Aposentadoria no Itaú Previdência: como funciona e como investir

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Planejando aposentadoria no Itaú Previdência? Para isso, é essencial conhecer os fundos, taxas e a credibilidade do banco para ter segurança no investimento antes de começar os aportes.

Para ajudar nessa tarefa, criamos este guia com um material especial de orientação. Primeiro, vamos falar sobre as principais características da previdência do Itaú para a aposentadoria. Depois, vamos tratar dos tipos de fundos que a instituição oferece e, por fim, do planejamento que você deve ter para alcançar um futuro mais tranquilo, próspero e confortável.

Siga a leitura para tirar todas as suas dúvidas sobre o tema.

Itaú Previdência para a aposentadoria: vale a pena?

Para a aposentadoria o Itaú Previdência é uma escolha interessante, já que se trata de uma instituição sólida, competente e cheia de gestores de alta qualificação.

Mas antes de tomar uma decisão desse tamanho e escolher o destino do seu dinheiro, vale a pena compreender melhor como funciona a previdência privada. Esse investimento vale a pena no longo prazo, por isso é um bom caminho para garantir uma remuneração complementar ao INSS.

Na previdência privada, seja a do Itaú, seja de outros bancos, o investidor faz aportes que são direcionados por um gestor para diferentes ativos. O dinheiro fica rendendo ao longo dos anos e se beneficia de uma larga janela temporal para conjugar o menor risco e a melhor rentabilidade possível no longo prazo.

Ao se aposentar, o investidor resgata os rendimentos em forma de renda mensal ou em um único pagamento. O valor varia conforme a rentabilidade do fundo, o plano escolhido, a tabela de tributação e o tempo que o dinheiro permanece aplicado.

Se a sua intenção é planejar a aposentadoria no Itaú Previdência, antes precisa entender como são os fundos oferecidos pela instituição e as taxas do serviço. Para começar, uma das vantagens é que o banco não cobra taxa de carregamento na entrada e saída em nenhum plano de previdência.

A portabilidade também não tem custos, exceto se o plano atual tiver carregamento de saída. Já a taxa de administração varia conforme o plano escolhido pelo investidor.

A seguir, vamos entrar em mais detalhes sobre os tipos de fundos oferecidos pelo Itaú Previdência para sua aposentadoria.

Como são os fundos de previdência do Itaú

O Itaú disponibiliza no site uma tabela de rentabilidade na qual é possível avaliar os fundos de previdência disponíveis. Assim você pode analisar cada fundo em detalhes. Para facilitar, resumimos abaixo as categorias de fundos com exemplos:

Fundos de renda fixa

Os fundos de renda fixa se dividem em três graus de risco: baixo, médio e alto. Então, independentemente do seu perfil, é possível encontrar uma solução adequada. São mais de 20 opções de fundos.

Um fundo de baixo risco, por exemplo, é o Itaú Uniclass PGBL Master RF. De acordo com a tabela divulgada pelo Itaú com dados de maio de 2020, a rentabilidade do fundo foi de 4,3%  em uma janela de 12 meses, de 10,11% em 24 meses e de 18,43% em 36 meses.

Fundos balanceados

Os fundos balanceados também se dividem entre baixo, médio e alto risco. Vamos supor que você tenha um perfil conservador e quer iniciar o investimento com valores mais baixos.

Uma opção, então, seria o fundo Itaú 1ª Previdência VGBL V10(34), que tem aplicação inicial de R$ 1 mil. Segundo dados de maio de 2020 do Itaú, o fundo alcançou rentabilidade de 0,23% em um período de 12 meses, de 4,67% em 24 meses e de 12,92% em 36 meses.

Fundos multimercado

Os fundos multimercado são os que oferecem menos opções: são 4 no total, segundo tabela de investimentos do Itaú. Dois deles são de baixo risco, e os outros dois de alto.

Para você ter uma ideia, o fundo de baixo risco para quem busca um plano PGBL é o Itaú Person Kinea Multimercado PGBL(43), que teve rentabilidade de 4,56% em uma janela de 12 meses, de 10,22% em 24 meses e de 19,83% em 36 meses.

Como usar o Itaú Previdência para a aposentadoria

Se você está decidido a planejar aposentadoria no Itaú Previdência, então, veja o passo a passo para começar a investir:

1. Crie uma reserva de emergência

Antes de investir no longo prazo para a aposentadoria, a dica é criar uma reserva de emergência: um colchão financeiro equivalente a pelo menos 6 meses do custo de vida para usar em imprevistos. Dessa forma, você evita ter que retirar dinheiro da previdência antes do prazo e perder a rentabilidade.

2. Defina plano e tributação

O plano e a tributação devem ser definidos na contratação da previdência. Em relação ao plano, você deve escolher entre PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre).

O PGBL permite restituir até 12% da renda bruta no Imposto de Renda, e a alíquota incide sobre o valor total do investimento. O VGBL não permite restituição, mas o imposto é cobrado somente sobre os rendimentos.

Já em relação à tributação, há os modelos regressivo e progressivo. No regressivo, a alíquota diminui conforme o tempo de aplicação, variando de 35% a 10%. No progressivo, o resgate é tributado à alíquota de 15% na fonte, com ajuste conforme a tabela progressiva do IR, que vai de 0 a 27,5%, variando conforme a renda.

3. Faça uma simulação

No próprio site do Itaú você pode simular a rentabilidade da previdência privada, informando o valor da aplicação inicial, risco que está disposto a correr e plano. É um passo interessante para ter mais segurança na hora de investir.

4. Abra uma conta no Itaú e contrate a previdência

Por fim, se você ainda não tem conta no Itaú, abra a sua em uma agência. Depois, a previdência privada pode ser contratada pela internet, no seu login, ou por meio dos contatos de atendimento do banco. E aí, basta começar a investir.

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