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PGBL

Está em dúvida se o PGBL é o plano indicado para você na previdência privada? Não se preocupe, todo investidor é confrontado por esse questionamento. A boa notícia é que não é difícil chegar a uma resposta.

O Plano Gerador de Benefício Livre costuma atrair pessoas devido à possibilidade de restituir valores no imposto de renda. Mas é preciso ter cautela: nem sempre esse benefício fiscal significa que o plano é a melhor opção para o seu perfil  — e para o bolso.

Para acabar com as dúvidas, siga com a leitura. Explicaremos de forma detalhada o que é o PGBL e quando ele é indicado.

O que é PGBL

PGBL, sigla para Plano Gerador de Benefício Livre, é uma modalidade de previdência privada oferecida por instituições financeiras no Brasil. Portanto, não existe qualquer vínculo entre esse plano e a previdência social, oferecida pelo INSS.

Para entender o PGBL, primeiro é necessário saber como funciona a previdência privada. Nela, o investidor faz aportes para fundos de previdência, e o dinheiro fica rendendo no longo prazo até ser resgatado com juros em forma de renda mensal vitalícia, renda por período determinado ou em pagamento único.

Mas, ao contratar previdência complementar, o investidor tem dois planos à disposição: PGBL e VGBL. Por isso, compreender como funcionam é essencial para fazer a melhor escolha.

Isso ocorre sobretudo porque existe uma diferença relevante quanto à tributação. Você verá adiante que o PGBL tem um benefício fiscal. Mesmo assim, não é recomendado para todo mundo.

Características do PGBL

Para compreender melhor o PGBL, confira a seguir as principais características desse plano:

Permite restituição de IR

O benefício fiscal do PGBL mencionado anteriormente é a possibilidade de restituir os valores das contribuições para a previdência privada na declaração de imposto de renda. Essa dedução tem o limite de 12% do rendimento bruto tributável do investidor.

Cobrança de IR

A alíquota de imposto de renda incide sobre o valor total do investimento no PGBL. Ou seja: tanto sobre o capital investido quanto no rendimento do período. A cobrança é feita no recebimento do benefício ou resgate.

Já a alíquota cobrada varia conforme o regime de tributação escolhido pelo investidor: regressivo ou progressivo.

Cobrança de ITCMD

No PGBL, pode haver incidência do Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD), dependendo do estado (afinal, trata-se de um tributo estadual). Por isso, esse fator deve ser considerado quando o objetivo é utilizar a previdência privada para herança.

Para quem é o PGBL

Conforme vimos até aqui, o PGBL tem o benefício fiscal referente à restituição de imposto de renda. Mesmo assim, nem sempre ele é indicado, uma vez que incide sobre o valor total do investimento.

O PGBL é recomendado para quem possui alta renda, que seja suficiente para absorver o desconto de até 12% na declaração. Por isso, também é indicado para investidores que utilizam o formulário completo na Declaração Anual de Ajuste do Imposto de Renda da Pessoa Física.

Além disso, tenha em mente que a restituição só é possível se o titular do plano estiver contribuindo para o INSS ou se já for aposentado pelo Instituto. Se você se encaixa nesses critérios, o PGBL pode ser a escolha ideal.

PGBL x VGBL

Ao optar pela previdência complementar, o investidor logo se depara com uma dúvida: PGBL ou VGBL? Os dois planos têm diferenças relevantes em relação à tributação.

Agora você já conhece o PGBL, que permite restituição de 12% no imposto de renda, é indicado para quem possui alta renda e tem cobrança de imposto sobre o valor total. Mas e o VGBL?

O Vida Gerador de Benefício Livre, por sua vez, não permite fazer restituição do imposto de renda. Apesar disso, ele tem uma vantagem: a alíquota de IR incide apenas sobre os rendimentos do período, e não sobre o valor total, no momento do resgate.

Outra característica é que, por ser considerado um seguro de vida, o plano VGBL não tem cobrança de ITCMD em qualquer hipótese. Considerando todos esses fatores, fica a pergunta: para quem ele é indicado?

O VGBL é ideal para investidores que não declaram imposto de renda ou que optam pela declaração simplificada. Nesse caso, apesar de não haver dedução, a cobrança da alíquota apenas sobre os rendimentos significa uma vantagem para o bolso do investidor.

Então, para resumir:

  • O PGBL é indicado para investidores que fazem declaração de IR completa e têm renda suficiente para descontar os 12%
  • O VGBL é indicado para investidores que fazem declaração de IR simplificada ou não declaram.

Com essas informações em mente, você já pode tomar uma decisão adequada e contratar o plano de previdência privada. Se quiser mergulhar ainda mais a fundo no tempo, acompanhe os demais conteúdos do blog Sua Previdência.

Se você está prestes a contratar um plano de previdência privada, inevitavelmente vai se deparar com a seguinte pergunta: PGBL ou VGBL?

Antes de decidir qual escolher, uma informação será útil: a forma como você faz a declaração do Imposto de Renda, se é pelo modelo completo ou simplificado.

PGBL e VGBL oferecem diversas vantagens tributárias, que privilegiam principalmente quem investe pensando no longo prazo, mas são diferentes em alguns aspectos.

Como você prefere? Adiar o pagamento de imposto para a ocasião do resgate ou acertar as contas com o Leão o quanto antes?

Neste artigo, vamos explicar todos os detalhes sobre essas e outras questões que certamente ajudarão a fazer a melhor escolha.

PGBL e VGBL: o que é o quê

Esta sopa de letrinhas, PGBL e VGBL, são tipos de previdência privada comercializados em bancos, corretoras de seguros, corretoras de valores e outras instituições financeiras.

Trata-se de previdência privada aberta, ou seja, qualquer cidadão pode ser um cotista.

O que é PGBL

PGBL é o Plano Gerador de Benefício Livre. A principal característica desse tipo de previdência é a possibilidade de descontar os aportes feitos no Imposto de Renda até o limite de 12% da renda bruta anual tributável.

Exemplo:

Imagine uma pessoa que ganha R$ 100 mil e destina R$ 12 mil à previdência privada tipo PGBL. Ao declarar o Imposto de Renda (precisa ser na modalidade completa), pagará IR apenas sobre os R$ 88 mil.

Entretanto, quando for receber o benefício, terá de pagar Imposto de Renda sobre o valor total do patrimônio: aportes mais rendimentos. Na prática, a fatia do Leão fica para depois.

O que é VGBL

VGBL é Vida Gerador de Benefício Livre e, diferente da anterior, não permite a dedução fiscal, independentemente de quanto da renda você contribua.

Contudo, ao resgatar seu investimento, seja integral ou em parcelas, será cobrado Imposto de Renda apenas sobre o que rendeu ao longo do tempo.

Isso ocorre porque, teoricamente, os aportes feitos durante a fase de acumulação da previdência já foram devidamente tributados.

PGBL ou VGBL: como escolher

A definição entre um e outro tipo de plano de previdência vai depender muito de como você declara seu Imposto de Renda – se a declaração é feita por modelo completo ou simplificado.

Confira as dicas a seguir para acertar na escolha e garantir o melhor investimento para a sua aposentadoria.

1.      O PGBL é indicado para quem faz a declaração completa do IR, já que permite abater até 12% da renda bruta com as contribuições, como já exemplificamos. Se for a sua opção, saiba que para se beneficiar de tal benefício fiscal é preciso contribuir para o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS)

2.     Agora se você faz a declaração simplificada e se beneficia do desconto padrão de 20% que a Receita já proporciona, a melhor opção é o VGBL. Se escolher PGBL, desperdiçará aqueles 12% de desconto, lembra?

3.     Em qualquer dos casos, fique atento às taxas de administração, que podem influenciar na rentabilidade do seu investimento. E prefira planos que não cobram taxas de carregamento sobre os aportes e retiradas.

Tributação em PGBL e VGBL

A questão tributária, principalmente no resgate, tem importância fundamental nos planos de previdência privada, seja PGBL ou VGBL.

Exceto a dedução fiscal ano a ano, aplicado apenas ao PGBL e às previdências fechadas, os demais incentivos tributários são aplicados a ambos os tipos de previdência.

São eles:

  • Ausência de “come-cotas”: os fundos previdenciários não sofrem da antecipação do recolhimento de Imposto de Renda de seis em seis meses, como ocorre com os fundos de renda fixa e multimercado. Isso é ótimo, porque o dinheiro que seria pago ao governo continua rendendo
  •  Tabela progressiva: caso opte pela tributação progressiva, ao receber seu benefício a cobrança de IR será idêntica à dos salários. Nesse caso, quanto maior o valor recebido, mais imposto, que pode variar de zero a 27,5% dependendo da faixa de renda
  • Tabela regressiva: aqui o imposto no resgate vai caindo ao longo dos anos; começa com 35% para aplicações novas de até dois anos e termina em 10% para aplicações mais envelhecidas, com 10 anos ou mais.

Para escolher entre uma e outra tabela de Imposto de Renda, é importante que você avalie, entre outros aspectos, por quanto tempo pretende manter seu dinheiro aplicado.

Se for uma visão de longo prazo, a tabela regressiva pode ser uma boa opção, já que o imposto diminui com o tempo. Mas, se precisar do dinheiro em um tempo mais curto, a tabela progressiva pode servir melhor.

Avalie, estude, pesquise e compare antes de escolher seu plano de previdência. Afinal, é seu dinheiro que está em jogo.

Gostou do artigo? Tirou suas dúvidas sobre PGBL e VGBL? Então comente e compartilhe com seus amigos nas redes sociais.

O que é PGBL?

27/03/2020 | Previdência Privada | Nenhum comentário

Quem tem interesse na Previdência Privada irá se deparar, em suas pesquisas, com alguns termos e siglas que envolvem o título de longo prazo. Um deles é o PGBL, que, junto com o VGBL, formam as categorias de planos de Previdência Privada.

Mas afinal, o que significa a sigla? Entenda agora o que é e se é a melhor opção para você.

O que é PGBL?

O Plano Gerador de Benefícios Livres é um dos modelos oferecidos para quem busca pela previdência privada. Ele atua como uma previdência complementar, por isso é indicado para quem contribui para a Previdência Social e pretende ter uma renda acima da oferecida pelo INSS quando a aposentadoria chegar, somando os valores recebidos das duas previdências.

Para contratar, é preciso entrar em contato com instituições financeiras, como bancos, corretoras de valores e gestoras de recursos, e analisar todos os pontos necessários para entender as características dos planos de previdência privada de cada instituição, considerando taxas de administração, entrada e saída, rendimento oferecido e carências para resgate dos valores.

Para quem o PGBL é indicado?

Qualquer pessoa pode contratar um plano de PGBL. No entanto é preciso entender se esse modelo é o ideal para o seu perfil. Se o intuito for se aposentar daqui dez anos ou mais ou ainda planejar o futuro dos filhos que acabaram de nascer, pode ser uma boa alternativa por ter o seu resgate planejado a longo prazo.

O PGBL é uma boa opção para quem tem uma faixa de renda mais alta e faz a declaração de Imposto de Renda pelo formulário completo. Isso porque ele permite que sejam deduzidos até 12% da renda bruta declarada no imposto de renda. Por outro lado, o Imposto de Renda, cobrado no momento do resgate, incide sobre todo o valor aplicado, e não apenas sobre os rendimentos. 

Mas calma! Há a possibilidade de optar pelo tipo de tributação em que quanto mais tempo a previdência estiver ativa, menos impostos serão cobrados.

PGBL x VGBL

O PGBL é companheiro do VGBL nas modalidades de previdência privada oferecidas no mercado. Os dois oferecem um benefício em comum: em caso de morte do beneficiário, os valores são repassados aos herdeiros sem necessidade de inventário, deixando a família coberta em eventuais imprevistos.

No entanto, também há diferenças entre os planos. Enquanto o PGBL é indicado para quem possui mais bens e faz a declaração completa do IRPF, o VGBL é a opção para aqueles que não declaram ou fazem a declaração simplificada. 

Na hora de pagar os impostos, cada um possui a sua característica. Ao contrário do PGBL, o VGBL não permite dedução dos valores no IRPF, porém no momento do resgate há o pagamento de imposto apenas sobre o rendimento, enquanto no PGBL o imposto incide na mensalidade mais o rendimento. 

Como é feita a tributação no plano PGBL?

A tributação do PGBL é feita sobre a somatória do valor resgatado mais os rendimentos, mas é possível escolher se as alíquotas serão baseadas na tributação progressiva ou regressiva.

Na tabela progressiva, as alíquotas estão diretamente ligadas ao valor resgatado e as porcentagens se baseiam na tabela de impostos, como os retidos na fonte de pagamentos e aposentadorias. 

Já na tributação regressiva, as alíquotas se baseiam no tempo em que o plano está ativo. Quando mais tempo o plano acumular reserva, menor será o imposto pago durante o resgate. 

Quanto o PGBL rende?

O rendimento do PGBL depende de como o dinheiro dos participantes será aplicado. O administrador do plano aplicará os valores respeitando os limites de cada um, podendo ser aplicações de renda fixa, para os mais conservadores, ou ainda em renda variável, para quem tem o perfil mais agressivo. 

Na hora de contratar, é preciso conversar bem com o corretor do plano para entender qual é a expectativa de rendimento e onde o plano será aplicado, assim como a variedade da carteira de investimento. 

É preciso avaliar, também, quais os custos com taxas e impostos para fazer o melhor planejamento e evitar surpresas desagradáveis no futuro.

Saque do PGBL

Para resgatar os valores do PGBL é preciso respeitar o que foi descrito em contrato sobre carência e prazo para resgate.

Caso esteja no prazo ideal para retirada, os saques podem ser feitos de forma única, mensalmente por um período pré-estipulado ou ainda com pagamentos mensais de forma vitalícia. Tudo vai depender do que foi acordado ao fechar o contrato. 

É importante que o modo de resgate seja muito bem definido, pois isso vai determinar se o pagamento será feito apenas para o titular da conta ou para os herdeiros em caso de morte, se serão mensais por um certo período ou até o final da vida do cliente, e ainda se o prazo está ligado diretamente à idade do beneficiário. 

Isso vai nos outros itens a serem considerados, como o valor dos aportes ou ainda o tempo de contribuição necessário para a formação da reserva.

Agora você já sabe o que é PGBL. Para saber mais sobre outros detalhes da previdência privada, acesse nossos artigos.

taxa de carregamento no Santander Previdência

Quer consultar o saldo do Santander Previdência para saber quanto o seu investimento já rendeu? O passo a passo é bem simples, rápido e pode ser feito no aplicativo do banco.

Mas se o seu objetivo é resgatar o dinheiro, aí é necessário um pouquinho mais de tempo e planejamento.

Essa etapa inclui avaliar a incidência do Imposto de Renda e considerar se é o momento certo para fazer o resgate do saldo do Santander Previdência sem prejudicar a rentabilidade do investimento.

Quer saber como colocar o planejamento em prática e cuidar da sua previdência privada sem erros? Então, continue com a leitura.

Como consultar o saldo do Santander Previdência

A consulta ao saldo do Santander Previdência é simples, e pode ser feita no aplicativo do banco. Veja o passo a passo:

1. Baixe o app do Santander

Primeiro, você precisa baixar o aplicativo do Santander Brasil na loja de apps do seu smartphone. Em seguida, é necessário fazer login com o CPF e a senha do internet banking, para ter acesso às informações da conta.

2. Clique na seção de investimentos

Ao entrar no app, clique no menu no canto superior da tela. Selecione a opção “Investimentos” e depois “Meus Investimentos”.

3. Consulte o saldo

Nesse ponto, você já terá acesso a todos os investimentos que realiza pelo banco. Aí, é só conferir o saldo do Santander Previdência.

Quando é possível resgatar o saldo do Santander Previdência?

O resgate do saldo do Santander Previdência pode ser feito a partir do prazo de carência de 60 dias. Não é possível realizar resgates sem respeitar esse intervalo entre cada um. Vale lembrar que, ao optar pelo resgate do valor total, você é automaticamente desligado do plano.

Porém, mesmo observando o prazo de carência, retirar o dinheiro no curto prazo não é uma opção interessante na previdência privada. Afinal, previdência privada é um investimento de longo prazo.

Se você faz resgates em um período curto, a rentabilidade é afetada, uma vez que incidem taxas e alíquotas maiores de Imposto de Renda. Logo, antes de fazer o resgate do saldo do Santander Previdência, é preciso fazer um planejamento e identificar se é realmente o melhor momento para retirar o dinheiro do fundo.

Como planejar o resgate do saldo do Santander Previdência

Para resgatar o saldo do Santander Previdência, você não pode deixar de lado o planejamento. Nos tópicos abaixo, confira as dicas para fazer isso com sucesso:

1. Avalie a cobrança do Imposto de Renda

Um fator essencial a ser observado é a cobrança de Imposto de Renda no resgate do saldo, que interfere na rentabilidade. A incidência dele varia conforme o plano de previdência que você utiliza e o regime de tributação. Então, vale a pena lembrar como funciona cada categoria.

Plano de previdência

Se você tem o plano PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), pode fazer restituição de IR de até 12% da renda bruta tributável. A alíquota segue o regime de tributação escolhido, e incide sobre o valor total do investimento: rendimento + capital.

Já o plano VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) não permite restituição. Mas a alíquota, nesse caso, incide apenas sobre os rendimentos do período.

Regime de tributação

A tributação da previdência privada pode ser regressiva ou progressiva. Se você escolheu o regime regressivo, a alíquota diminui de acordo com o período de aplicação. Ela é cobrada da seguinte forma:

  • Até 2 anos: 35%;
  • De 2 a 4 anos: 30%;
  • De 4 a 6 anos: 25%;
  • De 6 a 8 anos: 20%;
  • De 8 a 10 anos: 15%;
  • Acima de 10 anos: 10%.

Porém, se você optou pelo regime progressivo, o investimento é tributado na fonte à alíquota de 15%. Posteriormente, no momento do resgate, esse desconto sofre um ajuste de acordo com a tabela progressiva do IR. A alíquota varia conforme a renda, e vai de 0 a 27,5%.

2. Certifique-se de que é o momento ideal para fazer o resgate

Conforme mencionamos, a previdência privada é um investimento de longo prazo. Veja o modelo regressivo, por exemplo: a alíquota mais baixa é aquela cobrada em resgates a partir de 10 anos. Para não prejudicar a rentabilidade da aplicação, você precisa, então, avaliar se é de fato o momento certo para retirar o dinheiro.

3. Defina a forma de renda

Depois de calcular o Imposto de Renda e avaliar se é o momento ideal para resgatar o saldo do Santander Previdência, você deve escolher a forma de renda.

Ela pode ser renda mensal vitalícia, por prazo determinado, ou, ainda, um resgate único. Vale a pena considerar o uso que você fará do dinheiro. Se for para complementar a aposentadoria, por exemplo, a renda mensal é a escolha mais adequada.

E aí, compreendeu como consultar e resgatar o saldo do Santander Previdência? Coloque as dicas deste artigo em prática para não errar no processo. Se você gostou deste conteúdo, continue acompanhando nosso blog.

O resgate da Brasilprev é mais vantajoso na fase de usufruto, como em qualquer plano de previdência. Afinal, quanto mais tempo seu dinheiro ficar rendendo, maior será seu patrimônio no futuro — sem falar nos benefícios fiscais que reduzem os impostos em aplicações de longo prazo. 

Mas, se você precisa retirar algum dinheiro por conta de um imprevisto financeiro ou programar resgates antes do prazo, precisa analisar as condições do seu plano para não ter prejuízos. Neste artigo, vamos dar dicas para planejar seu resgate da Brasilprev e pensar bem antes de sacar dinheiro na fase de acumulação.

Continue lendo para tomar a melhor decisão sobre seu investimento. 

Dicas para o resgate da Brasilprev 

O resgate da Brasilprev deve ser realizado, preferencialmente, na fase de usufruto do plano de previdência privada. Esse momento também é chamado de “data-alvo” do plano, quando você interrompe as contribuições da fase de acumulação e escolhe como quer receber seu patrimônio final — contratando uma renda ou resgatando tudo de uma vez, por exemplo.

Quanto mais tempo você deixar o dinheiro rendendo no plano Brasilprev, maior será a renda ou capital recebido no futuro. Além disso, há benefícios fiscais importantes que exigem o investimento em longo prazo, como a redução de alíquotas do IR pela tabela regressiva (acima de 10 anos de aplicação, você paga apenas 10% de imposto sobre o resgate). 

No entanto, se fizer um resgate da Brasilprev antes do prazo, o Imposto de Renda será mais pesado e você terá um impacto significativo na construção do seu patrimônio. Por isso, antes de confirmar a operação, é importante pensar nos seus objetivos de longo prazo e considerar outras alternativas. 

Antes de fazer o resgate da Brasilprev 

Se você está pensando em fazer um resgate da Brasilprev, é melhor considerar todas as variáveis antes de tomar sua decisão. 

Veja o que levar em conta antes de efetuar o saque.

Considere outras alternativas

Se você quer resgatar um valor do Brasilprev antes do prazo, verifique se é possível fazer essa retirada de algum investimento com maior liquidez. Em um imprevisto financeiro, a previdência privada deve ser sua última opção, pois é um investimento de longo prazo que não oferece vantagens para retiradas durante a fase de acumulação — pelo contrário, pode ter custos maiores. 

Se você precisa de dinheiro imediato, pode usar sua reserva de emergência em títulos públicos e CDBs, por exemplo.

Calcule todos os custos da retirada

Dependendo do seu tipo de plano e regime de tributação, o resgate da Brasilprev pode sair caro. Supondo que você tenha um plano PGBL com tributação progressiva, por exemplo, serão descontados 15% de IR na fonte (com posterior ajuste na declaração anual) sobre o valor total resgatado (capital aplicado + rentabilidade) e mais a alíquota da tabela vigente da Receita, que pode chegar a 27,5%

Se for um plano VGBL com tabela regressiva, será cobrada a alíquota correspondente ao tempo de aplicação sobre os rendimentos do plano, que começa em altíssimos 35% para aplicações de até 2 anos. Além disso, se o seu plano Brasilprev for do tipo Renda Garantida/Tradicional, pode ser cobrada a chamada taxa de carregamento postecipada, ou taxa de saída (porcentagem cobrada sobre todos os resgates). 

Leve em conta o impacto nos seus planos futuros

Além do prejuízo imediato que você pode ter com os custos do resgate da Brasilprev, é importante pensar no quanto essa retirada irá impactar seus planos para o futuro. Afinal, qualquer quantia a menos representa um retorno menor e uma renda mais baixa ou capital inferior lá na frente.

Como fazer o resgate da Brasilprev

Se mesmo assim você decidiu fazer o resgate da Brasilprev, o processo é bastante simples

Veja quais são os caminhos para fazer seu saque.

Pelas agências ou Site BB (correntista do BB)

Os correntistas do Banco do Brasil podem solicitar resgates de até R$ 150 mil pessoalmente, nas agências, ou pelo site do BB. No site, basta acessar o menu Previdência> Solicitações diversas> Resgate e solicitar o crédito na conta corrente.  

Pela Central de Relacionamento (correntista do BB)

Se o valor do resgate for maior que R$ 150 mil, o correntista do BB deverá ligar para a Central de Relacionamento, nos telefones 4004 0001 ou 0800 729 0001, das 9h às 18h, de segunda a sexta-feira (opções, 2,5,2). O crédito também será feito diretamente na conta corrente. 

Pelo formulário de resgate (não correntista do BB)

Para os investidores não correntistas do Banco do Brasil, o resgate da Brasilprev deve ser solicitado pelo formulário especial disponível no site. Basta preencher os campos indicados e enviar o documento para atendimento@brasilprev.com.br.

Essa opção também é válida para os correntistas do Banco do Brasil que querem receber o valor do resgate em outros bancos

Viu como é importante se planejar antes de fazer o resgate da Brasilprev? Com os nossos conteúdos, você vai entender por que a previdência privada é um investimento de longo prazo e tomar decisões mais inteligentes para garantir seu futuro. 

Resgate do Itaú Previdência

O resgate do Itaú Previdência deve ser planejado com cuidado para evitar prejuízos. Como em qualquer plano de previdência privada, é preciso deixar o dinheiro aplicado pelo máximo de tempo possível para aproveitar os benefícios fiscais — e um saque antes da hora pode ter altos custos.

Por isso, antes de retirar dinheiro da sua previdência privada, é preciso considerar todos os custos, impactos na rentabilidadee condições da seguradora. Nos próximos tópicos, você vai entender como planejar o resgate do Itaú Previdência e se vale a pena resgatar esse tipo de investimento.

Leia até o fim antes de confirmar a operação.

Dicas para o resgate do Itaú Previdência

Fazer um resgate do Itaú Previdência é uma decisão complexa, que deve ser tomada após considerar todos os custos, impactos no patrimônio e condições de retirada antes do prazo.

Veja algumas dicas para planejar essa operação.

Planeje o resgate com antecedência

Se você pretende fazer um resgate do Itaú Previdência, é melhor se planejar com bastante antecedência. Isso porque a retirada de qualquer quantia da previdência privada antes do prazo envolve riscos, já que se trata de um investimento de longo prazo.

Por isso, você terá que analisar com calma quanto precisa sacar, quanto terá que pagar de Imposto de Renda e outros custos, qual será o impacto na rentabilidade do seu patrimônio para o futuro, entre outras questões que exigem cuidado.

O ideal é programar o resgate somente para a fase de usufruto, quando você terá a opção de contratar uma renda ou realizar o resgate total para administrar seu patrimônio.

Escolha o plano certo para seus objetivos de resgate

Outro ponto importante na previdência privada é escolher um tipo de plano ou regime de tributação mais vantajoso para seus objetivos de resgate.

O ideal é manter o dinheiro no fundo o máximo de tempo possível para aproveitar os benefícios fiscais, mas também é possível se planejar para pagar menos imposto nos resgates.

Por exemplo, se você optar pela tabela regressiva, pagará apenas 10% de Imposto de Renda sobre os resgates após completar 10 anos de investimento (as alíquotas diminuem em função do tempo de aplicação).

Agora, se você planeja resgatar valores mais baixos, que ficam na faixa isenta do IR, a tabela progressiva pode valer a pena.

Fique atento à tributação no VGBL e PGBL

Ainda sobre custos do resgate do Itaú Previdência, é preciso ficar atento às diferenças de tributação nos planos VGBL e PGBL. No VGBL, o IR é descontado somente sobre os rendimentos, e não sobre o total aplicado no fundo.

Já no PGBL, o Imposto de Renda incide sobre o valor total aplicado (capital investido + rentabilidade). Em contrapartida, esse tipo de plano permite o abatimento de até 12% das contribuições na declaração anual do IR.

Logo, dependendo do seu tipo de plano, o resgate pode sair caro para o bolso.

Antes de fazer o resgate do Itaú Previdência

É melhor pensar duas vezes antes de fazer o resgate do Itaú Previdência, pois os custos podem ser mais altos do que em outros investimentos.

Não confirme a operação antes de ler estas dicas:

Avalie o impacto no seu patrimônio

Como vimos, o resgate do Itaú Previdência pode ter um impacto significativo no seu patrimônio e perspectivas de rendimento em longo prazo. Por isso, antes de confirmar a operação, calcule todos os custos, verifique o desempenho do seu plano e decida se vale a pena retirar dinheiro agora — e, possivelmente, ter prejuízo — para receber menos lá na frente.

Veja se não há investimentos mais líquidos para resgatar

O resgate do Itaú Previdência deve ser seu último recurso em caso de imprevistos financeiros, pois é um dos tipos de investimentos menos recomendados para retirada antes do prazo.

Antes de tomar essa decisão, verifique se não há investimentos com maior liquidez aos quais você possa recorrer, como um título do Tesouro Direto, CDB ou LCI/LCA (geralmente, usados para a reserva de emergência).

Confira as taxas e condições do resgate

Por fim, é fundamental conferir quais taxas podem ser cobradas no resgate do Itaú Previdência, assim como prazos de carência que precisam ser cumpridos antes do saque.

Como fazer o resgate do Itaú Previdência

O processo de resgate do Itaú Previdência é muito simples, uma vez que você tenha decidido fazê-lo, mesmo com todas as ressalvas.

Veja quais canais utilizar.

Pelo site Itaú (para correntistas)

Os correntistas do Itaú podem fazer o resgate a qualquer momento pelo site do banco. Basta fazer login com agência, conta e senha eletrônica, e navegar até a opção Previdência> Resgates> Cancelamentos e Solicitação de resgate.

Pelo site Itaú com senha (não correntistas)

Para não correntistas que possuem senha eletrônica (planos empresariais), basta acessar o site do Itaú, clicar em Opções de acesso e em seguida Mais acessos> Previdência> Não correntista. Depois, o caminho é: Outros produtos> Previdência> Resgatar e cancelar> Solicitar resgate.

Pelo site Itaú sem senha (clientes em geral sem senha)

Por fim, os clientes não correntistas e correntistas sem senha eletrônica deverão fazer o download do formulário de Solicitação de Resgate em Planos de Previdência Itaú.

O documento deverá ser impresso, preenchido, digitalizado e enviado para: resgateprevidencia@itau-unibanco.com.br junto à foto do RG ou CPF e um comprovante de endereço atualizado.

Entendeu como fazer o resgate do Itaú Previdência e quais cuidados tomar? Agora, avalie se é realmente necessário retirar dinheiro do seu plano de previdência. Para saber mais sobre o assunto, acesse os demais conteúdos do nosso blog.

Todo brasileiro deveria saber o que é IOF, já que esse imposto incide sobre um amplo espectro de operações financeiras. Além disso, é preciso considerar que as alíquotas podem ser bem pesadas, especialmente em transações com cartão de crédito em compras no exterior ou moeda estrangeira.

Como você sabe, o objetivo do blog Sua Previdência Privada é informar a respeito dos assuntos mais importantes sobre finanças e investimentos. Então continue lendo para saber em que situações o IOF se aplica e não ser pego desprevenido!

O que é IOF?

O IOF, sigla para Imposto sobre Operação Financeira, é um dos mais antigos tributos em vigor no Brasil. Ele foi instituído pela Lei nº 5.143/66 e, desde então, vem sendo uma das principais fontes de divisas para os cofres públicos.

Esse tributo também serve como uma espécie de termômetro das atividades econômicas no Brasil, já que as variações na sua arrecadação podem gerar alguns indicadores. 

Quando há mais arrecadação de IOF, conclui-se que mais movimentações financeiras foram realizadas. No entanto, isso não significa necessariamente um crescimento na economia, já que o imposto também incide sobre operações como empréstimos.

Situações em que o IOF é cobrado

Como veremos mais à frente, o IOF incide sobre uma grande variedade de transações financeiras. Por isso, todo cuidado é pouco ao movimentar dinheiro, já que, dependendo da operação, a alíquota pode ser bastante salgada.

Um ponto interessante a observar é que não há um padrão na cobrança. Ou seja, o IOF não incide uniformemente sobre todas as movimentações de dinheiro. Em alguns casos, ele pode ser mais brando, como na compra de moeda estrangeira no Brasil. Já nas compras com cartão de crédito internacional, a alíquota será bem menos “amistosa”.

São razões mais que suficientes para você jamais perder de vista o impacto desse imposto em seu orçamento, concorda?

Conheça, então, em que tipo de transação ele afeta as suas finanças e qual alíquota é aplicada em cada um dos casos:

Tipo de operaçãoAlíquota de IOF 
Compra de Moeda Estrangeira1,1%
Transferência Internacional – Titularidade Própria1,1%
Transferência Internacional – Terceiros0,38%
Compras com Cartão de Crédito Internacional6,38%
Compras com Cartão de Débito Internacional6,38%
Compras com Cartão Pré-Pago Internacional6,38%
Compras com Traveler Cheque6,38%

Como funciona o IOF nos investimentos?

A abrangência do IOF é realmente muito grande e ele pode incidir, inclusive, em investimentos. Ou, melhor dizendo, no rendimento deles. Significa que, quando o imposto se aplica, ele é calculado apenas sobre a rentabilidade da aplicação e não sobre o saldo total.

Um exemplo para você entender melhor: se investiu R$ 1.000 e sacou R$ 1.010 (sendo R$ 10 a rentabilidade da aplicação), você paga IOF apenas sobre os R$ 10 e não sobre o total.

Uma peculiaridade muito importante sobre esse imposto é que existe uma variação nas alíquotas em aplicações financeiras. Sendo assim, deve-se seguir a tabela regressiva, na qual as alíquotas vão sendo reduzidas de acordo com o tempo da aplicação. 

Basicamente, quanto mais tempo o dinheiro permanecer aplicado, menor a chance de incidir IOF sobre o rendimento. Tanto é assim que, se o resgate não ocorrer antes do investimento completar 30 dias, não há imposto a pagar. Já se o saque ocorrer em prazo inferior, a alíquota se aplica da seguinte forma:

Dias CorridosAlíquota de IOF sobre o rendimentoPrazo de dias corridosAlíquota de IOF sobre o rendimento
196%1646%
293%1743%
390%1840%
486%1940%
583%2036%
680%2130%
776%2226%
873%2323%
970%2420%
1066%2516%
1163%2613%
1260%2710%
1356%286%
1453%293%

A ideia do governo, com essa tabela, é estimular a permanência dos recursos nas aplicações, garantindo assim os fundos necessários para lastrear suas finanças.

Aplicações com incidência de IOF

A tabela que acabamos de apresentar incide sobre investimentos, mas não sobre todos. Veja exemplos de aplicações sobre as quais há incidência de IOF:

  • Tesouro Direto 
  • CDB – Certificados de Depósitos Bancários
  • RDB – Recibos de Depósitos Bancários
  • Fundos DI
  • Letra de Câmbio
  • Fundos de Curto Prazo
  • Ações
  • ETF – Exchange Traded Funds
  • Contratos futuros
  • Opções

Previdência privada tem IOF?

A previdência privada tem uma série de vantagens que você provavelmente já deve ter conhecido nos conteúdos que sempre publicamos por aqui. Isenção do come-cotas, possibilidade de abatimento no Imposto de Renda e alíquotas mais baixas de imposto são algumas delas.

Mas além disso, há ainda a isenção do IOF em transações para planos tanto do tipo PGBL quanto VGBL.

Ela se aplica até mesmo na hora de fazer a portabilidade, que é a mudança de plano para outra instituição financeira. Não é uma boa notícia?

Agora que você sabe o que é IOF, poderá fazer investimentos e usar o seu dinheiro com muito mais sabedoria. Continue acompanhando nossas publicações e fique sempre por dentro de assuntos relacionados às suas finanças.

Caixa Previdência no Imposto de Renda

Vai declarara Caixa Previdência no Imposto de Renda ou está começando a entender como funciona a tributação nesse investimento?

Então, é preciso conhecer melhor esse tipo de aplicação para não cometer erros ao escolher o fundo e, depois, ao preencher as informações no formulário do IR.

Para facilitar sua vida, criamos este pequeno guia que trata do Imposto de Renda na Caixa Previdência. Ao longo das próximas linhas, vamos tirar suas dúvidas sobre as tabelas progressiva e regressiva, as modalidades PGBL e VGBL e os detalhes da entrega da declaração.

Imposto de Renda na Caixa Previdência: tabela regressiva x progressiva

Para entender como funciona o Imposto de Renda na Caixa Previdência, é necessário analisar as duas tabelas de tributação, a regressiva e a progressiva. Confira qual delas é mais indicada para o seu caso:

Tabela regressiva

Na tabela regressiva, a alíquota diminui conforme o período da aplicação. Assim, quanto maior for o tempo do investimento, menor será o valor pago no resgate.

A tabela do Imposto de Renda é fixada nas seguintes alíquotas:

  • Até 2 anos: 35%
  • De 2 a 4 anos: 30%
  • De 4 a 6 anos: 25%
  • De 6 a 8 anos: 20%
  • De 8 a 10 anos: 15%
  • Acima de 10 anos: 10%.

Assim, para o curto prazo, o regime não vale a pena devido às altas alíquotas. O ideal, então, é chegar na alíquota de 10% no longo prazo  — a menor alíquota cobrada em investimentos tributáveis no Brasil.

Tabela progressiva

A tabela progressiva é proporcional à renda. Com ela, o investidor é tributado em 15% na fonte, e a tributação será ajustada de acordo com a tabela de IR, que vai de 0 a 27,5%, no momento da entrega da declaração.

Os valores da tabela são os seguintes:

  • Até 1.903,98: isento
  • De 1.903,99 até 2.826,65: 7,5%
  • De 2.826,66 até 3.751,05: 15%
  • De 3.751,06 até 4.664,68: 22,5%
  • Acima de 4.664,68: 27,5%.

Sendo assim, a tabela progressiva é indicada para quem investe em previdência no curto prazo ou para quem vai se aposentar com uma renda isenta de IR.

Imposto de Renda na Caixa Previdência: PGBL x VGBL

Na hora de planejar o Imposto de Renda na Caixa Previdência, outro critério essencial é a modalidade, PGBL ou VGBL. A seguir, descubra as características de cada uma:

PGBL

O Plano Gerador de Benefício Livre permite fazer restituição de até 12% da renda bruta tributável no Imposto de Renda. Mas a alíquota (definida conforme o regime de tributação) incide sobre o valor total do investimento, ou seja, capital investido mais rendimento.

Por isso, o PGBL é indicado para quem faz declaração de IR com o formulário completo e tem renda suficiente para absorver o desconto. Além disso, a restituição só é permitida para quem contribui com a previdência social.

VGBL

O Vida Gerador de Benefício Livre é um plano que não permite restituição de IR. Apesar disso, a alíquota (também definida conforme o regime de tributação) incide apenas sobre os rendimentos do período.

Trata-se do plano ideal para quem utiliza o formulário simplificado ao declarar IR.           

Como declarar a Caixa Previdência no Imposto de Renda

Para declarar Caixa Previdência no Imposto de Renda, você precisa seguir o passo a passo específico para o plano escolhido (PGBL ou VGBL), uma vez que eles têm características diferentes. Confira na sequência:

Declaração no PGBL

Para declarar previdência no plano PGBL, as contribuições devem ser informadas na ficha “Pagamentos Efetuados”. Selecione o código 36, referente ao PGBL.

Informe CNPJ da instituição financeira, número de conta e informações da apólice. No PGBL, o saldo acumulado não precisa ser informado.

Você poderá fazer o abatimento do imposto em até 12% da renda bruta tributável. O próprio programa de declaração da Receita Federal calcula o limite.

Em relação aos resgates e benefícios recebidos, é preciso informar conforme o regime de tributação. Se você usa o modelo progressivo, selecione a ficha “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoas Jurídicas”. Se usa o modelo regressivo, selecione a ficha “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva”, sob o código 06, “Rendimentos de aplicações financeiras”.

No PGBL, é necessário informar contribuições e rendimentos.

Declaração no VGBL

A declaração de previdência no VGBL deve ser feita na ficha “Bens e Direitos”, sob o código 97.

Em seguida, informe o CNPJ da instituição financeira, número da conta e informações da apólice.

Ao fazer a declaração em 2020, informe o saldo referente a 31/12/2018 e o saldo em 31/12/2019. Esses dados podem ser consultados no informe de rendimentos fornecido pelo banco.

Se você realizou resgates no período ou está na fase de recebimento do benefício, selecione a ficha “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoas Jurídicas” para modelo progressivo e a ficha “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva” para regressivo.

Aí, é preciso dar baixa na ficha “Bens e Direitos”. No VGBL, não é preciso declarar contribuições, e sim rendimentos e saldo.

E então, compreendeu como declarar Caixa Previdência no Imposto de Renda? Se você gostou das dicas, confira outros artigos sobre o assunto em nosso site.

Todo contribuinte é obrigado a optar pela declaração completa ou simplificada a cada acerto de contas com o Leão. A questão, nesse caso, é descobrir qual é o modelo mais indicado, considerando a renda anual, as deduções a abater e os eventuais investimentos.

De fato, uma escolha equivocada pode representar prejuízos, considerando, por exemplo, os valores a pagar ou a restituir de Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF). 

Há, ainda, outras questões a serem ponderadas antes de clicar em “enviar” no software do IRPF. Elas serão levantadas a partir de agora, então, sinta-se convidado para prosseguir na leitura e ficar por dentro de um tema que interessa ao bolso de todo brasileiro.

A escolha entre declaração completa ou simplificada

Não é novidade que a carga tributária em nosso país é pesada e atinge em cheio tanto pessoas físicas quanto jurídicas. Se o contribuinte não se cuidar nem se planejar para pagar seus impostos, corre o risco de amargar perdas consideráveis.

Um desses cuidados envolve justamente a escolha entre declaração completa ou simplificada. Afinal, existem certos tipos de despesas que, pela sua natureza, não são passíveis de tributação, gerando créditos que podem ser restituídos depois.

É o caso, por exemplo, dos planos de previdência privada do tipo PGBL. O mesmo vale para a pensão alimentícia paga nos termos de uma ordem judicial. Tendo em vista esses detalhes, é fundamental fazer a declaração corretamente para garantir as deduções esperadas e devidas.

Diferenças entre declaração completa e simplificada

Se você está em dúvida entre fazer a declaração completa ou simplificada, a primeira questão a observar é se possui despesas a deduzir. Afinal, essa é a diferença principal entre elas.

Na declaração completa, você informa ao Fisco todos os gastos que teve com saúde e educação, entre outros, além de dados relativos aos seus dependentes. Já no modelo simplificado, praticamente se limita aos valores recebidos no ano-exercício anterior.

Como estamos falando de um imposto sobre a renda, quem ganha mais, paga mais. E para reduzir o montante a pagar, o contribuinte tenta comprovar que tem muitos gastos – são as despesas dedutíveis, que só podem ser informadas na declaração completa.

Declaração completa ou simplificada no IR: qual é a melhor?

Se você deseja uma resposta rápida entre declaração completa ou simplificada, é a seguinte: quem tem valores significativos em despesas a deduzir, costuma optar pela completa. Já quem não tem, pode escolher a simplificada.

As despesas sobre as quais falamos podem ser relacionadas, por exemplo, a gastos médicos, com educação ou previdência privada. Apresentar esses dispêndios é a forma que o contribuinte encontra para pagar menos imposto ou até ser restituído – isso quando comprova que teve retido na fonte mais do que deveria.

Se você tem dúvidas sobre qual é o modelo de declaração ideal, fique tranquilo. O programa da Receita Federal, automaticamente, informa qual é o mais vantajoso a partir das informações inseridas.

Mas se você quiser se antecipar e não inserir no sistema possíveis despesas dedutíveis, seja porque elas não são numerosas ou porque não tem dependentes, pode apostar na versão simplificada.

Como fazer a declaração completa no IR?

Embora pareça uma tarefa árdua, não é tão difícil assim fazer uma declaração completa. Tudo vai depender da composição da sua renda e de quantas despesas dedutíveis você tem para registrar. Ou seja, quanto mais rendimentos e gastos a serem registrados, mais extensa será a sua declaração.

Considere que, fora os planos de previdência privada PGBL, podem ser incluídas despesas como pensão alimentícia, com a condição de terem sido estipuladas em juízo.

Cabe ressaltar que despesas com dependentes, como plano de saúde e educação, podem ser incluídas. Nesse caso, vale não apenas para os filhos, como para os cônjuges, enteados ou os pais.

Também é preciso salientar que filhos de pais divorciados não devem ser declarados como dependentes por ambos. Isso significa que apenas a mãe, o pai ou tutor legal pode declará-lo nessa condição. Pais que pagam pensão determinada por juiz só podem declarar seus filhos como “alimentandos”.

Dessa forma, o filho precisa ser primeiramente cadastrado na ficha de dependentes com seu nome e CPF. Em seguida, os gastos com pensão alimentícia devem ser lançados na opção “Alimentandos”. 

Resumidamente, a declaração completa pode ser feita da seguinte forma:

  • Abra o software do IRPF
  • No menu à direita, declare seus rendimentos conforme a sua natureza (isentos, tributáveis, recebidos de pessoa jurídica ou de pessoa física no exterior)
  • Declare outros rendimentos conforme sua classificação, como doações efetuadas ou espólio
  • Se tiver dependentes, não deixe de cadastrá-los na opção à direita
  • Preenchidos todos os dados, o próprio software indicará qual é o modelo adequado.

Como fazer a declaração simplificada no IR?

Já a declaração simplificada, como o nome já diz, não precisa de muita coisa para ser feita.

Basicamente, o contribuinte só precisa lançar tudo aquilo que recebeu como salário e outros rendimentos no ano ao qual se refere a declaração. Feito isso, basta enviar e aguardar pelo recibo.

Como você viu neste conteúdo, as diferenças entre declaração completa ou simplificada dependem mais dos rendimentos do contribuinte. Quanto maior a renda, maiores serão as despesas e, assim, a declaração fica cada vez mais “recheada”.

Agora que você está por dentro, que tal compartilhar este material em suas redes sociais e ajudar a divulgar essa informação útil? E, para continuar se informando, leia outros conteúdos do blog Sua Previdência Privada.

Entra ano, sai ano, o contribuinte brasileiro se coloca diante de uma questão importante: optar pelas deduções legais ou desconto simplificado na hora de declarar o Imposto de Renda? 

Embora o software do IRPF esteja sendo aprimorado com o tempo e fique cada vez mais intuitivo, ainda é difícil dominar por completo algo que só se faz uma vez por ano. 

Outro fator capaz de complicar na hora de declarar é a própria situação financeira do declarante. De um ano para o outro, empregos podem ser trocados, heranças recebidas, investimentos realizados, despesas contraídas. Tudo isso influencia no momento de fazer o IR.

Dessa forma, queremos que você saiba o que deve ser considerado para que seja possível fazer a declaração mais adequada. Vamos entender como escolher entre deduções legais ou desconto simplificado?

Deduções legais ou desconto simplificado: por que escolher?

A declaração do Imposto de Renda se divide basicamente em duas categorias: simples ou completa.

Assim, deve optar pela opção completa quem tiver despesas dedutíveis, ou seja, aquelas que podem gerar restituição ou abatimento. É o caso dos titulares de planos de previdência ou de quem tem dependentes.

Quem tem valores consideráveis em despesas médicas e com educação, por exemplo, também pode apresentar a declaração completa para reduzir o valor a pagar em imposto ou mesmo obter a restituição.

Já a simples, basicamente, é indicada para pessoas que não tenham despesas a deduzir. Por isso, uma escolha equivocada pode representar um desfalque considerável. Ou, no mínimo, desperdiçar uma oportunidade de economia.

O que muda entre deduções legais e desconto simplificado?

O primeiro passo para saber qual é o modelo adequado é tomar como referência a última declaração. Se não houve mudança significativa na composição da sua renda anual nem surgiram novas despesas, o melhor é manter o que já está sendo feito.

Mas se houve alguma alteração em seus rendimentos, então, você precisará calcular a margem dedutível e optar pela declaração completa. A conta é bastante simples.

Considere que, no modelo simplificado, a RFB concede 20% de desconto ao calcular o imposto, desde que não ultrapasse o limite de R$ 16.754,34. 

Para saber se você se enquadra nesse teto, basta somar todas as suas despesas com saúde, educação e previdência privada. Se a conta for superior a R$ 16.754,34, então, o modelo completo tende a ser o mais indicado.

Deduções legais ou desconto simplificado no IR: qual é o melhor?

Fique tranquilo se matemática não é o seu forte. Todos os cálculos são feitos automaticamente no sistema da Receita Federal, que ainda informa ao final, qual modelo de declaração se mostra mais vantajoso para você: com deduções legais ou desconto simplificado.

De qualquer forma, o rol de despesas que podem ser computadas como dedutíveis é relativamente extenso – e você precisará inserir no programa todas elas para ter a resposta que procura.

Um bom exemplo disso são os investimentos em previdência privada.  Todos os titulares de um Fundo de Aposentadoria Programada Individual (FAPI) ou de um Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) podem abater o montante das contribuições.

Nesse caso, o desconto fica limitado a 12% do rendimento tributável recebido no ano anterior. Por exemplo, digamos que você deverá pagar imposto sobre R$ 8 mil. Então, o máximo que poderá abater do valor a ser pago é R$ 960,00.

Cabe salientar que planos da modalidade Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) não oferecem a possibilidade de abatimentos. Portanto, são indicados para quem usa o modelo simplificado de declaração.

Como declarar IR com deduções legais?

Um dos avanços mais festejados no software IRPF é a escolha automática pela declaração completa ou simples. Em contrapartida, ela traz uma má notícia: o fim da dedução no IR das contribuições feitas a título de pagamento de INSS de empregado doméstico.

Para fazer a declaração completa, você precisará ter em mãos, ou no seu computador, celular ou tablet, os comprovantes das despesas dedutíveis.

Além dos planos de previdência privada PGBL, é possível incluir gastos com pensão alimentícia (desde que determinada por juiz). Aliás, todas as despesas com dependentes podem ser incluídas. Isso vale não só para filhos, como para os pais, cônjuges e enteados.

Um cuidado a ser tomado é que filhos de pais separados não devem constar como dependentes nas duas declarações. Ou seja, apenas o pai ou a mãe pode declará-lo nessa condição. 

Quem não possui a guarda deve incluir o filho como “alimentando”. Para isso, ele deve ser cadastrado na ficha de dependentes e, na aba para declarar despesas dedutíveis, poderá inserir os gastos com pensão alimentícia. 

Não custa lembrar que esse tipo de despesa só pode ser declarada se a pensão tiver sido determinada em juízo.

Como declarar IR com desconto simplificado?

No caso de desconto simplificado, a declaração deve ser feita da seguinte forma:

  • Abra o software do IRPF
  • No menu à direita, declare seus rendimentos conforme a sua natureza (isentos, tributáveis, recebidos de pessoa jurídica ou de pessoa física no exterior)
  • Declare outros rendimentos conforme sua classificação. Por exemplo, doações efetuadas ou espólio
  • Se tiver dependentes, não deixe de cadastrá-los na opção à direita. O mesmo vale para o pagamento da pensão alimentícia, cuja declaração deve ser feita no item “Alimentandos”
  • Preenchidos todos os dados, o próprio software indicará qual é o modelo adequado

Ficaram claras as diferenças entre deduções legais ou desconto simplificado, certo? Quando se trata de declarar o IR fique sempre atento, já que dados inconsistentes ou falsos podem levar o contribuinte a ser multado. Não facilite!

Para ficar sempre bem informado sobre temas ligados a finanças, investimentos e, claro previdência, conte com o blog Sua Previdência Privada. Aqui, você é sempre o primeiro a saber!