Autor: Emily Moura

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Trabalhabilidade

A trabalhabilidade é a mais recente resposta aos desafios atuais e futuros do mercado de trabalho. Ela pode ser entendida como uma evolução de um outro conceito que, aos poucos, vai ficando ultrapassado: a empregabilidade, de acordo com a qual um profissional bem qualificado tem mais chances de conseguir um emprego.

Já na trabalhabilidade, o foco é ampliado, o que faz dela um requisito um pouco mais complexo de se conquistar. Em contrapartida, é um processo muito mais estimulante e que, uma vez dominado, coloca o profissional em um outro patamar em relação à média do mercado.

Sendo assim, veja ao longo deste conteúdo o que você precisa fazer para ter mais esse diferencial.

Trabalhabilidade: o que é?

Mudança de paradigma é o termo que melhor resume o significado de trabalhabilidade. Nesse caso, e a exemplo de outros movimentos de grande impacto social, ela acontece muito em função de novos posicionamentos e pesquisas de órgãos oficiais.

Dessa forma, o “marco zero” do conceito de trabalhabilidade é um estudo realizado pela Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (CEPAL). De acordo com o levantamento, 65% das crianças matriculadas no ensino fundamental em todo o mundo hoje trabalharão em empregos que ainda não existem.

Considerando esse quadro surpreendente, nasce a ideia de trabalhabilidade como a capacidade a ser desenvolvida nesse novo contexto.

Embora pareça assustador, na verdade, não há com o que se preocupar. Isso porque o surgimento dessa nova abordagem só confirma algo que já acontece no mercado de trabalho. Ou seja, a trabalhabilidade é o “produto” que nasce de um cenário cada vez mais volátil, incerto, complexo e ambíguo, conforme o conceito VUCA World.

Diferenças entre trabalhabilidade e empregabilidade          

Já que estamos imersos em uma realidade que não é linear ou tão simples de se entender, é natural que conceitos há muito estabelecidos sejam renovados. Por isso, a trabalhabilidade também pode ser compreendida como a evolução da empregabilidade, da qual falamos na introdução.

A diferença principal está na concepção de emprego. Pelo viés da empregabilidade, as pessoas se preparam para ter bons cargos e permanecer em funções relativamente estáveis e com chances de progressão na carreira.

A trabalhabilidade já diz outra coisa. De acordo com essa nova abordagem, não é o emprego que importa, mas a realização profissional e a relevância dos projetos.

Podemos, então, compará-las da seguinte forma:

EmpregabilidadeTrabalhabilidade
Emprego Projetos
CarreiraAperfeiçoamento
CurrículoPortfólio
EstabilidadeAvanço contínuo
FormaçãoHabilidades e competências
Ganhar dinheiroDar contribuições à sociedade

O que caracteriza a trabalhabilidade?

Um ponto marcante que também caracteriza esse conceito como um avanço é que, nele, a ideia de valor ganha uma nova dimensão.

No mercado de trabalho tradicional, o valor é visto mais como um pano de fundo, no qual empresas e profissionais baseiam suas atividades de forma mais subjetiva.

A partir da trabalhabilidade, empregos e funções são definidos não só pelo salário, benefícios e questões materiais, mas pelo seu impacto social e valor que produzem.

Por outro lado, isso não significa que ganhar dinheiro deixou de ser importante. A novidade é que, antes disso, são priorizadas as aspirações pessoais e de que forma um projeto ou emprego contribui para a comunidade em que está inserido. Esse é o grande fator motivacional nesse movimento que começa a ganhar corpo.

Benefícios da trabalhabilidade      

Outro traço interessante é que, embora pareça uma maneira de se posicionar desapegada demais, a trabalhabilidade carrega consigo um forte componente de responsabilidade social.

Ou seja, quem pauta a trajetória profissional por seus princípios tende a enxergar o que faz não apenas como um sustento, mas como uma chance de prestar um serviço. Então, ela vem a ser uma mudança positiva, já que coloca as coletividades em primeiro plano.

Claro que o talento individual continua a ser valorizado, mas agora ele passa a atuar em prol de causas mais nobres. Se a ideia parece atraente, veja, na sequência, como fazer para entrar nessa onda que veio para ficar.

Como melhorar sua trabalhabilidade?

Vale também destacar que continuam a valer práticas e processos conhecidos para se conquistar bons empregos. Sendo assim, é fundamental adquirir formação acadêmica, fazer cursos e acumular competências formais.

No entanto, a trabalhabilidade só vem a ser adquirida quando, além disso, são colocadas em prática dicas como as quais você verá na sequência.

Leia sobre tudo que puder

Em um contexto complexo, não se pode esperar bons resultados na carreira e no trabalho sem uma visão ampla. Portanto, o bom e velho hábito de leitura continua a ser uma das melhores ferramentas para quem pretende se destacar e expandir os horizontes.

Faça cursos de outras áreas

O mesmo vale para o aspecto da formação. Como os empregos passarão a surgir e desaparecer em um ritmo muito mais acelerado, não se pode esperar que apenas uma especialidade garanta oportunidades.

Converse com profissionais de diferentes setores

Também vale apostar no relacionamento como forma de acumular conhecimento e novas experiências. A partir disso, procure estar sempre em contato com pessoas que trabalham em diferentes segmentos para acumular know-how em áreas variadas.

Aprenda idiomas

Em um cenário tão diversificado como o da trabalhabilidade, o aprendizado de idiomas torna-se ainda mais essencial. Primeiramente, porque desde sempre o aprendizado de novas línguas abre portas.

Não menos importante, comunicar-se nesta nova realidade global e multifacetada exige fluência, pelo menos, em inglês. Por isso, não deixe de investir no aprendizado desse idioma para ser um profissional diferenciado.

Outra dica que temos para finalizar é manter-se sempre atento ao mercado financeiro, e a não descuidar do planejamento em vista de um futuro melhor.

Para isso, continue acompanhando os conteúdos do blog Sua Previdência Privada para fazer mais com o seu dinheiro.

O autoconhecimento financeiro é um exercício muito importante para quem busca tranquilidade. Conhecer a si mesmo é a chave para uma vida equilibrada e feliz.

Para os brasileiros, esse entendimento é, na verdade, uma necessidade urgente. De acordo com a pesquisa Segmentação em Inclusão Financeira, da FGV, apenas 17% das pessoas que têm conta bancária conseguem poupar.

Essa taxa tão baixa pode ter relação com a falta de conhecimento a respeito das próprias finanças. Acompanhe os próximos tópicos para saber como vencer esse problema e ter mais controle sobre seu dinheiro.

Autoconhecimento financeiro: o que é?

Conhecer a si mesmo é muito mais do que um aforismo filosófico. Não há mais dúvidas de que esse é o caminho para uma vida de mais tranquilidade e realizações.

Viver é, de certa forma, estar em permanente aprendizado no sentido de superar as limitações e desafios internos. E o autoconhecimento financeiro é um dos mais importantes a se adquirir.

Ele está relacionado ao dinheiro, embora tenha uma ligação direta com o conhecimento de si mesmo de uma forma geral. Seja como for, ele é fundamental, porque permite desenvolver uma visão mais ampla sobre finanças e prosperidade.

Por que desenvolver o autoconhecimento nas finanças?

Você sabe de cabeça quanto paga de juros pelo seu cartão de crédito todo mês? Ou saberia quanto aquela graninha na poupança rendeu no último ano? Se a sua resposta foi “não” para alguma das duas perguntas, você deveria avançar em relação ao conhecimento que tem da sua vida financeira.

Afinal, quem acompanha de perto tudo o que faz com o dinheiro desenvolve um olhar mais amplo sobre o seu custo de vida e o retorno dos seus investimentos. Dessa forma, torna-se capaz de antecipar soluções antes mesmo dos problemas surgirem.

Em outras palavras: quem tem o autoconhecimento financeiro aguçado, dificilmente é pego de surpresa.

Benefícios do autoconhecimento financeiro

A parcela da população que não conhece ou não tem intimidade com suas próprias finanças acaba se expondo a problemas financeiros que poderiam ser evitados.

O endividamento, por exemplo, só vai atingir aqueles que não têm nenhum controle sobre o que fazem com o dinheiro que ganham. Aliás, dívidas podem até surgir, mas quando se conhece a fundo todos os gastos e fontes de renda, geri-las deixa de ser algo angustiante.

Por isso, o autoconhecimento financeiro traz consigo uma série de benefícios:

  • Possibilita o controle das finanças
  • Evita o endividamento e a inadimplência
  • Traz segurança financeira para o futuro
  • Permite fazer mais com menos dinheiro
  • É a porta de entrada para o planejamento financeiro

Busque o autoconhecimento financeiro em 4 passos

Se tem uma coisa que todos gostariam é de ganhar mais dinheiro, certo? No entanto, isso nem sempre é possível, pelo menos não de forma imediata ou sem investir antes.

Assim sendo, o melhor mesmo é maximizar o poder de compra do que já se ganha. Comece, então, colocando em prática estas 4 dicas para alcançar o autoconhecimento financeiro e tenha resultados melhores.

1. Habitue-se a registrar seus ganhos e gastos

Um grave defeito das pessoas que vivem em aperto com suas finanças é não ter nenhum registro do seu orçamento.

Acredite, esse é um comportamento extremamente perigoso, porque cedo ou tarde o levará para o endividamento e, assim, para as listas de proteção ao crédito. O conhecimento só se forma quando conta com registros e fontes de informação. É preciso ver para crer!

Como saber de onde vem e para onde vai seu dinheiro sem um lançamento periódico de suas movimentações? Por isso, crie o hábito de registrar seus ganhos e seus gastos em uma planilha, aplicativo de finanças ou mesmo em um caderno de controle.

2. Use sempre a calculadora

A calculadora é uma ferramenta indispensável para quem quer desenvolver o autoconhecimento financeiro. Felizmente, hoje qualquer aparelho celular tem uma calculadora básica entre seus aplicativos. Sendo assim, procure fazer uso desse instrumento gratuito e tão facilmente disponível.

Pode até parecer chato no começo, mas, com o tempo e a prática, você e a calculadora serão parceiros para toda a vida.

3. Leia sobre finanças

Essa dica tem a ver com o que você está fazendo agora mesmo. Por isso acreditamos que, em breve, você terá autoconhecimento suficiente para tomar as melhores decisões a respeito das suas finanças.

Além dos textos do blog Sua Previdência Privada, não deixe de ler livros que tratem do tema finanças.

Aí vai uma pequena lista de sugestões:

4. Busque a opinião de especialistas ou pessoas mais experientes

Quando se trata de finanças, a experiência de quem já tem o controle da situação pode render valiosos insights. Então, não deixe passar nenhuma oportunidade de aprender com pessoas que tenham notório saber sobre o assunto.

Com autoconhecimento financeiro, você verá que muito mais portas se abrirão em sua vida. É isso que desejamos para você desde já.

Não deixe, ainda, de acompanhar os conteúdos do blog Sua Previdência Privada para ficar cada vez mais bem informado. Quanto mais você souber, melhores decisões financeiras vai tomar e mais prosperidade vai ter. Conte com a gente!

Resgate do Itaú Previdência

O resgate do Itaú Previdência deve ser planejado com cuidado para evitar prejuízos. Como em qualquer plano de previdência privada, é preciso deixar o dinheiro aplicado pelo máximo de tempo possível para aproveitar os benefícios fiscais — e um saque antes da hora pode ter altos custos.

Por isso, antes de retirar dinheiro da sua previdência privada, é preciso considerar todos os custos, impactos na rentabilidadee condições da seguradora. Nos próximos tópicos, você vai entender como planejar o resgate do Itaú Previdência e se vale a pena resgatar esse tipo de investimento.

Leia até o fim antes de confirmar a operação.

Dicas para o resgate do Itaú Previdência

Fazer um resgate do Itaú Previdência é uma decisão complexa, que deve ser tomada após considerar todos os custos, impactos no patrimônio e condições de retirada antes do prazo.

Veja algumas dicas para planejar essa operação.

Planeje o resgate com antecedência

Se você pretende fazer um resgate do Itaú Previdência, é melhor se planejar com bastante antecedência. Isso porque a retirada de qualquer quantia da previdência privada antes do prazo envolve riscos, já que se trata de um investimento de longo prazo.

Por isso, você terá que analisar com calma quanto precisa sacar, quanto terá que pagar de Imposto de Renda e outros custos, qual será o impacto na rentabilidade do seu patrimônio para o futuro, entre outras questões que exigem cuidado.

O ideal é programar o resgate somente para a fase de usufruto, quando você terá a opção de contratar uma renda ou realizar o resgate total para administrar seu patrimônio.

Escolha o plano certo para seus objetivos de resgate

Outro ponto importante na previdência privada é escolher um tipo de plano ou regime de tributação mais vantajoso para seus objetivos de resgate.

O ideal é manter o dinheiro no fundo o máximo de tempo possível para aproveitar os benefícios fiscais, mas também é possível se planejar para pagar menos imposto nos resgates.

Por exemplo, se você optar pela tabela regressiva, pagará apenas 10% de Imposto de Renda sobre os resgates após completar 10 anos de investimento (as alíquotas diminuem em função do tempo de aplicação).

Agora, se você planeja resgatar valores mais baixos, que ficam na faixa isenta do IR, a tabela progressiva pode valer a pena.

Fique atento à tributação no VGBL e PGBL

Ainda sobre custos do resgate do Itaú Previdência, é preciso ficar atento às diferenças de tributação nos planos VGBL e PGBL. No VGBL, o IR é descontado somente sobre os rendimentos, e não sobre o total aplicado no fundo.

Já no PGBL, o Imposto de Renda incide sobre o valor total aplicado (capital investido + rentabilidade). Em contrapartida, esse tipo de plano permite o abatimento de até 12% das contribuições na declaração anual do IR.

Logo, dependendo do seu tipo de plano, o resgate pode sair caro para o bolso.

Antes de fazer o resgate do Itaú Previdência

É melhor pensar duas vezes antes de fazer o resgate do Itaú Previdência, pois os custos podem ser mais altos do que em outros investimentos.

Não confirme a operação antes de ler estas dicas:

Avalie o impacto no seu patrimônio

Como vimos, o resgate do Itaú Previdência pode ter um impacto significativo no seu patrimônio e perspectivas de rendimento em longo prazo. Por isso, antes de confirmar a operação, calcule todos os custos, verifique o desempenho do seu plano e decida se vale a pena retirar dinheiro agora — e, possivelmente, ter prejuízo — para receber menos lá na frente.

Veja se não há investimentos mais líquidos para resgatar

O resgate do Itaú Previdência deve ser seu último recurso em caso de imprevistos financeiros, pois é um dos tipos de investimentos menos recomendados para retirada antes do prazo.

Antes de tomar essa decisão, verifique se não há investimentos com maior liquidez aos quais você possa recorrer, como um título do Tesouro Direto, CDB ou LCI/LCA (geralmente, usados para a reserva de emergência).

Confira as taxas e condições do resgate

Por fim, é fundamental conferir quais taxas podem ser cobradas no resgate do Itaú Previdência, assim como prazos de carência que precisam ser cumpridos antes do saque.

Como fazer o resgate do Itaú Previdência

O processo de resgate do Itaú Previdência é muito simples, uma vez que você tenha decidido fazê-lo, mesmo com todas as ressalvas.

Veja quais canais utilizar.

Pelo site Itaú (para correntistas)

Os correntistas do Itaú podem fazer o resgate a qualquer momento pelo site do banco. Basta fazer login com agência, conta e senha eletrônica, e navegar até a opção Previdência> Resgates> Cancelamentos e Solicitação de resgate.

Pelo site Itaú com senha (não correntistas)

Para não correntistas que possuem senha eletrônica (planos empresariais), basta acessar o site do Itaú, clicar em Opções de acesso e em seguida Mais acessos> Previdência> Não correntista. Depois, o caminho é: Outros produtos> Previdência> Resgatar e cancelar> Solicitar resgate.

Pelo site Itaú sem senha (clientes em geral sem senha)

Por fim, os clientes não correntistas e correntistas sem senha eletrônica deverão fazer o download do formulário de Solicitação de Resgate em Planos de Previdência Itaú.

O documento deverá ser impresso, preenchido, digitalizado e enviado para: resgateprevidencia@itau-unibanco.com.br junto à foto do RG ou CPF e um comprovante de endereço atualizado.

Entendeu como fazer o resgate do Itaú Previdência e quais cuidados tomar? Agora, avalie se é realmente necessário retirar dinheiro do seu plano de previdência. Para saber mais sobre o assunto, acesse os demais conteúdos do nosso blog.

Caixa Previdência no Imposto de Renda

Vai declarara Caixa Previdência no Imposto de Renda ou está começando a entender como funciona a tributação nesse investimento?

Então, é preciso conhecer melhor esse tipo de aplicação para não cometer erros ao escolher o fundo e, depois, ao preencher as informações no formulário do IR.

Para facilitar sua vida, criamos este pequeno guia que trata do Imposto de Renda na Caixa Previdência. Ao longo das próximas linhas, vamos tirar suas dúvidas sobre as tabelas progressiva e regressiva, as modalidades PGBL e VGBL e os detalhes da entrega da declaração.

Imposto de Renda na Caixa Previdência: tabela regressiva x progressiva

Para entender como funciona o Imposto de Renda na Caixa Previdência, é necessário analisar as duas tabelas de tributação, a regressiva e a progressiva. Confira qual delas é mais indicada para o seu caso:

Tabela regressiva

Na tabela regressiva, a alíquota diminui conforme o período da aplicação. Assim, quanto maior for o tempo do investimento, menor será o valor pago no resgate.

A tabela do Imposto de Renda é fixada nas seguintes alíquotas:

  • Até 2 anos: 35%
  • De 2 a 4 anos: 30%
  • De 4 a 6 anos: 25%
  • De 6 a 8 anos: 20%
  • De 8 a 10 anos: 15%
  • Acima de 10 anos: 10%.

Assim, para o curto prazo, o regime não vale a pena devido às altas alíquotas. O ideal, então, é chegar na alíquota de 10% no longo prazo  — a menor alíquota cobrada em investimentos tributáveis no Brasil.

Tabela progressiva

A tabela progressiva é proporcional à renda. Com ela, o investidor é tributado em 15% na fonte, e a tributação será ajustada de acordo com a tabela de IR, que vai de 0 a 27,5%, no momento da entrega da declaração.

Os valores da tabela são os seguintes:

  • Até 1.903,98: isento
  • De 1.903,99 até 2.826,65: 7,5%
  • De 2.826,66 até 3.751,05: 15%
  • De 3.751,06 até 4.664,68: 22,5%
  • Acima de 4.664,68: 27,5%.

Sendo assim, a tabela progressiva é indicada para quem investe em previdência no curto prazo ou para quem vai se aposentar com uma renda isenta de IR.

Imposto de Renda na Caixa Previdência: PGBL x VGBL

Na hora de planejar o Imposto de Renda na Caixa Previdência, outro critério essencial é a modalidade, PGBL ou VGBL. A seguir, descubra as características de cada uma:

PGBL

O Plano Gerador de Benefício Livre permite fazer restituição de até 12% da renda bruta tributável no Imposto de Renda. Mas a alíquota (definida conforme o regime de tributação) incide sobre o valor total do investimento, ou seja, capital investido mais rendimento.

Por isso, o PGBL é indicado para quem faz declaração de IR com o formulário completo e tem renda suficiente para absorver o desconto. Além disso, a restituição só é permitida para quem contribui com a previdência social.

VGBL

O Vida Gerador de Benefício Livre é um plano que não permite restituição de IR. Apesar disso, a alíquota (também definida conforme o regime de tributação) incide apenas sobre os rendimentos do período.

Trata-se do plano ideal para quem utiliza o formulário simplificado ao declarar IR.           

Como declarar a Caixa Previdência no Imposto de Renda

Para declarar Caixa Previdência no Imposto de Renda, você precisa seguir o passo a passo específico para o plano escolhido (PGBL ou VGBL), uma vez que eles têm características diferentes. Confira na sequência:

Declaração no PGBL

Para declarar previdência no plano PGBL, as contribuições devem ser informadas na ficha “Pagamentos Efetuados”. Selecione o código 36, referente ao PGBL.

Informe CNPJ da instituição financeira, número de conta e informações da apólice. No PGBL, o saldo acumulado não precisa ser informado.

Você poderá fazer o abatimento do imposto em até 12% da renda bruta tributável. O próprio programa de declaração da Receita Federal calcula o limite.

Em relação aos resgates e benefícios recebidos, é preciso informar conforme o regime de tributação. Se você usa o modelo progressivo, selecione a ficha “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoas Jurídicas”. Se usa o modelo regressivo, selecione a ficha “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva”, sob o código 06, “Rendimentos de aplicações financeiras”.

No PGBL, é necessário informar contribuições e rendimentos.

Declaração no VGBL

A declaração de previdência no VGBL deve ser feita na ficha “Bens e Direitos”, sob o código 97.

Em seguida, informe o CNPJ da instituição financeira, número da conta e informações da apólice.

Ao fazer a declaração em 2020, informe o saldo referente a 31/12/2018 e o saldo em 31/12/2019. Esses dados podem ser consultados no informe de rendimentos fornecido pelo banco.

Se você realizou resgates no período ou está na fase de recebimento do benefício, selecione a ficha “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoas Jurídicas” para modelo progressivo e a ficha “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva” para regressivo.

Aí, é preciso dar baixa na ficha “Bens e Direitos”. No VGBL, não é preciso declarar contribuições, e sim rendimentos e saldo.

E então, compreendeu como declarar Caixa Previdência no Imposto de Renda? Se você gostou das dicas, confira outros artigos sobre o assunto em nosso site.

O que são os benefícios previdenciários?

28/05/2020 | Previdência | Nenhum comentário

Todos os segurados pela previdência social podem ter acesso aos benefícios previdenciários. Após as mudanças na reforma da previdência, é ainda mais importante que você entenda quais são esses benefícios e quando acioná-los em caso de necessidade.

Vamos entender o que são os benefícios previdenciários, quais são eles e quem tem direito nos próximos tópicos.

O que são os benefícios previdenciários?

Os benefícios previdenciários são todos os seguros oferecidos para os contribuintes do INSS.

Cada benefício previdenciário só pode ser acessado de acordo com requisitos que darão direito à concessão ou não de cada benefício específico.

Esses benefícios previdenciários são organizados e distribuídos pela Previdência Social, através do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Dentre os benefícios previdenciários, existem os programáveis e os não programáveis.

Benefícios previdenciários programáveis

Os benefícios previdenciários programáveis são aqueles em que é possível saber quando o beneficiário começará a receber.

O exemplo mais conhecido de benefício programável é a aposentadoria, em que o trabalhador consegue ter uma boa noção de quanto tempo falta para cumprir os pré-requisitos e acessar o benefício.

Benefícios previdenciários não programáveis

Já os benefícios previdenciários não programáveis são acionados em situações menos esperadas como, por exemplo, em caso de doença ou invalidez.

Tanto os benefícios previdenciários programáveis quanto os não programáveis são importantes mecanismos na seguridade social como um todo.

Quem tem direito aos benefícios previdenciários?

Para ter direito aos benefícios previdenciários é necessário ser considerado segurado da Previdência Social.

Os segurados são todos os contribuintes do INSS, podendo ser trabalhadores do regime CLT, autônomos ou facultativos, além de seus dependentes.

No caso dos trabalhadores CLT, a contribuição ao INSS é obrigatória, descontada diretamente na folha de pagamento. Já os trabalhadores autônomos e os facultativos precisam contribuir por conta própria para serem considerados segurados.

Quais são os benefícios previdenciários?

Saber quais são os benefícios previdenciários e quais os pré-requisitos para a solicitação é essencial para acioná-los quando necessário.

Além disso, é importante estar atento à sua data de filiação, pois a reforma da previdência de 2019 trouxe mudanças significativas e regras para quem era segurado antes dela.

Para o segurado

Confira os benefícios relacionados ao segurado:

Aposentadoria por idade ou tempo de contribuição

A aposentadoria por idade ou tempo de contribuição é o benefício mais comum para quem é segurado da Previdência Social. Os requisitos para esse benefício podem variar de acordo com o gênero da pessoa segurada, e também se a atividade foi exercida em ambiente urbano ou rural.

Aposentadoria especial

A aposentadoria especial permite que o segurado se aposente com um tempo menor de serviço do que o exigido pela aposentadoria comum. Isso acontece porque esse benefício é voltado para os segurados que estão expostos a agentes nocivos para a saúde ou integridade física.

Aposentadoria por invalidez

A aposentadoria por invalidez pode ser acionada pelo segurado que fica impedido de continuar a exercer uma profissão para garantir sua subsistência.

Salário-maternidade

O salário-maternidade, também conhecido como licença maternidade, pode ser acionado em casos de nascimento, adoção, guarda judicial e outros casos específicos. Esse benefício visa garantir a proximidade da mãe com a criança nas primeiras semanas de contato.

Auxílio-doença

O benefício de auxílio-doença pode ser acionado a partir de indicação médica, e é pago caso o trabalhador precise se afastar por mais de 15 dias consecutivos do trabalho. Para quem trabalha no regime CLT, a empresa é a responsável por pagar os primeiros 15 dias e o INSS paga do 16º dia em diante.

Auxílio-acidente

O auxílio-acidente é pago quando um trabalhador sofre acidente ou é acometido de alguma doença ocupacional, e fica com sequelas permanentes por conta disso.

Salário-família

Outro benefício previdenciário é o salário-família, disponível para os segurados de baixa renda, com filhos de até 14 anos de idade ou inválidos. Assim, os trabalhadores ganham um auxílio para o sustento dos seus dependentes.

Para os dependentes

Agora, entenda os benefícios para dependentes:

Pensão por morte

A pensão por morte é um dos benefícios previdenciários voltados para os dependentes do segurado. Ele é acionado caso o segurado venha a falecer, e pode ser pago para o cônjuge, companheiro, filhos ou enteados menores de 21 anos.

Auxílio-reclusão

Caso o segurado seja recolhido à prisão em regime fechado, os dependentes do segurado podem acessar o benefício de auxílio-reclusão.

Previdência privada também tem benefícios?

Uma dúvida que surge na comparação entre a Previdência Social e a Previdência Privada é em relação aos benefícios previdenciários.

Os benefícios previdenciários são exclusivos para os segurados da Previdência Social, desde que cumpram os requisitos para poderem acioná-los.

Na previdência privada é possível incluir coberturas securitárias que, em alguns casos, podem ter similaridades com os benefícios da previdência social. Como exemplo, é possível contratar uma cobertura por morte ou por invalidez.

Porém, esse tipo de cobertura não é regra para todas as providências. Por isso, é importante estar atento se a sua previdência privada possui esse tipo de cobertura e quais são as regras caso precise usá-la.

motivação

Propor políticas de motivação bem estruturadas faz toda a diferença nos resultados de uma equipe e dos negócios em geral. Vários estudos e pesquisas na área apontam que a produtividade está diretamente ligada ao quanto um colaborador se sente motivado.

Nesse sentido, vale destacar um estudo recente publicado na Harvard Business Review. De acordo com o documento, o home office proposto pelas empresas faz com que os empregados se sintam menos motivados.

Por isso, pensar em estratégias de motivação de equipes requer constantemente a atenção dos líderes de uma empresa. Vamos ver o que pode ser feito nesse sentido?

Políticas de motivação: o que são?

A motivação pode ser compreendida como o impulso mais ou menos constante que temos para realizar algo. Assim, se estamos motivados, tendemos a nos concentrar mais no que fazemos e, dessa forma, os resultados são melhores.

É por isso que tantas empresas investem tempo e recursos para entender o que faz com que seus colaboradores foquem mais no trabalho. Elas sabem que profissionais desmotivados não se empenham e, consequentemente, não geram tanto valor.

Em geral, a forma como as empresas buscam incentivar é definida pelas chamadas políticas de motivação. Mas para que elas servem exatamente?

Para que servem as políticas de motivação?

As políticas de motivação servem para orientar as pessoas em uma empresa sobre os resultados que elas terão ao performarem bem em suas funções. Seria como se a empresa dissesse: “Dê o seu melhor e, em troca, darei isso aqui a você”.

No entanto, a motivação não depende apenas do contexto externo, ou seja, do que a empresa oferece. Cada pessoa é motivada por coisas diferentes, por isso as organizações que realmente pretendem incentivar seus colaboradores precisam encontrar uma situação de equilíbrio.

3 políticas de motivação para sua empresa

Esse equilíbrio, por sua vez, consiste em definir políticas que atendam aos anseios da maioria. Elas precisam, ainda, ter mecanismos preventivos para evitar que a desmotivação surja e se instale.

Por isso, uma empresa que pretende manter colaboradores motivados pode utilizar algumas estratégias, como listamos a seguir.

1. Lazer e bem-estar

Embora não seja uma necessidade básica, o lazer é fundamental porque é uma espécie de parâmetro de qualidade de vida. As empresas de ponta sabem disso e desenvolvem políticas voltadas para estimular ambientes de trabalho que sejam produtivos e lúdicos ao mesmo tempo.

Nesse sentido, vale investir em salas de jogos e de descanso, para que os funcionários possam se distrair e relaxar nos momentos de folga.

2. Bônus e benefícios

A 28ª Pesquisa Anual de Benefícios Corporativos, feita pela Mercer Marsh, traz dados que revelam a evolução das empresas no âmbito da gestão de benefícios. Afinal, embora o salário seja muito importante, são os benefícios que acabam por atrair e reter os melhores profissionais.

Atentas a isso, de acordo com a pesquisa, as empresas têm aumentado os programas de coparticipação nos resultados, com 66% delas desenvolvendo políticas nesse sentido.

3. Previdência privada corporativa

Outra política que tem contribuído para aumentar a motivação e o envolvimento do colaborador com a empresa é oferecer planos de previdência privada. Segundo a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), isso já é feito por 26% das empresas brasileiras.

Ou seja, um quarto dos empregadores já percebeu que investir na previdência dos seus trabalhadores é um fator para atrair e, acima de tudo, mantê-los motivados com o trabalho.

Como implantar políticas de motivação: passo a passo

Por outro lado, o que fazer quando a empresa ainda não sabe por onde começar? Nesse caso, um bom início pode ser por meio dos passos abaixo.

1. Conheça a opinião dos funcionários

Ninguém se sente motivado quando a empresa oferece benefícios considerados de pouca utilidade ou insuficientes. Por isso, o primeiro passo é conhecer as pessoas que serão alvo das políticas de motivação.

2. Faça pesquisas

Além das conversas informais, uma boa forma de saber o que os colaboradores pensam é solicitar que participem de pesquisas de opinião, especialmente nas empresas de maior porte. Afinal, quanto mais dados houver sobre seus gostos e preferências, mais alinhada será a política com o que as pessoas almejam.

3. Crie um plano de carreira

Não se pode esperar equipes motivadas quando elas não sabem quais são os próximos passos da carreira e o que precisam fazer para alcançá-los. Para reduzir a insegurança nesse aspecto, vale apostar em um plano de carreira bem estruturado e claro.

4. Estabeleça regras

Quanto mais claras forem as regras para ter acesso aos benefícios oferecidos, maior será o engajamento. Vale também estipular níveis de acesso a essas vantagens conforme o tempo de casa, a idade, entre outros fatores.

5. Comunique-se

Por fim, mas não menos importante, políticas de motivação só se mostram efetivas quando a empresa está em permanente comunicação com seus colaboradores.

Assim, procure investir em endomarketing e comunicação corporativa. Uma boa ideia é utilizar meios digitais, como redes sociais, e-mail marketing e apps de comunicação.

Ficou claro como começar a implementar uma política que mantenha seus profissionais sempre engajados e produtivos?

Uma dica extra é contar com parceiros especializados: conheça a Sua Previdência Privada e saiba como podemos ajudar você! E se quiser ficar por dentro de outros conteúdos para otimizar o seu negócio e impulsionar a sua carreira, continue navegando no nosso blog!

A proposta de crescer junto com a empresa é uma dessas relações em que todos saem ganhando. E não é difícil entender o porquê.

A organização consegue atingir seus resultados com eficiência e qualidade, além de conquistar um desenvolvimento sustentável e contínuo. Enquanto isso, o colaborador constrói uma carreira de destaque, ganhando protagonismo e notoriedade em sua área.

É claro que, falando desse jeito, parece um cenário utópico. No entanto, é perfeitamente possível de ser alcançado, desde que os objetivos estejam alinhados.

Siga acompanhando o texto para saber tudo a respeito!

É possível crescer junto com a empresa?

A ideia de crescer junto com a empresa, na condição de colaborador, não é exatamente nova. Está muito ligada ao conceito de intraempreendedorismo. Já ouviu falar a respeito?

Para quem não conhece, tem a ver com a capacidade de o funcionário apresentar soluções dentro da própria organização, sem que para isso precise abrir o seu próprio negócio.

Assim, ele promove desenvolvimento na companhia em que está e, consequentemente, ganha espaço e novas oportunidades na corporação.

O que isso significa?

Muitas vezes, o que acontece é que o profissional é um dos grandes responsáveis pelo sucesso de uma empresa. Mas, por um motivo ou outro, acaba perdendo o vínculo com a companhia e opta por seguir por outros caminhos.

Quando há um crescimento em conjunto, o colaborador faz carreira dentro da organização e acaba desfrutando do desenvolvimento contínuo para evoluir também.

Por que crescer junto com a empresa?

Crescer junto com a empresa pode ser uma meta comum a qualquer trabalhador. Também merece ser uma estratégia avaliada com carinho pelas organizações. É algo extremamente positivo, pois é estabelecida uma relação ganha-ganha entre o funcionário e a organização. Entenda melhor abaixo.

Bom para a empresa e para o colaborador

A empresa se beneficia, pois ganha um colaborador altamente identificado com a cultura organizacional e que de fato veste a camisa da companhia. Além disso, todo esse engajamento se reflete em resultados positivos. Um profissional motivado e bem-adaptado ao ambiente de trabalho tende a produzir mais e melhor.

Do outro lado está o funcionário, que também só vê vantagens nessa situação. Ele se sente valorizado, reconhecido e amparado por uma organização que apostou no seu potencial e acredita no seu desempenho e habilidades.

Assim, o colaborador vai construir naturalmente uma carreira dentro da empresa. Aos poucos, ele ascenderá na hierarquia, assumirá novas responsabilidades e, consequentemente, terá um aumento salarial. Ou seja, vai crescer junto com a empresa.

Como o funcionário pode crescer junto com a empresa?

Se parte da sua realização profissional é crescer junto com a empresa na qual atua, separamos 5 dicas que podem ser úteis para alcançar esse objetivo. Confira!

1. Vista a camisa da empresa

Buscar uma empresa na qual você concorde com a missão, a visão e os valores, além de se adaptar rapidamente à cultura organizacional, é o primeiro passo.

Quando veste a camisa da organização, você sente muito mais prazer em cumprir suas funções, pois o trabalho deixa de ser mera obrigação e passa a ser encarado com satisfação.

2. Aproveite as oportunidades

Sempre que surgir uma oportunidade, um projeto novo, um curso de capacitação, a chance de uma promoção ou algo assim, aproveite.

Mostre para os gestores que você está genuinamente engajado com a empresa e que está determinado a oferecer o seu melhor para que a organização alcance os resultados pretendidos.

3. Tome a frente em decisões

É importante também se fazer notar e mostrar que você tem iniciativa. Mas cuidado para não parecer que está forçando a barra, chamando atenção de qualquer forma.

Procure estudar as principais demandas da empresa e apresente soluções criativas quando as oportunidades aparecerem. Reuniões de brainstorming, avaliações de clima organizacional e resposta a feedbacks são ocasiões em que suas ideias podem ser ouvidas com mais facilidade.

4. Supere a inércia

Por vezes, acabamos entrando na perigosa zona de conforto. Um estado de inércia em que tudo está aparentemente tranquilo, quando na verdade nos sentimos acomodados.

Essa situação é uma das principais inimigas do crescimento profissional em conjunto com a empresa. Nela, acabamos relaxando, perdendo o foco e, não raro, agindo de forma automática, sem perceber os vícios e os erros que estamos cometendo.

Nesse caso, a empresa perde e o funcionário também, pois não vislumbra qualquer possibilidade de crescimento. Para fugir da estagnação, a saída é sempre buscar novos conhecimentos, desenvolver mais habilidades, ler, estudar, dialogar e se especializar.

5. Receba a contrapartida

Durante todo o artigo, falamos da importância da atuação em conjunto para que empresa e colaborador possam crescer em sintonia. Para isso, é preciso estabelecer relações de ganha-ganha, em que haja benefícios para ambos os lados.

É o caso do investimento em planos corporativos de previdência privada. Ao oferecer esse tipo de vantagem ao profissional, a organização demonstra que está preocupada com o futuro do funcionário. Este, por sua vez, se sente valorizado e reconhecido pela companhia e passa a se empenhar cada vez mais.

Ao contrário do que muitos podem pensar, a previdência privada é uma aplicação simples, embora altamente rentável. Para saber mais sobre a modalidade, acesse a Sua Previdência Privada, tire suas dúvidas e tenha acesso a um suporte especializado.

Em nosso blog, você conta com conteúdos exclusivos que vão oferecer a segurança necessária para tomar a decisão correta e começar agora mesmo a planejar a sua aposentadoria.

Crescer-juntos

Em um relacionamento, nada melhor do que crescer juntos. A propósito, não é esse um sonho comum a todo casal?

Talvez nem sequer percebam, mas vocês certamente já evoluíram em ao menos um aspecto em conjunto. E esse é também um dos grandes desafios de caminhar na vida a dois.

Neste artigo, trazemos algumas reflexões sobre o assunto e ainda dicas de como chegar lá. Continue lendo e confira!

O que significa crescer juntos?

Crescer juntos é o desafio em que o casal se lança quando decide iniciar um relacionamento. É sobre partilhar momentos, ouvir o parceiro, viver experiências e ter uma vida melhor a dois a cada dia.

Vocês crescem juntos quando conversam com maturidade sobre um assunto importante e também quando se colocam no lugar um do outro e entendem sobre o que estão falando.

Não é preciso sequer morar no mesmo imóvel ou pensar em ter filhos para chegar lá – ainda que esse seja um caminho possível.

Por que crescer juntos?

Quando os dois se propõem a crescer juntos, um dá força para que o outro possa ir mais longe. Afinal, não se trata de competição, mas de colaboração.

Além disso, fica muito mais fácil traçar objetivos em comum e trilhar o caminho necessário para que eles sejam atingidos.

A cumplicidade é um dos aspectos que mais se fortalecem quando existe essa cooperação mútua. Isso sem falar na oportunidade de conhecer melhor o outro e entender o que move verdadeiramente as suas ações.

Onde é possível crescer juntos?

Se você já está em um relacionamento há algum tempo, faça um exercício. Compare a pessoa que você era na época em que tudo começou e quem é agora.

Ao fazer essa análise, certamente vai perceber que ocorreram mudanças tanto na forma de pensar quanto na de agir. E isso é mais do que normal, significa que aquela convivência permitiu que você crescesse como ser humano.

Mas a verdade é que o crescimento ocorre em conjunto e em diferentes áreas da vida. Quer um exemplo?

Os hábitos financeiros costumam estar entre os que mais mudam, especialmente diante da decisão de morar juntos. Vocês passam a dividir gastos, a pensar na economia necessária para realizar uma viagem e até fazem planos de um futuro mais distante.

Um também pode dar apoio para o outro na carreira, incentivando a realização de um novo curso ou mesmo entendendo a ausência nos dias em que o expediente se estendeu até mais tarde.

Os hábitos do dia a dia também podem evoluir para melhor, a exemplo dos exercícios físicos realizados a dois ou do preparo de refeições caseiras e mais saudáveis.

Como crescer juntos em casal?

Quer mais dicas de como crescer juntos? Veja alguns hábitos que podem ser facilmente incorporados à rotina do casal. Acompanhe:

Conversem mais

Conhecer as preferências do outro, ouvir as suas histórias e saber como foi o dia são alguns exemplos de assuntos que podem ajudar o casal a se conhecer melhor e a se desenvolver em conjunto.

Afinal, construir uma relação também é sobre aprender a admirar o outro e ter nele uma fonte de inspiração. Mas, para que isso aconteça, vocês precisam estar alinhados e realmente se conhecerem. Pode parecer algo básico – e realmente é quando existe diálogo.

Respeitem as diferenças

É bastante comum nos apaixonarmos por pessoas que tenham tudo a ver com quem somos e com aquilo em que acreditamos. Não por acaso, muitos melhores amigos acabam se transformando em casais.

Ainda assim, sempre existem diferenças e elas precisam ser respeitadas. Talvez o seu parceiro não goste dos mesmos restaurantes que você ou prefira ficar em casa enquanto você está sempre pronto para sair.

No entanto, crescer juntos também exige compreender o espaço do outro e aceitar que vão existir divergências das mais variadas – e que isso é parte de estar em um relacionamento.

Incentivem os sonhos um do outro

Sejam sempre um para o outro aquela pessoa que está na plateia incentivando cada desafio e vibrando com as conquistas. Afinal, já existe gente de sobra para desacreditar e achar que não vai ser possível.

Isso não significa, é claro, deixar de falar quando você acha que o parceiro pode estar seguindo o caminho errado – manter espaço para o diálogo é importante. No entanto, é preciso ter sensibilidade para entender o momento e, também, a forma de se posicionar.

Planejem o futuro juntos

Se vocês têm planos em comum, por que não permitir que eles sejam traçados em conjunto? Planejar o futuro também é crescer ao lado de quem você ama.

Um exemplo é a contratação de um plano de previdência privada. Cada um pode iniciar o seu ou vocês podem unir esforços e manter um como titular e o outro como beneficiário. Isso vai incentivar a economia mensal de um valor que vai render e se transformar na garantia de um amanhã muito mais tranquilo.

Quer saber mais sobre como a modalidade funciona e quais são as vantagens? Fique sempre de olho nas atualizações aqui do blog da Sua Previdência Privada, especialista em ajudar você a investir o seu dinheiro!

Todo sócio de empresa deve se informar e saber como declarar capital social no Imposto de Renda. Você sabe? Se tem dúvidas, não se preocupe, pois este artigo vai ajudar.

Em 2020, o processo continua basicamente o mesmo do ano passado, com alguns campos novos e a mudança do prazo, que foi estendido até 30 de junho. Avance na leitura do texto e veja como fazer o processo sem erros!

Tem como declarar capital social no Imposto de Renda?

Embora seja um montante passível de tributação, o capital social não é declarado na forma em que é registrado no contrato social, mas sim com posteriores alterações nele.

Vamos ver como funciona, então?

Quando declarar capital social no IR?

Uma das situações passíveis de serem declaradas é o chamado aporte de capital integralizado. Nesse caso, ele deve ser declarado conforme as informações a serem prestadas na ficha “Bens e Direitos”, que conheceremos com detalhes mais adiante.

Para isso, você deve considerar como declarável todo tipo de aporte feito no capital original da empresa.  Além disso, não deixe também de informar o total de lucros e dividendos recebidos no exercício no campo 05 da ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”.

Como declarar o capital social no IR?

Antes de avançarmos no passo a passo sobre como declarar capital social no Imposto de Renda, cabe ressaltar as novidades para a declaração do IRPF em 2020. A mais significativa delas você já viu, que é o aumento do prazo máximo de entrega, em virtude dos transtornos causados pelo coronavírus.

Vale também destacar que, neste ano, há campos novos para preenchimento. Além disso, foi ampliado o prazo para obter o débito automático no caso de imposto a pagar.

Outra novidade bem-vinda é a restituição, que será paga com mais agilidade, com o primeiro lote já sendo liberado a partir de 29 de maio.

Por outro lado, uma novidade não muito atrativa é a retirada da dedução do gasto com INSS de empregado doméstico. Ou seja, se você tem uma ou mais secretárias/secretários do lar, não terá mais direito a abater do IR os valores pagos a título de previdência social.

Até 2019, todos que tinham pelo menos um empregado com carteira assinada podiam abater do imposto até R$ 1.200,32 da contribuição previdenciária recolhida durante o ano.

Também foram inseridos novos campos na ficha “Bens e Direitos” sobre conta-corrente e poupança. Agora, o contribuinte tem um campo extra para preencher somente com o nome do banco, mais os números da agência e conta.

Cabe ressaltar que os dados inseridos aí, serão utilizados na ficha “Cálculo do imposto” para indicar a conta de depósito da restituição, se o contribuinte fizer jus a ela. Também serão usados em caso de débito automático das parcelas, quando o contribuinte registrar o pagamento por essa modalidade.

Feito o registro, vamos ver, então, como declarar capital social no Imposto de Renda.

1. Declare que é sócio

Primeiramente, você deve declarar que pertence a uma sociedade empresarial, por meio da ficha “Bens e Direitos”. Nela, escolha o código do bem (32 para cotas de capital ou 31 para ações). Em seguida, acesse “Discriminação”, informando o CNPJ e nome da empresa em que é sócio, além das cotas ou ações atuais.

2. Declare os recursos recebidos

Como sócio, você deve receber um pró-labore que, por sua vez, precisa ser declarado na ficha “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica”.  Preencha os dados nos campos correspondentes e lembre-se de que sobre o pró-labore não há tributação incidente sobre 13º salário.

Caso tenha recebido dividendos, eles só entram na declaração se a empresa tiver registrado lucro no exercício anterior. Eles devem ser declarados no item 05.

Valores recebidos a título de mútuo também entram na declaração. Para esse tipo de recebimento, você deve inserir o código 13, informando em “Discriminação” nome, CNPJ da empresa e valor recebido.

3. Declare valores transferidos para a empresa

Por fim, se você emprestou dinheiro para sua empresa, deverá declarar também na ficha “Bens e Direitos”. A diferença, nesse caso, é que você deverá escolher o código “99 – Outros bens e direitos”.

Em “Discriminação”, repita o processo dos outros tipos de declaração, informando os dados da empresa e os valores que foram emprestados. Não se esqueça, ainda, de informar o valor em aberto no ano anterior e no atual.

Outras regras para sócio declarar Imposto de Renda

Existem situações e regras especiais às quais o sócio precisa ter atenção. Nesse caso, se você informar dependentes, deverá obrigatoriamente repassar o número do CPF de todos eles.

Desde 2018, bens como veículos e imóveis devem ser declarados em campos obrigatórios. Se você tem esse tipo de patrimônio em seu nome, fique atento e não deixe de declará-los.

Por fim, profissionais liberais, como médicos, advogados, dentistas, fonoaudiólogos, psicólogos, terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas, devem também informar o CPF dos seus clientes.

Como você viu, todo cuidado é pouco na hora de saber como declarar capital social no Imposto de Renda. Mas com a ajuda do blog Sua Previdência Privada a tarefa fica mais fácil, não é? Aproveite e compartilhe este conteúdo em suas redes sociais!

Você pode até estranhar a expressão fidelidade financeira, mas saiba que é um elemento essencial para quem deseja construir um relacionamento duradouro e baseado em características como parceria e confiança.

Entre os segredos de uma vida a dois com harmonia e sonhos que viram realidade, está a capacidade de ser leal um com o outro até no momento de gastar dinheiro.

A propósito, você costuma falar sobre finanças em casa? Neste artigo, vamos trazer informações a respeito da importância do assunto e como ele pode colaborar com a vida a dois.

Acompanhe!

Fidelidade financeira: o que é?

A fidelidade financeira nada mais é do que a capacidade de um casal compartilhar as informações sobre as finanças, traçar metas conjuntas e garantir que as decisões sejam discutidas por ambos.

Basicamente, ela prevê a existência de uma relação de confiança e sinceridade quando o assunto é o orçamento, em que as definições prévias são respeitadas pelos dois e qualquer mudança só ocorre após uma boa conversa.

Assim como a fidelidade conjugal, a fidelidade financeira é essencial para que o casamento dê certo e para que exista lealdade nas ações de parte a parte.

O que significa ser fiel nas finanças?

Ser fiel nas finanças é ter sinceridade para compartilhar a sua realidade financeira, incluindo rendimentos e dívidas existentes.

Além disso, é estar comprometido com as metas traçadas pelo casal e buscar estratégias para alcançá-las.

É, ainda, manter o diálogo sempre aberto para abordar mudanças nos planos ou mesmo para acrescentar novas prioridades. Não é sobre excluir os seus sonhos individuais, mas garantir que eles não peguem o outro de surpresa.

Quando acontece a traição financeira?

Esconder um aumento recebido, fazer um empréstimo sem nem ao menos falar com o outro e gastar individualmente o dinheiro separado para planos do casal são situações que podem ser entendidas como traição financeira.

Mais do que a ação em si, o principal aspecto da falta de fidelidade financeira é a ausência de transparência. É aquela confiança que se perde ao agir “pelas costas” do parceiro, tomando uma atitude que gere surpresa ou decepção.

Por que perseguir a fidelidade financeira?

Uma pesquisa realizada na Universidade do Kansas e divulgada pelo Daily Mail mostra que o principal motivo de divórcio entre os 4.500 casais acompanhados foram os conflitos relacionados ao dinheiro.

E a tendência continua a mesma, inclusive no Brasil, como mostram os dados de um estudo realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Segundo a pesquisa, quatro em cada dez entrevistados (39%) casados ou em união estável afirmaram que brigam com o parceiro por motivos financeiros. Entre eles, os principais são:

  • Discordar sobre os gastos da casa (41%)
  • Não ter uma reserva para imprevistos (32%)
  • Não desejar pagar pelos gastos do parceiro (19%)

Ou seja, não conversar sobre o dinheiro ou ser infiel nas questões financeiras impacta, e muito, um relacionamento. É o tipo de situação que pode começar com pequenas picuinhas e evoluir para o completo esgotamento que, não raro, leva à separação.

3 dicas para alcançar a fidelidade financeira

Quer evitar que o dinheiro se transforme em motivo de brigas constantes? Então, confira algumas dicas para fazer da fidelidade financeira uma realidade no seu relacionamento.

1. Não encarem o dinheiro como um tabu

O primeiro passo para construir uma relação baseada na fidelidade financeira é conversar sobre o assunto. Mesmo que vocês decidam manter contas separadas no banco e tenham seus próprios objetivos, permitir que o outro saiba como anda o orçamento é demonstrar confiança.

Além disso, sempre vão existir gastos em comum e é importante que haja espaço para conversar sobre isso sem insinuações ou ironias. As últimas compras incomodaram? Você acha que o padrão de vida está além da renda mensal? Avalie o melhor momento e tenha uma conversa franca e madura.

2. Definam metas em comum

Quando o assunto estiver estabelecido, é hora de falar sobre os objetivos do casal que envolvem as finanças e sobre os aspectos práticos do dia a dia.

Cada um paga uma parte das contas? E na hora de sair para jantar, de onde sai o dinheiro? Organizar os detalhes evita deixar margem para conflitos. Mais do que isso, precisa existir espaço para que vocês sonhem juntos. Um carro novo, aquela viagem de um mês que passa por diversos países ou mesmo a tão desejada casa na praia.

Tudo isso só é possível a partir do esforço mútuo, o que significa definir quanto deve ser economizado a cada mês, como esse dinheiro vai ser investido e quais são as exceções aceitáveis.

3. Pensem no futuro juntos

Quer dar uma prova de que o objetivo é compartilhar a vida inteira com muito companheirismo? Vale pensar na criação de um plano de previdência privada em que um pode ser o titular e o outro o beneficiário.

Com a rentabilidade e a segurança oferecidas, vocês contam com a certeza de uma aposentadoria mais tranquila e com espaço para realizações.

Para saber mais sobre as vantagens da modalidade e os cuidados na hora de investir, siga acompanhando os conteúdos especializados do blog da Sua Previdência Privada!