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Conquistar sua renda mensal vitalícia é perfeitamente possível com os investimentos certos. Você só precisa escolher aplicações de longo prazo e buscar a rentabilidade desejada para compor sua futura renda e garantir uma aposentadoria tranquila — ou a independência financeira em qualquer fase da vida.

Nesse quesito, a previdência privada é a campeã, pois oferece rentabilidade em longo prazo com baixo custo e várias opções de recebimento do benefício. Neste artigo, você vai conhecer as modalidades de renda vitalícia desses planos e entender por que são vantajosos. 

Continue lendo e garanta sua renda para o resto da vida.

É possível ter renda mensal vitalícia?

Obter uma renda mensal vitalícia é o objetivo de muitos investidores que buscam a independência financeira. De fato, é possível receber uma boa quantia para o resto da vida fazendo as escolhas certas em investimentos de longo prazo e planejando o futuro.

Um dos caminhos para isso é montar uma carteira diversificada e buscar aplicações que oferecem pagamentos periódicos (mensais ou semestrais). É o caso de títulos de renda fixa atrelados ao CDI e à inflação, por exemplo, ou mesmo fundos imobiliários.

Outra opção, mais arrojada, é investir em ações que pagam dividendos. Mas a estratégia mais garantida para ter uma renda mensal vitalícia ainda é o plano de previdência privada, que oferece diversas modalidades de recebimento do benefício — e é pensado justamente para quem quer uma aposentadoria tranquila.

Como obter renda mensal vitalícia

Para obter uma renda mensal vitalícia com a previdência privada, basta escolher essa forma de recebimento do benefício. A lógica é simples: você constrói seu patrimônio fazendo aportes frequentes durante a fase de acumulação e, quando atingir uma determinada idade ou montante, escolhe como quer receber os recursos capitalizados na fase de usufruto.

Nesse momento, os planos de previdência dão várias opções aos titulares:

  • Receber uma renda mensal para sempre
  • Receber a renda mensal por um período determinado
  • Receber a renda mensal e revertê-la para beneficiários em caso de falecimento
  • Realizar resgates programados conforme a necessidade
  • Realizar um único resgate total do patrimônio acumulado.

No caso, a escolha será pelo recebimento da renda mensal pelo resto da vida. Evidentemente, quanto mais tempo durar sua aplicação, maiores serão os rendimentos e mais generosa será sua renda mensal vitalícia.

Como funciona a renda mensal vitalícia na previdência privada

Há várias opções de recebimento da renda mensal vitalícia na previdência privada, dependendo dos seus objetivos.

Veja como funciona.

Correção definida em contrato

Ao optar pela renda mensal vitalícia no plano de previdência privada, você recebe os valores mensais corrigidos pelo índice acordado em contrato com a seguradora (IGP-M ou IPCA, por exemplo). Dessa forma, seu poder de compra fica protegido durante todo o período de concessão do benefício — ou seja, até seu falecimento.

Período de pagamento

Obviamente, a condição da renda vitalícia é ser paga até o último dia de vida do titular do plano. Mas também existem opções de renda vitalícia com prazo mínimo garantido, por exemplo, em que o próprio titular define o prazo mínimo de pagamento do benefício e pode transferi-lo para um beneficiário em caso de morte durante o período de recebimento.

Dessa forma, o titular evita que o benefício cesse na ocasião de seu falecimento — nesse caso, não é possível rever o dinheiro que fica com a seguradora.

Reversibilidade

Outro aspecto interessante da renda mensal vitalícia pela previdência privada é a opção de reverter o pagamento para beneficiários escolhidos pelo titular. Dessa forma, em caso de falecimento, a renda mensal é transferida automaticamente para um beneficiário e pode se estender até sua morte, dependendo do contrato.

O titular também pode determinar a proporção da renda mensal que será paga ao beneficiário e por quanto tempo. Na renda mensal vitalícia reversível ao cônjuge com continuidade aos menores, por exemplo, você pode reverter a renda para o marido ou esposa e ainda transmitir o pagamento aos filhos após a morte do companheiro (nesse caso, os menores recebem a renda até completarem a maioridade definida em contrato).

No entanto, é preciso considerar que as opções que incluem mais beneficiários e continuidade do pagamento do benefício reduzem o valor recebido, pois aumentam os riscos na proporção dos cálculos de expectativa de vida que a seguradora faz.  Por isso é importante avaliar bem os valores recebidos, tributação e condições oferecidas pelo plano antes de escolher uma modalidade de renda vitalícia.

Viu como é possível ter uma renda vitalícia investindo em longo prazo? Agora você pode conhecer melhor os planos de previdência privada e escolher o que mais se adequa às suas expectativas e padrão de vida desejado para a aposentadoria.

Você sabia que algumas previdências privadas oferecem uma modalidade de rendimento chamada de renda vitalícia com prazo mínimo garantido? Essa é uma forma de garantir a segurança financeira por toda a vida, além de também dar um pouco de conforto para a família após o  falecimento, já que o benefício poderá ser pago aos herdeiros dentro de um prazo mínimo estipulado em contrato. 

Conhecer os diferentes tipos de renda que a previdência privada pode oferecer é fundamental no momento da contratação. Nos parágrafos a seguir, vamos explicar os detalhes da renda vitalícia com prazo mínimo garantido, além de apresentar quais são as vantagens e as desvantagens desta modalidade de pagamento de benefícios. Vamos lá?

Contratação da renda vitalícia com prazo mínimo garantido

A previdência privada disponibiliza diferentes tipos de renda para os seus contratantes e, para o caso de seu falecimento, enquanto recebe os benefícios. Cada um deles possui diferentes prazos de pagamentos e também diferentes opções para passar o saldo restante aos beneficiários indicados no momento da contratação.

No caso da renda vitalícia com prazo mínimo garantido, o contratante receberá a renda até o dia do seu falecimento. Nesse tipo de renda, há a possibilidade de escolher um prazo mínimo garantido. Ele será definido para que, caso o contratante venha a falecer durante esse prazo, a renda continue a ser paga ao(s) beneficiário(s) indicados.

Esse tempo de pagamento será proporcional ao tempo restante dentro do prazo mínimo indicado. Desta forma, é possível assegurar não apenas o seu conforto financeiro durante a aposentadoria, mas também garantir que a sua família tenha um período de transição financeiramente mais tranquilo após o seu falecimento.

Portanto, é fundamental que, ao fazer a contratação da previdência privada com este tipo de renda, que o contratante escolha qual será esse período mínimo. O prazo, aliás, pode variar entre cinco e quinze anos. Vale mencionar ainda que esse prazo mínimo será contabilizado a partir do momento em que a primeira parcela do benefício for paga.

Por exemplo, um contratante que tenha escolhido um prazo mínimo garantido de 10 anos, e venha a falecer oito anos depois de começar a receber os pagamentos. Nesse caso, o(s) beneficiário(s) receberá(ão) os pagamentos por mais dois anos.

Entretanto, caso o contratante escolha o mesmo período de 10 anos e venha a falecer depois que esse período encerra, então o beneficiário não irá receber nada. Vale mencionar ainda que não há a possibilidade de compensação, devolução ou indenização do valor restante da previdência ao beneficiário.

Por outro lado, se o beneficiário falecer dentro do prazo mínimo garantido, os seus sucessores legítimos continuarão a receber a renda.

Vantagens da renda vitalícia com prazo mínimo garantido

Vamos agora falar sobre as vantagens de escolher a renda vitalícia com prazo mínimo garantido. São elas:

  • Benefício vitalício: mensalidades serão pagas pelo resta da vida do contratante;
  • Tabela regressiva do Imposto de Renda (IR): ideal para investimentos em longo prazo, como é o caso da previdência. Isso porque, quanto mais tempo o dinheiro ficar aplicado, menor será a taxa de IR que você deverá pagar. Por exemplo, para aplicações que sejam mantidas por pelo menos 10 anos, a alíquota de IR que será paga é de 10% apenas;
  • Possibilidade de isenção do IR caso o contratante seja diagnosticado com alguma doença grave durante o período de recebimento do benefício;
  • Reajuste anual com a inflação, garantindo o poder de compra do dinheiro aplicado;
  • O contratante pode escolher mais de um beneficiário;
  • Em caso de óbito do beneficiário, os seus herdeiros continuarão a receber os pagamentos mensalmente durante o prazo mínimo garantido.

Desvantagens da renda vitalícia com prazo mínimo garantido

Como todo produto financeiro, a renda vitalícia com prazo mínimo garantido também possui seus pontos de atenção e o principal deles é justamente o valor pago mensalmente para o contratante.

Vale lembrar que a previdência privada é formada a partir do valor aplicado mensalmente durante vários anos e dos rendimentos ao longo desse período. Ou seja, o dinheiro do benefício será pago conforme o montante que for acumulado nesse período.

Uma vez que o contratante escolha receber esse benefício de forma vitalícia, ou seja, até o final da vida, o dinheiro deverá ser suficiente para que as parcelas sejam pagas por cerca de 15 anos ou mais. Esse fato faz com que o valor das mensalidades fique menor.

É importante mencionar também que, caso o contratante venha a falecer depois do prazo mínimo garantido e se ainda houver dinheiro, o montante restante não será devolvido para a família ou para o(s) beneficiário(s) indicado(s) de nenhuma forma.

Diante de tudo que falamos nesse artigo, antes de optar por um plano de previdência privada, é importante que você conheça quais são os benefícios que cada um deles oferece. Além disso, essa é uma aplicação de muitos anos, com a qual você contará para a sua aposentadoria. Portanto, vale a pena ficar de olho nos seguintes pontos:

  • Quem são os beneficiários;
  • Escolher boas administradoras de previdência privada;
  • Qual tipo de plano que será escolhido: PGBL ou VGBL;
  • Qual é o regime tributário que será aplicado: tabela progressiva ou regressiva;
  • Como os aportes mensais serão feitos: depósito em conta ou boleto;
  • Taxas aplicadas: carregamento, administração, saída, entre outras;
  • Forma de receber o benefício: parcelas mensais ou saque único;
  • Qual a parcela de dinheiro que irá para cada um dos beneficiários, caso haja mais de um;
  • Qual será a idade da sua aposentadoria (que pode ser modificada ao longo do prazo de acúmulo de capital);
  • Forma de pagamento do montante aos beneficiários em caso de falecimento do contratante.

Para se informar a respeito de todos esses itens mencionados acima, você pode acompanhar o blog da Sua Previdência Privada. Você encontrará informações detalhadas a respeito de todos os planos de previdência. Não perca tempo e garanta agora uma aposentadoria financeiramente mais tranquila. 

Brasilprev

Será que a Brasilprev vale a pena como investimento de longo prazo? Para responder a essa pergunta, você precisa avaliar em detalhes os fundos de previdência privada do Banco do Brasil.

Mas, para isso, não basta olhar para o desempenho dos fundos: é preciso analisar aspectos como custos, condições de acumulação e recebimento, tributação, composição da carteira, entre outros critérios essenciais. Antes de contratar um plano de previdência privada, é importante estar familiarizado com esses conceitos.

Siga, então, os próximos tópicos deste artigo e descubra se a Brasilprev vale a pena para o seu futuro.

Como são os fundos de previdência da Brasilprev

Para saber se a Brasilprev vale a pena, é importante conhecer os fundos de previdência privada minuciosamente s. A seguradora do Banco do Brasil oferece diversas opções de planos individuais, infantis e empresariais, que atendem aos diferentes perfis de investidores (conservador, moderado e arrojado).

Como toda previdência privada, eles são fundos de investimento de longo prazo que permitem ao investidor fazer aportes regulares na fase de acumulação e receber o benefício no futuro , na etapa de usufruto. Dessa forma, possibilitam a formação de uma reserva financeira para que projetos de médio e longo prazo sejam concretizados, como a independência financeira e uma aposentadoria tranquila. A Brasilprev oferece planos do tipo VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) e PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), que podem ser contratados pelo regime de tributação progressivo ou regressivo. Além disso, oferece diferentesformas de recebimento do patrimônio acumulado, de acordo com os objetivos do investidor.

Como descobrir se a Brasilprev vale a pena

Avaliar características como taxas, composição de carteira e opções de renda dos fundos previdenciários são algumas maneiras  para entender se a Brasilprev vale a pena para você. Confira os principais critérios para  análise:

1. Taxas

As taxas são um critério essencial para determinar se a Brasilprev vale a pena, pois custos muito altos podem comprometer a rentabilidade da previdência privada. No site, a seguradora informa que não cobra taxa de carregamento, que é uma porcentagem descontada das movimentações realizadas no fundo (aportes e retiradas).

No regulamento dos fundos da Brasilprev, consta que “não há cobrança de taxas de custódia, de performance, de ingresso ou de saída”. Logo, a única tarifa  cobrada pela instituição é a taxa de administração, referente à gestão dos fundos de previdência privada. Em 2020, essa taxa varia entre 0,6% e 2% — intervalo compatível com a média do mercado.

2. Composição da carteira

O segundo critério a ser avaliado é a composição da carteira dos fundos da Brasilprev. Ouseja,  a combinação de ativos e estratégias de investimentos utilizadas em cada produto. A seguradora oferece três principais tipos de fundos:

  • Renda fixa: os fundos de renda fixa da Brasilprev são voltados aos investidores de perfil conservador, que preferem não correr riscos. São compostos por títulos públicos e privados com leve flutuação no curto prazo e alta segurança;
  • Ciclos de vida: são fundos previdenciários que se ajustam ao longo do tempo, começando com mais presença na renda variável e fortalecendo a renda fixa conforme se aproximam da data de saída (proteção do patrimônio na reta final);
  • Multimercado: são fundos para investidores mais arrojados que desejam retornos maiores e são mais tolerantes ao risco e à volatilidade, incluindo entre 20% e 49% de ativos de renda variável (câmbio e ações, por exemplo).

Assim, a Brasilprev garante opções diversificadas para todos os perfis de investidores e com diferentes graus de risco, retorno e volatilidade. Para entender o desempenho dos fundos, basta acessar a seção de Fundos e rentabilidade.

3. Tributação

Em relação à tributação, os fundos Brasilprev oferecem as duas opções padronizadas dos planos de previdência:

  • Tabela regressiva: é o regime em que as alíquotas do IR (Imposto de Renda) diminuem conforme o tempo da aplicação, começando em 35% para aplicações mantidas por, pelo menos, dois  anos,  chegando a 10% para as que têm acima de 10 anos;
  • Tabela progressiva: é o regime que tributa a previdência com base na tabela progressiva geral (a mesma aplicada aos salários e às aposentadorias), que começa em 7,5% e chega a 27,5% conforme o valor resgatado.

Lembrando que o modelo PGBL permite dedução de até 12% da base de cálculo na declaração do IR anual, mas incide o imposto sobre o valor total aplicado no plano. Já o VGBL não tem esse desconto, mas cobra o imposto apenas sobre rendimentos.

4. Formas de recebimento

Por fim, é preciso analisar as formas de recebimento da Brasilprev, que definem como você irá receber o benefício ao final do período de acumulação. As opções são:

  • Pagamento único: resgate do montante acumulado de uma só vez;
  • Renda por prazo certo: você escolhe por quantos anos quer receber uma renda mensal corrigida pela inflação;
  • Renda vitalícia: você garante uma renda mensal corrigida pela inflação para o resto da vida.

Vale a pena comparar Brasilprev com outros fundos?

Claro. Ao comparar o plano de previdência do BB com as opções do mercado , é possível escolher o mais vantajoso para os seus objetivos de vida — seja uma aposentadoria confortável ou um sonho de consumo futuro.

Para tomar a melhor decisão para construir seu patrimônio, acompanhe nosso conteúdo e entenda qual previdência privada se encaixa melhor no seu projeto de vida.

Você sabe quais são as etapas básicas para alcançar o sucesso financeiro? Afinal, como organizar o orçamento para garantir estabilidade em relação ao dinheiro?

Ter essas respostas é fundamental para cuidar das finanças. A primeira coisa a ter em mente é a de que o sucesso financeiro deve ser arquitetado para o longo prazo. Com foco no futuro, aí sim você pode criar um planejamento eficaz, que inclui controle orçamentário e investimentos. Parece difícil?

Para ajudar no desafio, elencamos as principais medidas que você deve adotar para ter sucesso financeiro e tipos de investimentos para fazer o seu dinheiro se multiplicar com os juros compostos. Acompanhe.

Sucesso financeiro e o longo prazo

Pensar no sucesso financeiro no longo prazo é essencial para manter estabilidade e qualidade de vida ao longo dos anos, aumentar patrimônio e conquistar objetivos. Afinal, não adianta você estar com as finanças em dia agora, mas não saber como gerenciá-las para ter tranquilidade financeira também no futuro.

Em um artigo para a revista The Balance, a consultora financeira Dana Anspach afirma que uma das formas de se alcançar o sucesso financeiro é justamente focar no futuro ao invés do passado. É o caso, por exemplo, de fazer investimentos.

“Concentre-se em onde você deseja estar no futuro e considere a estratégia de longo prazo que provavelmente o levará até lá”, salienta a autora.

Sucesso financeiro: por onde começar

Agora que você sabe que o sucesso financeiro deve ser planejado no longo prazo, confira a seguir as principais medidas que ajudam a alcançá-lo na prática:

1. Faça um diagnóstico das suas finanças

Pense na sua vida financeira como a sua saúde: antes de fazer tratamentos, é preciso realizar um check-up para saber quais áreas demandam cuidado. Essa é justamente a proposta do diagnóstico financeiro.

Em uma planilha de controle, insira as despesas fixas e variáveis que você tem no mês, a sua renda e as dívidas, se tiver. Dessa forma, você terá uma visão geral da saúde do orçamento. E aí, a partir do diagnóstico, poderá criar medidas para melhorar resultados, como, por exemplo, negociar dívidas para sair do vermelho.

2. Controle e otimize o orçamento

Outro passo fundamental é incluir o controle financeiro na rotina. É a melhor forma de organizar as finanças, evitar dívidas e, de forma geral, utilizar o seu dinheiro de maneira inteligente.

Aqui, algumas orientações básicas são manter uma planilha de controle de despesas e receitas, definir prioridades, reduzir e cortar despesas e, em suma, gastar menos do que você ganha.

3. Defina objetivos de longo prazo

Definir objetivos é uma estratégia para ter o sucesso financeiro sempre focado no longo prazo. Em um artigo para a revista Forbes, o consultor financeiro Michael Kay pontua que é necessário entender o que você realmente deseja  — e tornar esse desejo em algo concreto. Ou seja: é importante criar objetivos de longo prazo.

“Sem esse conhecimento, é como dirigir para um novo destino sem GPS, um roteiro ou qualquer ideia do que você precisará ao longo do caminho”, alerta o consultor.

4. Crie um colchão financeiro

Você pode ter o maior controle financeiro do mundo. Mesmo assim, não está livre de ter que enfrentar imprevistos e emergências. Então, ter um colchão financeiro, ou reserva de emergência, é essencial para não desestabilizar o orçamento frente a um acontecimento inesperado.

5. Comece a investir

Mais do que poupar dinheiro, é necessário adotar a mentalidade de investidor. Em outras palavras, fazer com que os juros trabalhem ao seu favor, e não o contrário. Pode parecer desafiador começar a investir, mas é possível fazer isso aos poucos, como você vai ver no próximo tópico.

Investimentos para obter sucesso financeiro

Investir é uma etapa básica do sucesso financeiro. Mas como fazer isso se você ainda não tem experiência? A dica é começar com investimentos menos arriscados e diversificar a carteira. A seguir, descubra três aplicações que podem compor o seu portfólio:

Previdência privada

Previdência privada é um investimento de longo prazo com o objetivo de complementar a aposentadoria do INSS. Com ela, você faz contribuições durante anos, e o dinheiro fica rendendo até o momento do resgate. A grande vantagem é que a alocação dos recursos é conduzida por um gestor profissional.

Fundos multimercados

Fundos multimercados são fundos de investimento que combinam diferentes tipos de ativos em uma única carteira, como ações, câmbio e renda fixa, por exemplo. Dessa forma, o investidor diversifica as aplicações e mescla diferentes níveis de risco e rentabilidade.

Tesouro Direto

Os títulos públicos do Tesouro Direto estão entre os investimentos mais seguros  — o que é ideal para quem está começando. Na modalidade, você empresta dinheiro para o Tesouro, que o devolve com o acréscimo de juros.

No Tesouro Direto, o investimento é em renda fixa. Entre as vantagens, está o fato de que é possível começar a investir com R$ 30, e o dinheiro pode ser resgatado a qualquer momento. 

A partir dessas dicas, que tal iniciar seus investimentos para alcançar o sucesso financeiro? Se as dicas do artigo foram úteis, compartilhe.

Afinal, o fundo de previdência XP é um bom investimento? Trata-se de uma das maiores corretoras independentes do Brasil. Mesmo assim, é importante analisar as opções que ela oferece para investidores de previdência privada.

Uma vantagem é que a XP oferece um portfólio diversificado de fundos. Assim, independentemente do seu grau de tolerância a riscos e dos seus objetivos financeiros, você encontrará o fundo adequado para o seu perfil.

Então, o próximo passo é mapear as alternativas, fazer uma avaliação de taxas e estratégias e começar a investir. Curioso sobre como colocar tudo isso em prática? É só seguir com a leitura e descobrir quando os fundos de previdência XP são um bom investimento.

Fundo de previdência XP é um bom investimento?

De forma geral, é possível afirmar que os fundos de previdência XP são um bom investimento, mas tudo depende do seu perfil, capacidade de aportes regulares e conhecimento do mercado.

O primeiro passo você acaba de dar, que é buscar mais conhecimento e se inteirar das características do investimento antes de alocar recursos. Então, vale a pena lembrar que uma das grandes vantagens da XP é a oferta de uma gama diversificada de fundos em diferentes categorias, com riscos e estratégias distintos. 

Dessa forma, o investidor pode fazer o investimento adequado para a sua necessidade e seus objetivos. Nessa hora, vale ficar atento à forma de gestão, ao tipo de alocação do fundo, às rentabilidades em diferentes janelas temporais e às taxas.

Em previdência privada, a XP cobra a taxa de administração, em um percentual anual que varia de acordo com o fundo. Não há taxa de carregamento na saída ou na entrada nem penalidades para a portabilidade ou resgate. 

De qualquer maneira, é imprescindível analisar com atenção o regulamento do fundo de previdência XP para analisar se, de fato, ele é um bom investimento.

Nessa hora, vale lembrar que esse tipo de instrumento permite planejar uma aposentadoria mais confortável financeiramente e trazer os sonhos de longo prazo para mais perto. 

E, na XP, outra vantagem é contar com o suporte de gestores profissionais, capazes de extrair os melhores resultados a partir dos seus investimentos. 

Fundo de previdência na XP: opções para um bom investimento 

Para fazer um bom investimento em fundo de previdência XP, é preciso conhecer as opções disponíveis e encontrar aquelas que se encaixam melhor no seu perfil. 

A corretora oferece diversos fundos de previdência com diferentes graus de risco, objetivos e alocações. Então, a composição da carteira fica relacionada ao investidor. Descubra as categorias de fundo a seguir:

Fundos de renda fixa pós-fixados

Nesses fundos, o investimento é feito de forma prioritária em títulos públicos e privados pós-fixados. A rentabilidade varia conforme o fundo escolhido  — cada um tem um indicador de referência. Atualmente, a XP tem 26 planos da categoria (dados de maio de 2020).

Fundos de renda fixa pré/inflação

São os fundos com aplicação em títulos com rentabilidade definida de maneira prévia, no momento da aquisição do ativo. A rentabilidade pode ser atrelada ao CDI ou à inflação. São 14 planos, e as aplicações mínimas partem de R$ 5 mil. 

Fundos multimercados macro

Os fundos têm estratégia atrelada ao cenário macroeconômico de médio e longo prazos. O investidor pode fazer aplicações variadas: ativos de renda fixa, ações, derivativos e investimento no exterior. São 35 planos com graus de risco diferentes  — inclusive os fundos mais arriscados.

Fundos multimercados outros

Na categoria, entram fundos com estratégias dentro da classe de multimercados. Neles, os percentuais de alocação são mais definidos em classes de ativos específicas. A categoria inclui 45 planos  — a maioria com grau de risco elevado.

Como investir em fundo de previdência na XP

Agora que você conhece os fundos da XP, vamos à prática: como iniciar o seu investimento em previdência privada. Confira abaixo o passo a passo essencial:

1. Faça o planejamento financeiro

Inicialmente, a dica é fazer um planejamento financeiro a fim de identificar o valor mensal que você deseja (e pode) direcionar para a previdência privada. Aqui, também é importante definir os seus objetivos de longo prazo para tornar o investimento mais assertivo. 

Lembre-se de que a previdência privada é um investimento com foco no longo prazo. Então, você precisa ter certeza de que não vai resgatar o dinheiro em um curto período. Caso contrário, outros tipos de investimentos são mais adequados.

2. Abra uma conta XP

Depois, é hora de abrir uma conta na XP. O cadastro pode ser feito por meio do site da corretora. Basta seguir o passo a passo na tela e informar os dados cadastrais nos respectivos campos de preenchimento. Antes de começar, tenha em mãos o seu documento de identidade.

3. Entenda o seu perfil de investidor

Antes de começar a investir, é importante descobrir o seu perfil de investidor e tolerância ao risco. É com base nessa informação que os fundos de previdência são selecionados.

A XP divide investidores em três perfis: conservador, moderado e arriscado. Se você ainda não conhece a sua categoria, depois de abrir a conta, é possível fazer um teste de perfil por meio da corretora.

4. Faça aportes regulares

Por fim, os gestores da XP ficarão responsáveis por alocar e administrar o investimento em fundos, conforme o seu perfil e objetivo. O que você precisa fazer é realizar contribuições regulares para aumentar a rentabilidade do investimento.

Acredite: no longo prazo, essa regularidade faz toda diferença no montante total que você vai resgatar.

Mas, antes de contratar o plano, vale a pena comparar as opções do mercado, considerando taxas e fundos disponíveis. Assim, você toma uma decisão com maior segurança.

E então, gostou das dicas deste artigo? Não deixe de compartilhar com seus colegas e amigos que também querem investir em fundo de previdência XP e desejam saber se esse é, de fato, um bom investimento.

Você se considera uma pessoa com vida financeira saudável?

Para qualquer um, alcançar esse estado de tranquilidade no orçamento é fundamental, principalmente para viver com conforto ao longo dos anos.

Mas manter uma vida financeira saudável pode ser um desafio, principalmente se você ainda não dedica muito tempo para cuidar das suas contas e receitas.

Então, que tal mudar essa realidade? Neste artigo, explicamos o passo a passo para você otimizar as suas finanças e garantir um futuro livre de preocupações com dinheiro.

Diagnóstico para uma vida financeira saudável 

O primeiro passo para uma vida financeira saudável é o diagnóstico do seu orçamento pessoal. Ele é o ponto de partida para você avaliar o seu custo de vida, entender os seus hábitos financeiros e planejar melhorias. Mas como colocar esse diagnóstico em prática?

Nessa hora, uma planilha de controle financeiro é essencial. Nesse documento, preencha as seguintes informações: despesas (separando em custos fixos e variáveis), dívidas (se tiver) e renda mensal.

Quanto mais detalhada for a planilha, melhor para o diagnóstico. Aqui a ideia é ter uma visualização ampla da sua vida financeira e entender o seu custo de vida atual.

A partir desse balanço, fica mais fácil identificar os gargalos do orçamento e os hábitos que estão prejudicando a gestão do dinheiro.

Além disso, você deve analisar despesas que podem ser reduzidas  — ou, por que não, eliminadas. 

E, por fim, precisa criar estratégias para tornar a sua vida financeira saudável, criando medidas emergenciais (como o pagamento de dívidas, por exemplo) e a mudança de hábitos, se for necessário.

Sabe por que isso é importante? Porque manter uma vida financeira saudável é essencial para o longo prazo.

É o que explica o consultor financeiro Gustavo Cerbasi, em seu livro Como organizar sua vida financeira (Editora Sextante, 2015).

Segundo ele, não basta saber se o dinheiro que você ganha atualmente dá para pagar as contas do mês. É preciso ir além.

“Leve em consideração que sua existência será mais longa que sua carreira (ninguém quer trabalhar até o último dia de vida), e que a evolução da medicina pode fazê-lo viver mais tempo do que você imagina”, afirma o autor.

Vida financeira saudável combina com longo prazo 

Como acabamos de ver, pensar no longo prazo é fundamental para manter uma vida financeira saudável. Dessa forma, você garante um futuro com um orçamento capaz de sustentar o seu padrão de consumo e permitir que você se aposente no período desejado.

Mas como colocar esse desafio em prática? A dica essencial é alargar sua janela temporal ao planejar compras, investimentos e tomar decisões com seu dinheiro.

Por exemplo: vai fazer investimentos para que o seu dinheiro renda? Quer recorrer a um financiamento para comprar um imóvel?

Bem, ao tomar decisões como essas, você precisa mirar no futuro. O desafio é compreender como essas ações vão impactar o orçamento lá na frente. E, claro, o objetivo final deve ser construir patrimônio e segurança.

Nessa jornada, o primeiro movimento é criar um fundo de emergência equivalente a seis meses do seu custo de vida. É uma quantia na qual você só vai mexer em casos de imprevistos, como a necessidade de um tratamento médico de urgência, por exemplo.

Feito isso, é hora de efetivamente aumentar o patrimônio. A melhor forma de fazer isso é por meio de investimentos, que se valem, no longo prazo, da mágica dos juros compostos.

Trata-se de juros que incidem sobre juros, ou seja, um fator multiplicador que é calculado em uma base crescente. 

Vida financeira saudável com previdência privada 

Considerando tudo que vimos até aqui, é hora de pensar em previdência privada. Sim, esse é um dos melhores investimentos de longo prazo para manter uma vida financeira saudável no futuro.

Na modalidade, você faz aportes regulares para fundos de previdência para que o dinheiro fique rendendo por anos. Depois, ao se aposentar, você resgata o investimento, garantindo uma renda complementar àquela fornecida pela previdência social. 

Uma das principais vantagens é que, na previdência privada, você conta com a gestão de uma equipe profissional para alocar seus recursos em aplicações que rendem acima da inflação.

Em vez de decidir comprar o título A e vender o B, você delega esse tipo de decisão a um gestor, que vai cuidar do seu patrimônio e tratá-lo com carinho para que cresça, floresça e dê frutos para a sua aposentadoria.

Outro benefício é a tributação reduzida, no modelo regressivo, cuja alíquota do Imposto de Renda cai para 10% após 10 anos — a menor de todo o mercado financeiro.

Há ainda o benefício fiscal do abatimento de 12% do IR nas contribuições para o PGBL, um dos dois tipos de previdência privada aberta que podem ser acessados.

Com essas orientações em mente, que tal cuidar melhor da sua vida financeira a partir de agora? Se este conteúdo foi útil para você de alguma forma, compartilhe e curta.

Não sabe como planejar o futuro financeiro? Tudo bem, o desafio não é tão difícil quanto parece.

Existe uma série de estratégias para organizar as finanças que você deve implementar o mais rápido possível para garantir mais conforto e renda no longo prazo. As medidas vão desde controlar o orçamento mensalmente a fazer investimentos.

Neste guia, confira a importância de planejar o futuro e conheça os melhores atalhos para chegar lá com maior conforto e tranquilidade.

Importância de planejar o futuro financeiro 

Planejar o futuro financeiro é essencial para elevar a qualidade de vida, evitar dívidas e alcançar metas e objetivos com o seu orçamento.

No livro Como organizar sua vida financeira (Sextante, 2015), Gustavo Cerbasi resume essa necessidade. “A resposta é simples: para que você tenha mais controle sobre seu dinheiro, mais consciência de suas escolhas e mais eficiência no uso de sua renda”, afirma o autor.

Ou seja: o planejamento é indispensável para qualquer pessoa. Mas ele ainda não é uma realidade. 

É o que mostram dados de 2018 de uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) referente às capitais brasileiras:

  • 58% dos brasileiros admitem que nunca ou raramente dedicam tempo para atividades de controle da vida financeira.

Uma consequência direta dessa falta de planejamento é o endividamento. De acordo com a pesquisa Endividamento e inadimplência do consumidor, 65,1% das famílias brasileiras estão endividadas. E 9,7% não terão condições de pagar as contas. O relatório é da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e tem dados referentes a fevereiro de 2020.

Como planejar o futuro financeiro em 5 passos

Planejar o futuro financeiro pode ser mais fácil do que você imagina. O desafio é combinar várias estratégias para garantir mais segurança financeira no longo prazo.

Para ajudar na tarefa, selecionamos abaixo o passo a passo para ter sucesso. Confira:

1. Faça um diagnóstico das finanças

Comece o planejamento identificando os seus gastos fixos e variáveis, possíveis dívidas e rendimentos. 

A ideia aqui é fazer um diagnóstico da saúde das suas finanças, registrando todas as informações sobre o seu orçamento. Acredite: ter essa visão geral é essencial para observar de que forma você pode otimizar as suas finanças  — e quais são os gargalos atuais dela.

2. Controle suas finanças

O segundo passo também faz uma diferença enorme no longo prazo: adotar o hábito de controlar as finanças rigorosamente. 

Nesse sentido, você pode usar uma planilha ou software de gestão financeira. O que importa é registrar todas as entradas e saídas e controlar o orçamento todos os meses para evitar a inadimplência.

3. Crie objetivos

Agora você vai efetivamente pensar no futuro. Este passo consiste em definir objetivos que você deseja alcançar.

Mas eles precisam ser realistas e específicos, considerando curto, médio e longo prazos.  Pode ser comprar o seu imóvel próprio, fazer uma viagem internacional ou adquirir um carro, por exemplo.

Dessa forma, você terá uma visão clara do que pretende realizar com suas finanças  — e ganhará uma motivação extra para usar melhor o dinheiro.

4. Crie uma reserva de emergência

O próximo passo é criar uma reserva de emergência: o famoso colchão financeiro.

Ela consiste em uma reserva de dinheiro guardado para imprevistos, como uma demissão inesperada ou uma doença, por exemplo. O ideal é que esse colchão seja equivalente a 6 meses do seu custo de vida atual para garantir uma boa margem de segurança.

5. Comece a investir

Ao planejar o futuro financeiro, tenha em mente que investir é fundamental para garantir uma renda maior no longo prazo.

Trata-se de uma medida eficiente até mesmo para formar o seu colchão financeiro. O objetivo é fazer com que o seu dinheiro fique rendendo com o passar dos anos para garantir rentabilidade no futuro.

O primeiro passo nos investimentos é buscar conhecimento sobre o assunto, entender como funcionam as rendas fixa e variável e identificar o seu perfil de investidor. 

Aí, comece aos poucos, aplicando quantias menores na modalidade escolhida até ganhar confiança.

É possível planejar o futuro com previdência privada

Agora que sua mente está voltada aos investimentos, vamos além: planejar o futuro implica em investir em previdência privada. Ela consiste em uma das principais modalidades de investimento de longo prazo e funciona como um complemento ao INSS.

As vantagens da previdência privada são que você realiza aportes no valor e período que desejar, define de antemão um regime de tributação que seja mais vantajoso e vê seu dinheiro render mais do que em aplicações comuns de renda fixa.

Para você ter uma ideia, em uma aplicação em previdência privada superior a 10 anos, a alíquota do Imposto de Renda pode chegar a 10% — a menor taxa cobrada para qualquer tipo de investimento. 

Dependendo do plano escolhido, também é possível abater o imposto na declaração. E quanto antes você começar a investir, melhor: assim, as aplicações vão render por mais tempo.

De qualquer forma, na previdência privada, o valor que você resgatará no longo prazo será muito maior em relação ao total aplicado. E você terá um incremento relevante no orçamento.

E então, gostou das dicas para planejar o futuro? Deixe um comentário e compartilhe este artigo nas suas redes sociais.

A previdência privada, também chamada de previdência complementar, é um investimento de longo prazo, que serve tanto para que as pessoas obtenham uma renda mensal após aposentar-se quanto para que elas conquistem a independência financeira ou mesmo paguem a faculdade dos filhos, façam uma longa viagem etc. Ou seja, é um investimento de longo prazo, para a conquista de um objetivo prévio.

Existem muitas opções de previdência privada no mercado, sendo oferecidas tanto por bancos como corretoras. Elas vão desde opções de renda fixa, para investidores mais conservadores, até fundos de renda variável, para os mais arriscados. Abaixo, tudo o que você precisa saber na hora de contratar previdência privada.

Como contratar previdência privada

Para contratar previdência privada, qualquer que seja o plano, você precisa ter uma conta na corretora ou no banco do qual irá comprar o plano.

A partir daí, basta escolher o melhor investimento de acordo com as suas necessidades, levando em consideração os cuidados que postaremos no tópico abaixo.

Quatro cuidados na hora de contratar uma previdência privada

Agora que você já sabe como contratar uma previdência privada, saiba alguns cuidados na hora de adquirir o seu plano, como:

  • Escolher a modalidade ideal para você

Existem duas modalidades de planos de previdência privada: o PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre). 

O PGBL é indicado a quem utiliza a declaração completa do imposto de renda e  realiza contribuições para a Previdência Social, o INSS. Por esse plano, o investidor precisa contribuir com até 12% da renda anual tributável para conseguir a dedução anual do IR. No resgate, o imposto incidirá sobre o montante total, e não apenas sobre os rendimentos. 

Já o VGBL é indicado para pessoas isentas ou que utilizam a declaração simplificada do IR, contribuem ou não para o INSS ou pretendem contribuir com mais de 12% da renda anual em previdência privada. No VGBL, os valores depositados não são deduzidos da base de cálculo do IR, mas o montante a ser pago na hora de retirar o investimento incide apenas sobre os rendimentos.

  • Conferir as taxas de cada instituição

Existem basicamente duas taxas que incidem sobre os planos de previdência: a taxa de carregamento e a taxa administrativa. 

A taxa de carregamento incide sobre os aportes realizados ao investimento e pode ocorrer de três formas: no momento de cada aporte, somente em caso de portabilidade ou resgates ou em ambos os momentos. Essa taxa, em muitos casos, pode ser decrescente, dependendo do número de aportes e do prazo do plano, chegando muitas vezes a zero. Assim, informe-se bem sobre essa taxa na hora de definir o melhor plano de previdência privada, e escolha de acordo com a sua previsão de número de aportes e retiradas.

Já a taxa administrativa é cobrada pelo trabalho de gerir os seus recursos. Geralmente, quanto mais complexo é esse trabalho, maior a taxa cobrada e, assim, fundos previdenciários que somente possuam ativos de renda fixa terão taxas menores de fundos de ações, por exemplo. Nesse caso, é preciso pensar menos no valor da taxa e mais no seu perfil de investimento para escolher a melhor previdência privada.

  • Equilibrar os rendimentos de acordo com seu objetivo

A previdência privada nada mais é do que um fundo de investimento pelo qual você garante rendimentos no longo prazo. Existem fundos mais ousados e fundos mais conservadores. Os mais ousados, por exemplo, são formados por ações, e os mais conservadores, exclusivamente por ativos de renda fixa. 

Como a previdência privada é uma forma de se garantir no futuro, idealmente esses fundos precisam ser de conservadores a moderados, e isso significa uma carteira que pode ser composta de ativos tanto de renda fixa, como CDB, tesouro direto e LCI, quanto de renda variada, como ações.

Para escolher a melhor previdência privada, acesse o histórico de rendimento dos fundos mais atrativos para você e faça um comparativo antes de optar por um ou outro.

  • Escolher uma boa instituição financeira

A previdência privada pode ser disponibilizada por bancos ou corretoras. Converse com quem já investe em uma instituição, procure informações disponíveis na internet e escolha um estabelecimento de confiança. Afinal, é essa instituição que irá gerenciar seu futuro.

Dúvidas sobre previdência? Acesse www.suaprevidencia.com.br e fique bem informado!

Fundos de previdência privada

Os fundos de previdência privada representam algumas das melhores opções para quem busca uma aposentadoria financeiramente tranquila. Eles funcionam como fundos de investimentos em que o investidor faz um aporte inicial e vai acumulando dinheiro com a realização de novos aportes e pela própria valorização do fundo – que é gerido por uma instituição financeira justamente com o intuito de aumentar o valor do fundo. Após a Reforma de Previdência que entrou em efeito em 2019 e alterou muitas das regras para aposentar-se pelo INSS, os fundos de previdência privada tornaram-se ainda mais atraentes para o trabalhador brasileiro.

O que são fundos de previdência privada

Os fundos de previdência privada são aplicações que estão disponíveis para qualquer tipo de investidor. A possibilidade de acumular recursos de forma segura e contando com uma gestão especializada faz com que este seja o investimento ideal para:

– Complementar a aposentadoria do INSS, caso o trabalhador tenha carteira assinada e contribua mensalmente;
– Seja a fonte de renda da própria aposentadoria, caso o trabalhador não contribua com o INSS;
– Funcionar como uma fonte de segurança financeira para emergências ou para cumprir um objetivo, como comprar uma casa ou um automóvel.


Os planos de previdência privada são oferecidos por instituições financeiras como bancos e seguradoras e cada um desses planos possui sua própria estratégia de valorização – que pode ser conservadora (menos riscos) ou arrojada (mais riscos)
– e exige um aporte inicial para que o investidor entre para o fundo. Esse aporte inicial é variável, assim como a exigência ou não de novos aportes mensais.

A instituição financeira escolhida aplica o dinheiro em um fundo de investimentos (há vários tipos disponíveis) para que ele siga valorizando. Após um período que é definido em contrato, o investidor tem o direito de receber o dinheiro acumulado – tudo de uma vez ou na forma de renda mensal, e isso também é definido no contrato.

Assim, existem basicamente duas fases em qualquer previdência privada:
1. Acumulação de capital
2. Usufruto do capital


Como funcionam os fundos de previdência privada

Os fundos de previdência privada são divididos em duas categorias de planos:

PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) 🡪 Nesta opção, os novos aportes que o investidor faz no fundo ao longo do ano podem ser abatidos no Imposto de Renda (no máximo 12% da renda total). Ao fim do plano, quando o dinheiro pode ser usufruído, a taxação do IR é calculada e incidida em cima de todo o valor acumulado.

VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) 🡪 Esta opção não permite o abatimento dos aportes na declaração anual do Imposto de Renda. Ao fim do plano, porém, a taxação do IR é calculada e incide somente sobre o rendimento do fundo, e não o valor total.

Ao contratar um plano, o investidor deve optar pelo regime de tributação regressivo ou progressivo. No regime regressivo, a alíquota de abatimento do IR é reduzida à medida que o dinheiro fica aplicado por mais tempo. No regime progressivo, a alíquota de abatimento do IR aumenta de acordo com o valor que será sacado mensalmente durante o usufruto do capital.

Além da tributação do IR, as instituições privadas que oferecem os fundos de previdência privada também exigem suas próprias taxas – e essas variam de empresa para empresa. As mais comuns são a Taxa de Administração e a Taxa de Carregamento, mas podem haver outras, como de Entrada e de Saída. O investidor precisa ficar especialmente atento a essas taxas para escolher a previdência privada que irá lhe trazer maior rendimento.

Como investir em fundos de previdência privada

Os fundos de previdência privada são investimentos que visam o longo prazo. Para funcionar corretamente, o dinheiro deve ficar aplicado por um longo período – anos ou, de preferência, décadas. A realização de novos e constantes aportes após o aporte inicial também é recomendável para que os recursos sigam crescendo e oferecem tranquilidade financeira no futuro.

O primeiro passo para quem deseja fazer um plano de previdência é compilar e comparar os planos disponíveis no mercado. Avalie a exigência do aporte inicial e as taxas que cada instituição cobra. Escolha entre o plano PGBL ou VGBL de acordo com seus rendimentos e a forma como declara o Imposto de Renda. Selecione ainda o regime de tributação de acordo com o que será melhor para suas economias. Observados esses quesitos, contrate seu plano de preferência.


Vale a pena investir em fundos de previdência privada

Feita com planejamento e disciplina, a previdência privada pode significar a futura independência financeira do trabalhador. Escolher um plano que irá investir o dinheiro em um fundo de investimentos com lucros constantes e confiáveis é uma boa forma de garantir o acúmulo de capital. Um fundo com taxas excessivas e injustificadas, por outro lado, pode diluir todo um rendimento que parecia promissor.

O ideal é visualizar o que você deseja para daqui a 10, 15 ou 20 anos e ir realizando aportes constantes. Se, após um tempo, você perceber que há outros fundos de previdência privada rendendo mais, não tem problema: os bancos são legalmente obrigados a lhe garantir a portabilidade do seu dinheiro. Assim, você pode transferir o dinheiro para outro fundo ou até mesmo aplicá-lo em outra opção de investimento.

Dúvidas sobre previdência privada? Acesse o site Sua Previdência e fique bem informado!

Não dá para ignorar o IOF em fundos de investimento — ou em qualquer outra aplicação financeira, para falar a verdade. Trata-se de um imposto que segue uma tabela regressiva, assim como o Imposto de Renda, mas com um impacto bem mais profundo.

Para você ter uma ideia melhor do que estamos falando, a alíquota do IOF parte de 96% do rendimento. Ficou assustado? Calma: depois de um mês, esse imposto vai a zero, e os fundos de investimento recuperam a rentabilidade.

Quer saber mais sobre o assunto, conhecer a tabela do IOF e descobrir como ele impacta fundos de investimento e outras aplicações? Então siga a leitura.

Tem IOF em fundos de investimento?

Sim, há incidência de IOF, o Imposto sobre Operações Financeiras, em fundos de investimento de diferentes tipos. Uma exceção importante são os fundos de ações, que não contam com essa cobrança.

Mas fundos multimercado e renda fixa, muito populares em cenário de Selic tão baixa, têm a incidência do IOF. A boa notícia é que, a partir de 30 dias, todos os investimentos ficam isentos.

Se puder aguardar esse período, sua rentabilidade será muito maior, afinal a alíquota segue uma tabela regressiva e também agressiva, já que começa em 96%.

E, se você está surpreso com essa cobrança e pensando que estará mais seguro na poupança, um aviso: por lá, é pior ainda. Se em um fundo de investimento você perde parte considerável da rentabilidade em resgates de curtíssimo prazo, na poupança simplesmente não há rendimento antes do “aniversário” mensal do depósito.

Então, respondendo melhor à pergunta: sim, há IOF em fundos de investimento, mas é possível e salutar lidar com ele, desde que você consiga fazer um bom planejamento financeiro.

Tabela do IOF em fundos de investimento

A tabela do IOF em fundos de investimento funciona de forma regressiva. A taxa é predeterminada em função do prazo desde o início da operação, conforme o esquema abaixo:

Número de diasIOF (%)Número de diasIOF (%)
196%1646%
293%1743%
390%1840%
486%1936%
583%2033%
680%2130%
776%2226%
873%2323%
970%2420%
1066%2516%
1163%2613%
1260%2710%
1356%286%
1453%293%
1550%300%

Ou seja, se você quiser resgatar um fundo de investimento renda fixa apenas 15 dias após fazer o aporte, por exemplo, deixará de receber 50% da rentabilidade por culpa do IOF.

Então, para onde correr? Aqui está a má notícia: não há para onde fugir, pois CDBs (Certificados de Depósito Bancário), LCs (Letras de Câmbio) e outros títulos também sofrem a incidência do imposto.

Exceções interessantes são as LCAs (Letras de Crédito do Agronegócio), mas não se encontram títulos desse tipo com possibilidade de resgate tão rápido.

Além do IOF: tributação em fundos de investimento

Não é apenas o IOF que atrapalha a rentabilidade dos seus fundos de investimento.

A alíquota do Imposto de Renda também varia conforme o tempo de aplicação, entre 15% e 22,5% para a maioria dos fundos de investimento e 35% a 10% para previdência privada.

Basicamente, na tabela regressiva, quanto maior o prazo, menor a incidência de imposto. A exceção fica por conta dos fundos de ações, que são tributados em 15% no resgate, independentemente do prazo.

Os fundos de curto prazo (aqueles cuja carteira de títulos têm prazo médio igual ou inferior a 365 dias) seguem esta regra:

  • Até 180 dias: alíquota de 22,5%.
  • Acima de 180 dias: 20%.

Já os fundos de longo prazo (aqueles cuja carteira têm prazo médio igual ou superior a 365 dias) seguem esta regra:

  • Até 180 dias: alíquota de 22,5%.
  • De 181 a 360 dias: 20%.
  • De 361 a 720 dias: 17,5%.
  • Acima de 720 dias: 15%

E como esses pagamentos são feitos? Além da cobrança no resgate, o Imposto de Renda nos fundos de investimento (com exceções dos previdenciários e de ações) é recolhido semestralmente, sob o apelido de come-cotas.

A dedução é feita automaticamente, no último dia útil de maio e no último de novembro. E essas antecipações no recolhimento fazem uma diferença significativa na rentabilidade dos fundos, já que subtraem valores que ficariam rendendo, possivelmente, por anos.

Entendeu melhor como funciona o IOF em fundos de investimento e como é cobrado o Imposto de Renda nesse tipo de aplicação? Compartilhe este artigo com seus colegas nas redes sociais.