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Previdência Privada ou Poupança

A Caderneta de Poupança é, tradicionalmente, a aplicação mais conhecida e utilizada pelo brasileiro que busca criar uma reserva de dinheiro. A simplicidade de seu funcionamento – abra uma conta, deposite um valor e espere esse dinheiro valorizar com juros mensais – sempre foi um atrativo que oferecia segurança e rendimento constante a longo prazo. Nos últimos tempos, as seguidas reduções que o Governo Federal promoveu na Taxa Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira, reduziram sua capacidade de rendimento – e chamaram a atenção para outro investimento que pode ser ainda mais lucrativo e seguro: a Previdência Privada.

Então, é melhor escolher Previdência Privada ou Poupança? São duas formas eficientes de poupar dinheiro a longo prazo – e uma não invalida a outra. Criar um Plano de Previdência e uma Caderneta de Poupança e unir seus rendimentos pode ser uma ótima forma de, por exemplo, complementar a aposentadoria. Mas, como fazer isso?


O que é Previdência Privada

A Previdência Privada é uma aplicação financeira em Renda Fixa que é oferecida por instituições financeiras autorizadas, bancos e corretoras. O dinheiro do beneficiário é aplicado em um investimento de baixo risco, como um fundo de investimento ou em Títulos do Governo, e gerido de forma a se valorizar com o tempo. O próprio investidor pode optar por realizar novos aportes mensais para incrementar o acúmulo de capital e, após um período de tempo definido em contrato, usufruir do dinheiro.

Esta fase de usufruto do dinheiro pode ser na forma de um resgate do valor total acumulado ou com o recebimento de uma renda mensal, como se fosse um plano de aposentadoria. Justamente por isso, a Previdência Privada é uma ótima alternativa ou complemento à aposentadoria do INSS: a possibilidade da renda privada ser superior ao da renda social só depende do beneficiário. Os planos de previdência são divididos em VBGL e PGBL pela forma como é incidido o Imposto de Renda – cujo abatimento também depende da escolha entre o regime regressivo e o regime progressivo.  

O que é Poupança

A Caderneta de Poupança é uma aplicação financeira também com Renda Fixa e disponibilizada por instituições financeiras, geralmente bancos. O dinheiro do beneficiário é aplicado em uma conta que rende mensalmente com base em dois indicadores: a Taxa Selic e a Taxa Referencial (TR). Caso a Taxa Selic esteja especialmente baixa (o que ocorre atualmente), a Poupança não rende mais do que 0,50% ao mês – abaixo, por exemplo da Inflação.

O beneficiário de uma caderneta também pode realizar novos aportes a qualquer momento para auxiliar no crescimento do montante. Outras vantagens são a possibilidade de sacar o dinheiro a qualquer momento e a garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) no valor de até R$ 250 mil em caso de quebra do banco. Além disso, a Caderneta de Poupança não é abatida pelo Imposto de Renda.



Principais diferenças entre Previdência Privada e Poupança

Confira abaixo as principais características que diferem aplicar dinheiro em Previdência Privada ou Poupança:

Rendimento


Previdência Privada 🡪 Varia de plano para plano, mas existem alguns com rendimento anual acima de 10% (fora as taxas);
Poupança
🡪 Costuma apresentar um rendimento reduzido nos últimos tempos, ao redor de 5% ao ano e não superando a Inflação;

Taxas

Previdência Privada 🡪 Buscar a Taxa de Administração mais baixa costuma ser a chave para encontrar o melhor plano de previdência – fique atento à possível cobrança de outras taxas desnecessárias, como de Carregamento e de Saída;
Poupança
🡪 Bancos não costumam cobrar Taxas de Administração para a Caderneta de Poupança;


Imposto de Renda

Previdência Privada 🡪 A incidência do Imposto de Renda no momento do saque é obrigatória, mas o cálculo da alíquota e o montante que sofrerá o abatimento dependem das escolhas do modelo do plano (VGBL ou PGBL) e do regime (regressivo ou progressivo);
Poupança
🡪 É uma aplicação isenta de cobrança do Imposto de Renda;


Saque

Previdência Privada 🡪 É realizado após um período de tempo definido em contrato na forma de uma renda mensal (regime progressivo de abatimento do IR) ou com o saque do valor total (regime regressivo de abatimento do IR);
Poupança
🡪  O dinheiro pode ser sacado a qualquer momento.3 critérios para escolher Previdência privada ou poupança

Antes de optar por investir suas economias em Previdência Privada ou Poupança, tenha em mente os seguintes critérios:

1.Você possui um objetivo prático para o uso do dinheiro ou pretende garantir a aposentadoria?

2.Pretende deixar o dinheiro aplicado por um bom tempo ou prefere manter em aberto a opção de sacá-lo?

3.Tem condições de realizar novos aportes mensais ou acha que só conseguirá realizar aportes esporádicos?

Vantagens de ter Previdência Privada e Poupança

O investidor não precisa ter que escolher entre Previdência Privada ou Poupança: é plausível e ainda mais vantajoso manter as duas opções ativas na carteira. Enquanto a primeira pode ser mantida como complemento ideal à aposentadoria, a segunda pode ser preservada como uma fonte segura de onde se pode resgatar dinheiro para uma situação emergencial – sem sofrer com o abatimento de taxas bancárias ou do Imposto de Renda.

Confira as principais vantagens de ter as duas aplicações:

🡪 Acessibilidade: são investimentos ao alcance de qualquer pessoa;

🡪 Equilíbrio: enquanto a Previdência rende mais para o futuro, a Poupança dá a segurança do resgate a qualquer hora;

🡪 Planejamento: manter as duas opções permite ao investidor realizar planos financeiros concretos para o curto, o médio e o longo prazo.

Dúvidas sobre previdência privada? Acesse o site Sua Previdência e fique bem informado!

Com certeza, você já deve ter ouvido falar de previdência privada ou tesouro direto como opções para investimentos de médio e longo prazo. Também já deve ter percebido que contar apenas com a aposentadoria do regime previdenciário estatal não é uma boa opção, principalmente após a reforma da previdência. Mas surge a dúvida: previdência privada ou tesouro direto? Qual deles é a melhor opção para investir? Isso é o que este texto irá responder a você, portanto, continue acompanhando!

O que é previdência privada

A previdência privada, também chamada de previdência complementar, é um fundo de investimento que serve não somente para a aposentadoria, mas para qualquer objetivo definido em longo prazo, como o pagamento da faculdade dos filhos, a realização de uma grande viagem ou qualquer outro propósito que você desejar.

A previdência privada pode ser aberta ou fechada. Ela é aberta quando é oferecida por um banco ou uma corretora para qualquer pessoa, e fechada quando é oferecida aos colaboradores de uma empresa, também  chamada de fundos de pensão. A diferença entre elas é que na aposentadoria fechada a empresa pode auxiliar com algum valor mensal e as taxas são menores, já que as seguradoras a cargo desse tipo de previdência não possuem fins lucrativos. Já na aberta, você contrata individualmente e pode pagar uma taxa administrativa um pouco maior (por isso é sempre bom pesquisar).

O que é o tesouro direto

O tesouro direto, por sua vez, é um investimento de renda fixa, que pode ser realizado pela internet. É um programa do Tesouro Nacional, em conjunto com a B3, pelo qual qualquer pessoa pode investir em títulos da dívida pública do Governo Federal. 

Existem três formas de se investir em tesouro direto:

Por meio de títulos prefixados, ou seja, a rentabilidade será definida no contrato e, dentro de um prazo, o investidor retira o valor inicial mais os rendimentos.

Pelo tesouro pós-fixado, com rentabilidade atrelada a algum indicador econômico – geralmente a Selic.

Pelo tesouro híbrido, cuja rentabilidade provém de uma parte fixa e outra variável a um indicador.

Principais diferenças entre previdência privada e tesouro direto

O tesouro direto é muito simples de ser entendido. São três possibilidades e alguns desdobramentos dentro delas, como a variação de taxas no pós-fixado – Selic, IPCA, etc. – e os juros semestrais, entre outros. São basicamente títulos de renda fixa, e, como todo título de renda fixa, há um ganho constante, porém baixo.

Já a previdência privada disponibiliza aos seus investidores uma série de opções de fundos de investimento, que vão desde fundos de renda fixa até fundos multimercados, que englobam renda fixa e variável (como ações, por exemplo). Os fundos de previdência podem incluir também o tesouro direto entre os ativos, não há nada que impeça essa ação.

4 critérios para escolher entre previdência privada ou tesouro direto

  • Taxas de administração

Os fundos de previdência privada possuem taxas administrativas, a depender da corretora ou banco que você escolher, podendo variar de 0% a 2% ao ano. Já a maioria das corretoras não cobra taxa administrativa para o tesouro direto, mas o governo cobra uma pequena taxa de custódia, para manter a plataforma em funcionamento, que é de 0,25% ao ano.

  • Imposto de Renda

Como estamos falando de previdência privada, estamos falando de investimentos em longo prazo. O tesouro direto obedece à tabela do IR de investimentos de renda fixa, sendo de 22,5% dos rendimentos até 180 dias entre a aplicação e o resgate, diminuindo a alíquota de acordo com o aumento do prazo. Acima de 720 dias, a porcentagem do IR é de 15%.

Já na previdência privada, existem duas formas de arrecadação do IR, que acontece por meio da escolha entre dois planos, o VGBL e o PGBL, sendo que:

  1. No VGBL – Vida Gerador de Benefícios Livres -, o Imposto de Renda incide apenas sobre os rendimentos, na hora do resgate.
  1. No PGBL – Plano Gerador de Benefícios Livres -, a base de cálculo do IR ao fim do contrato será sobre o total do dinheiro, ou seja, investimentos mais rendimentos. No entanto, nesse plano, o contribuinte tem a possibilidade de abater todas as contribuições para a previdência no Imposto de Renda para Pessoa Física anual. 
  • Disciplina

Muita gente acha difícil poupar, mas sabe da necessidade de se ter um investimento de longo prazo. A previdência privada incentiva as pessoas a pouparem, já que é preciso realizar um aporte mensal para receber os rendimentos ao fim de um prazo. No tesouro direto, assim como em qualquer outro investimento, não há necessidade de se aportar, mas, sem isso, os rendimentos ficarão bem abaixo do que você deseja.

  • Gestão

Em um fundo de previdência, você conta com um gestor que irá realizar mudanças necessárias de tempos em tempos nos seus ativos, visando sempre ao maior rendimento possível. No tesouro direto, é você quem gerencia seu investimento, e, como ele está vinculado a um prazo, não há possibilidade de mudanças.

Na previdência privada, inclusive, pode-se realizar uma ação de portabilidade, ou seja, mudar toda a sua carteira para um outro fundo ou outra corretora, sem perda de rendimento.

Vantagens de ter previdência privada e tesouro direto

Concluindo, se você se perguntar “qual é o melhor? Previdência privada ou tesouro direto?”, a resposta será: depende de seu perfil de investidor e de seu prazo para investir.

Para garantir uma boa aposentadoria, o mais correto seria aplicar em um bom fundo de previdência privada, que equilibre renda fixa e variável.

Já para um objetivo de curto ou médio prazo o tesouro direto pode ser uma boa aplicação, com basicamente zero riscos e com rendimento maior que a poupança, além de menores taxas administrativas. 

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Ter uma renda extra para emergências, para a realização de um sonho ou para viver melhor após a aposentadoria é uma necessidade de qualquer pessoa. Se você tem um objetivo em longo prazo, pode estar considerando duas opções: previdência privada ou título de capitalização. Vamos, abaixo, pontuar as principais características de cada um desses investimentos para que você possa tomar uma decisão mais embasada. Acompanhe.

O que é previdência privada

A previdência privada, também chamada de previdência complementar, é um fundo de investimento que serve não somente para a aposentadoria, mas para qualquer objetivo definido em longo prazo. Se você quer guardar dinheiro para o estudo do seu filho, para comprar uma casa em alguns anos ou mesmo para fazer uma grande viagem, a previdência privada é uma boa opção. Se você quiser apenas uma renda extra mensal após alguns anos, também pode ser uma boa ideia.

A previdência privada pode ser aberta ou fechada. Ela é aberta quando é oferecida por um banco ou uma corretora para qualquer pessoa, e fechada quando oferecida aos colaboradores vinculados a uma empresa. Nesse caso, ela é também  chamada de fundos de pensão. 

A diferença entre a previdência privada aberta e a fechada é que na aberta você tem inúmeras opções de fundos a escolher e pode contar com bancos e corretoras, pesquisando também suas taxas administrativas. Já na fechada, você tem planos mais restritos, mas a empresa geralmente dá um aporte auxiliar mensal e as taxas administrativas são menores. Isso porque as seguradoras encarregadas de administrar esses fundos são organizações sem fins lucrativos. 

O que é título de capitalização

Você já deve ter recebido uma oferta do seu gerente de banco para “investir” em um título de capitalização. Isso seria feito de forma bem simples: uma quantia X seria transferida mensalmente de sua conta para esse título e em um determinado prazo você poderia retirar esse montante. Geralmente, ocorrem sorteios mensais de valores entre os participantes.

Estamos falando apenas da modalidade chamada tradicional. No entanto, existem também modalidades que funcionam como loterias. Você paga um valor mensal, concorre a prêmios, e pode ou não ganhar. Outras formas de capitalização tratam de compras antecipadas, como um consórcio: você paga as mensalidades com antecedência e recebe o produto no final.

Para efeitos comparativos abaixo, vamos nos focar na modalidade tradicional dos títulos de capitalização. 

Principais diferenças entre previdência privada e título de capitalização

Enquanto a previdência privada se trata de um fundo de investimento, e você pode combinar ativos de renda fixa e de renda variável para obter um melhor rendimento, os títulos de capitalização não apresentam rendimentos, ou um rendimento mínimo, menor do que a poupança, e ainda com o acréscimo de uma taxa administrativa – ou seja, você pode ter menos dinheiro ao fim do que guardou ao decorrer de um tempo.

3 critérios para escolher Previdência privada ou título de capitalização

  • Rendimentos

Não há o que se pensar. Se você escolher um bom fundo de previdência privada, bem gerido, de uma instituição idônea, não há dúvidas de que obterá um melhor rendimento do que um título de capitalização.

  • Liquidez

A previdência privada é um ativo de longo prazo. Quem investe em previdência já investe sabendo que é preciso esperar para obter o rendimento previsto. No entanto, pode-se desistir do plano e retirar o dinheiro antecipadamente. Já nos títulos de capitalização, se você quiser retirar o dinheiro antes, pode inclusive pagar uma multa. 

  • Facilidade

Assim como a poupança, um título de capitalização é muito fácil de ser adquirido, inclusive pelo app do seu banco. No entanto, previdências privadas também podem ser facilmente adquiridas por apps de corretoras (ou mesmo bancos, mas cuidado com as taxas!) e irão render mais.

Vantagens de ter previdência privada e título de capitalização

Ter um dinheiro “guardado” pode até ser interessante, mas muito mais interessante é ter um dinheiro investido, rendendo, obtendo, na hora do resgate, mais dinheiro do que você aportou. Assim, se a sua dúvida for “previdência privada ou título de capitalização?”, a resposta será: uma boa previdência privada, administrada por uma boa instituição.

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Previdência privada ou seguro de vida

A atual situação econômica do país, somada às recentes mudanças que a Reforma da Previdência de 2019 promoveu nas regras para o trabalhador aposentar-se pelo INSS, faz com que o brasileiro busque cada vez mais fontes de renda alternativa. Os diversos tipos de investimentos apresentam-se como uma forma de garantir essa segurança financeira, mas nem sempre é fácil escolher a alternativa ideal para si mesmo. Dentre os produtos financeiros mais procurados no mercado há dois que, com características similaridades e objetivos diferentes, costumam gerar dúvidas no investidor brasileiro.

Afinal, é melhor investir em previdência privada ou seguro de vida? Enquanto o objetivo principal do primeiro é garantir a aposentadoria, o do segundo é proteger o segurado e sua família. Essa escolha depende das vantagens que cada aplicação oferece em relação ao perfil do investidor.



O que é previdência privada

A previdência privada é um investimento de longo prazo cujo principal objetivo é poupar e acumular dinheiro para quando chegar a hora da aposentadoria do trabalhador. Ela funciona com a aplicação de um aporte de recursos inicial seguido de novos aportes, regulares ou não, em um fundo oferecido por uma instituição financeira. Esse fundo é gerido com o intuito de que valorize e gere uma renda futura para o investidor após um período pré-determinado em contrato – renda essa que pode ser usufruída de forma mensal ou recebendo todo o recurso de uma só vez.

Dependendo do plano de previdência que é contratado, em caso de falecimento do titular a renda do dinheiro acumulado pode ser repassada para algum beneficiário – a família do investidor, por exemplo. Evidentemente, essa possibilidade só existe quando ainda há dinheiro no fundo após o falecimento do titular. Em muitos casos, os recursos que foram poupados acabam sendo inteiramente consumidos pelo beneficiário. É um investimento tributado pelo Imposto de Renda.


O que é seguro de vida

O seguro de vida é um investimento de curto ou médio prazo que visa proteger o segurado e sua família contra invalidez ou morte. Também oferecido por instituições financeiras e seguradoras, o seguro de vida funciona com a contratação de um valor “x” (R$ 500 mil, por exemplo) que será repassado à família do segurado em caso de morte ou invalidez que o impossibilite de trabalhar. Para garantir o benefício, o segurado realiza aportes mensais – que não precisam necessariamente somar R$ 500 mil. Não é um tipo de investimento que acumule patrimônio, mas é uma ótima opção para quem tem dependentes e quer garantir a segurança financeira destes.

A melhor forma de definir o valor a contratar em um plano de seguro de vida é calculando o quanto se gasta com os dependentes mensalmente e multiplicar esse valor pela quantidade de anos que, se estipula, eles precisariam para recuperar-se em caso de morte ou invalidez do titular. No caso do dependente ser menor de idade, o dinheiro será repassado a um tutor e ele só terá direito a usar o recurso quando completar a maioridade. Algumas modalidades de seguro permitem, inclusive, o resgate de parte do valor com o titular ainda em vida. O seguro de vida não é taxado pelo Imposto de Renda.

Principais diferenças entre previdência privada e seguro de vida

Para ajudar a escolher entre previdência privada ou seguro de vida, preparamos uma lista com as principais diferenças entre as duas possibilidades de investimento. Confira:

Objetivo principal
Previdência privada 🡪 Complementar/garantir a aposentadoria
Seguro de vida 🡪 Proteger a família ou os dependentes do segurado


Pagamento
Previdência privada 🡪 Quando mais tempo o dinheiro ficar investido e quanto mais novos aportes houverem, maior o valor a ser retirado
Seguro de vida 🡪 As regras de pagamento e retirada do dinheiro são definidas em contrato


Tributação
Previdência privada 🡪 A taxação do IR varia conforme o plano escolhido (PGBL ou VGBL) e o regime de tributação (progressivo ou regressivo)
Seguro de vida 🡪 Isento de tributação no Imposto de Renda


Repasse do benefício
Previdência privada 🡪 É considerado herança e portanto há cobrança de tributos e uma série de regras para que seja transferido a terceiros
Seguro de vida 🡪 Não é considerada herança e não é taxado, facilitando a transferência do dinheiro para os novos beneficiários

3 critérios para escolher Previdência privada ou seguro de vida

Antes de escolher entre a previdência privada ou seguro de vida, tenha em mente os seguintes fatores:

1.Você tem dependentes que precisam da sua ajuda financeira?

2.Não possui dependentes e gostaria de garantir uma aposentadoria tranquila?

3.Possui dependentes mas seu momento financeiro permite contratar as duas opções?


Vantagens de ter previdência privada e seguro de vida

Caso a resposta para a terceira e última pergunta tenha sido positiva, uma boa possibilidade que se apresenta ao investidor é unir as duas opções. Possuir tanto um plano de previdência privada quanto um plano de seguro de vida dá ainda mais segurança ao investidor, já que o primeiro pode funcionar como uma maneira de acumular patrimônio e o segundo como uma garantia de segurança financeira para os dependentes.

Pelo modo de funcionamento do seguro de vida, não é preciso pagar o valor integral que foi contratado com aportes mensais para chegar ao montante desejado. Assim, mesmo com pouco patrimônio acumulado o seguro estará garantido para os beneficiários – sem taxação do IR e cobrança de custos adicionais pela instituição financeira. Já a previdência privada é mais difícil de ser transmitida para os dependentes justamente por causa das taxas atreladas (imposto sobre herança, por exemplo) e funciona melhor para acumular capital próprio a ser usufruído ainda em vida. 
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A aposentadoria é uma conquista merecida para todos os trabalhadores. E é possível continuar recebendo rendimentos após parar de trabalhar de duas formas: a previdência social obrigatória e a previdência complementar. A previdência obrigatória é a que o trabalhador é descontado mensalmente em seu contracheque. Após aposentar-se, ele recebe uma quantia mensal até a sua morte, de acordo com as regras impostas pela reforma da previdência. 

Já a previdência complementar, chamada de RPC – Regime de Previdência Complementar – é opcional e pode, como o nome já diz, complementar os rendimentos do trabalhador. Existem dois tipos de previdência complementar: o chamado RPC aberto, comumente conhecido como previdência privada, e o RPC fechado, também conhecido como fundos de pensão. Vamos neste texto detalhar os fundos de pensão para que você entenda como funcionam e se vale a pena aderir a esse tipo de previdência. Acompanhe.

O que são fundos de pensão

Os chamados fundos de pensão são planos previdenciários fiscalizados pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar – Previc. Esses planos são oferecidos para indivíduos que possuam vínculo empregatício ou associativo com órgãos públicos, empresas, sindicatos ou associações representativas, que atuarão como patrocinadores dos fundos e arcarão com uma parte das contribuições.

Os fundos de pensão têm como objetivo a formação de reservas por meio de contribuições mensais dos funcionários. Esses valores são investidos pelos administradores do fundo e serão devolvidos aos participantes em um prazo determinado, por meio de pagamentos mensais ou do resgate do valor total em uma única vez.

Os fundos de pensão podem ser de três tipos:

Benefício definido

Nesses planos, o valor do benefício é definido em um regulamento, sendo um percentual das últimas rendas. O valor da contribuição, no entanto, varia ao longo dos anos, garantindo o valor acordado ao fim.

Contribuição definida

As contribuições são definidas previamente e depositadas pela empresa e pelo participante. O valor do benefício, ao fim, dependerá dos montantes acumulados em sua conta, de acordo com a rentabilidade obtida ao longo dos anos.

Contribuição variável

São planos que misturam características dos dois primeiros e tanto a contribuição quanto os benefícios serão definidos ao longo do tempo. É preciso ler com atenção os regulamentos de planos desse tipo e ficar atento às suas particularidades. 

Como investir em fundos de pensão

Para investir em fundos de pensão, é preciso verificar a disponibilidade para o seu segmento de atuação e procurar o RH de sua empresa. Você será apresentado aos planos disponíveis e poderá optar por aderir a um deles e complementar sua aposentadoria. Lembrando que os valores das contribuições serão debitados do seu contracheque.

Exemplos de algumas das maiores entidades e suas respectivas empresas que disponibilizam fundos de pensão:

  • Previ: para funcionários do Banco do Brasil
  • Petros: para funcionários da Petrobras
  • Fundação Cesp: para funcionários de empresas de energia elétrica
  • Valia: para funcionários da Vale

 Vale a pena investir em fundos de pensão?

Para utilizar os fundos de pensão como um investimento exclusivamente de aposentadoria complementar, ou seja, com uma visão de muito longo prazo, a adesão aos planos é uma boa opção. Além disso, os participantes de fundos de pensão podem deduzir até 12% da renda tributável. Outra questão é que, como as empresas que gerenciam esses fundos são empresas que não visam ao lucro, as taxas de administração dos fundos são geralmente bastante baixas. O fato de a contribuição ser descontada em folha também auxilia a realizar o pagamento na frequência necessária, não causando danos aos rendimentos. 

Já a grande desvantagem desse investimento é a baixa liquidez. Você não poderá resgatar o valor do fundo com os rendimentos antes de sair da empresa vinculada ao fundo.

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A aposentadoria é uma conquista merecida pelos trabalhadores brasileiros. Trata-se de obter rendimentos após parar de trabalhar. Esses rendimentos podem ser obtidos de duas formas: por meio da previdência social obrigatória e da previdência complementar, e um não exclui o outro. Neste texto, vamos abordar o RPC – Regime de Previdência Complementar – para que você compreenda suas particularidades e diferenças. Acompanhe!

O que é o RPC – Regime de Previdência Complementar

O RPC tem como objetivo proporcionar aos trabalhadores uma proteção previdenciária adicional à oferecida pelo Regime Geral de Previdência Social – RGPS – ou pelo Regime Próprio de Previdência Social – RPPS. Enquanto nesses dois regimes previdenciários a contribuição é obrigatória aos profissionais que atuam em sistema CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), a adesão ao RPC é facultativa, possuindo regras específicas, estabelecidas pelas Leis Complementares nºs. 108 e 109 de 29/05/2001.

Como funciona o RPC

No Regime de Previdência Complementar, a aposentadoria será paga de acordo com as reservas acumuladas ao longo dos anos de contribuição. O que o trabalhador paga hoje serve de poupança para que ele receba os rendimentos em um prazo determinado. Esse sistema é conhecido como Regime de Capitalização.

O RPC possui dois segmentos: 

RPC aberto

É operado por EAPCs – Entidades Abertas de Previdência Complementar – e fiscalizado pela Superintendência de Seguros Privados – Susep. Podem aderir a esse regime qualquer pessoa física, com ou sem vínculos empregatícios. As EAPCs podem ser vinculadas a bancos públicos ou privados, e os planos oferecidos são comumente chamados de planos de previdência privada. 

RPC fechado

É operado por EFPcs – Entidades Fechadas de Previdência Complementar – e fiscalizado pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar – Previc. Esses planos são oferecidos para indivíduos que possuam vínculo empregatício ou associativo com órgãos públicos, empresas, sindicatos ou associações representativas. As EFPCs são mais conhecidas como fundos de pensão.

Quem pode aderir ao RPC

Para aderir à previdência complementar pelo RPC aberto, basta procurar uma instituição financeira, como banco ou corretoras, e aderir a algum plano oferecido. É importante pesquisar bem taxas, rendimentos, prazos e todas as informações disponíveis nos contratos desses planos. 

Já para aderir aos fundos de pensão, é necessário verificar a disponibilidade para o seu segmento de atuação e procurar a entidade que gerencia esse segmento. Exemplos:

  • Previ: para funcionários do Banco do Brasil
  • Petros: para funcionários da Petrobras
  • Fundação Cesp: para funcionários de empresas de energia elétrica
  • Valia: para funcionários da Vale

Vale a pena optar pelo RPC?

Tanto a previdência complementar em regime fechado quanto a de regime aberto são investimentos interessantes em longo prazo. Afinal, muitas vezes a aposentadoria do INSS não cobre os custos necessários para a sobrevivência após deixar o trabalho. A previdência complementar em regime aberto, por sua vez, é interessante para todas as pessoas, principalmente para os trabalhadores autônomos, sem vínculos empregatícios, que podem ficar sem renda após a aposentadoria.

Em todos os casos, no entanto, é preciso se informar, analisar propostas e contratos e assim fechar o plano que melhor caiba a cada um.

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A previdência privada é um dos investimentos mais usados pelos brasileiros que buscam acumular patrimônio financeiro. Além de ser uma ótima opção para complementar ou até sustentar a aposentadoria, é uma aplicação do tipo Renda Fixa que oferece segurança e valorização estável ao investidor.

Os planos de previdência privada são oferecidos por instituições financeiras autorizadas, como bancos e seguradoras, e essas empresas administram o plano escolhido de forma que o dinheiro aplicado siga valorizando em um fundo de investimentos.

É justamente neste último ponto que pode estar a maior diferença de rentabilidade entre uma previdência privada e outra: o quanto a instituição financeira responsável cobra pela taxa de administração da previdência. Todos os planos cobram uma taxa de administração, porém a porcentagem de desconto (a alíquota) varia muito – e alguns planos exigem até outras taxas, como de carregamento, de saída e de performance. A cobrança de muitas taxas pode acabar anulando um rendimento que a, princípio, era atraente.

O que é a taxa de administração de previdência privada

A taxa de administração da previdência funciona como uma compensação à instituição financeira pelo serviço de gerir o fundo onde o dinheiro do investidor foi aplicado. Apesar do desconto ser diluído e realizado mensalmente, o cálculo da cobrança é feito sobre uma taxa percentual anual – 1% ao ano, 3% ano, 6% ao ano. Todos os planos de previdência privada cobram a taxa de administração, que incide sobre todo o montante que foi aplicado. É fundamental, portanto, comparar os valores exigidos por cada plano no momento de escolher o seu.

Como funciona a cobrança da taxa de administração

A taxa de administração da previdência privada é uma taxa percentual fixa que é definida por cada instituição financeira – os planos costumam cobrar entre 1% e 6% ao ano sobre o valor total que está aplicado. Essa taxa percentual é dividida pelos 365 dias do ano para que a cobrança seja realizada de forma diluída, mensalmente. Todas as instituições financeiras que oferecem previdência privada exigem a taxa de administração.

O investidor que aplicou um valor inicial de R$ 20 mil em um plano de previdência privada que cobra taxa de administração de 2% ao ano, por exemplo, terá R$ 400 descontados pela instituição financeira em um ano. Essa cobrança é fixa e atrelada ao valor investido, independente do rendimento da previdência – o dinheiro arrecadado é uma recompensa à instituição financeira por administrar os fundos onde os planos de previdência são aplicados para renderem mais.

Como a taxa de administração impacta no rendimento

A taxa de administração tem um enorme impacto sobre o rendimento da previdência privada: se for muito elevada, ela diminui consideravelmente a rentabilidade líquida do investimento.

Para calcular a rentabilidade líquida, diminua a rentabilidade bruta do plano de previdência pela porcentagem cobrada em taxa de administração; um fundo com ótima rentabilidade de 10% e taxa abusiva de 6%, por exemplo, resultaria em uma rentabilidade líquida de apenas 4%.

Pesquisar as opções no mercado que oferecem as menores taxas de administração – ou as melhores relações rendimento x taxas – é fundamental para qualquer investidor que está iniciando um plano de previdência privada.

Enquanto taxas de administração de 1% ou 2% são bem aceitáveis, cobranças de 5% ou 6% podem impactar e limitar demasiadamente qualquer rendimento. Compare as ofertas disponíveis e consulte especialistas no mercado financeiro para tirar qualquer dúvida antes de escolher a sua previdência.

Dúvidas sobre previdência privada? Acesse o site Sua Previdência e fique bem informado! 

A recente reforma da previdência alterou boa parte das regras que determinam os meios de aposentar-se pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). 

Tais mudanças, em vigor desde novembro de 2019, chamaram a atenção do brasileiro para a necessidade de planejar cuidadosamente como terá rendimentos após parar de trabalhar. 

Assim, investir tornou-se uma iniciativa crucial para quem pretende ter independência financeira – e no caso específico da aposentadoria, a previdência privada é a aplicação mais condizente por unir segurança e lucro a longo prazo.

Previdência privada 🡪 Investimento realizado junto a uma instituição financeira privada com o objetivo de render a longo prazo: o dinheiro deve ficar aplicado por um mínimo de 5 anos, de preferência por décadas. 

Seu principal propósito é gerar uma renda futura que pode tanto complementar a aposentadoria do INSS (para quem paga a contribuição) ou mesmo atuar como a própria fonte de aposentadoria (para quem não contribui com o INSS). 

As previdências privadas são divididas em PGBL (quando pode ser abatido do Imposto de Renda e, no resgate, o IR incide sobre o valor total) ou VGBL (não pode ser abatido e, no resgate, o IR incidirá somente sobre o rendimento).

Existem basicamente duas etapas para o funcionamento ideal da previdência privada. No primeiro momento, o investidor realiza o aporte inicial e faz contribuições (que podem ser de periodicidade mensal obrigatória ou livres) para reunir capital e criar a maior reserva de dinheiro possível. 

A segunda etapa é quando o beneficiário usufrui do montante acumulado – esse resgate da previdência privada pode ser realizado de diferentes maneiras. 

Como fazer o resgate de previdência privada

Existem três formas básicas de se realizar o resgate da previdência privada:

🡪 Resgate do valor total: passado um prazo que é pré-definido em contrato, o investidor resgata o valor total em dinheiro acumulado na previdência privada de uma só vez. Esse resgate é sempre abatido pelo Imposto de Renda (de acordo com as regras de PGBL ou VGBL), o que aumenta ainda mais a importância de manter o dinheiro aplicado por anos.

🡪 Renda mensal temporária: neste caso o investidor pode optar por receber uma renda mensal com prazos para começar e terminar, um benefício que dura um período específico. Na eventualidade de o investidor falecer, essa renda cessa mesmo que ainda haja dinheiro no saldo da previdência.

🡪 Renda mensal para o resto da vida: também oferece uma renda mensal com data para certa começar, mas não para terminar. O investidor pode optar em contrato por interromper o envio do benefício quando falecer ou passar o envio da renda mensal para outro beneficiário.


Regime de Tributação 🡪 O Imposto de Renda sempre se abate sobre os recursos acumulados quando é feito o resgate da previdência privada, de duas formas possíveis: regime regressivo ou regime progressivo. É quando firma o contrato da previdência que o investidor opta por um dos dois. Enquanto o regime regressivo diminui a porcentagem de abatimento (a alíquota) à medida que o dinheiro fica mais tempo aplicado, o regime progressivo aumenta a alíquota de acordo com o valor que será resgatado mensalmente assim que o envio do benefício começar.

Tabela do regime regressivo:

Tempo de investimentoAlíquota de Imposto de Renda
Até 2 anos35%
De 2 a 4 anos30%
De 4 a 6 anos25%
De 6 a 8 anos20%
De 8 a 10 anos15%
Acima de 10 anos10%

Tabela do regime progressivo (mesma usada pelo IR em trabalhadores de carteira assinada):

Base de cálculo anualBase de cálculo mensalAlíquota de IR
Até R$ 22.847,76Até R$ 1.903,98Isento
De R$ 22.847,77 a R$33.919,80De R$ 1.903,99 a R$ 2.826,657,5%
De R$ 33.919,81 a R$ 45.012,60De R$ 2.826,66 a R$ 3.751,0515%
De R$ 45.012,61 a R$ 55.976,16De R$ 3.751,06 a R$ 4.664,6822,5%
Acima de R$ 55.976,16Acima de 4.664,6827,5%

Além do Imposto de Renda, o investidor precisa ficar atento às taxas que cada instituição financeira cobra por seus respectivos planos de previdência privada. As mais comuns, são:

– Taxa de Administração: costumam ser cobradas quando o dinheiro da previdência é aplicado em um Fundo de Investimentos. O ideal é que sejam abaixo de 2% ao ano.

– Taxa de Carregamento: é quando uma taxa é cobrada a cada novo aporte que o investidor faz na previdência. O ideal é que a instituição não exija Taxa de Carregamento.

– Taxa de Saída: ao fazer o resgate da previdência privada, o investidor é cobrado em uma porcentagem do valor total. Muitos planos exigem a Taxa de Saída por um período de anos, por segurança, e depois extinguem a cobrança.

Quando fazer o resgate de previdência privada

O momento certo de fazer o resgate da previdência privada depende muito do montante que o investidor conseguiu acumular – e de seu próprio perfil como investidor. Um investidor que conseguiu juntar uma boa quantia no longo prazo, por exemplo, pode optar em receber uma renda mensal para o resto da vida e viver de forma tranquila financeiramente. Outro investidor que não acumulou tanto dinheiro ou que está infeliz com o rendimento da sua previdência privada, pode optar por fazer o resgate do valor total – ou solicitar ao banco uma outra opção de investimento. Manter a portabilidade do dinheiro nesses casos é uma obrigação das instituições financeiras.

A situação pessoal de cada investidor define os prós e os contras em optar pelo resgate. Logicamente, nunca é bom fazer o resgate da previdência privada antes do tempo que foi definido em contrato. No caso de uma situação emergencial, porém, esse dinheiro pode ser utilizado como uma fonte de segurança e equilíbrio financeiro. Tenha em mente essas eventualidades ao selecionar seu plano de previdência privada, quando terá que optar pelas opções VGBL ou PGBL e ainda pelo regime de tributação que se abaterá sobre o resgate do dinheiro.

O que saber antes de optar pelo resgate de previdência privada

Confira uma lista das principais informações que o investidor precisa ter em mente antes de fazer o resgate da previdência privada:

🡪 Quanto mais tarde, melhor: respeitar o prazo de resgate realizando aportes constantes potencializará o valor que o investidor pode resgatar – de uma vez ou mensalmente;

🡪 PGBL ou VGBL: as opções que definem se o IR se abaterá sobre o valor total ou sobre o rendimento da previdência privada são definidas no contrato – o caminho ideal depende do perfil de cada investidor;

🡪 Regressivo ou Progressivo: a alíquota de abatimento do IR dependerá da escolha de um destes dois regimes de tributação – o que, por sua vez, depende da forma de resgate que o investidor escolherá;

🡪 Taxas: cada instituição financeira cobra suas respectivas taxas – inclusive de saída, o que implica na perda de muito dinheiro caso o investidor faça o resgate da previdência privada antes do tempo.

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A revisão de aposentadoria busca corrigir os valores do benefício pago pelo INSS. Saiba do que você precisa para requerer. 

Para aqueles que já são aposentados, seja por idade, seja por tempo de contribuição ou outra modalidade, mas acreditam haver algum erro no valor recebido, é possível dar entrada no processo chamado de revisão de aposentadoria junto à Previdência Social.

Essa correção é garantida pela lei 8.213/91, artigo 103, desde que o beneficiário esteja enquadrado nas possibilidades de revisão e dentro do prazo de solicitação, sendo que alguns processos são de fácil avaliação, já outros requerem uma extensa investigação.

A seguir, saiba o que é a revisão de aposentadoria, quem tem direito a ela e como fazer a solicitação de correção do valor. Confira.

Revisão de aposentadoria: o que é?

A revisão de aposentadoria é o serviço que possibilita ao beneficiário do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) solicitar uma reavaliação e correção do valor recebido referente a esse benefício.

Essa opção é destinada aos cidadãos que não concordam com algum critério utilizado no momento da concessão da aposentadoria, como tempo de serviço não computado ou salário contribuição não considerado.

Quando é possível solicitar a revisão da aposentadoria?

Primeiramente, é necessário se atentar ao prazo que você pode solicitar a revisão de aposentadoria. A data limite para iniciar o pedido de correção é de 10 anos, contados a partir do primeiro dia de recebimento do benefício.

As situações nas quais é possível reaver o valor da aposentadoria são categorizadas em tipos. Conheça quais são.

Buraco negro

Os aposentados que tiveram a aposentadoria limitada ao teto entre os anos de 1988 e 2003, podem[GD1]  solicitar a revisão para aumentar o valor do benefício, pois entre esses anos, o governo aplicou aumentos no teto do INSS que não foram repassados aos segurados, ou seja, não receberam a correção automaticamente.

Por tempo de contribuição

Os segurados que trabalharam, por algum período, como servidores públicos no Regime Próprio de Previdência Social, têm direito de pedir a contabilização desse tempo. Isso fará com que o tempo total de contribuição aumente e eleve o valor do benefício.

Da vida inteira

Esse tipo de revisão permite que sejam contabilizados os salários de contribuição de toda a vida contributiva do aposentado. Ela pode ser requerida por aqueles que tiveram o benefício liberado a partir do dia 29 de novembro de 1999.

Reajuste mínimo

Para os segurados que tiveram a aposentadoria concedida a partir de março de 1994 e têm o Período Básico de Cálculo com salários de contribuição anteriores a essa data, podem solicitar o recálculo da renda mensal.

Assim, as contribuições feitas antes de março de 1994 serão consideradas no Índice de Reajuste do Salário Mínimo (IRSM).

Por ação trabalhista

Os aposentados que venceram ações trabalhistas na justiça podem solicitar a revisão de aposentadoria para que o valor do benefício seja baseado na correção feita pela ação judicial.

Período insalubre

Pode haver situações em que o tempo de trabalho em ambiente nocivo à saúde e em atividades perigosas não sejam contabilizados para concessão do benefício.

Nesses casos, é necessário comprovar esse período e as devidas contribuições, para que o INSS reavalie o cálculo com base nesse período especial.

Atrasos no recolhimento

É comum que segurados autônomos ou empresários tenham feito as suas contribuições em atraso, mesmo quando exerciam atividades remuneradas. Nessa situação, é possível fazer a revisão de aposentadoria dos pagamentos atrasados, para verificar se é possível aumentar o tempo total de contribuição.

Se isso acontecer, é possível antecipar a data de solicitação da aposentadoria ou elevar o valor do seu benefício.

Regra favorável

Para os segurados que deram entrada na aposentadoria em um período que já tinham o tempo de contribuição necessário antes disso, podem solicitar uma análise para aplicar a regra de cálculo vigente no período em que já poderia ter feito a solicitação, sendo essa opção mais vantajosa.

Militar e aluno aprendiz

Os segurados que prestaram serviço militar ou como aluno aprendiz em escolas federais até a data 16 de dezembro de 1998, podem [GD2] solicitar a inclusão desse período na contagem da aposentadoria.

Revisão dos auxílios

Entre os anos de 2002 e 2009, o INSS não desconsiderou as 20% menores contribuições, fazendo com que o beneficiário recebesse menos do que tinha direito. Para esses casos, pode ser feito o pedido de revisão de aposentadoria para quem [GD3] recebia algum benefício por incapacidade (pensão por morte, aposentadoria por invalidez, auxílio-acidente e doença) entre esses anos. 

Como saber se tenho direito à revisão de aposentadoria?

Respeitando o prazo máximo de 10 anos, você pode conferir se tem direito à revisão do benefício de três maneiras.

A primeira delas é verificando se na sua carta de concessão da aposentadoria houve a limitação ao teto do INSS.

No entanto, nem todos os benefícios com limitação do teto recebem essa informação na carta de concessão, então é indicado que procure um advogado especializado para ajudar na sua análise, sendo essa a sua segunda opção.

Por último, as associações e sindicatos de aposentados costuma oferecer suporte jurídico [GD4] para ajudar com o processo de revisão de aposentadoria. Tendo essas informações em mãos, basta dar entrada na sua solicitação. Confira o passo a passo.

Passo 1

Acesse o portal Meu INSS e selecione a opção “login”, que fica no canto superior direito da sua tela. Caso você ainda não tenha o cadastro, basta preencher as informações para ter o acesso. Se tiver feito isso, é só colocar o seu login e senha.

Passo 2

Após acessar o sistema, selecione a opção “Agendamentos/Requerimentos” e clique em “Novo Requerimento”. No campo de pesquisa, digite revisão. Ao fazer isso, aparecerá o serviço de revisão e atendimento a distância.

Depois, informe os dados que forem solicitados e acompanhe o seu processo de requerimento por esse mesmo portal. Para isso, basta conferir a aba “Agendamentos/Requerimentos”.

Passo 3

Com o agendamento concluído, é necessário que reúna a documentação exigida para comparecer a uma agência da Previdência Social. A lista é:

  1. Documentos de identificação (identidade, CPF, CNH etc.);
  2. Lista com o motivo da revisão de aposentadoria;
  3. Cópia do Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP);
  4. Cópia do holerite;
  5. Cópia da ação trabalhista, se for o caso;
  6. Recibos que comprovem salários maiores;
  7. Petições, comprovantes de tempo de contribuição, de trabalho insalubre e outras comprovações que tenha.

Caso o seu pedido de revisão seja negado, você tem a possibilidade de entrar com um recurso para contestar a negativa. Esse procedimento também é feito no portal Meu INSS, ou pelo telefone 135.

No entanto, é um trâmite que costuma levar bastante tempo para se obter uma resposta, além de ser indicado escrever uma carta de contestação da decisão deferida pelo INSS. Uma dica para não depender inteiramente desse benefício previdenciário é organizar a sua vida financeira para planejar um plano de aposentadoria privada. 

A revisão de aposentadoria é a possibilidade de receber o que é de direito do segurado, mas que, por algum erro, não está usufruindo do valor ou do benefício. Então, se atente [GD5] à data permitida para a sua solicitação e junte o maior número de comprovações e documentos que conseguir.

Ficou com alguma dúvida ou tem algo a acrescentar? Basta deixar o seu comentário.