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Escolher a modalidade de renda para o período de usufruto da previdência privada pode gerar muitas dúvidas.

Existem várias modalidades de renda, e por isso é importante entender como cada uma funciona para conseguir tomar a decisão acertada sobre o seu futuro e o da sua família.

Neste artigo, vamos tratar da renda mensal por prazo determinado, explicando como ela funciona.

O que é a renda mensal?

No momento da contratação da sua previdência privada, é possível consultar o regulamento do plano e os tipos de renda disponíveis na data de saída.

Entre as modalidades disponíveis, está a de renda mensal.

A renda mensal é uma modalidade na qual a reserva financeira acumulada durante o período de arrecadação da previdência é usada para que o participante receba pagamentos mensais.

A duração destes pagamentos, além de outras regras que podem envolver o seu plano de previdência, depende da modalidade escolhida.

Renda Financeira x Renda Atuarial

Para entender melhor sobre a renda mensal por prazo determinado, além das outras modalidades de renda mensal, é necessário saber a diferença entre renda financeira e renda atuarial.

Afinal, cada modalidade interfere diretamente no valor da renda mensal que será possível receber.

Renda Financeira

Na categoria de renda financeira, o participante usa o montante acumulado como forma de renda.

Funciona como um dinheiro guardado, que pode ser resgatado todo de uma vez ou aos poucos.

Nas modalidades que se aplicam em renda financeira, o dinheiro acumulado do participante continua individualizado e rendendo. Caso opte pela renda mensal nesta categoria, o participante receberá o valor solicitado, que é retirado mensalmente do dinheiro acumulado, até acabar a reserva.

Renda Atuarial

Quando o participante escolhe uma modalidade que se enquadra como renda atuarial, o dinheiro acumulado passa para a conta da seguradora.

Na prática, é como se o participante estivesse comprando um serviço, neste caso a renda mensal, e o preço é o montante que foi acumulado durante a fase de acumulação.

O que é renda mensal por prazo determinado?

A renda mensal por prazo determinado, também conhecida como renda mensal por prazo certo, é uma modalidade que se enquadra na categoria de renda financeira.

Ou seja, o participante escolhe por quanto tempo deseja receber a renda mensal, e esses valores são retirados dos recursos acumulados.

Como a renda mensal por prazo determinado é retirada do montante acumulado, quanto maior for o tempo escolhido, menor tende a ser o recebimento mensal.

Quais são as modalidades de renda mensal?

A renda mensal por prazo determinado é uma das modalidades que apresentam menos riscos para as seguradoras.

Afinal, a seguradora já lucrou com as taxas de administração, e todos os valores que serão recebidos pelo participante sairão do dinheiro que ele mesmo acumulou durante os anos.

Mas a renda mensal por prazo determinado não é a única modalidade de renda. Saber quais são as suas opções e como elas funcionam pode ajudá-lo a fazer a melhor escolha na hora de tomar uma decisão na data de saída.

Renda mensal vitalícia

A renda mensal vitalícia é uma modalidade de renda atuarial. Neste caso, todo o dinheiro acumulado pelo participante vai para a conta da seguradora, e ele receberá uma renda mensal enquanto estiver vivo.

A renda mensal vitalícia acaba quando o participante falece, independentemente se isso acontecer 6 meses ou 30 anos depois de ele começar a receber a renda. Nesta modalidade, não existe a devolução do capital acumulado para os seus herdeiros ou beneficiários.

Renda mensal temporária

A renda mensal temporária, como o nome indica, é um pagamento mensal por prazo determinado, a ser estipulado no momento da contratação do plano de previdência.

Esta também é uma modalidade de renda atuarial. Ou seja, terminado o prazo contratado para o recebimento da renda mensal, os pagamentos cessam.

Nesta modalidade os pagamentos mensais tendem a ser um pouco maiores, pois os valores pagos entram para a conta da seguradora, e uma parte dos segurados falece antes mesmo de receber o capital total investido.

Isso permite que a seguradora pague um valor um pouco mais alto aos segurados.

Renda mensal vitalícia com prazo mínimo garantido

A renda mensal vitalícia com prazo mínimo garantido tem algumas semelhanças com a renda mensal vitalícia, principalmente porque o participante recebe a renda mensal enquanto estiver vivo, independentemente de quanto tempo ele viver.

A grande diferença é que o participante estipula um prazo, negociado na contratação do plano, e, no caso do seu falecimento antes desse prazo, o beneficiário escolhido passa a receber a renda mensal.

Porém, caso o participante venha a falecer depois do prazo, o plano é encerrado e nenhum valor é repassado ao beneficiário.

Renda mensal vitalícia reversível ao beneficiário

Na renda mensal vitalícia reversível ao beneficiário, o participante também recebe o pagamento pelo tempo em que estiver vivo.

No caso do seu falecimento, o beneficiário receberá um percentual definido pelo participante no momento da contratação do plano de previdência, também enquanto estiver vivo. O plano é encerrado com o falecimento do beneficiário.

Porém, caso o beneficiário venha a falecer antes do participante, a reversibilidade é extinta e o plano é encerrado com o falecimento do próprio participante.

Renda mensal vitalícia reversível ao cônjuge com continuidade aos menores

Assim como nas outras modalidades de renda vitalícia, o participante recebe a renda mensal enquanto estiver vivo.

Em caso de falecimento do participante enquanto estiver recebendo a renda mensal, o cônjuge receberá, até o seu próprio falecimento, um percentual determinado pelo participante no momento da contratação.

Se o cônjuge falecer antes do participante ou enquanto estiver recebendo a renda mensal, um percentual também estabelecido anteriormente é pago aos filhos menores ou às outras pessoas indicadas (também menores de idade).

Estes novos beneficiários receberão a renda mensal até completarem a idade estabelecida no plano, que não precisa coincidir com o limite legal de 18 anos.

Há vantagens na renda mensal por prazo determinado?

Para os participantes que escolhem a renda mensal por prazo determinado, alguns pontos devem ser levados em conta.

No caso desta modalidade, a quantia a receber como renda mensal é ligada à capacidade de acumulação do participante. Quanto maior for o volume de dinheiro acumulado, maiores serão as parcelas a serem recebidas.

Além disso, caso o participante venha a falecer, os beneficiários ou herdeiros legais passam a receber o saldo remanescente.

Entretanto, na renda mensal por prazo determinado, existe o risco de o participante viver por mais tempo do que o prazo escolhido e acabar sem a renda mensal que planejou para a aposentadoria.

Gostou do artigo? Acesse nosso blog para mais conteúdos sobre o tema e fique por dentro dos melhores planos e estratégias do mercado!

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Conquistar sua renda mensal vitalícia é perfeitamente possível com os investimentos certos. Você só precisa escolher aplicações de longo prazo e buscar a rentabilidade desejada para compor sua futura renda e garantir uma aposentadoria tranquila — ou a independência financeira em qualquer fase da vida.

Nesse quesito, a previdência privada é a campeã, pois oferece rentabilidade em longo prazo com baixo custo e várias opções de recebimento do benefício. Neste artigo, você vai conhecer as modalidades de renda vitalícia desses planos e entender por que são vantajosos. 

Continue lendo e garanta sua renda para o resto da vida.

É possível ter renda mensal vitalícia?

Obter uma renda mensal vitalícia é o objetivo de muitos investidores que buscam a independência financeira. De fato, é possível receber uma boa quantia para o resto da vida fazendo as escolhas certas em investimentos de longo prazo e planejando o futuro.

Um dos caminhos para isso é montar uma carteira diversificada e buscar aplicações que oferecem pagamentos periódicos (mensais ou semestrais). É o caso de títulos de renda fixa atrelados ao CDI e à inflação, por exemplo, ou mesmo fundos imobiliários.

Outra opção, mais arrojada, é investir em ações que pagam dividendos. Mas a estratégia mais garantida para ter uma renda mensal vitalícia ainda é o plano de previdência privada, que oferece diversas modalidades de recebimento do benefício — e é pensado justamente para quem quer uma aposentadoria tranquila.

Como obter renda mensal vitalícia

Para obter uma renda mensal vitalícia com a previdência privada, basta escolher essa forma de recebimento do benefício. A lógica é simples: você constrói seu patrimônio fazendo aportes frequentes durante a fase de acumulação e, quando atingir uma determinada idade ou montante, escolhe como quer receber os recursos capitalizados na fase de usufruto.

Nesse momento, os planos de previdência dão várias opções aos titulares:

  • Receber uma renda mensal para sempre
  • Receber a renda mensal por um período determinado
  • Receber a renda mensal e revertê-la para beneficiários em caso de falecimento
  • Realizar resgates programados conforme a necessidade
  • Realizar um único resgate total do patrimônio acumulado.

No caso, a escolha será pelo recebimento da renda mensal pelo resto da vida. Evidentemente, quanto mais tempo durar sua aplicação, maiores serão os rendimentos e mais generosa será sua renda mensal vitalícia.

Como funciona a renda mensal vitalícia na previdência privada

Há várias opções de recebimento da renda mensal vitalícia na previdência privada, dependendo dos seus objetivos.

Veja como funciona.

Correção definida em contrato

Ao optar pela renda mensal vitalícia no plano de previdência privada, você recebe os valores mensais corrigidos pelo índice acordado em contrato com a seguradora (IGP-M ou IPCA, por exemplo). Dessa forma, seu poder de compra fica protegido durante todo o período de concessão do benefício — ou seja, até seu falecimento.

Período de pagamento

Obviamente, a condição da renda vitalícia é ser paga até o último dia de vida do titular do plano. Mas também existem opções de renda vitalícia com prazo mínimo garantido, por exemplo, em que o próprio titular define o prazo mínimo de pagamento do benefício e pode transferi-lo para um beneficiário em caso de morte durante o período de recebimento.

Dessa forma, o titular evita que o benefício cesse na ocasião de seu falecimento — nesse caso, não é possível rever o dinheiro que fica com a seguradora.

Reversibilidade

Outro aspecto interessante da renda mensal vitalícia pela previdência privada é a opção de reverter o pagamento para beneficiários escolhidos pelo titular. Dessa forma, em caso de falecimento, a renda mensal é transferida automaticamente para um beneficiário e pode se estender até sua morte, dependendo do contrato.

O titular também pode determinar a proporção da renda mensal que será paga ao beneficiário e por quanto tempo. Na renda mensal vitalícia reversível ao cônjuge com continuidade aos menores, por exemplo, você pode reverter a renda para o marido ou esposa e ainda transmitir o pagamento aos filhos após a morte do companheiro (nesse caso, os menores recebem a renda até completarem a maioridade definida em contrato).

No entanto, é preciso considerar que as opções que incluem mais beneficiários e continuidade do pagamento do benefício reduzem o valor recebido, pois aumentam os riscos na proporção dos cálculos de expectativa de vida que a seguradora faz.  Por isso é importante avaliar bem os valores recebidos, tributação e condições oferecidas pelo plano antes de escolher uma modalidade de renda vitalícia.

Viu como é possível ter uma renda vitalícia investindo em longo prazo? Agora você pode conhecer melhor os planos de previdência privada e escolher o que mais se adequa às suas expectativas e padrão de vida desejado para a aposentadoria.

O comprometimento de renda pode ser considerado um parâmetro para análise da sua saúde financeira. Não por acaso, antes de concederem crédito, os bancos e as instituições credoras sempre avaliam quanto da receita do solicitante pode ser comprometida.

Por isso, ter controle sobre o seu orçamento é a melhor forma de evitar a inadimplência e, assim, poder comprar a prazo e usufruir de outros benefícios.

Quer saber como manter uma vida financeira saudável, dentro dos limites do seu bolso? Continue lendo este texto e confira todas as dicas!

Comprometimento de renda: o que é?

Desde que existe empréstimo a juros, as instituições credoras buscam o máximo de garantias de que os pagamentos posteriores serão cumpridos. 

Portanto, todo crédito é precedido por uma análise minuciosa do perfil do solicitante, no sentido de medir sua capacidade de honrar com o compromisso financeiro. Sendo assim, a renda é o critério número 1. Quanto mais alta, maior será a margem que poderá ser tomada com referência para um possível empréstimo.

É essa a margem, baseada na renda mensal e nos históricos financeiro e de consumido  que é  usada como parâmetro para dizer quanto o cliente tem disponível para tomar emprestado.

Dito de outra forma: o comprometimento de renda consiste na fatia da receita mensal que pode ser tomada como valor-base para concessão de crédito.

Como é definido o comprometimento de renda?

Nada melhor do que a própria lei para ilustrar o mecanismo por trás do comprometimento de renda, certo? Nesse caso, vamos ver o que consta na Lei nº 10.820/2003, mais conhecida como Lei do Empréstimo Consignado

Em seu artigo 1º, parágrafo 1º, ela é bem clara:

“O desconto mencionado neste artigo também poderá incidir sobre verbas rescisórias devidas pelo empregador, se assim previsto no respectivo contrato de empréstimo, financiamento, cartão de crédito ou arrendamento mercantil, até o limite de 35% (trinta e cinco por cento)(…)”

Quando o comprometimento de renda é exigido?

Como visto, é a lei quem diz o quanto da renda mensal de um trabalhador pode ser comprometida com um (ou mais de um) empréstimo. No entanto, não é apenas ao pedir crédito que esse limite deve ser obedecido.

Financiamentos, compras a prazo e todo tipo de despesa recorrente deve ser contraída tomando o percentual da renda que pode ser empenhada. E isso vale, claro, para o seu próprio controle mensal de despesas.

Como fazer do comprometimento de renda seu aliado?

Em uma avaliação menos aprofundada, pode até parecer que essa é uma limitação que reduz o poder de compra do salário ou dos rendimentos mensais. Contudo, a grande vantagem de observar o quanto da renda mensal pode ser gasta em uma área é justamente colocar margens seguras para diferentes despesas.

Para isso, no entanto,  você precisará adotar bons hábitos financeiros que permitam que o seu orçamento se mantenha sempre controlado. Vejamos então o que fazer.

Corte gastos (sim, é possível)

A expressão “cortar na carne” é bastante adequada quando se trata de estipular limites de gastos. Ou seja, quanto menos você gastar, maior será a fatia da sua renda liberada para despesas mais importantes.

Por isso, a primeira medida para quem quer ter uma margem maior de empréstimo sem que o comprometimento de renda atrapalhe é eliminar despesas.

Dica: procure primeiro cortar gastos variáveis, isto é, aqueles que não são recorrentes ou supérfluos, como roupas, idas a bares, entre outros.

Procure estimular o hábito de poupar

Já dizia o sábio personagem da Disney, Tio Patinhas, que quem guarda, tem”. Evidentemente, você não precisa guardar tanto a ponto de acumular dinheiro em uma caixa-forte.

A sabedoria da frase está em justamente apontar para a necessidade de poupar para o futuro. Afinal, quem tem uma reserva financeira sempre terá de onde tirar recursos e, dessa forma, terá sua renda menos comprometida.

Calcule sempre os juros

O número de inadimplentes no Brasil não para de crescer, como apontam os números da Serasa Experian, que indica que há mais de 63 milhõesde devedores no país. Boa parte desse contingente é composto por pessoas que, na hora de comprar a prazo ou pedir dinheiro emprestado, não levaram em conta o peso dos juros em seu orçamento.

Por isso, jamais deixe de avaliar o impacto de um empréstimo ou financiamento a longo prazo.

Mantenha uma lista de compras no supermercado

Você vai ao mercado e, a cada visita, sai com a impressão de que está gastando mais? Nesse caso, é possível que você não tenha estipulado um limite para essa categoria de despesa. 

Sejamos francos: quem não gosta de passear por entre as gôndolas e colocar no carrinho tudo aquilo que tem vontade? Acontece que esse é um hábito nocivo para a sua saúde financeira, porque, a longo prazo, pode fazer com que boa parte da sua renda acabe comprometida.

Negocie para evitar a negativação

Por último, mas não menos importante, nunca deixe que uma conta vença sem antes buscar um acordo. Lembre-se de que boletos atrasados rendem juros e, se não forem quitados, causam um efeito bola de neve difícil de conter.

As instituições financeiras estão sempre abertas para negociação, por isso, não deixe de aproveitar essa oportunidade para evitar o comprometimento de renda excessivo. Aplicando as nossas dicas, dificilmente ficará endividado. Dessa forma, você garante uma boa saúde financeira e um futuro mais tranquilo.

E por falar nisso, não deixe de acompanhar os conteúdos do blog Sua Previdência Privada para ficar sempre por dentro das melhores práticas para alavancar suas finanças.

Brasilprev

Declarar os planos da Brasilprev no Imposto de Renda é um processo que gera dúvidas em muitos investidores. Na prática, as regras são simples, mas mudam conforme o tipo de plano escolhido e o modelo de tributação. 

Por isso, é importante entender as diferenças entre os fundos PGBL e VGBL, assim como as características da tributação regressiva e progressiva do IR. Vamos explicar como funcionam essas categorias na declaração da Brasilprev no Imposto de Renda e ensinar o procedimento passo a passo conforme seu tipo de plano.

Continue lendo e declare certo para não cair na malha fina. 

Imposto de Renda na Brasilprev: tabela regressiva x progressiva

Há duas formas de tributação dos planos da Brasilprev no Imposto de Renda, como em todos os fundos previdenciários: pela tabela progressiva ou regressiva

Veja como funcionam essas duas modalidades no IR. 

Tabela regressiva

Se você optou pela tabela regressiva no fundo da Brasilprev, as alíquotas do IR serão reduzidas conforme o tempo de aplicação, seguindo os valores abaixo:

Prazo de acumulaçãoAlíquota retida na fonte
Até dois anos35%
Acima de dois anos e até quatro anos30%
Acima de quatro anos e até seis anos25%
Acima de seis anos e até oito anos20%
Acima de oito anos e até 10 anos15%
Acima de 10 anos10%

Ou seja: quanto mais tempo seu dinheiro ficar investido, menor será o Imposto de Renda cobrado. Lembrando que o IR é descontado nas retiradas do seu plano.

Tabela progressiva

Já pela tabela progressiva, sua previdência privada é tributada de acordo com a tabela geral da Receita aplicada aos salários e aposentadorias, com alíquotas que aumentam conforme o valor resgatado. Em 2020, esta é a tabela vigente:

Base de cálculo mensalAlíquotaParcela a deduzir do IRPF
Até R$ 1.903,98Isento
De R$ 1.903,99 até R$ 2.826,657,5%R$ 142,80
De R$ 2.826,66 até R$ 3.751,05 15%R$ 354,80
De R$ 3.751,06 até R$ 4.664,6822,5%R$ 636,13
Acima de R$ 4.664,6827,5%R$ 869,36

Imposto de Renda no Brasilprev: PGBL x VGBL

Agora que você entendeu como é cobrado o Imposto de Renda no Brasilprev, também precisa conhecer as diferenças entre a tributação dos planos PGBL e VGBL.

Confira as regras de cada modalidade.

PGBL

Na modalidade PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) do Brasilprev, o Imposto de Renda é descontado sobre o valor total acumulado (capital investido + rentabilidade) no momento do resgate. Além disso, há um recolhimento na fonte de 15% e a possibilidade de deduzir  até 12% das contribuições na base de cálculo do IR. 

Por isso, o PGBL é indicado para quem contribui com o INSS e/ou faz a declaração do Imposto de Renda pelo formulário completo. Dessa forma, o investidor pode aproveitar os benefícios fiscais e adiar o pagamento do imposto.  

VGBL

Na modalidade VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre), a alíquota do IR é cobrada apenas sobre os rendimentos do plano, e não sobre seu valor total no momento da retirada. Em contrapartida, não é possível deduzir os aportes na declaração do IR como no PGBL.

Por essa razão, esse tipo de plano é indicado para quem é isento ou apresenta a declaração simplificada do Imposto de Renda.

Como declarar a previdência do Brasilprev

Para declarar a previdência privada do Brasilprev no Imposto de Renda, basta considerar as opções acima (VGBL ou PGBL, regressivo ou progressivo) e seguir as normas da Receita.

Veja quais são os passos.

1. Selecione a ficha e códigos pelo tipo de plano

Para começar, você deverá selecionar a ficha e código corretos para cada tipo de plano no programa IRPF disponível no site da Receita ou no aplicativo Meu Imposto de Renda. Estas são as regras:

  • VGBL: ficha “Bens e Direitos e código “07 – VGBL – Vida Gerador de Benefício Livre
  • PGBL: ficha “Pagamentos Efetuados” e opção “36 – Previdência Complementar”.

2. Informe os dados solicitados em cada campo

O próximo passo para declarar Imposto de Renda do Brasilprev é informar os dados solicitados em cada campo:

  • VGBL: informar o CNPJ da seguradora/corretora, número da conta e informações da apólice no campo “discriminação”, e situação nas datas anteriores detalhada no informe de rendimentos
  • PGBL: despesa com titular ou dependente, CNPJ da seguradora/corretora, nome da instituição e valor total de contribuições (não é preciso declarar o saldo acumulado). Nesse caso, o próprio programa já calcula sua dedução de 12% na declaração completa.

3. Declare rendimentos dos saques (se houver)

Se você tiver feito saques ou estiver na fase de recebimento do benefício da Brasilprev, será necessário declarar os rendimentos no IR. Para isso, basta seguir as regras para tabela regressiva e progressiva:

  • Tabela regressiva: selecione a ficha “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva”, escolha o código “06 – Rendimentos de aplicações financeiras” e preencha o valor líquido recebido
  • Tabela progressiva: declare os rendimentos na ficha Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica. 

Entendeu como declarar sua previdência privada da Brasilprev no Imposto de Renda? Aproveite para conferir se o plano está valendo a pena e compare com outras opções do mercado. 

Aluguel no Imposto de Renda: como declarar?

19/05/2020 | Previdência | Nenhum comentário

Engana-se quem pensa que é uma obrigação só de proprietários declarar aluguel no Imposto de Renda. Da mesma forma que os donos de imóveis precisam declarar esse tipo de bem (e rendimentos obtidos), os inquilinos são igualmente exigidos a fazer a declaração dessa despesa.

Claro que existem, para cada caso, diferenças e peculiaridades que devem ser observadas. E, para apresentá-las e orientar você nos primeiros passos antes de declarar seu IR, desenvolvemos este conteúdo.

Continue por aqui e veja como os aluguéis devem ser inseridos na declaração anual para quem obtém renda de aluguéis e também para quem os paga.

Aluguel no Imposto de Renda: quais são as regras?

Pelas regras tributárias em 2020, todo brasileiro que ganhou menos que R$ 2.379,97 mensais, ou R$ 28.559,70 no ano de 2019, está isento de pagar Imposto de Renda.

No entanto, isso não exime as pessoas nessa faixa de rendimentos de ter que declarar certas despesas, ainda que não sejam dedutíveis. É o caso dos aluguéis, que precisam ser declarados para fins de conferência, evitando que o contribuinte caia na malha fina e venha a pagar multa.

Em outras palavras: se alguém paga aluguel, significa que outra pessoa está recebendo rendimentos em cima desses valores que, por sua vez, devem ser declarados. Ao cruzar os dados, a Receita Federal do Brasil pode confirmar a procedência daquela renda.

Seja qual for o caso, a declaração deve ser feita normalmente no software IRPF. Porém, há algumas exceções que conheceremos mais à frente e que levam o contribuinte a fazer a declaração mensal.

Quem precisa declarar aluguel no Imposto de Renda?

Tal como aplicações financeiras, os rendimentos obtidos por meio de aluguéis são tributados por uma tabela progressiva. Logo, quanto maior for a renda mensal, mais imposto a pagar. Confira:

  • Isento: quem recebe rendimentos de até R$ 1.903,98
  • 7,5%: quem recebe entre R$ 1.903,99 e R$ 2.826,65, com parcela dedutível no valor de R$ 142,80
  • 15%: quem recebe entre R$ 2.826,66 e R$ 3.751,05, com parcela dedutível de R$ 354,80
  • 22,5%: quem recebe entre R$ 3.751,06 e R$ 4.664,68, com dedução de até R$ 636,13
  • 27,5%: todos que recebem acima de R$ 4.664,68, com direito a parcela dedutível de R$ 869,36.

Conhecida a tabela, vamos ver como declarar o aluguel no Imposto de Renda?

Como declarar aluguel no Imposto de Renda?

A tributação progressiva sobre a renda auferida de aluguéis visa justamente tributar de forma mais justa quem vive desses rendimentos. Por outro lado, isso gera a obrigação de que pessoas que moram em imóveis alugados, declarem as despesas que têm com seus respectivos aluguéis mensais.

Sendo assim, cada tipo de declaração deve ser feita conforme o caso. Veja os passos nos dois tópicos seguintes.

Proprietário

Quem recebe dinheiro a título de aluguel em valores acima de R$ 1.903,98 por mês está sujeito ao pagamento de imposto mensal. Esse imposto, por sua vez, é apurado por meio do Carnê Leão, disponível para download no site da RFB.

Uma vez preenchido, é preciso importar os dados para o programa gerador da declaração, na ficha “Rendimentos Tributáveis Recebidos de PF/Exterior”. Nela, selecione o ícone “Importar Dados do Carnê-Leão”.

Caso os rendimentos sejam abaixo de R$ 1.903,98, é prevista a isenção. Se você se enquadra nessa faixa, basta informar os aluguéis diretamente na declaração, a cada mês, na ficha “Rendimentos Tributáveis Recebidos de PF/Exterior”.

Mas atenção: aluguéis pagos por PJs devem ser declarados na ficha “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica”. No campo “Discriminação”, informe nome, CNPJ da empresa e os valores recebidos.

Finalmente, vale destacar que despesas com IPTU e taxa de condomínio são dedutíveis, assim como a taxa de corretagem cobrada pela imobiliária. Para isso, use a ficha “Pagamentos Efetuados” e o código “71 – Administrador de imóveis”. Informe o valor pago como corretagem, nome e CNPJ da empresa que faz a intermediação do contrato.

Inquilino              

Todo inquilino precisa declarar os valores que paga a título de aluguel. Para isso, no programa IRPF, o valor total deve ser informado na ficha “Pagamentos Efetuados”, no código “70 – Aluguéis de Imóveis”.

Nessa ficha, devem ser declarados apenas os valores pagos como aluguel, ficando de fora IPTU e a taxa condominial. Não deixe, ainda, de informar CPF e nome do locador.

Um detalhe a ser observado é que somente a pessoa que assina o contrato deverá declarar o aluguel no IR, ainda que divida o imóvel com terceiros. No entanto, se todos forem signatários, deve constar apenas a parte que lhe cabe na declaração.

Outro caso especial é o de pessoas que são proprietárias e usam o dinheiro recebido de aluguel para pagar a locação de outro imóvel. Nessa situação, cada uma dessas transações deve ser declarada em separado no IR.

O que acontece se não declarar aluguel no IR?

Caso o Fisco detecte alguma discrepância, como um rendimento de aluguel declarado sem a correspondente declaração dessa despesa por outra pessoa, pode questionar o contribuinte. Assim, corre-se o risco de cair na malha fina, que, por sua vez, o impede de receber restituições, e, em casos mais extremos, pode gerar multa.

Agora que você sabe como funciona a declaração de aluguel no Imposto de Renda, com certeza não vai ficar perdido na hora de arcar com as suas obrigações junto ao Fisco.

No blog Sua Previdência Privada é assim: você fica sempre por dentro de assuntos que afetam diretamente sua vida financeira.

Quem nunca ouviu a afirmação “Não trabalhe pelo dinheiro, faça o dinheiro trabalhar por você”?

Independência financeira muitas vezes parece um sonho longe de se alcançar, não é mesmo? Uma das formas de chegar a esse estágio é por meio dos seus investimentos. Apesar de parecer um assunto complicado e difícil, não é. Claro que precisamos ter foco, planejamento e determinação, e isso vai fazer toda a diferença nessa busca. 

Neste artigo, ensinaremos maneiras de viver somente com a renda financeira de investimentos. Confira!

O que é renda financeira?

O conceito se refere a um determinado valor em dinheiro que uma organização ou pessoa física recebe periodicamente pela rentabilidade de um bem, investimento ou comercialização de um produto/serviço.

Por que precisamos pensar em renda financeira?

É de extrema importância se planejar para garantir uma vida financeira segura. Em outras palavras, trata-se de uma estratégia para evitar instabilidades e não depender apenas da aposentadoria concedida pelo governo.

Mas, afinal, como planejamos um futuro melhor? Para isso, a construção de uma renda financeira é essencial. Pode ser por meio de investimentos, entrando no mercado financeiro, estudando todas as modalidades de aplicações, com disciplina e foco, economizando o salário e estipulando metas para que no futuro você atinja o seu objetivo.

O primeiro passo para investir em renda financeira é:

Entender o seu perfil investidor, até porque os seus primeiros passos vão depender e muito do tipo de investidor que você é. Faça um autoestudo e descubra se você combina mais com os investidores de risco ou com os conservadores.

Antes de mais nada, fique tranquilo: não existe certo ou errado aqui. Porém, uns optam pelo crescimento moderado e mais seguro, enquanto outros apostam alto para chegar mais rápido a seus objetivos — claro, com muito mais risco.

Depois, é só escolher um fundo de investimento ideal para seu perfil!

5 maneiras de investir para viver de renda financeira

1.    Investimento de renda fixa

CBD (Certificado de Depósito Bancário) — você empresta dinheiro ao banco, que, por sua vez, empresta para outras pessoas com juros mais altos. Importante: quanto menor for a liquidez, maiores serão os ganhos a longo prazo.

2.    Investimento de renda fixa

LCI  (Letra de Crédito Imobiliária)  —  você empresta dinheiro para o financiamento de imóveis por meio dos bancos. Pode ser muito lucrativo a longo prazo, além de ser uma ótima opção para diversificar as aplicações.

3.    Investimento de renda fixa

COE  (Certificado de Operações Estruturadas) — você empresta dinheiro para

um banco, que irá reinvestir uma parte do valor em investimentos fixos e outra em variáveis. E, caso o dinheiro investido tenha algum rendimento, esse capital retorna para você. Porém, se o investimento não for rentável, o valor inicial do investimento é devolvido pelo banco.

4.    Investimento de renda variável

Câmbio é um tipo de investimento diferenciado, em que você troca o real por moeda estrangeira. Pode ser muito lucrativo a longo prazo, pois há grande oscilação no mercado e constante desvalorização do real.

5.    Investimento de renda variável

Uma opção pode ser investir em ações de grandes empresas pela Bolsa de Valores.Trata-se de aplicações de risco que podem trazer grandes rendimentos. Aqui os lucros também dependem das oscilações do mercado.

Como saber quanto preciso para viver de renda?

Para você realmente viver de renda financeira, será necessário muito planejamento. Por exemplo, saber o seu custo de vida anual e quanto deseja ganhar por mês no futuro, além de fazer um acompanhamento dos seus gastos fixos e variáveis.

Dessa forma, você conseguirá colocar na ponta do lápis um valor baseado no seu custo de vida. Lembre-se: o ideal é sempre ultrapassar a meta, pois imprevistos acontecem.

Portanto, para garantir uma vida financeira saudável, estabeleça uma meta e sonhe alto. Com muita dedicação, você tem a chance de transformar uma expectativa do futuro em realidade.

É possível viver de juros?

Sim, é possível! O juro é igual a uma sementinha: quanto mais você rega, mais ela cresce. Até que, no futuro, vira uma árvore e começa a dar frutos. Que tal deixar aflorar o investidor que existe em você? Quanto antes você começar, mais cedo irá descobrir.

Agora confira um passo a passo para começar a sua busca pela independência financeira:

1 – Controle seus gastos mensais.

2 – Depois de abrir mão de tudo o que é supérfluo, invista esse dinheiro todos os meses.

3 – Crie um portfólio diversificado (divida seu investimento em algumas partes e invista em diferentes produtos).

4 – Defina objetivos (ex: em quanto tempo você quer viver somente de seus investimentos? Qual é o valor ideal para investir mensalmente para chegar ao seu objetivo?).

5 – Tenha paciência: esse é um caminho longo a ser percorrido. Você precisa ter foco. Quanto mais perseverança tiver nessa caminhada, mais perto estará do seu objetivo final.

Gostou e quer saber mais como se tornar um investidor de sucesso? Confira o que temos para você aqui!

Fundo-de-previdência-no-Imposto-de-Renda

Declarar fundo de previdência no Imposto de Renda requer atenção, pois cada tipo de plano e regime de tributação tem suas próprias regras. Entre VGBL e PGBL, por exemplo, mudam totalmente os campos de preenchimento e rendimentos.

Além disso, você terá que informar dados específicos para planos tributados pela tabela progressiva ou regressiva. Então, para acertar na declaração do seu fundo de previdência no Imposto de Renda, confira nosso guia rápido.

Continue lendo para passar longe da malha-fina.

É preciso declarar fundo de previdência no Imposto de Renda?

É obrigatório declarar fundo de previdência no Imposto de Renda se você estiver dentro dos critérios da Receita Federal. De acordo com as regras do IR 2020, está obrigado a declarar todo cidadão que:

  • Recebeu rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70
  • Recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributáveis exclusivamente na fonte acima de R$ 40 mil
  • Tinha, até 31 de dezembro de 2019, bens e direitos com valor superior a R$ 300 mil
  • Recebeu, em qualquer mês do ano anterior, ganho de capital na alienação de direitos ou bens sob incidência do imposto
  • Obteve receita bruta acima de R$ 141.798,50 em atividade rural no ano anterior
  • Passou à condição de residente do Brasil em qualquer mês do ano anterior e continuava no país em 31 de dezembro de 2019

Se você se encaixa em alguma dessas condições, precisa fazer a declaração anual e incluir nela seu fundo de previdência.

Como declarar fundo de previdência no Imposto de Renda

Na declaração do fundo de previdência no Imposto de Renda, as regras são diferentes para planos PGBL e VGBL.

Veja como fazer nos dois casos.

Como declarar fundo de previdência VGBL

O plano de previdência privada PGBL é indicado para quem faz a declaração simplificada, pois não permite dedução da base de cálculo do IR. Nesse caso, você deve usar a ficha “Bens e Direitos” e selecionar o código “07 – VGBL – Vida Gerador de Benefício Livre”, informando:

  • O CNPJ da seguradora/corretora
  • Número da conta e informações da apólice no campo “Discriminação”
  • Situação em 31/12/2018 e 31/12/2019, conforme detalhado no seu informe de rendimentos

É bom lembrar que você não precisa informar a rentabilidade do plano, ou seja, basta informar o valor bruto, contando apenas os aportes que você realizou.

Como declarar fundo de previdência PGBL

Já o fundo de previdência PGBL permite a dedução de até 12% da base de cálculo no modelo da declaração completa, e por isso segue outras regras no IR. Para declarar esse tipo de fundo de previdência, você deverá usar a ficha “Pagamentos Efetuados” e selecionar a opção “36 – Previdência Complementar” para informar:

  • Se a despesa foi realizada com titular ou dependente
  • CNPJ da corretora ou seguradora
  • Nome da corretora
  • Valor total de contribuição e aporte (não é necessário declarar o saldo acumulado)

Nesse caso, o próprio programa do IR calcula o desconto de 12% para as declarações completas.

Como declarar resgates e rendimentos da previdência privada

Se você está na fase de acumulação e não fez nenhum resgate do fundo de previdência no ano anterior, a declaração se resume aos itens anteriores. Agora, se estiver na fase de recebimento do benefício ou tiver realizado saques, será preciso declarar esses rendimentos no IR.

Quem optou pela tabela regressiva deve informar os rendimentos na ficha “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva”, selecionando o código “06 – Rendimentos de aplicações financeiras” e preenchendo o valor líquido recebido. Para a tabela progressiva, os rendimentos são declarados na ficha Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica.

Imposto de Renda nos fundos de previdência

Para saber como declarar seus fundos de previdência no Imposto de Renda, é importante entender como funciona a tributação nos diferentes tipos de plano.

Confira as regras para recolhimento do IR.

Tabela regressiva

Os planos PGBL e VGBL tributados pela tabela regressiva têm suas alíquotas do IR reduzidas conforme o tempo da aplicação, seguindo os valores abaixo:

Prazo de acumulaçãoAlíquota retida na fonte
Até 2 anos35%
Acima de 2 anos e até 4 anos30%
Acima de 4 anos e até 6 anos25%
Acima de 6 anos e até 8 anos20%
Acima de 8 anos e até 10 anos15%
Acima de 10 anos10%

Tabela progressiva

Para os planos PGBL e VGBL enquadrados no regime progressivo, é aplicada a mesma tabela que incide sobre salários e aposentadorias:

Base de cálculo mensalAlíquotaParcela a deduzir do IRPF
Até R$ 1.903,98Isento 
De R$ 1.903,99 até R$ 2.826,657,5%R$ 142,80
De R$ 2.826,66 até R$ 3.751,0515%R$ 354,80
De R$ 3.751,06 até R$ 4.664,6822,5%R$ 636,13
Acima de R$ 4.664,6827,5%R$ 869,36

Tributação no PGBL

Nos planos do tipo PGBL, o Imposto de Renda é descontado sobre o valor total acumulado (e não apenas sobre os rendimentos) no momento do resgate. Também há um recolhimento na fonte de 15% e a possibilidade da dedução de até 12% da renda bruta no IR.

Tributação no VGBL

No VGBL, a alíquota do IR incide apenas sobre os rendimentos do plano, e não sobre seu valor total no momento do resgate. Em contrapartida, não é possível deduzir os aportes na declaração do IR.

Agora você sabe como declarar fundo de previdência no Imposto de Renda para acertar suas contas com o Leão. Na hora de enviar sua declaração, siga nossas dicas e fique longe da malha-fina

A renda vitalícia reversível ao cônjuge com continuidade aos menores é a previdência que garante segurança para toda a família. Quer entender como? De forma simples, ao se aposentar, o titular recebe uma renda pelo resto da vida e, caso venha a falecer, ela é transferida para o cônjuge. E, em caso de falecimento do parceiro (a), o valor é repassado aos filhos menores. 

Por ser um investimento em longo prazo, a contratação desse tipo de renda vitalícia requer muito planejamento. Acompanhe o nosso artigo para saber quais são as regras do benefício, como funciona e quais são as principais vantagens e desvantagens que ela oferece ao beneficiário e à sua família. 

Contratação da renda vitalícia reversível ao cônjuge com continuidade aos menores 

Com a renda vitalícia reversível ao cônjuge com continuidade aos menores, o titular recebe uma renda mensal vitalícia após a aposentadoria, a partir da data da saída estabelecida em contrato. 

Caso ele venha a falecer durante o recebimento, um percentual da renda continuará sendo pago mensalmente para o cônjuge até a sua morte. Contudo, se o cônjuge falecer, os filhos ou menores indicados no plano receberão um percentual da renda até completarem a idade estipulada em contrato, entre 18 e 24 anos. 

Por outro lado, se o cônjuge falecer antes do titular do plano, a renda será destinada para os filhos ou menores de idade. Contudo, o repasse mensal pode ser extinto ou alterado nas seguintes situações: 

  • Após a morte do titular e do cônjuge, o menor mais jovem atingir a idade da maioridade estipulada no plano;
  • Sempre que um dos menores alcançar a maioridade ou falecer, o valor da renda é rateado entre os outros beneficiários restantes;
  • Se durante o pagamento da renda o último beneficiário menor falecer, o pagamento é feito para os sucessores legítimos até a data em que o menor falecido chegaria à maioridade. 

Como investir na aposentadoria? Confira aqui como investir de acordo com sua renda.

O que fazer na contratação? 

Os bancos, seguradoras e corretoras oferecem planos de renda vitalícia reversível ao cônjuge com continuidade aos menores. No entanto, antes da contratação, é recomendado avaliar a reputação da instituição no mercado. Também é indicado comparar os valores das taxas, impostos e condições de pagamento. 

A contratação desse tipo de plano é simples e consiste basicamente na escolha do fundo de aposentadoria de acordo com o seu perfil e necessidades na assinatura da proposta. Em geral, o documento contém informações como:

  • Tipo de plano da aposentadoria: PGBL ou VGBL;
  • Escala progressiva ou regressiva do Imposto de Renda;
  • Nome dos beneficiários e fração das reservas de cada um;
  • Data da saída;
  • Valor mensal da contribuição da aposentadoria;
  • Taxa da previdência privada;
  • Forma de pagamento das contribuições: depósito bancário ou boleto;
  • Data da cobrança mensal.

A contratação de uma previdência privada deve ser planejada com cuidado. Afinal, trata-se de uma aplicação que requer mais de 10 anos de investimento. Além disso, o montante será uma fonte de renda para o contratante e sua família por um longo período. 

Por isso, antes da contratação, é recomendado consultar um especialista em finanças. Esse profissional vai analisar o perfil financeiro de cada um, a renda e a expectativa de futuro, para indicar os melhores fundos.  

Vantagens da renda vitalícia reversível ao cônjuge com continuidade aos menores

Contratar um plano de renda vitalícia reversível ao cônjuge com continuidade aos menores oferece vantagens para o contratante e sua família. Os benefícios iniciam ainda na fase de acumulação da previdência. 

Nesse período, o contratante adquire o hábito de poupar e investir mensalmente um valor na previdência. Essa “poupança forçada” vai garantir uma aposentadoria tranquila no futuro. Dessa forma, é possível oferecer uma melhor qualidade de vida e saúde para o contratante e seus familiares. 

A renda vitalícia também oferece estabilidade financeira para a família no caso do titular. Nessa situação, o cônjuge e provavelmente os filhos até 24 anos receberão automaticamente o valor da renda durante o período estipulado em contrato. É uma vantagem para quem ainda tem filhos menores de idade. 

Outra vantagem da previdência privada é que a renda é transmitida para os beneficiários, sem nenhum tipo de tributação devido ao falecimento do titular. Os impostos são cobrados apenas no resgate da reserva acumulada. 

Esse tipo de previdência ainda oferece benefícios fiscais no IR, ou seja, geralmente quem resgata o valor da aposentadoria após 10 anos paga uma alíquota menor de IR, de acordo com a tabela progressiva. Além disso, ao longo dos anos, a seguradora investe o valor aplicado em fundos que valorizam o montante do titular. 

Garanta seu futuro: saiba qual é a melhor previdência privada.

Desvantagens da renda vitalícia reversível ao cônjuge com continuidade aos menores

Antes de contratar uma renda vitalícia reversível ao cônjuge com continuidade aos menores, é importante analisar os contras desse tipo de aposentadoria. Dessa forma, você poderá decidir se ela é a melhor opção para o seu futuro e da sua família. 

A principal desvantagem é o valor da renda reduzido. Isso acontece porque a aposentadoria abrange menores de idade, com expectativa de vida mais alta. Ou seja, os rendimentos serão pagos por mais tempo e ainda transferidos para pessoas diferentes. 

Esses fatores são calculados com base na tábua atuarial, que é uma referência aproximada da expectativa de vida de cada pessoa. A tábua é usada pelas seguradoras para determinar a renda de cada titular do plano de previdência. Na prática, quanto mais jovem for o segurado, menor é o valor da renda que será pago. 

Para aproveitar os benefícios fiscais da renda vitalícia reversível ao cônjuge com continuidade aos menores, é interessante resgatar o valor após 10 anos, no mínimo. Caso contrário, será necessário pagar alíquota alta de IR. Portanto, é um investimento que deve ser feito por quem não precisa dessa fonte de renda em curto prazo. 

Aprenda neste artigo como comparar previdência privada com outros investimentos

Como você pode perceber, a contratação da renda vitalícia reversível ao cônjuge com continuidade aos menores é sinônimo de segurança para o seu futuro e principalmente o dos seus familiares. Em caso de falecimento, você tem a garantia de que eles receberão uma renda vitalícia. 

Mas, antes de tomar uma decisão final, informe-se bem sobre esse tipo de investimento. Pensando nisso, confira o nosso artigo completo sobre como funciona a previdência privada no Brasil e continue acompanhando as novidades do nosso blog. 

A renda vitalícia reversível ao beneficiário indicado é um plano que oferece estabilidade financeira para quem contrata e para os seus familiares. Isso porque, nesse tipo de previdência, o titular do plano recebe uma renda vitalícia após se aposentar. Depois do falecimento do titular, esses rendimentos são pagos aos beneficiários indicados pelo contratante no plano. 

Embora seja uma excelente alternativa, é importante analisar os prós e contras desse plano antes de fazer qualquer contratação. Confira o artigo abaixo e saiba mais sobre o funcionamento da renda vitalícia reversível ao beneficiário indicado e quais são as principais vantagens e desvantagens do plano. 

Contratação da renda vitalícia reversível ao beneficiário indicado

Na renda vitalícia reversível ao beneficiário indicado, o contratante recebe o valor mensal por toda a vida, a partir da data estipulada no contrato. Em caso de falecimento, o beneficiário indicado no plano de previdência recebe um percentual da renda por tempo vitalício.

Contudo, caso o beneficiário venha a falecer antes do contratante e durante o recebimento da renda, a reversibilidade é extinta. Ou seja, o contratante não receberá compensações ou devoluções das quantias pagas. 

Portanto, a renda reversível ao beneficiário indicado é uma excelente fonte de renda para você e sua família no futuro. Mas, antes de contratar esse plano de aposentadoria, é importante levar em consideração três aspectos: 

  • Prazo do investimento: os planos de previdência privada mais atrativos são aqueles em longo prazo, pois oferecem bons retornos financeiros e benefícios fiscais. Quanto maior for o tempo da aplicação, menor é a alíquota cobrada pelo IR;
  • Taxas cobradas no plano: as seguradoras costumam cobrar dois tipos de taxa: a de carregamento e a de administração financeira. Os percentuais variam de instituição para instituição, por isso o ideal é fazer comparações e optar pelas menores taxas;
  • Reputação da seguradora ou instituição bancária: como a previdência privada é um investimento em longo prazo, certifique-se de que a seguradora é confiável e tem uma boa reputação no mercado. 

Para tomar uma boa decisão, vale a pena buscar a orientação de um assessor de investimentos. Esse especialista está preparado para analisar o seu perfil e planejar a aposentadoria ideal para os seus objetivos. Ele também pode elaborar um planejamento orçamentário, sugerir a idade da aposentadoria e a fração da renda de cada beneficiário. 

O assessor pode ajudar não somente na escolha do fundo, mas também na escolha da seguradora, do tipo de plano de previdência, da escala tributária, entre outros detalhes.

Saiba qual previdência privada desconta no imposto de renda!

Vantagens da renda vitalícia reversível ao beneficiário indicado

Como vimos acima, a renda vitalícia reversível ao beneficiário indicado é uma ótima alternativa para manter um padrão de vida alto quando sua aposentadoria chegar, assim como para garantir o suporte financeiro dos familiares no caso de falecimento. Portanto, é um investimento que garante a segurança do contratante e do beneficiário no futuro. 

No caso de falecimento do contratante, o valor do montante investido é pago de maneira vitalícia para os beneficiários do plano. O recebimento dessa renda mensal, principalmente em um momento que a família precisa, proporciona grande tranquilidade e segurança. 

Outra vantagem desse tipo de investimento é a formação de reserva financeira ao longo da vida. Os planos de previdência privada permitem aplicações em fundos de investimento lucrativos, capazes de aumentar o montante investido durante todo o período. 

Esse tipo de plano também estimula a educação financeira, porque o contratante deve planejar o futuro financeiro e ter disciplina para contribuir mensalmente no plano durante o período de acumulação. São esses investimentos mensais que o ajudarão a realizar os projetos de vida e conquistar a segurança financeira na aposentadoria. 

Confira abaixo outros benefícios da renda vitalícia reversível ao beneficiário indicado

  • Investimento do montante em fundos lucrativos, realizados pelas seguradoras;
  • Benefícios fiscais para aplicações com período superior a 10 anos;
  • Possibilidade de escolha de um ou mais beneficiários do montante, após o falecimento do contratante.

Confira aqui outros motivos para contratar previdência privada.

Desvantagens da renda vitalícia reversível ao beneficiário indicado

Embora apresente vários benefícios, também é importante analisar as desvantagens da renda reversível ao beneficiário indicado. A principal delas é o cálculo de risco do plano de previdência privada, pois ele pode reduzir o valor dos rendimentos, a depender, por exemplo, da idade do beneficiário. 

Outro risco desse tipo de renda é a morte do beneficiário antes do segurado. Nessa situação, não é possível adicionar no contrato outro beneficiário ou receber qualquer tipo de reembolso por parte da seguradora. 

A renda vitalícia também não é uma boa opção para quem necessita sacar o valor da previdência privada em curto prazo. Isso porque, na previdência privada, são cobradas as tributações das tabelas progressiva (alíquotas de 0% a 27,5%) e regressiva (alíquotas de 35% a 10%). 

A alíquota é descontada no momento do resgate, e a porcentagem varia com o tempo em que o dinheiro estava aplicado. Na prática, quem retira o saldo da aposentadoria em curto prazo paga uma taxa maior. 

Os planos de aposentadoria privada também possuem um prazo de carência para o resgate do valor. Geralmente, quem solicita o dinheiro antes desse período precisa pagar uma multa para a seguradora. 

Também é preciso ficar atento pois os planos de aposentadoria privada não são cobertos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Isso significa que, se o banco ou a seguradora for à falência, o contratante perde o valor investido. 

Para evitar que isso aconteça, é importante verificar a reputação da seguradora e sua solidez no mercado, assim como as taxas cobradas e os tipos de plano que ela oferece.

Como você pode perceber, a contratação da renda vitalícia reversível ao beneficiário indicado é uma alternativa para garantir sua segurança financeira e a de sua família no futuro. Mas, antes de contratar esse tipo de aposentadoria, analise os prós e contras que ela oferece e, se possível, conte com a ajuda de um especialista. Também é importante estar atualizado quanto às mudanças previdenciárias do país. Pensando nisso, leia nosso artigo INSS ou previdência privada: qual rende mais?.

Você sabia que algumas previdências privadas oferecem uma modalidade de rendimento chamada de renda vitalícia com prazo mínimo garantido? Essa é uma forma de garantir a segurança financeira por toda a vida, além de também dar um pouco de conforto para a família após o  falecimento, já que o benefício poderá ser pago aos herdeiros dentro de um prazo mínimo estipulado em contrato. 

Conhecer os diferentes tipos de renda que a previdência privada pode oferecer é fundamental no momento da contratação. Nos parágrafos a seguir, vamos explicar os detalhes da renda vitalícia com prazo mínimo garantido, além de apresentar quais são as vantagens e as desvantagens desta modalidade de pagamento de benefícios. Vamos lá?

Contratação da renda vitalícia com prazo mínimo garantido

A previdência privada disponibiliza diferentes tipos de renda para os seus contratantes e, para o caso de seu falecimento, enquanto recebe os benefícios. Cada um deles possui diferentes prazos de pagamentos e também diferentes opções para passar o saldo restante aos beneficiários indicados no momento da contratação.

No caso da renda vitalícia com prazo mínimo garantido, o contratante receberá a renda até o dia do seu falecimento. Nesse tipo de renda, há a possibilidade de escolher um prazo mínimo garantido. Ele será definido para que, caso o contratante venha a falecer durante esse prazo, a renda continue a ser paga ao(s) beneficiário(s) indicados.

Esse tempo de pagamento será proporcional ao tempo restante dentro do prazo mínimo indicado. Desta forma, é possível assegurar não apenas o seu conforto financeiro durante a aposentadoria, mas também garantir que a sua família tenha um período de transição financeiramente mais tranquilo após o seu falecimento.

Portanto, é fundamental que, ao fazer a contratação da previdência privada com este tipo de renda, que o contratante escolha qual será esse período mínimo. O prazo, aliás, pode variar entre cinco e quinze anos. Vale mencionar ainda que esse prazo mínimo será contabilizado a partir do momento em que a primeira parcela do benefício for paga.

Por exemplo, um contratante que tenha escolhido um prazo mínimo garantido de 10 anos, e venha a falecer oito anos depois de começar a receber os pagamentos. Nesse caso, o(s) beneficiário(s) receberá(ão) os pagamentos por mais dois anos.

Entretanto, caso o contratante escolha o mesmo período de 10 anos e venha a falecer depois que esse período encerra, então o beneficiário não irá receber nada. Vale mencionar ainda que não há a possibilidade de compensação, devolução ou indenização do valor restante da previdência ao beneficiário.

Por outro lado, se o beneficiário falecer dentro do prazo mínimo garantido, os seus sucessores legítimos continuarão a receber a renda.

Vantagens da renda vitalícia com prazo mínimo garantido

Vamos agora falar sobre as vantagens de escolher a renda vitalícia com prazo mínimo garantido. São elas:

  • Benefício vitalício: mensalidades serão pagas pelo resta da vida do contratante;
  • Tabela regressiva do Imposto de Renda (IR): ideal para investimentos em longo prazo, como é o caso da previdência. Isso porque, quanto mais tempo o dinheiro ficar aplicado, menor será a taxa de IR que você deverá pagar. Por exemplo, para aplicações que sejam mantidas por pelo menos 10 anos, a alíquota de IR que será paga é de 10% apenas;
  • Possibilidade de isenção do IR caso o contratante seja diagnosticado com alguma doença grave durante o período de recebimento do benefício;
  • Reajuste anual com a inflação, garantindo o poder de compra do dinheiro aplicado;
  • O contratante pode escolher mais de um beneficiário;
  • Em caso de óbito do beneficiário, os seus herdeiros continuarão a receber os pagamentos mensalmente durante o prazo mínimo garantido.

Desvantagens da renda vitalícia com prazo mínimo garantido

Como todo produto financeiro, a renda vitalícia com prazo mínimo garantido também possui seus pontos de atenção e o principal deles é justamente o valor pago mensalmente para o contratante.

Vale lembrar que a previdência privada é formada a partir do valor aplicado mensalmente durante vários anos e dos rendimentos ao longo desse período. Ou seja, o dinheiro do benefício será pago conforme o montante que for acumulado nesse período.

Uma vez que o contratante escolha receber esse benefício de forma vitalícia, ou seja, até o final da vida, o dinheiro deverá ser suficiente para que as parcelas sejam pagas por cerca de 15 anos ou mais. Esse fato faz com que o valor das mensalidades fique menor.

É importante mencionar também que, caso o contratante venha a falecer depois do prazo mínimo garantido e se ainda houver dinheiro, o montante restante não será devolvido para a família ou para o(s) beneficiário(s) indicado(s) de nenhuma forma.

Diante de tudo que falamos nesse artigo, antes de optar por um plano de previdência privada, é importante que você conheça quais são os benefícios que cada um deles oferece. Além disso, essa é uma aplicação de muitos anos, com a qual você contará para a sua aposentadoria. Portanto, vale a pena ficar de olho nos seguintes pontos:

  • Quem são os beneficiários;
  • Escolher boas administradoras de previdência privada;
  • Qual tipo de plano que será escolhido: PGBL ou VGBL;
  • Qual é o regime tributário que será aplicado: tabela progressiva ou regressiva;
  • Como os aportes mensais serão feitos: depósito em conta ou boleto;
  • Taxas aplicadas: carregamento, administração, saída, entre outras;
  • Forma de receber o benefício: parcelas mensais ou saque único;
  • Qual a parcela de dinheiro que irá para cada um dos beneficiários, caso haja mais de um;
  • Qual será a idade da sua aposentadoria (que pode ser modificada ao longo do prazo de acúmulo de capital);
  • Forma de pagamento do montante aos beneficiários em caso de falecimento do contratante.

Para se informar a respeito de todos esses itens mencionados acima, você pode acompanhar o blog da Sua Previdência Privada. Você encontrará informações detalhadas a respeito de todos os planos de previdência. Não perca tempo e garanta agora uma aposentadoria financeiramente mais tranquila.