamos um guia rápido para consultar e resgatar o saldo Brasilprev.

Leia até o fim e veja como gerenciar corretamente seu fundo previdenciário. 

Como consultar o saldo do Brasilprev

Consultar o saldo Brasilprev é fundamental para acompanhar o desempenho dos seus investimentos em previdência privada.

Confira algumas opções de canais para fazer suas consultas. 

Pelo App BB ou Site BB (para correntistas)

Se você é correntista do Banco do Brasil, a maneira mais simples de consultar o saldo Brasilprev é acessando os canais digitais App BB ou Site BB. Em ambos, você deverá digitar os dados da sua agência e conta, efetuar login e selecionar a opção “Previdência”, depois “Extrato” no menu.

No caso do aplicativo de celular, você terá duas opções de consulta do extrato: 

  • Novo extrato Brasilprev: opção simplificada e intuitiva disponível para os planos PGBL e VGBL, que facilita a análise do seu investimento
  • Extrato Brasilprev: é o extrato básico, disponível para os planos Tradicionais, PGBL e VGBL.

Pelo Site Brasilprev

Para não correntistas do Banco do Brasil, o canal mais rápido para conferir o saldo da Brasilprev é por meio do Site Brasilprev. Nessa opção, basta acessar o site, clicar na opção “Já sou cliente” e fazer login com CPF e senha.

Depois, é só escolher a opção “Extrato” e verificar suas movimentações e saldo da previdência privada. 

Pelo WhatsApp

Para correntistas e não correntistas do BB, uma opção interessante é consultar o saldo da Brasilprev pelo WhatsApp. É só enviar uma mensagem para (11) 2540-2001 ou utilizar o QR Code para iniciar uma conversa com o consultor virtual da seguradora.

Ao acessar, no menu lateral esquerdo, clique em “Extrato”.

Quando é possível resgatar o saldo da Brasilprev?

O saldo aplicado nos fundos da Brasilprev pode ser resgatado a qualquer momento após o cumprimento da carência determinada pelo plano. Essa informação consta no certificado do fundo previdenciário e varia de plano para plano (média de carência inicial de seis meses). 

Depois do período inicial, os planos VGBL e PGBL possuem carência entre resgates de 60 dias, enquanto os planos Renda Garantida reduzem o período para 30 dias. No entanto, é preciso ficar atento às regras e condições do resgate, pois podem ser cobradas taxas, além da incidência do Imposto de Renda

De modo geral, os saques da Brasilprev ficam disponíveis em até cinco dias úteis após a data de solicitação, e podem ser transferidos para uma conta corrente de sua titularidade ou qualquer conta poupança do Banco do Brasil. Se o titular se arrepender, também é possível cancelar o resgate no mesmo dia de sua solicitação (até 22h). 

Para realizar o saque, há dois caminhos:

  • Correntista do BB: pelas agências ou site BB (até R$ 150 mil) ou Central de Relacionamento (acima de R$ 150 mil)
  • Não correntista do BB: preenchendo o formulário de resgate correspondente ao plano e enviando para atendimento@brasilprev.com.br.

Como planejar o resgate do saldo da Brasilprev 

Se você precisa fazer um resgate do saldo da Brasilprev, é melhor planejar bem a retirada para não sair no prejuízo.

Veja quais cuidados tomar.

1. Pense duas vezes antes de resgatar

É preciso pensar duas vezes antes de fazer um resgate do saldo Brasilprev, pois você estará retirando o dinheiro antes da data planejada e abrindo mão dos benefícios de um investimento de longo prazo. Se o resgate for total, seu plano será cancelado automaticamente e, se for parcial, terá impacto na rentabilidade esperada. 

Por isso, a decisão de resgatar antes do prazo deve ser sua última alternativa em caso de imprevistos financeiros — lembrando que a previdência privada é sua garantia de um futuro tranquilo. 

2. Calcule o desconto do Imposto de Renda 

A desvantagem de resgatar o saldo da Brasilprev antes do prazo são os custos que podem impactar seu dinheiro. Para começar, o Imposto de Renda será aplicado conforme sua opção tributária:

  • Tributação regressiva: a alíquota do IR será aplicada conforme a tabela regressiva, começando em 35% para aplicações de até dois anos (ou seja, quanto mais cedo você resgatar, mais imposto irá pagar)
  • Tributação progressiva: serão cobrados 15% de IR no momento do resgate (com ajuste posterior na declaração do IR) e mais a alíquota correspondente na tabela do Imposto de Renda, que vai de zero a 27,5%, dependendo do valor resgatado. 

3. Considere a taxa de carregamento

Os planos VGBL e PGBL da Brasilprev não têm taxa de carregamento, mas as opções de Renda Garantida/Tradicional cobram as seguintes taxas de entrada e saída:

  • Antecipada: incide sobre cada depósito que é feito no plano de forma decrescente
  • Postecipada: incide somente em caso de portabilidade ou resgates e diminui em função do tempo de permanência no plano
  • Híbrida: a cobrança ocorre tanto na entrada (no ingresso de aportes ao plano), quanto na saída (na ocorrência de resgates ou portabilidades).

Ao fazer um resgate, é preciso considerar esses descontos no valor retirado do saldo da Brasilprev. No fim das contas, pode não valer a pena retirar dinheiro antes da hora e acabar tendo prejuízo no seu investimento — além de comprometer seu retorno em longo prazo.

Entendeu como consultar e resgatar o saldo da Brasilprev? Agora é com você: avalie a situação e tome a melhor decisão para o seu futuro financeiro

O pensamento estratégico, de certa forma, é o que diferencia meninos e meninas de homens e mulheres. Embora ele possa até se manifestar na infância, como comprova o famoso teste do marshmallow, em geral, só se faz presente quando colocado constantemente em prática.

Ou seja: pensar estrategicamente é algo que pode ser aprendido, e isso independe de idade, condição socioeconômica, gênero e outros fatores.

Uma boa forma de começar esse aprendizado está na sua frente agora mesmo. Continue lendo este artigo e veja como dar início a uma nova maneira de pensar e agir em relação às finanças.

Pensamento estratégico: o que é?

Talvez a própria invenção da roda, cerca de 2.000 a.C., seja a mais antiga evidência de que o ser humano tem a capacidade de antecipar as consequências dos seus atos. Afinal, as principais motivações para agir, seja por impulso, seja com prudência, vêm da necessidade de segurança.

Se essa necessidade vem acompanhada de raciocínio lógico e é constantemente aplicada e exercitada, ela desencadeia o pensamento estratégico. Por outro lado, se ela assume proporções maiores do que deveria, então tendemos a ser impulsivos e imediatistas.

Sendo assim, o raciocínio estratégico é a manifestação do equilíbrio, e serve como um recurso protetivo aplicado no presente, tendo em vista um efeito esperado no futuro.

O pensamento estratégico individual

Na verdade, estamos diariamente sendo testados em nossa capacidade de raciocinar dessa forma. Quando o pão está perto de acabar, por exemplo, fazemos cálculos para saber quando vamos ao mercado ou à padaria comprar mais.

Na carreira, se estudamos para um concurso ou fazemos faculdade tendo em vista uma promoção ou um emprego melhor, também agimos a partir do pensamento estratégico.

Como bem observou o célebre personagem capitão Nascimento, interpretado por Wagner Moura em Tropa de Elite, a palavra estratégia está presente em incontáveis idiomas. Da mesma maneira, ela se repete nas nossas vidas pessoal e profissional, mudando apenas a forma e as situações em que a aplicamos.

O pensamento estratégico nas empresas

As empresas bem-sucedidas em seus campos de atuação conhecem muito a importância de se planejar e organizar-se estrategicamente. Todas elas têm um planejamento estratégico pelo qual pautam suas ações, rotinas e atividades em geral. 

Sendo assim, nada do que elas fazem é “de graça”. Tudo tem um bom motivo para ser feito de uma determinada forma. 

Quando abre uma IPO (oferta pública de ações), por exemplo, antes disso, há toda uma estratégia de negócios como pano de fundo. O mesmo vale para quando a direção decide oferecer benefícios, contratar novos colaboradores ou investir em infraestrutura.

Seja qual for a decisão, sempre haverá uma estratégia e um planejamento por trás.

O que caracteriza o pensamento estratégico?

Pensar a partir de uma estratégia pode parecer complexo no começo. Mas, com o tempo, essa forma de raciocinar passa a ser natural.

Claro que, como tudo na vida, há um limite para isso. Afinal, muita estratégia pode ser paralisante. O ideal é equilibrar o pensamento analítico com alguma capacidade de agir, independentemente das consequências.

Em outras palavras: o pensamento estratégico funciona como uma bússola, o que não quer dizer que a direção que ele aponta estará sempre 100% certa ou que não deva ser ajustada.

Desenvolva o pensamento estratégico em 3 passos

Embora seja desafiador quando não se tem muita prática, desenvolver o pensamento estratégico pode ser um processo estimulante. O ideal é começar usando-o para solucionar pequenos problemas e questões pessoais.

Nesse caso, uma boa maneira de se fazer isso é aplicá-lo às finanças. Por exemplo: você pode começar uma pequena poupança mensal para comprar um bem ou fazer algo que gostaria, mas que não tem dinheiro agora.

A partir disso, você verá na prática os efeitos positivos da estratégia na sua vida e, assim, ficará cada vez mais fácil realizar projetos progressivamente maiores.

Para isso, destacamos 3 passos para você dar início a uma nova maneira de pensar.

1. Identifique padrões de comportamento

O comportamento imediatista é o oposto do estratégico. Nesse sentido, procure identificar em você que tipo de atitudes tem em relação a aspectos chave da vida, especialmente carreira e finanças.

Faça a si mesmo perguntas como:

  • Tenho o hábito de guardar dinheiro, por mínimo que seja?
  • Busco por investimentos que façam o dinheiro render?
  • Faço compras por impulso ou sem medir o impacto no orçamento?
  • Invisto em educação e formação para ter um emprego melhor ou ganhar mais?

2. Pratique e pratique

Com as respostas que você obtiver, já terá um bom ponto de partida para melhorar a sua forma de pensar estrategicamente.

Digamos, nesse caso, que você identificou que não tem costume de guardar dinheiro. Sendo assim, uma maneira de mudar esse padrão de comportamento é começar a poupar todo mês uma quantia, por menor que ela seja.

Com o tempo, isso se tornará um hábito tão natural quanto é o de gastar por impulso. Afinal, a prática sempre nos aproxima da perfeição.

3. Revise e aprimore

Não custa relembrar que até mesmo o pensamento estratégico está sujeito a falhas. Por isso, vale sempre revisar as estratégias adotadas para suas finanças, sua carreira e seus negócios.

Se algo não está saindo da maneira esperada, então é sinal de que precisa mudar. Que tal aproveitar e começar a transformação hoje mesmo?

Para que a sua caminhada em direção a um futuro melhor seja mais tranquila, conte com a Sua Previdência Privada. Acesse nosso blog e tenha acesso a conteúdos que vão ajudar você a aplicar mais estratégia para aprimorar a sua saúde financeira.

Brasilprev

Declarar os planos da Brasilprev no Imposto de Renda é um processo que gera dúvidas em muitos investidores. Na prática, as regras são simples, mas mudam conforme o tipo de plano escolhido e o modelo de tributação. 

Por isso, é importante entender as diferenças entre os fundos PGBL e VGBL, assim como as características da tributação regressiva e progressiva do IR. Vamos explicar como funcionam essas categorias na declaração da Brasilprev no Imposto de Renda e ensinar o procedimento passo a passo conforme seu tipo de plano.

Continue lendo e declare certo para não cair na malha fina. 

Imposto de Renda na Brasilprev: tabela regressiva x progressiva

Há duas formas de tributação dos planos da Brasilprev no Imposto de Renda, como em todos os fundos previdenciários: pela tabela progressiva ou regressiva

Veja como funcionam essas duas modalidades no IR. 

Tabela regressiva

Se você optou pela tabela regressiva no fundo da Brasilprev, as alíquotas do IR serão reduzidas conforme o tempo de aplicação, seguindo os valores abaixo:

Prazo de acumulaçãoAlíquota retida na fonte
Até dois anos35%
Acima de dois anos e até quatro anos30%
Acima de quatro anos e até seis anos25%
Acima de seis anos e até oito anos20%
Acima de oito anos e até 10 anos15%
Acima de 10 anos10%

Ou seja: quanto mais tempo seu dinheiro ficar investido, menor será o Imposto de Renda cobrado. Lembrando que o IR é descontado nas retiradas do seu plano.

Tabela progressiva

Já pela tabela progressiva, sua previdência privada é tributada de acordo com a tabela geral da Receita aplicada aos salários e aposentadorias, com alíquotas que aumentam conforme o valor resgatado. Em 2020, esta é a tabela vigente:

Base de cálculo mensalAlíquotaParcela a deduzir do IRPF
Até R$ 1.903,98Isento
De R$ 1.903,99 até R$ 2.826,657,5%R$ 142,80
De R$ 2.826,66 até R$ 3.751,05 15%R$ 354,80
De R$ 3.751,06 até R$ 4.664,6822,5%R$ 636,13
Acima de R$ 4.664,6827,5%R$ 869,36

Imposto de Renda no Brasilprev: PGBL x VGBL

Agora que você entendeu como é cobrado o Imposto de Renda no Brasilprev, também precisa conhecer as diferenças entre a tributação dos planos PGBL e VGBL.

Confira as regras de cada modalidade.

PGBL

Na modalidade PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) do Brasilprev, o Imposto de Renda é descontado sobre o valor total acumulado (capital investido + rentabilidade) no momento do resgate. Além disso, há um recolhimento na fonte de 15% e a possibilidade de deduzir  até 12% das contribuições na base de cálculo do IR. 

Por isso, o PGBL é indicado para quem contribui com o INSS e/ou faz a declaração do Imposto de Renda pelo formulário completo. Dessa forma, o investidor pode aproveitar os benefícios fiscais e adiar o pagamento do imposto.  

VGBL

Na modalidade VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre), a alíquota do IR é cobrada apenas sobre os rendimentos do plano, e não sobre seu valor total no momento da retirada. Em contrapartida, não é possível deduzir os aportes na declaração do IR como no PGBL.

Por essa razão, esse tipo de plano é indicado para quem é isento ou apresenta a declaração simplificada do Imposto de Renda.

Como declarar a previdência do Brasilprev

Para declarar a previdência privada do Brasilprev no Imposto de Renda, basta considerar as opções acima (VGBL ou PGBL, regressivo ou progressivo) e seguir as normas da Receita.

Veja quais são os passos.

1. Selecione a ficha e códigos pelo tipo de plano

Para começar, você deverá selecionar a ficha e código corretos para cada tipo de plano no programa IRPF disponível no site da Receita ou no aplicativo Meu Imposto de Renda. Estas são as regras:

  • VGBL: ficha “Bens e Direitos e código “07 – VGBL – Vida Gerador de Benefício Livre
  • PGBL: ficha “Pagamentos Efetuados” e opção “36 – Previdência Complementar”.

2. Informe os dados solicitados em cada campo

O próximo passo para declarar Imposto de Renda do Brasilprev é informar os dados solicitados em cada campo:

  • VGBL: informar o CNPJ da seguradora/corretora, número da conta e informações da apólice no campo “discriminação”, e situação nas datas anteriores detalhada no informe de rendimentos
  • PGBL: despesa com titular ou dependente, CNPJ da seguradora/corretora, nome da instituição e valor total de contribuições (não é preciso declarar o saldo acumulado). Nesse caso, o próprio programa já calcula sua dedução de 12% na declaração completa.

3. Declare rendimentos dos saques (se houver)

Se você tiver feito saques ou estiver na fase de recebimento do benefício da Brasilprev, será necessário declarar os rendimentos no IR. Para isso, basta seguir as regras para tabela regressiva e progressiva:

  • Tabela regressiva: selecione a ficha “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva”, escolha o código “06 – Rendimentos de aplicações financeiras” e preencha o valor líquido recebido
  • Tabela progressiva: declare os rendimentos na ficha Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica. 

Entendeu como declarar sua previdência privada da Brasilprev no Imposto de Renda? Aproveite para conferir se o plano está valendo a pena e compare com outras opções do mercado.